{"id":16105,"date":"2009-07-14T22:13:29","date_gmt":"2009-07-14T22:13:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=16105"},"modified":"2009-07-14T17:33:25","modified_gmt":"2009-07-14T17:33:25","slug":"indefinicao-problematica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/07\/14\/indefinicao-problematica\/","title":{"rendered":"Indefini\u00e7\u00e3o problem\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>Em julho de 2007, pesquisadores que atuam no Projeto Din\u00e2mica Biol\u00f3gica de Fragmentos Florestais (PDBFF) \u2013 o principal experimento no mundo dedicado ao estudo dos efeitos da fragmenta\u00e7\u00e3o em florestas tropicais \u2013 j\u00e1 alertavam que aquela verdadeira floresta laborat\u00f3rio estava seriamente amea\u00e7ada pela pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. <\/p>\n<p>Dois anos depois, apesar do apelo dos cientistas, publicado na revista Nature, a situa\u00e7\u00e3o permanece estagnada, segundo o coordenador cient\u00edfico do PDBFF, Jos\u00e9 Lu\u00eds Camargo, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (Inpa). <\/p>\n<p>\u201cDesde ent\u00e3o, a chegada de novos colonos \u00e0 \u00e1rea do projeto praticamente cessou, gra\u00e7as \u00e0 crise econ\u00f4mica. Mas nada foi feito para impedir que isso volte a ocorrer no futuro. Sem uma defini\u00e7\u00e3o precisa da pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, a press\u00e3o populacional de Manaus em breve se tornar\u00e1 uma amea\u00e7a real ao experimento\u201d, disse Camargo \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP durante a 61\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC), realizada na capital amazonense. <\/p>\n<p>\nUma parceria entre o Inpa e o Instituto Smithsonian de Pesquisas Tropicais, nos Estados Unidos, o PDBFF tem o objetivo de avaliar mudan\u00e7as causadas no ecossistema da floresta tropical \u00e0 medida que ela \u00e9 fragmentada. Criado h\u00e1 30 anos, o projeto j\u00e1 gerou mais de 500 artigos, al\u00e9m de 115 teses e disserta\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Segundo Camargo, o projeto ocupa uma \u00e1rea de 1 quil\u00f4metro quadrado na qual h\u00e1 fragmentos compar\u00e1veis de 1, 10 e 100 hectares, ilhados em \u00e1reas desmatadas desde a d\u00e9cada de 1970. Essa configura\u00e7\u00e3o permite o monitoramento comparativo antes mesmo de as \u00e1reas terem sido alteradas, o que confere ao projeto um valor cient\u00edfico incalcul\u00e1vel. Mas a localiza\u00e7\u00e3o, a apenas 80 quil\u00f4metros de Manaus, representa um risco iminente. <\/p>\n<p>\u201cO acesso \u00e9 relativamente f\u00e1cil e a press\u00e3o urbana tende a aumentar. Manaus j\u00e1 dobrou a sua popula\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos 20 anos, o que caracteriza uma explos\u00e3o habitacional. Com os investimentos que ser\u00e3o trazidos \u00e0 cidade com sua escolha para ser uma das sedes da Copa do Mundo de futebol, essa press\u00e3o populacional poder\u00e1 se tornar incontrol\u00e1vel\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>Camargo explica que o projeto se localiza no Distrito Agropecu\u00e1rio da Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus (Suframa), ligado ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior. A Suframa, segundo ele, realizou, em associa\u00e7\u00e3o com o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra), um plano de distribui\u00e7\u00e3o de pequenos lotes adjacentes \u00e0s \u00e1reas de pesquisa. <\/p>\n<p>\u201cNos \u00faltimos dois anos a crise diminuiu essa movimenta\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o houve iniciativas para uma defini\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que impusesse, por exemplo, a cria\u00e7\u00e3o de zonas-tamp\u00e3o que impedissem os assentamentos cont\u00edguos \u00e0s \u00e1reas de pesquisa\u201d, disse. <\/p>\n<p>Para o cientista, o impacto n\u00e3o seria t\u00e3o amea\u00e7ador se a instala\u00e7\u00e3o