{"id":15949,"date":"2009-06-10T22:10:52","date_gmt":"2009-06-10T22:10:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15949"},"modified":"2009-06-10T15:17:35","modified_gmt":"2009-06-10T15:17:35","slug":"porto-de-santos-ou-aprofunda-ou-fica-fora-do-comercio-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/06\/10\/porto-de-santos-ou-aprofunda-ou-fica-fora-do-comercio-internacional\/","title":{"rendered":"Porto de Santos: ou aprofunda ou fica fora do com\u00e9rcio internacional"},"content":{"rendered":"<p>A reportagem de PortoGente entrevistou dois especialistas no setor portu\u00e1rio nacional, que foram un\u00e2nimes em apontar a urg\u00eancia da dragagem de aprofundamento do Porto de Santos. Para o engenheiro civil Luiz Alberto Costa Franco, ex-chefe dos servi\u00e7os de dragagem do Porto de Santos e ex-diretor de engenharia da Companhia Docas do Estado de S\u00e3o Paulo (Codesp), o maior porto do Hemisf\u00e9rio Sul perde a principal oportunidade, desde sua implanta\u00e7\u00e3o, de se adequar \u00e0s exig\u00eancias da navega\u00e7\u00e3o sem afogadilhos e sem os preju\u00edzos econ\u00f4micos e financeiros que fatalmente advir\u00e3o se perder essa oportunidade hist\u00f3rica.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 dissemos, em outra oportunidade, que a navega\u00e7\u00e3o, no Hemisf\u00e9rio Sul, era constitu\u00edda por rotas perif\u00e9ricas do com\u00e9rcio internacional na \u00e9poca de pr\u00e9-crise. Na verdade, ainda s\u00e3o, mas, considerando as dificuldades que as economias do Atl\u00e2ntico Norte veem enfrentando para encontrar solu\u00e7\u00f5es para a sa\u00edda dessa crise; as apostas nas economias emergentes para a supera\u00e7\u00e3o dessas dificuldades; a grande quantidade de navios P\u00f3s-Panamax ociosos, nas frotas das grandes Armadoras, e, ainda, o pr\u00f3prio entendimento de t\u00e9cnicos do BNDES que colocam na m\u00e3o dessas armadoras o futuro dos portos do Hemisf\u00e9rio Sul, d\u00e1 para se avaliar o tamanho do preju\u00edzo que as delongas no aprofundamento do Porto (canais, bacias de evolu\u00e7\u00e3o e cais) poder\u00e3o causar\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>O tamb\u00e9m engenheiro civil Luiz Fernando Barbosa Santos, que est\u00e1 envolvido em projetos arrojados, como o do Porto de \u00c1guas Profundas de Vit\u00f3ria (ES) e que \u00e9 conferente de carga nos portos do Esp\u00edrito Santo, \u00e9 taxativo sobre a necessidade do aprofundamento do Porto de Santos: \u201cOu aprofunda ou fica fora do com\u00e9rcio internacional. Hoje, a exig\u00eancia \u00e9 de adequa\u00e7\u00e3o aos novos tamanhos de navios. Principalmente para portos estuarinos, como o de Santos e o de Vit\u00f3ria, que precisam, cada vez mais, buscar os 16 metros de profundidade para se aproximar a um world class\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Barbosa Santos, que tamb\u00e9m representa os trabalhadores no Conselho de Autoridade Portu\u00e1ria (CAP) dos Portos do Esp\u00edrito Santo e no Conselho Estadual de Meio Ambiente, observa que condenar o maior porto do Pa\u00eds a uma profundidade de 13 metros tem como consequ\u00eancia reduzir a competitividade das exporta\u00e7\u00f5es do Pa\u00eds, j\u00e1 que n\u00e3o vai usar a capacidade das embarca\u00e7\u00f5es em sua plenitude. &#8220;Isso repercute no n\u00edvel de competitividade das exporta\u00e7\u00f5es. As grandes embarca\u00e7\u00f5es reduzem o custo do transporte entre 20% e 27%&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>O ex-diretor da Codesp n\u00e3o acredita que quest\u00f5es burocr\u00e1ticas estejam atrapalhando a assinatura do contrato da dragagem do Porto de Santos. \u201cPresumo que existam justificativas relevantes para esse atraso e que n\u00e3o sejam meramente burocr\u00e1ticas, sen\u00e3o caberiam hip\u00f3teses de interesses excusos e de lesa-p\u00e1tria, o que n\u00e3o acredito esteja ocorrendo. N\u00e3o consigo imaginar a raz\u00e3o ou raz\u00f5es que protelem o in\u00edcio dos servi\u00e7os, mormente se considerarmos que os procedimentos licitat\u00f3rios foram os mesmos (ou deveriam ser) dos outros portos, cujo modelo foi definido e concentrado em Bras\u00edlia\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Na semana passada, o ministro Pedro Brito assinou novo contrato de dragagem de aprofundamento para o Porto do Rio Grande (RS), seguindo as mesmas regras. <br \/>\nLuiz Alberto Costa Franco observa que a indefini\u00e7\u00e3o, que aparentemente persiste, poder\u00e1 prejudicar em muito n\u00e3o s\u00f3 o Porto de Santos e a regi\u00e3o da Baixada Santista, \u201cmas tamb\u00e9m o Pa\u00eds e, paradoxalmente, o tremendo esfor\u00e7o que o Governo Federal vem fazendo para tirar o m\u00e1ximo proveito da atual situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mundial\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Sobre a assessoria de antigos t\u00e9cnicos da Portobr\u00e1s e da Companhia Brasileira de Dragagem (CBD) \u00e0 equipe da Secretaria Especial de Portos (SEP) na quest\u00e3o dragagem, Costa Franco lembra que as duas institui\u00e7\u00f5es formaram t\u00e9cnicos na \u00e1rea portu\u00e1ria com uma abrang\u00eancia muito grande tanto nos aspectos operacionais quanto nos de implanta\u00e7\u00e3o de infraestrutura.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c(Elas) supriram, de forma in\u00e9dita, as car\u00eancias existentes em pesquisas hidrodin\u00e2micas nas \u00e1reas portu\u00e1rias e vias naveg\u00e1veis. Tiveram um papel importante. Implantadas na \u00e9poca dos governos militares eram tidas como centralizadoras, de extrema direita, estatizante e respons\u00e1veis por maniatar as Companhias Docas da \u00e9poca, que eram operacionais tamb\u00e9m. E n\u00e3o \u00e9 que agora, num governo de esquerda, o modelo se repete? \u00c9 como dizem, no fim, como no infinito, as paralelas se encontram. Para as mesmas virtudes e mazelas\u201d. <\/p>\n<p><b>Autor: PortoGente<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reportagem de PortoGente entrevistou dois especialistas no setor portu\u00e1rio nacional, que foram un\u00e2nimes em apontar a urg\u00eancia da dragagem de aprofundamento do Porto de Santos. 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