{"id":16268,"date":"2009-07-28T22:16:18","date_gmt":"2009-07-28T22:16:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16268"},"modified":"2009-07-28T16:38:44","modified_gmt":"2009-07-28T16:38:44","slug":"dedini-opta-por-expansao-no-exterior-para-contornar-a-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/07\/28\/dedini-opta-por-expansao-no-exterior-para-contornar-a-crise\/","title":{"rendered":"Dedini opta por expans\u00e3o no exterior para contornar a crise"},"content":{"rendered":"<p>A redu\u00e7\u00e3o nos investimentos das usinas sucroalcooleiras no mercado interno fez a Dedini S.A. Ind\u00fastrias de Base, l\u00edder mundial no mercado sucroalcooleiro, partir em busca de rotas alternativas do etanol para conseguir captar recursos. A companhia, fabricante de plantas e equipamentos, que prev\u00ea uma queda de R$ 2,2 bilh\u00f5es para R$ 1,6 bilh\u00f5es no faturamento de 2009, tem como estrat\u00e9gia a internacionaliza\u00e7\u00e3o de sua atividades. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de buscar um parceiro na \u00cdndia para a abertura de uma opera\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria no pa\u00eds, a empresa ir\u00e1 consolidar no segundo semestre sua expans\u00e3o na Am\u00e9rica do Sul e aposta agora na Am\u00e9rica Central e na \u00c1frica. <\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos meses entrar\u00e3o em funcionamento as quatro destilarias que a Dedini est\u00e1 montando na Venezuela. As unidades industriais, que foram vendidas \u00e0 estatal petrol\u00edfera venezuelana Petr\u00f3leo de Venezuela S.A. (PDVSA), ter\u00e3o capacidade de produ\u00e7\u00e3o de 700 mil litros por dia, cada uma. At\u00e9 o final deste ano, a Dedini tamb\u00e9m ter\u00e1 sua primeira usina no Uruguai, vendida para a estatal Alur. A planta tamb\u00e9m est\u00e1 em fase de montagem e ter\u00e1 capacidade para produzir 200 mil litros de etanol por dia. <\/p>\n<p>A empresa busca ainda outras oportunidades na regi\u00e3o e, atualmente, est\u00e1 participando de concorr\u00eancias na Col\u00f4mbia, Bol\u00edvia e Paraguai. Al\u00e9m de usinas de a\u00e7\u00facar e etanol, a companhia pode expandir para outros segmentos. &#8220;O programa que mistura 5% de biodiesel na gasolina virou lei na Argentina e vai movimentar o setor. O importante \u00e9 estar acompanhando de perto junto aos investidores, muitos j\u00e1 t\u00eam fonte de financiamento e s\u00e3o oportunidades que estamos trabalhando&#8221;, disse Jos\u00e9 Luiz Oliv\u00e9rio, vice-presidente de opera\u00e7\u00f5es da Dedini. <\/p>\n<p>Segundo o executivo, o grande mercado de bioenergia hoje no mundo \u00e9 o brasileiro, mas no exterior \u00e9 poss\u00edvel observar um crescente interesse que tem se transformado em curiosidade e encomendas. <\/p>\n<p>Um dos mercados que tem se mostrado entre os mais promissores para a Dedini \u00e9 o de unidades desidratadoras, que se instalam, especialmente, na regi\u00e3o da Am\u00e9rica Central e Caribe, nos quais \u00e9 poss\u00edvel utilizar o etanol hidratado e o anidro (que mistura na gasolina) e com esse processamento habilitar o produto a entrar no mercado norte-americano sem pagar imposto. Os pa\u00edses caribenhos podem exportar at\u00e9 7% da demanda total de \u00e1lcool dos Estados Unidos com isen\u00e7\u00e3o da tarifa de importa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Desde 2007, quatro plantas de desidrata\u00e7\u00e3o da Dedini come\u00e7aram a operar nessa regi\u00e3o, sendo uma para as Ilhas Virgens e tr\u00eas para a Jamaica. A unidade das Ilhas Virgens \u00e9 a de maior capacidade desidratadora do mundo: 1,1 milh\u00e3o de litros por dia. &#8220;Existem outras oportunidades que estamos trabalhando agora e se referem a Trinindad e Tobago, Barbados e Rep\u00fablica Dominicana&#8221;, disse Oliv\u00e9rio. &#8220;De maneira geral, no momento esses processos est\u00e3o em stand by por conta da crise financeira