{"id":16155,"date":"2009-07-17T22:14:21","date_gmt":"2009-07-17T22:14:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16155"},"modified":"2009-07-20T17:15:36","modified_gmt":"2009-07-20T17:15:36","slug":"floresta-monitorada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/07\/17\/floresta-monitorada\/","title":{"rendered":"Floresta monitorada"},"content":{"rendered":"<p>Para monitorar de forma cont\u00ednua as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas e as trocas gasosas entre atmosfera e floresta, uma parceria entre institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do Brasil e da Alemanha construir\u00e1, em 2010, uma torre de monitoramento de 300 metros de altura em plena Floresta Amaz\u00f4nica, a cerca de 150 quil\u00f4metros de Manaus. <\/p>\n<p>De acordo com Antonio Ocimar Manzi, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa), o projeto tem o objetivo de gerar estimativas mais precisas sobre o papel do ecossistema amaz\u00f4nico no contexto de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais. <\/p>\n<p>Manzi apresentou o projeto Torre Alta de Observa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia (ATTO, na sigla em ingl\u00eas) na quinta-feira (16\/7), durante a 61\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), em Manaus. Ser\u00e1 a segunda maior torre meteorol\u00f3gica no mundo, ap\u00f3s uma na Sib\u00e9ria. <\/p>\n<p>O projeto, que integra o Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amaz\u00f4nia (LBA), \u00e9 coordenado pelo Inpa e pelo Instituto Max Planck de Qu\u00edmica, da Alemanha. Ao custo estimado de 8,4 milh\u00f5es de euros, a torre ser\u00e1 importante para aprimorar modelos clim\u00e1ticos, diminuindo incertezas. Os custos ser\u00e3o divididos igualmente pelos governos dos dois pa\u00edses. <\/p>\n<p>O local da constru\u00e7\u00e3o do novo s\u00edtio experimental j\u00e1 foi definido: a Reserva Biol\u00f3gica do Uatum\u00e3, na regi\u00e3o da hidrel\u00e9trica de Balbina. Segundo Manzi, a torre possibilitar\u00e1 pela primeira vez a medi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas, incluindo temperatura, umidade e vento, al\u00e9m de fluxos de g\u00e1s carb\u00f4nico, vapor de \u00e1gua e energia entre a atmosfera e a superf\u00edcie. <\/p>\n<p>\u201cA torre tamb\u00e9m dar\u00e1 a possibilidade de fazer medidas finas de v\u00e1rios constituintes atmosf\u00e9ricos que muitas vezes s\u00e3o produzidos pela vegeta\u00e7\u00e3o. Poderemos ver como eles s\u00e3o transportados e como reagem na atmosfera, especialmente no balan\u00e7o de carbono. O grande estoque de carbono da Amaz\u00f4nia faz dela uma regi\u00e3o importante no contexto do clima e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais\u201d, disse Manzi \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. <\/p>\n<p>No s\u00edtio experimental, al\u00e9m da torre principal de 300 metros haver\u00e1 outras quatro torres meteorol\u00f3gicas de cerca de 70 metros cada uma, voltadas para a medi\u00e7\u00e3o de fluxos menores. <br \/>\n\u201cTeremos ali tamb\u00e9m perfiladores atmosf\u00e9ricos remotos, radares meteorol\u00f3gicos e outros equipamentos, al\u00e9m de laborat\u00f3rios e pr\u00e9dios auxiliares. O s\u00edtio experimental ser\u00e1 uma grande esta\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia mundial para florestas tropicais \u00famidas de todo o planeta\u201d, disse. <\/p>\n<p>Segundo Manzi, ser\u00e3o monitoradas as concentra\u00e7\u00f5es de di\u00f3xido de carbono, metano e outros gases atmosf\u00e9ricos. No s\u00edtio ser\u00e3o feitas tamb\u00e9m an\u00e1lises das composi\u00e7\u00f5es