{"id":16346,"date":"2009-08-06T22:17:38","date_gmt":"2009-08-06T22:17:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16346"},"modified":"2009-08-06T16:10:45","modified_gmt":"2009-08-06T16:10:45","slug":"hidrovia-pode-absorver-20-do-transporte-de-conteineres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/08\/06\/hidrovia-pode-absorver-20-do-transporte-de-conteineres\/","title":{"rendered":"Hidrovia pode absorver 20% do transporte de cont\u00eaineres"},"content":{"rendered":"<p>At\u00e9 novembro, deve ser iniciada uma opera\u00e7\u00e3o regular nas hidrovias ga\u00fachas para o transporte de cont\u00eaineres entre Porto Alegre e Rio Grande. O secret\u00e1rio de Infraestrutura e Log\u00edstica, Daniel Andrade, acredita que o modal possa ser respons\u00e1vel por 15% a 20% da movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres realizada no Estado, no prazo de dois anos. J\u00e1 foi identificada uma demanda de 20 mil a 25 mil TEUs (Unidade Equivalente a um Cont\u00eainer de 20 p\u00e9s) por ano, que pode ser atendida pela via fluvial.&nbsp;<\/p>\n<p>Andrade participou ontem da assinatura de protocolo para desenvolvimento do transporte intermodal. O documento tra\u00e7a objetivos e metas para fomentar o segmento hidrovi\u00e1rio no Rio Grande do Sul. Ele destaca que est\u00e3o envolvidos na a\u00e7\u00e3o o governo do Estado, os donos de carga, os operadores de navega\u00e7\u00e3o, entre outros. Sobre o deslocamento de cont\u00eaineres pela via fluvial, o secret\u00e1rio relata que ainda n\u00e3o est\u00e1 definida a empresa que prestar\u00e1 o servi\u00e7o. Em curto prazo, uma op\u00e7\u00e3o \u00e9 que a opera\u00e7\u00e3o seja feita por barca\u00e7as equipadas com guindastes pr\u00f3prios para cont\u00eaineres, o que facilitaria o carregamento e descarregamento nos portos. Futuramente, \u00e9 poss\u00edvel que seja constru\u00eddo um terminal no porto da Capital.&nbsp;<\/p>\n<p>Manteli, que \u00e9 presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Terminais Portu\u00e1rios (ABTP), tamb\u00e9m salienta que a dragagem ser\u00e1 fundamental para o bom aproveitamento das hidrovias. Andrade e o superintendente de Portos e Hidrovias, Gilberto Cunha, autorizaram, ontem, contrata\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o de dragagem de manuten\u00e7\u00e3o dos canais artificiais das hidrovias interiores do Rio Grande do Sul. O volume total estimado a ser dragado \u00e9 de 762,3 mil metros c\u00fabicos por ano, e o valor da opera\u00e7\u00e3o, de R$ 5,78 milh\u00f5es. Um dos locais onde ser\u00e1 feita a dragagem \u00e9 o estu\u00e1rio da Lagoa dos Patos (canais Setia, Barra SG, Canal do S\u00e3o Gon\u00e7alo, Coroa do Meio, Nascimento e Feitoria), com volume anual de 327.397 metros c\u00fabicos. <br \/>\nRios s\u00e3o op\u00e7\u00e3o para desafogar rodovias&nbsp;<\/p>\n<p>Cerca de 72 milh\u00f5es de toneladas de cargas circularam por estradas ga\u00fachas em 2007. A previs\u00e3o, conforme a Secretaria de Infraestrutura e Log\u00edstica, \u00e9 de que o volume suba para 110 milh\u00f5es em 2010 e 200 milh\u00f5es de toneladas em 2020. Para o diretor-operacional da Navega\u00e7\u00e3o Alian\u00e7a, \u00c1tico Scherer, a alternativa para evitar um \u201cafogamento\u201d do modal rodovi\u00e1rio no Rio Grande do Sul \u00e9 o aumento do uso das hidrovias.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jornal do Com\u00e9rcio<\/strong> &#8211; A solu\u00e7\u00e3o para impedir a satura\u00e7\u00e3o do setor rodovi\u00e1rio no Estado \u00e9 a hidrovia?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c1tico Scherer &#8211;<\/strong> A resposta \u00e9 a hidrovia. Acho que hoje existem cargas no Estado que n\u00e3o est\u00e3o sendo colocadas nas hidrovias e que s\u00e3o espec\u00edficas para esse modal. Cargas de grande volume e de baixo valor agregado, nisso as hidrovias s\u00e3o imbat\u00edveis, n\u00e3o t\u00eam concorrentes. O que falta \u00e9 resolver a equa\u00e7\u00e3o de alimentar a hidrovia e ter mais locais para embarques e desembarques.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC<\/strong> &#8211; Como o senhor avalia o uso da hidrovia no Rio Grande do Sul atualmente?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer &#8211;<\/strong> Estamos na mesma situa\u00e7\u00e3o que nos encontr\u00e1vamos no final da d\u00e9cada de 1980. N\u00f3s transportamos o mesmo volume de cargas daquela \u00e9poca, com a diferen\u00e7a que antes havia 11 empresas de navega\u00e7\u00e3o e hoje tem cinco. Apesar de termos condi\u00e7\u00f5es para movimentar 10 milh\u00f5es de toneladas ao ano, continuamos transportando as mesmas cinco milh\u00f5es de toneladas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC &#8211;<\/strong> O que explica esse cen\u00e1rio?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer<\/strong> &#8211; Para recuperarmos o tempo perdido e aumentarmos o volume transportado pela hidrovia \u00e9 fundamental que sejam criados novos pontos de carga e descarga, para as embarca\u00e7\u00f5es terem um melhor rendimento. O custo da constru\u00e7\u00e3o de navios aumentou e para se tornarem competitivos eles precisam navegar mais e com mais cargas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC &#8211;<\/strong> Qual seria a origem dos recursos para fazer investimentos em terminais no Estado?