{"id":16416,"date":"2009-08-14T22:18:43","date_gmt":"2009-08-14T22:18:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16416"},"modified":"2009-08-14T15:54:43","modified_gmt":"2009-08-14T15:54:43","slug":"exxon-investe-us-600-mi-em-combustivel-de-alga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/08\/14\/exxon-investe-us-600-mi-em-combustivel-de-alga\/","title":{"rendered":"Exxon investe US$ 600 mi em combust\u00edvel de alga"},"content":{"rendered":"<p>A ExxonMobil, a maior empresa de petr\u00f3leo e g\u00e1s de capital aberto do mundo, cujo faturamento em 2008 foi superior a US$ 45 bilh\u00f5es, anunciou o desembolso de US$ 600 milh\u00f5es, ao longo de cinco anos, em pesquisas para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis a partir de algas por meio de uma parceria com a Synthetic Genomics Inc. (SGI), companhia fundada pelo pioneiro da pesquisa do genoma humano J. Craig Venter.&nbsp;<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 pesquisar o potencial das algas fotossint\u00e9ticas para produzir combust\u00edvel com aux\u00edlio da gen\u00f4mica. As parceiras dizem encarar sua alian\u00e7a como um esfor\u00e7o de P&amp;D de longo prazo, avaliando que os investimentos futuros poder\u00e3o atingir at\u00e9 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. O an\u00fancio da alian\u00e7a entre as duas empresas foi noticiado pela imprensa internacional, como o di\u00e1rio norte-americano New York Times e os jornais brit\u00e2nicos Financial Times e The Guardian.&nbsp;<\/p>\n<p>Nos termos do acordo, a SGI vai trabalhar na busca, otimiza\u00e7\u00e3o e engenharia de variedades de algas mais adequadas \u00e0s necessidades e desenvolver melhores sistemas para o cultivo das algas em grande escala e para a convers\u00e3o de seus produtos em biocombust\u00edvel. A Exxon entrar\u00e1 com o dinheiro e com sua experi\u00eancia cient\u00edfica e de engenharia, utilizada em todas as etapas do programa, desde o desenvolvimento de sistemas para aumentar a escala da produ\u00e7\u00e3o de algas at\u00e9 o processamento de combust\u00edveis finais.&nbsp;<\/p>\n<p>A parceria Exxon-Synthetic Genomics objetiva que as algas produzam hidrocarbonetos &#8213; isto \u00e9, compostos como os obtidos pela destila\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo &#8213; e n\u00e3o etanol ou biodiesel. H\u00e1 outras empresas que j\u00e1 trabalham nesta dire\u00e7\u00e3o: um exemplo \u00e9 a Amyris, instalada em Campinas. Segundo a revista The Economist (Biofuels from algae, Craig&#039;s twist, &#8213; Biocombust\u00edveis de Algas, a Virada de Craig), as microalgas j\u00e1 &#8220;engenheiradas&#8221; por Venter s\u00e3o unicelulares e capazes de produzir um \u00f3leo da fam\u00edlia dos triglic\u00e9rides &#8213;que ainda n\u00e3o \u00e9 um hidrocarboneto. As algas tamb\u00e9m foram preparadas para secretar o \u00f3leo no meio de cultura que as nutre.<\/p>\n<p>&nbsp;De acordo com a revista brit\u00e2nica, o dinheiro da Exxon vai servir para que a empresa de Venter pesquise como &#8220;obrigar&#8221; as algas a produzir um hidrocarboneto pronto, e n\u00e3o mais um triglic\u00e9ride. Para isso, \u00e9 preciso escolher, intervir e modificar rotas bioqu\u00edmicas da alga, por t\u00e9cnicas de biologia molecular; e tamb\u00e9m escolher a esp\u00e9cie de alga mais adequada. Na descri\u00e7\u00e3o da revista, a esp\u00e9cie ideal deve suportar bastante luz e calor, para facilitar sua prolifera\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo; e tamb\u00e9m ser resistente a v\u00edrus. Se a esp\u00e9cie n\u00e3o existir, a empresa de Venter far\u00e1 uma &#8213; essa \u00e9 a promessa da biologia sint\u00e9tica , \u00e1rea \u00e0 qual pertence a SGI.