{"id":16171,"date":"2009-07-20T22:14:37","date_gmt":"2009-07-20T22:14:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16171"},"modified":"2009-07-22T11:54:59","modified_gmt":"2009-07-22T11:54:59","slug":"carros-brasileiros-perdem-espaco-no-cenario-externo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/07\/20\/carros-brasileiros-perdem-espaco-no-cenario-externo\/","title":{"rendered":"Carros brasileiros perdem espa\u00e7o no cen\u00e1rio externo"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 dez anos, a ind\u00fastria automobil\u00edstica desfilava no topo da rela\u00e7\u00e3o dos maiores exportadores do pa\u00eds. \u00c0 \u00e9poca, as quatro veteranas ocupavam lugar de destaque entre os dez primeiros colocados &#8211; Fiat no quarto lugar, Ford, no s\u00e9timo, Volkswagen no oitavo e General Motors no d\u00e9cimo. Hoje apenas a Volks ainda segura um espa\u00e7o nessa lista. As demais ca\u00edram para posi\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas do trig\u00e9simo lugar. De maneira s\u00fabita, os carros brasileiros come\u00e7aram a desaparecer das ruas de outros pa\u00edses, um cen\u00e1rio com o qual os pr\u00f3prios executivos das montadoras parecem ainda desabituados. <\/p>\n<p>Nos escrit\u00f3rios da poderosa ind\u00fastria automobil\u00edstica ainda parece um pouco estranho deixar de lado o antigo orgulho de puxar o resultado positivo da balan\u00e7a comercial brasileira. Exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 hoje um tema que desanima o setor. E a falta de perspectivas de mudan\u00e7a do quadro faz com que a maioria dos executivos sequer queira falar a respeito. <\/p>\n<p>O \u00e1pice do enfraquecimento das vendas externas surgiu da combina\u00e7\u00e3o da valoriza\u00e7\u00e3o do real com a crise nas economias dos principais destinos dos ve\u00edculos brasileiros. O volume acumulado no semestre diminuiu quase 48% na compara\u00e7\u00e3o com os seis primeiros meses de 2008. Dependendo do mercado e do fabricante, a retra\u00e7\u00e3o foi at\u00e9 maior. <\/p>\n<p>Mas a queda brutal, que culminou com o novo cen\u00e1rio econ\u00f4mico, aparece depois de um processo, que j\u00e1 dura dois anos, de gradativo desvio do foco das montadoras para o mercado dom\u00e9stico. Esse quadro resulta da estrat\u00e9gia dos pr\u00f3prios fabricantes de ve\u00edculos, que constru\u00edram mais f\u00e1bricas em novos pa\u00edses emergentes, como o Leste Europeu, para abastecer mercados at\u00e9 ent\u00e3o atendidos pelas linhas de montagem do Brasil. <\/p>\n<p>Em 2005, o volume de ve\u00edculos vendidos no exterior representou mais de 35% da produ\u00e7\u00e3o brasileira. No ano passado, a participa\u00e7\u00e3o dos mercados externos caiu para 22,8% e nos seis primeiros meses de 2009 ficou em 13,6%, derrubando a maior parte das previs\u00f5es para o ano. <\/p>\n<p>A Fiat, grande vedete do mercado externo no passado, foi a maior exportadora entre os fabricantes de ve\u00edculos at\u00e9 2004. Chegou a vender no exterior metade da produ\u00e7\u00e3o. No ano passado, a fatia das exporta\u00e7\u00f5es ficou em 10,82% e no primeiro semestre deste ano em apenas 4,31%. Este ano, na lista geral das empresas que mais exportam no pa\u00eds, a montadora italiana ocupa a 32\u00aa posi\u00e7\u00e3o, logo atr\u00e1s da General Motors, no 31\u00ba lugar, e da Ford, no 29\u00ba . <\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o brasileira da GM foi de 6,83% no acumulado do ano. &#8220;A queda da venda de ve\u00edculos nos mercados que compram do Brasil foi dram\u00e1tica&#8221;, afirma o presidente da GM, Jaime Ardila, ao lembrar que as vendas externas representavam 30% da receita da companhia em 2006 e 2007. Na melhor das hip\u00f3teses, o volume que o executivo espera vender este ano equivale a um ter\u00e7o das 100 mil unidades exportadas em 2008. &#8220;Vamos ficar entre 30 mil e 35 mil&#8221;, afirma. <\/p>\n<p>J\u00e1 faz um bom tempo que a GM do Brasil perdeu contratos nos pa\u00edses da regi\u00e3o andina, que substitu\u00edram o Brasil pelas f\u00e1bricas da pr\u00f3pria GM na Coreia do Sul. &#8220;\u00c9 dif\u00edcil competir com esse c\u00e2mbio&#8221;, diz Ardila. <\/p>\n<p>No caso espec\u00edfico da Coreia, seu perfil exportador faz com