e porque nos EUA temos hoje uma oferta bastante grande em raz\u00e3o da queda no consumo, mas vemos oportunidades no in\u00edcio do pr\u00f3ximo ano&#8221;, avaliou. <\/p>\n<p>No \u00faltimo m\u00eas de maio, a Dedini fez sua entrada no mercado africano. A primeira usina de etanol instalada no Sud\u00e3o tem capacidade para produzir 200 mil litros de etanol por dia e est\u00e1 sendo um cart\u00e3o de visitas para a empresa na regi\u00e3o. A usina que funciona como destilaria e tamb\u00e9m faz a fermenta\u00e7\u00e3o e desidratadora, foi comprada pela sudanesa Kenana Sugar Company, empresa que d\u00e1 nome \u00e0 cidade onde a unidade se encontra. De acordo com Oliv\u00e9rio, a maioria dos pedidos na \u00c1frica tem sido para plantas de etanol. &#8220;Estamos prospectando neg\u00f3cios em Mo\u00e7ambique, Angola, Nig\u00e9ria e Serra Leoa&#8221;, revelou o executivo da |Dedini. <\/p>\n<p>No Brasil, a perspectiva de Oliv\u00e9rio para a pr\u00f3xima safra \u00e9 positiva. O a\u00e7\u00facar, que teve a maior alta em tr\u00eas anos, continua remurando as usinas que j\u00e1 come\u00e7am a formar caixa. <\/p>\n<p>&#8221; No ano que vem acredito que ter\u00e3o novos investimentos para aumentar capacidade de a\u00e7\u00facar&#8221;, avaliou. Oliv\u00e9rio afirmou ainda que os fundamentos do setor est\u00e3o sadios e a venda de carros flex dever\u00e1 garantir uma demanda crescente. &#8220;Esse ano o mercado interno est\u00e1 comprando mais equipamentos e pe\u00e7as. Trata-se de uma momento de transi\u00e7\u00e3o em que pela redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade financeira mundial v\u00e1rios investidores tem adiado as decis\u00f5es, mas os projetos n\u00e3o foram abandonados e a retomada ser\u00e1 intensa&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>A Dedini atende clientes em mais de 25 pa\u00edses. Com seis parques industriais e dez f\u00e1bricas instaladas, a empresa tem unidades nas cidades de Piracicaba, Sert\u00e3ozinho, Recife e Macei\u00f3. <br \/>\nA redu\u00e7\u00e3o nos investimentos das usinas sucroalcooleiras no mercado interno fez a Dedini Ind\u00fastrias de Base, l\u00edder mundial do segmento no mercado sucroalcooleiro, partir em busca de rotas alternativas ao etanol para conseguir captar recursos. Al\u00e9m de procurar um parceiro na \u00cdndia para a abertura de uma opera\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria no pa\u00eds, o grupo ir\u00e1 consolidar no segundo semestre a expans\u00e3o na Am\u00e9rica do Sul e aposta agora na Am\u00e9rica Central e \u00c1frica. <\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos meses entrar\u00e3o em funcionamento as quatro destilarias que a Dedini est\u00e1 montando na Venezuela. At\u00e9 o final deste ano, a Dedini tamb\u00e9m ter\u00e1 sua primeira usina no Uruguai, vendida para a estatal Alur. A empresa busca ainda outras oportunidades na regi\u00e3o e, atualmente, est\u00e1 participando de concorr\u00eancias na Col\u00f4mbia, Bol\u00edvia e Paraguai. Al\u00e9m de usinas de a\u00e7\u00facar e etanol, a companhia pode expandir para outros segmentos. &#8220;O importante \u00e9 estar acompanhando de perto junto aos investidores. Muitos j\u00e1 t\u00eam fonte de financiamento e s\u00e3o oportunidades que estamos trabalhando&#8221;, disse Jos\u00e9 Luiz Oliv\u00e9rio, vice-presidente de opera\u00e7\u00f5es da Dedini. <\/p>\n<p>Um dos mercados que tem se mostrado entre os mais promissores para a Dedini \u00e9 o de unidades desidratadoras, que se instalam, especialmente, na regi\u00e3o da Am\u00e9rica Central e Caribe. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A redu\u00e7\u00e3o nos investimentos das usinas sucroalcooleiras no mercado interno fez a Dedini S.A. Ind\u00fastrias de Base, l\u00edder mundial no mercado sucroalcooleiro, partir em busca de rotas alternativas do etanol para conseguir captar recursos. 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