&nbsp;<\/p>\n<p>O desafio de P&amp;D n\u00e3o \u00e9 produzir combust\u00edvel com algas. Isso a empresa do Dr. Venter j\u00e1 faz, outros empreendedores da \u00e1rea de biotecnologia fazem, e at\u00e9 outras empresas petrol\u00edferas, como a Royal Dutch Shell e a Chevron, conseguem fazer. A companhia a\u00e9rea Continental Airlines j\u00e1 realizou um voo de teste com uma aeronave abastecida com combust\u00edvel extra\u00eddo de algas, conforme noticiou Inova\u00e7\u00e3o. A quest\u00e3o agora \u00e9 de escala e custo.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Algas na cabe\u00e7a &#8211;<\/strong> Segundo a SGI, as algas fotossint\u00e9ticas, entre as quais se incluem as microalgas (algas unicelulares) e as cianobact\u00e9rias (conhecidas por algas azuis), s\u00e3o organismos que se reproduzem por si mesmos e utilizam com muita efici\u00eancia a energia do sol para converter di\u00f3xido de carbono em \u00f3leos, ou lip\u00eddios, e at\u00e9 em hidrocarbonetos de cadeia longa (com sete carbonos ou mais), pass\u00edveis de serem transformados em combust\u00edveis e produtos qu\u00edmicos.&nbsp;<\/p>\n<p>A estrutura molecular dos combust\u00edveis derivados das algas \u00e9 similar \u00e0 dos derivados de petr\u00f3leo \u00be o que traz a vantagem da compatibilidade com a infraestrutura de transportes j\u00e1 dispon\u00edvel. Ou seja, em tese eles podem ser usados, sem adapta\u00e7\u00e3o, nos motores de ve\u00edculos e avi\u00f5es atuais. Poderiam tamb\u00e9m ser processados na rede de refinarias da empresa, transportados nos oleodutos j\u00e1 existentes e vendidos nas mesmas esta\u00e7\u00f5es de servi\u00e7o que hoje comercializam combust\u00edveis f\u00f3sseis \u00be tudo do interesse da Exxon.&nbsp;<\/p>\n<p>O cultivo de algas n\u00e3o ocupa terras agricult\u00e1veis e sequestra carbono: para crescer, essas plantas&nbsp;<br \/>\naqu\u00e1ticas precisam somente de luz, \u00e1gua \u00be para algumas delas serve \u00e1gua do mar e at\u00e9 \u00e1gua polu\u00edda \u00be e di\u00f3xido de carbono. &#8220;As algas s\u00e3o o melhor sistema biol\u00f3gico existente no que diz respeito a usar a luz solar para capturar e converter CO2 em combust\u00edvel\u00bf, assegurou o Dr. Venter no an\u00fancio do acordo com a Exxon. Sempre conforme as noticias publicadas nos jornais internacionais, a produtividade das algas tamb\u00e9m supera a de outras mat\u00e9rias-primas: a companhia petrol\u00edfera estima que a produ\u00e7\u00e3o por hectare de combust\u00edvel obtido das algas j\u00e1 \u00e9, hoje, quase 4,5 vezes maior que a da cana-de-a\u00e7\u00facar e oito vezes superior \u00e0 do milho.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas para chegar a concorrer com o petr\u00f3leo, as algas do futuro v\u00e3o ter de produzir muito mais \u00f3leo, ser cultivadas numa escala muit\u00edssimo maior e capturar da atmosfera quantidades muito maiores de gases de efeito estufa. E a produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel derivado delas ter\u00e1 de baratear significativamente: de acordo com o jornal brit\u00e2nico Financial Times, &#8220;uma estimativa recente&#8221; calcula em US$ 8,7 o pre\u00e7o por litro do biocombust\u00edvel produzido a partir de algas \u00be quinze vezes o custo de um litro de etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar.&nbsp;<\/p>\n<p>Para buscar a viabilidade comercial do combust\u00edvel de algas, a ferramenta que a parceria Exxon-SGI vai usar \u00e9 a engenharia gen\u00e9tica. &#8220;\u00c9 o \u00fanico modo de fazer a produ\u00e7\u00e3o superar em muito a da natureza, obter algas resistentes a ataques de v\u00edrus e assim por diante&#8221;, asseverou o Dr. Venter ao Financial Times. &#8220;As algas costumam ser cultivadas e colhidas por meio de um processo caro e demorado&#8221;, conta ele.&nbsp;<\/p>\n<p>Pois cientistas da empresa conseguiram criar algas que produzem \u00f3leos num processo cont\u00ednuo, mais eficiente e mais barato. &#8220;Tive a ideia de fazer com que as algas fabriquem mais lip\u00eddios&#8221;, explica o criador da SGI. Ainda assim, a produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel derivado delas ter\u00e1 de baratear significativamente.