que o pa\u00eds jogue mais pesado na competi\u00e7\u00e3o global numa crise como a atual, segundo o diretor de importa\u00e7\u00e3o, exporta\u00e7\u00e3o e planejamento de vendas da Ford, Dante Marchiori. &#8220;Pa\u00edses mais dependentes da exporta\u00e7\u00e3o baixam os pre\u00e7os, em uma estrat\u00e9gia agressiva que n\u00f3s n\u00e3o podemos acompanhar&#8221;, diz. <\/p>\n<p>A Ford reduziu a participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de carros e comerciais leves de 26% em 2008 para 15,8% no acumulado deste ano. Na crise, o M\u00e9xico deixou de ser o principal destino dos ve\u00edculos Ford. A Argentina passou a ocupar o primeiro lugar, mas com muitas dificuldades tamb\u00e9m. De janeiro a junho, as vendas da montadora para o mercado argentino somaram 18,6 mil unidades, uma queda de 30%. <\/p>\n<p>A consultora Let\u00edcia Costa, vice-presidente da Booz &amp; Company, considera saud\u00e1vel uma participa\u00e7\u00e3o entre 20% e 25% das exporta\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos no Brasil. Ela lembra que o setor come\u00e7ou a se voltar para o mercado interno em 2004, mas &#8220;pretende ter sempre um p\u00e9 na exporta\u00e7\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>&#8220;Nosso foco maior \u00e9 o mercado interno&#8221;, confirma Marchiori, da Ford. &#8220;Embora traga divisas, a venda ao exterior \u00e9 mais sujeita a fatores que fogem do nosso controle&#8221;, completa. O executivo lembra que a ind\u00fastria estaria em uma situa\u00e7\u00e3o muito ruim n\u00e3o fosse o aquecimento do mercado interno, estimulado pelo incentivo da redu\u00e7\u00e3o do IPI. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de menores, os mercados para onde seguem os carros brasileiros s\u00e3o muito mais parecidos com o do Brasil. Na maioria dos casos, o produto que ultrapassa as fronteiras hoje \u00e9 simples e robusto o suficiente para enfrentar ruas e estradas esburacadas. \u00c9 por isso que no mapa das exporta\u00e7\u00f5es destacam-se o cone Sul e Am\u00e9rica Central, al\u00e9m de \u00c1frica. <\/p>\n<p>Ficaram para tr\u00e1s, portanto, as \u00e9pocas glomourosas em que navios com carros brasileiros rumavam para mercados exigentes e rigorosos no controle ambiental e nos itens de seguran\u00e7a. Nos anos 80, um tipo de Voyage produzido na \u00e9poca pela Volkswagen do Brasil era vendido nos Estados Unidos com o nome de Fox e sa\u00eda da f\u00e1brica com dezenas de altera\u00e7\u00f5es em itens de seguran\u00e7a e conforto em rela\u00e7\u00e3o ao similar vendido no Brasil. As mudan\u00e7as feitas pelas montadoras no produto vendido em outros pa\u00edses hoje limitam-se basicamente a calibra\u00e7\u00f5es para o carro poder receber combust\u00edveis diferentes dos vendidos no Brasil. <\/p>\n<p>J\u00e1 se foi o tempo tamb\u00e9m em a filial brasileira da Fiat enviava grandes volumes de modelo Fiorino para a It\u00e1lia. O contrato cessou quando a pr\u00f3pria Fiat decidiu que o sucessor do ve\u00edculo, o Dobl\u00f3, seria feito tamb\u00e9m na f\u00e1brica da Turquia. Hoje, a Fiat do Brasil ainda vende carros para a Europa, mas em pequenas quantidades. O principal destino externo da Fiat \u00e9 a Argentina, que fica hoje com 76% dos carros exportados pela montadora. O restante da Am\u00e9rica Latina recebe 16% e a Europa, 8%. <\/p>\n<p>O modelo fabricado pela montadora italiana que circula em territ\u00f3rio europeu \u00e9 a picape Strada, que n\u00e3o tem similar produzido na Europa. Gra\u00e7as a esse modelo, os mercados da It\u00e1lia, Alemanha, Noruega, Portugal e Gr\u00e9cia s\u00e3o importadores de carros feitos em Minas Gerais, embora as participa\u00e7\u00f5es desses destinos nas vendas externas da Fiat sejam pequenas (4,7%, 0,8%, 0,7%, 0,4% e 0,4%, respectivamente). <\/p>\n<p><b>Autor: Valor<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 dez anos, a ind\u00fastria automobil\u00edstica desfilava no topo da rela\u00e7\u00e3o dos maiores exportadores do pa\u00eds. \u00c0 \u00e9poca, as quatro veteranas ocupavam lugar de destaque entre os dez primeiros colocados &#8211; Fiat no quarto lugar, Ford, no s\u00e9timo, Volkswagen no oitavo e General Motors no d\u00e9cimo. 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