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer<\/strong> &#8211; O investimento pode ser p\u00fablico, privado ou uma Parceria P\u00fablico-Privada (PPP), qualquer alternativa \u00e9 v\u00e1lida. H\u00e1 a necessidade de se implantar um terminal espec\u00edfico para alguns produtos que hoje n\u00e3o t\u00eam local para descarregar. Por exemplo, o carv\u00e3o mineral n\u00e3o tem local definido para realizar a opera\u00e7\u00e3o pela hidrovia, assim como produtos florestais como toras e cavacos de madeira.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC<\/strong> &#8211; Empres\u00e1rios e governo do Estado discutem a possibilidade de construir um terminal no munic\u00edpio de Canoas, \u00e0s margens do Rio dos Sinos. Qual a sua opini\u00e3o sobre a ideia?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer &#8211;<\/strong> Para o setor de log\u00edstica, o complexo traria um ganho significativo. Ele situaria, em um local apenas, tanto a expedi\u00e7\u00e3o quanto o recebimento de cargas, com vantagens para todos os modais. \u00c9 um ponto estrat\u00e9gico com a proximidade de rodovias e ferrovias. Seria a intermodalidade funcionando efetivamente.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC &#8211;<\/strong> Quais s\u00e3o as cargas indicadas para o transporte fluvial?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer &#8211;<\/strong> Todas as cargas s\u00e3o pass\u00edveis de se serem transportadas pela hidrovia. As que est\u00e3o utilizando de maneira mais intensa a op\u00e7\u00e3o s\u00e3o: arroz, soja, trigo e adubo. As cargas em cont\u00eaineres ainda t\u00eam que ser melhor trabalhadas.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC<\/strong> &#8211; H\u00e1 a perspectiva de que novas cargas sejam transportadas pelos rios?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer<\/strong> &#8211; A hidrovia podia ser uma sa\u00edda para baixar o custo log\u00edstico de empresas que trabalham com produtos industrializados e paletizados (carga transportada em uma esp\u00e9cie de estrado). Ter\u00edamos que definir os volumes e criar uma embarca\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para atender a esse segmento. Acredito que hoje, com as embarca\u00e7\u00f5es que n\u00f3s temos, a \u00e1rea de paletes n\u00e3o est\u00e1 contemplada, pois \u00e9 uma carga nova. Dever\u00edamos encontrar uma forma de transportar isso.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>JC<\/strong> &#8211; Atualmente, uma delega\u00e7\u00e3o holandesa realiza um estudo, encomendado pelo governo do Estado, para desenvolver as hidrovias ga\u00fachas. O senhor teria alguma sugest\u00e3o para eles?&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Scherer<\/strong> &#8211; O projeto dos holandeses foi um despertar do Estado para o modal hidrovi\u00e1rio. A grande contribui\u00e7\u00e3o que eles poderiam dar seria apoiar a desburocratiza\u00e7\u00e3o do setor. <br \/>\nALL pretende aumentar uso ferrovi\u00e1rio no Estado&nbsp;<\/p>\n<p>A operadora log\u00edstica ALL fechou recentemente nova parceria com a Usiminas &#8211; uma das maiores sider\u00fargicas do Pa\u00eds &#8211; para o transporte ferrovi\u00e1rio. A opera\u00e7\u00e3o movimentar\u00e1 10 mil toneladas por m\u00eas de bobinas e chapas de a\u00e7o de Cubat\u00e3o (SP) at\u00e9 o Rio Grande do Sul. A expectativa \u00e9 de que esse volume possa crescer e alcan\u00e7ar 30 mil toneladas, em 2010.&nbsp;<\/p>\n<p>O gerente de Industrializados Norte da ALL, Bruno Lino, relata que o contrato entre as duas empresas foi firmado em junho. Para atender \u00e0 atual demanda, a ALL investir\u00e1 cerca de R$ 1,5 milh\u00e3o no aperfei\u00e7oamento de seu terminal ferrovi\u00e1rio, localizado em Porto Alegre, e mais R$ 6 milh\u00f5es na reforma de 120 vag\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s chegar \u00e0 Capital ga\u00facha, por ferrovia, os produtos ser\u00e3o escoados por um raio de 100 quil\u00f4metros, pelo modal rodovi\u00e1rio. Entre os destinos est\u00e3o a Zamprogna, de Porto Alegre, e empresas do polo metalmec\u00e2nico da Serra. Lino informa que o acordo com a Usiminas \u00e9 o maior contrato da ALL, em TKU (Tonelada Quil\u00f4metro \u00datil), no segmento sider\u00fargico.&nbsp;<\/p>\n<p>O terminal de Porto Alegre ser\u00e1 respons\u00e1vel pelo estoque, transbordo e distribui\u00e7\u00e3o rodovi\u00e1ria das 10 mil toneladas de bobinas e chapas de a\u00e7o. A Usiminas instalar\u00e1 uma filial dentro do complexo para concentrar toda a distribui\u00e7\u00e3o de a\u00e7o em um \u00fanico lugar. A melhoria do terminal prev\u00ea, entre outras a\u00e7\u00f5es, o refor\u00e7o do piso e a troca da ponte rolante. <\/p>\n<p><b>Autor: Jornal do Com\u00e9rcio\/RS<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 novembro, deve ser iniciada uma opera\u00e7\u00e3o regular nas hidrovias ga\u00fachas para o transporte de cont\u00eaineres entre Porto Alegre e Rio Grande. 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