{"id":16406,"date":"2009-08-14T22:18:33","date_gmt":"2009-08-14T22:18:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16406"},"modified":"2009-08-14T15:36:27","modified_gmt":"2009-08-14T15:36:27","slug":"a-reconstrucao-do-corpo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/08\/14\/a-reconstrucao-do-corpo\/","title":{"rendered":"A reconstru\u00e7\u00e3o do corpo"},"content":{"rendered":"<p>No ritmo em que a tecnologia e os conhecimentos sobre o funcionamento do organismo evoluem, em um futuro pr\u00f3ximo um dos mais graves problemas que m\u00e9dicos e pacientes t\u00eam hoje poder\u00e1 ser solucionado: a escassez de doadores de tecidos e \u00f3rg\u00e3os para transplantes. Neste momento, em v\u00e1rios laborat\u00f3rios do mundo, inclusive no Brasil, estruturas como bexiga, rins, pulm\u00f5es, ossos, pele, veias e cartilagens est\u00e3o sendo constru\u00eddas com a ajuda de tecnologias sofisticadas. O objetivo \u00e9 que elas substituam o que estiver lesado dentro do organismo, como pe\u00e7as de reposi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a linha de pesquisa da chamada medicina regenerativa, uma das \u00e1reas da ci\u00eancia que mais crescem atualmente. Um dos pa\u00edses com os experimentos mais avan\u00e7ados s\u00e3o os Estados Unidos. L\u00e1, est\u00e1 em funcionamento um cons\u00f3rcio financiado pelo Departamento de Defesa e formado por 30 universidades. O Instituto de Medicina Regenerativa da Universidade Wake Forest integra a iniciativa.&nbsp;<\/p>\n<p>Cerca de 150 pesquisadores da institui\u00e7\u00e3o est\u00e3o trabalhando na engenharia de 23 diferentes tecidos e \u00f3rg\u00e3os. Entre eles art\u00e9rias, ossos, cartilagens, c\u00f3rneas, orelhas, es\u00f4fago, v\u00e1lvulas card\u00edacas e rins. <br \/>\nUm dos trabalhos mais avan\u00e7ados est\u00e1 sendo feito com uma bexiga constru\u00edda em laborat\u00f3rio. O \u00f3rg\u00e3o foi desenvolvido a partir da combina\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas-tronco (capazes de dar origem a diferentes tipos de tecidos) e de materiais biocompat\u00edveis, que n\u00e3o oferecem risco de rejei\u00e7\u00e3o pelo organismo. Hoje, h\u00e1 25 pacientes usando as bexigas criadas pelos cientistas. \u201cSe elas se mostrarem eficientes, vamos avaliar seu funcionamento em pacientes com c\u00e2ncer de bexiga\u201d, disse \u00e0 ISTO\u00c9 Anthony Atala, diretor do instituto.&nbsp;<\/p>\n<p>A f\u00f3rmula usada para a gera\u00e7\u00e3o da maioria dos \u00f3rg\u00e3os \u00e9 basicamente a mesma. Os m\u00e9dicos colhem c\u00e9lulas (tronco ou j\u00e1 especializadas) do paciente e as deixam imersas em uma cultura especial para que se multipliquem. Elas s\u00e3o usadas para recobrir moldes produzidos com os biomateriais. Entre os tipos mais usados est\u00e1 o col\u00e1geno.\u201cEssas estruturas servem de suporte para as c\u00e9lulas enquanto elas se desenvolvem\u201d, explica Atala.&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil, entre as pesquisas mais promissoras est\u00e3o as voltadas para o desenvolvimento de outras op\u00e7\u00f5es de biomateriais. Uma delas \u00e9 a biocer\u00e2mica, usada para reconstru\u00e7\u00e3o \u00f3ssea. Essa estrutura serve para a regenera\u00e7\u00e3o de ossos da face, cr\u00e2nio e at\u00e9 de partes da coluna. \u201cO material funciona como base para que novas c\u00e9lulas \u00f3sseas se repliquem no local\u201d, explica o m\u00e9dico Francisco Wykrota, um dos pioneiros na cria\u00e7\u00e3o desse material no Brasil. <\/p>\n<p>Um dos estudos para aprimorar a biocer\u00e2mica est\u00e1 sendo realizado no Instituto de Pesquisas Energ\u00e9ticas e Nucleares, em S\u00e3o Paulo. O objetivo \u00e9 desenvolver uma nova tecnologia que deixe o recurso ainda mais resistente. \u201cEstamos testando em animais um modelo com potencial de ter maior integra\u00e7\u00e3o com o corpo\u201d, explica o pesquisador Jos\u00e9 Carlos Bressani, diretor do instituto. A estudante carioca Julia de Aquino, 15 anos, beneficiou-se da tecnologia. Ela teve traumatismo craniano depois de um atropelamento. Toda a parte superior do cr\u00e2nio foi refeita com o aux\u00edlio da biocer\u00e2mica. \u201cO resultado ficou muito bom\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n<p>Outra \u00e1rea na qual se observam avan\u00e7os \u00e9 a da cria\u00e7\u00e3o de pele. Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por exemplo, est\u00e3o testando um novo procedimento para ajudar pacientes que sofreram queimaduras ou que apresentam \u00falceras de pele. O m\u00e9todo consiste na retirada de um peda\u00e7o sadio da derme do paciente, de onde s\u00e3o tiradas c\u00e9lulas como os fibroblastos e os queratin\u00f3citos. Elas s\u00e3o multiplicadas e processadas de forma que se transformem em uma esp\u00e9cie de pasta, aplicada nos indiv\u00edduos. \u201cCerca de 45 dias depois uma nova pele nasce na \u00e1rea\u201d, explica Beatriz Puzzi, coordenadora do laborat\u00f3rio da Unicamp. \u201cN\u00e3o h\u00e1 risco de infec\u00e7\u00f5es e as cicatrizes s\u00e3o sutis.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>No Instituto Wake Forest, os cientistas est\u00e3o trabalhando no desenvolvimento de um aparelho para ajudar na regenera\u00e7\u00e3o da pele. Ele \u00e9 abastecido com c\u00e9lulas humanas. Elas s\u00e3o a mat\u00e9ria-prima para a produ\u00e7\u00e3o, dentro do pr\u00f3prio equipamento, de um curativo a ser aplicado na \u00e1rea lesada. \u201cEssa m\u00e1quina poderia ser usada em campos de guerra, por exemplo\u201d, disse Atala. Espera-se que fique pronta em cinco anos. <\/p>\n<p><b>Autor: Isto \u00c9<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ritmo em que a tecnologia e os conhecimentos sobre o funcionamento do organismo evoluem, em um futuro pr\u00f3ximo um dos mais graves problemas que m\u00e9dicos e pacientes t\u00eam hoje poder\u00e1 ser solucionado: a escassez de doadores de tecidos e \u00f3rg\u00e3os para transplantes. 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