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Economia de carbono<\/strong> &#8211; Para Ben Graziano, gerente de P&amp;D da Carbon Trust, ag\u00eancia do governo brit\u00e2nico de promo\u00e7\u00e3o de tecnologias que emitem pouco carbono, os biocombust\u00edveis produzidos a partir de algas t\u00eam potencial para possibilitar &#8220;uma grande economia de carbono&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o Guardian, a Carbon Trust projeta que at\u00e9 2030 os biocombust\u00edveis produzidos a partir de algas poder\u00e3o substituir mais de 70 bilh\u00f5es de litros de combust\u00edveis f\u00f3sseis por ano. Isso equivale a 12% do consumo anual da avia\u00e7\u00e3o no mundo, ou a 6% de todo o diesel utilizado no planeta num ano.&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o metas dif\u00edceis: hoje, os EUA consomem aproximadamente 525 bilh\u00f5es de litros de gasolina por ano. Se atingidas, poderiam evitar a emiss\u00e3o anual de 160 milh\u00f5es de toneladas de CO2 .&nbsp;<\/p>\n<p>Venter reconhece o desafio da escala. Atualmente, os biocombust\u00edveis (etanol produzido a partir de milho, principalmente) suprem cerca de 9% do consumo de combust\u00edveis l\u00edquidos dos Estados Unidos, ou pouco mais de 47 bilh\u00f5es de litros anuais. Em 2022, mantidos a legisla\u00e7\u00e3o em vigor e o padr\u00e3o de consumo atual, o mercado norte-americano vai precisar de 137 bilh\u00f5es de litros de combust\u00edvel. E h\u00e1 o resto do mundo. &#8220;Para a maioria dos cientistas&#8221;, ressalta o Dr. Venter, &#8220;aumento de escala significa ir do tubo de ensaio para o b\u00e9quer. N\u00f3s precisamos ir do tubo de ensaio para milh\u00f5es de gal\u00f5es.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>Ao anunciar a parceria com a Exxon, o Dr. Venter avisou que o projeto \u00e9 de longo prazo e que podem passar dez anos antes de ele se mostrar vi\u00e1vel comercialmente: &#8220;N\u00e3o estamos dizendo que vamos ter milh\u00f5es de toneladas de algas no ano que vem&#8221;, disse o fundador da SGI. Pela companhia petrol\u00edfera, o vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da unidade de pesquisa e engenharia da empresa, Emil Jacobs, estimou o prazo para a entrada em opera\u00e7\u00e3o de qualquer planta com capacidade para produzir o biocombust\u00edvel em escala comercial entre cinco e dez anos. &#8220;N\u00e3o vou ado\u00e7ar a p\u00edlula. Isto n\u00e3o vai ser f\u00e1cil&#8221;, admitiu o executivo.&nbsp;<\/p>\n<p>O programa de pesquisa come\u00e7a com a constru\u00e7\u00e3o de um centro de testes em San Diego, no sul da Calif\u00f3rnia, onde fica a sede da SGI. Nele, segundo o Dr. Venter, ser\u00e3o testadas t\u00e9cnicas para acelerar o crescimento e otimizar o cultivo das plantas. Ser\u00e1 preciso decidir quais tipos de alga usar e se \u00e9 mais eficiente cultiv\u00e1-las em lagoas abertas ou em biorreatores, nos quais elas crescem em tubos fechados. &#8220;<\/p>\n<p>&#8220;Vamos usar algas naturais rec\u00e9m-descobertas para achar as melhores maneiras de atingirmos um aumento de escala&#8221;, explicou ele.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao criar a SGI, o principal objetivo do Dr. Venter, conforme Inova\u00e7\u00e3o reproduziu, era precisamente trabalhar com biocombust\u00edveis, em especial o etanol de celulose. Mas nos \u00faltimos anos o Dr. Venter tamb\u00e9m andou \u00e0 procura de micr\u00f3bios ambientalmente corretos, que de alguma forma pudessem ser usados para reduzir as emiss\u00f5es de carbono. Encontrou, por exemplo, um organismo que transforma CO2 em metano e poderia vir a produzir combust\u00edvel com os gases expelidos por usinas de eletricidade.