dos colonos estivesse associada a Sistemas Agroflorestais (SAF). \u201cMas n\u00e3o \u00e9 o que vemos. As fam\u00edlias que v\u00e3o para l\u00e1 est\u00e3o se dedicando \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o. No entanto, aquelas \u00e1reas poderiam ser recuperadas, pois hoje temos t\u00e9cnicas de enriquecimento de capoeiras capazes de recuperar a floresta\u201d, destacou. <\/p>\n<p>Entender a floresta <br \/>\nO norte-americano William Laurance, do Instituto Smithsonian \u2013 que em 2007 assinou em coautoria com Regina Luiz\u00e3o, do Inpa, o artigo na Nature alertando para os riscos corridos pelo PDBFF \u2013, afirmou que a pr\u00f3pria Suframa realizou h\u00e1 cerca de cinco anos um projeto de Zoneamento Ecol\u00f3gico-Econ\u00f4mico (ZEE) no distrito, concluindo que a \u00e1rea \u00e9 um hotspot de biodiversidade (uma das \u00e1reas priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o global). <\/p>\n<p>\u201cO estudo foi extraordinariamente bem feito mas, aparentemente, os autores ficaram sentados em cima dele, porque nunca chegou a ser lan\u00e7ado oficialmente. Achamos preocupante a atitude da Suframa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o. Os colonos est\u00e3o queimando a floresta para fazer carv\u00e3o e vender em Manaus. E essa devasta\u00e7\u00e3o, ainda por cima, rende muito pouco a essa popula\u00e7\u00e3o\u201d, disse. <\/p>\n<p>Segundo Laurance, as pesquisas realizadas no PDBFF t\u00eam contribu\u00eddo de forma contundente para o conhecimento dos impactos da fragmenta\u00e7\u00e3o florestal. <\/p>\n<p>\u201cGra\u00e7as aos estudos feitos nesse experimento pudemos verificar que o tamanho dos fragmentos tem uma correla\u00e7\u00e3o com a vulnerabilidade da floresta: quanto menor o fragmento, maior a mortalidade de \u00e1rvores e a suscetibilidade aos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, da explora\u00e7\u00e3o de madeira e queimadas\u201d, disse. <\/p>\n<p>A partir desses estudos, os pesquisadores tentam entender que fatores causam as mudan\u00e7as ecol\u00f3gicas detectadas em fragmentos florestais, como a alta mortalidade de \u00e1rvores. <br \/>\n\u201cFoi identificado, por exemplo, que a mortalidade \u00e9 muito maior perto das bordas dos fragmentos, j\u00e1 que os ventos s\u00e3o mais intensos, expondo especialmente as \u00e1rvores maiores. Outro fator \u00e9 o efeito das matrizes adjacentes: as pastagens em torno do fragmento, por exemplo, causam mudan\u00e7as microclim\u00e1ticas importantes, tornando as bordas mais secas e quentes\u201d, disse. <\/p>\n<p>Segundo Laurance, novos estudos realizados na \u00e1rea, que ser\u00e3o publicados em breve, t\u00eam feito a identifica\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica das \u00e1rvores jovens, com di\u00e2metro entre 1 e 10 cent\u00edmetros. <br \/>\n\u201cEstamos fazendo estudos fitodemogr\u00e1ficos com essas \u00e1rvores jovens para saber em que medida sua composi\u00e7\u00e3o est\u00e1 sofrendo modifica\u00e7\u00f5es e se determinadas esp\u00e9cies s\u00e3o mais ou menos vulner\u00e1veis \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o. J\u00e1 sabemos que entre as \u00e1rvores adultas h\u00e1 muito mais mortalidade nas bordas dos fragmentos. Nos interessa entender agora a din\u00e2mica das \u00e1rvores jovens porque elas correspondem ao futuro da floresta\u201d, afirmou. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Fapesp<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em julho de 2007, pesquisadores que atuam no Projeto Din\u00e2mica Biol\u00f3gica de Fragmentos Florestais (PDBFF) \u2013 o principal experimento no mundo dedicado ao estudo dos efeitos da fragmenta\u00e7\u00e3o em florestas tropicais \u2013 j\u00e1 alertavam que aquela verdadeira floresta laborat\u00f3rio estava seriamente amea\u00e7ada pela pol\u00edtica de coloniza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. 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