isot\u00f3picas dos gases, que dever\u00e3o contribuir para o entendimento das suas fontes e sumidouros. <\/p>\n<p>\u201cHoje, esse tipo de dados \u00e9 gerado principalmente com bal\u00f5es, que medem poucas vari\u00e1veis, ou com avi\u00f5es, que apesar de obterem dados com boa varia\u00e7\u00e3o espacial, s\u00e3o muito limitados para estudar as varia\u00e7\u00f5es ao longo do tempo\u201d, explicou. <\/p>\n<p>Toda essa estrutura permitir\u00e1 modelar de maneira mais realista o funcionamento dos ecossistemas do ponto de vista das trocas de energia e dos ciclos de nutrientes. \u201cAl\u00e9m disso, poderemos conhecer melhor todos os processos de transporte na baixa atmosfera, na camada limite e tamb\u00e9m os de transforma\u00e7\u00e3o de nuvens em chuva\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Liga\u00e7\u00e3o entre m\u00e9todos <br \/>\nManzi indica que, de acordo com o planejamento, o s\u00edtio experimental j\u00e1 estar\u00e1 operando no fim de 2010. Os pr\u00f3ximos passos para a concretiza\u00e7\u00e3o da esta\u00e7\u00e3o de monitoramento ser\u00e3o o detalhamento do projeto de pesquisa e a inspe\u00e7\u00e3o do solo no local selecionado. Em seguida, a constru\u00e7\u00e3o poder\u00e1 come\u00e7ar. <\/p>\n<p>A torre ficar\u00e1 localizada em uma \u00e1rea de terra firme na floresta, tipo de ambiente mais recorrente na variada paisagem amaz\u00f4nica. A escolha do local teve como base uma s\u00e9rie de estudos. O acesso \u00e9 feito em tr\u00eas etapas. <\/p>\n<p>\u201cPartindo de Manaus, fazemos uma parte do percurso com carros com tra\u00e7\u00e3o nas quatro rodas. Depois de um trecho de barco \u00e9 preciso percorrer uma trilha de cerca de 10 quil\u00f4metros na mata. Teremos um pequeno trator para transportar os equipamentos mais pesados, al\u00e9m de quadriciclos. Estamos estudando levar parte dos equipamentos mais pesados com helic\u00f3pteros\u201d, disse Manzi. <\/p>\n<p>O novo s\u00edtio experimental completar\u00e1 a rede de observa\u00e7\u00e3o utilizada pelo LBA. Segundo o pesquisador do Inpa, apesar de haver uma boa quantidade de dados obtidos, a falta de um equipamento capaz de fazer medi\u00e7\u00f5es de forma cont\u00ednua, com um raio de observa\u00e7\u00e3o de centenas de quil\u00f4metros, impede que se fa\u00e7a a liga\u00e7\u00e3o entre as informa\u00e7\u00f5es sobre trocas gasosas obtidas por meio de bal\u00f5es e o monitoramento via sat\u00e9lite, por exemplo. <\/p>\n<p>\u201cA torre permitir\u00e1 fazer a liga\u00e7\u00e3o entre os diferentes m\u00e9todos e escalas de medi\u00e7\u00f5es das trocas gasosas \u2013 feitos por torres, sat\u00e9lites, avi\u00f5es e bal\u00f5es. Por isso, os dados obtidos ajudar\u00e3o na avalia\u00e7\u00e3o dos modelos\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Participam do projeto, al\u00e9m do Inpa e do Instituto Max Planck, o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a Universidade de S\u00e3o Paulo, a Secretaria de Ci\u00eancia e Tecnologia do Estado do Amazonas, a Universidade do Estado do Amazonas e a Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica da Alemanha. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para monitorar de forma cont\u00ednua as condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas e as trocas gasosas entre atmosfera e floresta, uma parceria entre institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do Brasil e da Alemanha construir\u00e1, em 2010, uma torre de monitoramento de 300 metros de altura em plena Floresta Amaz\u00f4nica, a cerca de 150 quil\u00f4metros de Manaus. 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