&nbsp;<\/p>\n<p>E descobriu outro que transforma carv\u00e3o em g\u00e1s natural, acelerando um processo que ocorre naturalmente e diminuindo tanto a quantidade de energia necess\u00e1ria para a extra\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil como a quantidade de polui\u00e7\u00e3o quando este \u00e9 queimado.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sinceridade \u00e0 prova<\/strong> &#8211; Segundo Emil Jacobs, da Exxon, o acordo com a SGI foi precedido de dois anos de avalia\u00e7\u00e3o das diferentes op\u00e7\u00f5es de investimento em energias alternativas. A empresa analisou potencial de crescimento, desafios t\u00e9cnicos, impacto ambiental e perspectivas de viabilidade comercial de diversas fontes. &#8220;Atender as crescentes demandas energ\u00e9ticas do mundo vai exigir uma grande variedade de tecnologias e fontes energ\u00e9ticas. Acreditamos que o biocombust\u00edvel produzido a partir de algas pode ser uma parte significativa da solu\u00e7\u00e3o para o futuro&#8221;, afirma o executivo no press release divulgado pela companhia petrol\u00edfera.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com a empresa, nos \u00faltimos cinco anos a Exxon investiu mais de US$ 1,5 bilh\u00e3o em projetos para melhorar a efici\u00eancia energ\u00e9tica e reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. Pesquisou, por exemplo, revestimentos que mant\u00eam pneus cheios por mais tempo, \u00f3leos de motor que reduzem o consumo de combust\u00edvel e pl\u00e1sticos automotivos leves. A companhia petrol\u00edfera afirma tamb\u00e9m que vem patrocinando pesquisas sobre formas de aperfei\u00e7oamento da energia solar, de biocombust\u00edveis e de captura e armazenagem de carbono.&nbsp;<\/p>\n<p>A sinceridade e o compromisso da Exxon em rela\u00e7\u00e3o aos combust\u00edveis alternativos s\u00e3o questionados por muitos ambientalistas, principalmente em fun\u00e7\u00e3o dos lucros extraordin\u00e1rios obtidos pelo setor petrol\u00edfero nos \u00faltimos anos. Afinal, em fevereiro de 2007 Rex Tillerson, presidente da Exxon, se referiu ao etanol como &#8220;devaneio&#8221;. Ao falar para o New York Times sobre o acordo Exxon-SGI, Kert Davies, diretor de pesquisa do Greenpeace, comentou: &#8220;Nossa organiza\u00e7\u00e3o sempre disse que as grandes companhias de petr\u00f3leo teriam de estar envolvidas nesse processo. A quest\u00e3o \u00e9 se elas est\u00e3o s\u00f3 fazendo de conta para consumo externo ou se de fato est\u00e3o colocando seu peso e seu poder nisso.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o Dr. Venter se disse &#8220;surpreso e muito satisfeito&#8221; com a decis\u00e3o da Exxon. Para ele, o envolvimento da empresa \u00e9 componente cr\u00edtico na procura por combust\u00edveis alternativos cuja produ\u00e7\u00e3o pode ser feita em grande escala. &#8220;Mudan\u00e7as como essa n\u00e3o podem ocorrer sem a participa\u00e7\u00e3o do l\u00edder do setor&#8221;, afirmou. &#8220;Os desafios n\u00e3o s\u00e3o pequenos para nenhum de n\u00f3s, mas temos equipes e talentos cient\u00edficos e de engenharia que, combinados, oferecem a melhor possibilidade de sucesso.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: Terra<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ExxonMobil, a maior empresa de petr\u00f3leo e g\u00e1s de capital aberto do mundo, cujo faturamento em 2008 foi superior a US$ 45 bilh\u00f5es, anunciou o desembolso de US$ 600 milh\u00f5es, ao longo de cinco anos, em pesquisas para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis a partir de algas por meio de uma parceria com a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24,6],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16416","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-energia","7":"category-noticias"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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