{"id":15873,"date":"2009-05-25T22:09:44","date_gmt":"2009-05-25T22:09:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15873"},"modified":"2009-05-25T16:46:06","modified_gmt":"2009-05-25T16:46:06","slug":"grupo-da-ufscar-ganha-premio-wakabayashi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/05\/25\/grupo-da-ufscar-ganha-premio-wakabayashi\/","title":{"rendered":"Grupo da UFSCar ganha pr\u00eamio Wakabayashi"},"content":{"rendered":"<p>O Pr\u00eamio Wakabayashi 2009, da Associa\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica de Refrat\u00e1rios do Jap\u00e3o, foi concedido a um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar) por conta de um estudo que deu origem a um novo concreto refrat\u00e1rio para revestimento de equipamentos da ind\u00fastria sider\u00fargica. <\/p>\n<p>Os vencedores da honraria s\u00e3o autores do artigo Microsilica effects on cement bonded alumina-magnesia refractories castables, que foi considerado pela entidade japonesa o melhor trabalho publicado em 2008 na \u00e1rea de materiais cer\u00e2micos para aplica\u00e7\u00f5es em altas temperaturas. O estudo foi publicado no Journal of the Technical Association of Refractories. <\/p>\n<p>Os autores s\u00e3o Mariana Braulio, bolsista de doutorado da FAPESP no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancia e Engenharia de Materiais da UFSCar, Victor Carlos Pandolfelli, professor do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da universidade, e Luis Rodolfo Bittencourt, diretor t\u00e9cnico da empresa Magnesita Refrat\u00e1rios. O trabalho tamb\u00e9m contou com a participa\u00e7\u00e3o de Jacques Poirier, professor da Universidade de Orleans, na Fran\u00e7a. <\/p>\n<p>\u201cO estudo permitiu o aperfei\u00e7oamento de concretos refrat\u00e1rios existentes, levando a melhorias no desempenho desses materiais principalmente em \u2018panelas para a\u00e7o\u2019, que s\u00e3o recipientes capazes de transportar at\u00e9 300 toneladas de metal fundido a uma temperatura de 1.500 \u00baC\u201d, disse Pandolfelli \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP. <\/p>\n<p>O grupo recebeu certificados e pr\u00eamio em dinheiro no dia 20 de abril de 2009 na cidade de Sendai, no Jap\u00e3o, em cerim\u00f4nia que marcou a abertura do Congresso Internacional de Refrat\u00e1rios. A equipe brasileira pesquisa novas tecnologias em concretos refrat\u00e1rios para aplica\u00e7\u00f5es em siderurgia, petroqu\u00edmica e na ind\u00fastria de alum\u00ednio \u2013 \u00e1reas cujos processos envolvem altas temperaturas, contato com materiais corrosivos e grande varia\u00e7\u00e3o c\u00edclica de temperatura. <\/p>\n<p>No estudo premiado foi desenvolvido um concreto com boas propriedades \u00e0 alta temperatura e que inibe a rea\u00e7\u00e3o entre o metal fundido e a cer\u00e2mica, contribuindo para o aumento da vida \u00fatil do equipamento. O material refrat\u00e1rio foi desenvolvido a partir da aplica\u00e7\u00e3o de micross\u00edlica em pequenas quantidades, combinada com \u00f3xidos de magn\u00e9sio (MgO) e de alum\u00ednio (Al2O3). <\/p>\n<p>Segundo o professor Pandolfelli, a tend\u00eancia de crescimento do setor sider\u00fargico em todo o mundo tem afetado diretamente o desenvolvimento tecnol\u00f3gico dos materiais refrat\u00e1rios. Nesse contexto, destaca-se a utiliza\u00e7\u00e3o dos \u201cconcretos refrat\u00e1rios espinelizados\u201d, em virtude da sua versatilidade de aplica\u00e7\u00e3o e desempenho. <\/p>\n<p>\u201cPor ser refrat\u00e1rio, o concreto desenvolvido no trabalho mant\u00e9m sua integridade f\u00edsica a temperaturas elevadas, superiores a 1.500 \u00baC, al\u00e9m de ser espinelizado por combinar o \u00f3xido de magn\u00e9sio e o \u00f3xido de alum\u00ednio, rea\u00e7\u00e3o que forma uma estrutura cuja f\u00f3rmula \u00e9 o MgAl2O4\u201d, detalha Pandolfelli. <\/p>\n<p>Essa rea\u00e7\u00e3o apresenta car\u00e1ter expansivo e, por isso, deve ser controlada para evitar danos na estrutura do concreto. Segundo Pandolfelli, o car\u00e1ter expansivo das rea\u00e7\u00f5es envolvidas nesses materiais pode trazer benef\u00edcios ou problemas no uso. No entanto, apesar desses aspectos, s\u00e3o poucos os estudos que indicam o efeito das mat\u00e9rias-primas sob a expans\u00e3o e a sua consequ\u00eancia nas propriedades dos concretos. <\/p>\n<p>O estudo da engenharia de microestrutura desses materiais e a obten\u00e7\u00e3o de um mapa de expans\u00e3o, visando a analisar o impacto dos componentes que constituem esse tipo de concreto refrat\u00e1rio, t\u00eam import\u00e2ncia fundamental para a sua aplica\u00e7\u00e3o, o que tamb\u00e9m foi estudado no trabalho premiado. <\/p>\n<p>\u201cChamamos esses mapas de expans\u00e3o de roadmaps, que indicam como mudar a composi\u00e7\u00e3o de um material para chegar a uma determinada propriedade desejada. Mais do que uma formula\u00e7\u00e3o nova, o nosso estudo indica algumas rotas de altera\u00e7\u00e3o da formula\u00e7\u00e3o do concreto refrat\u00e1rio visando a sua adequa\u00e7\u00e3o a aplica\u00e7\u00f5es distintas\u201d, disse. <\/p>\n<p>Pesquisa de ponta <\/p>\n<p>De acordo com Pandolfelli, o concreto refrat\u00e1rio desenvolvido j\u00e1 est\u00e1 sendo utilizado em sider\u00fargicas nacionais. \u201cNo entanto, n\u00e3o h\u00e1 uma formula\u00e7\u00e3o \u00fanica e a\u00ed reside uma das maiores contribui\u00e7\u00f5es do artigo premiado, que \u00e9 a indica\u00e7\u00e3o de rotas para que a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do produto seja ajustada e assim obter o melhor desempenho em cada aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica\u201d, aponta. <\/p>\n<p>A linha de pesquisa conduzida na UFSCar resultou, nos \u00faltimos oito meses, em dois outros artigos publicados no Journal of the American Ceramic Society, a revista de maior impacto na \u00e1rea de materiais cer\u00e2micos. <\/p>\n<p>Os estudos renderam ainda duas outras publica\u00e7\u00f5es em revistas nacionais, tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es em congressos no exterior e dois est\u00e1gios em institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e ind\u00fastrias na Fran\u00e7a e na Holanda, ambos realizados pela pesquisadora Mariana Braulio. <\/p>\n<p>O Pr\u00eamio Wakabayashi, que recebe o nome do fundador da Associa\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica de Refrat\u00e1rios do Jap\u00e3o, \u00e9 a distin\u00e7\u00e3o mais importante na \u00e1rea de cer\u00e2micas refrat\u00e1rias. <\/p>\n<p>\u201cGanhar esse pr\u00eamio reflete o reconhecimento e a aten\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica internacional \u00e0s pesquisas realizadas no Brasil. Hoje, os pesquisadores brasileiros est\u00e3o entre os cinco melhores grupos no mundo na \u00e1rea de materiais cer\u00e2micos refrat\u00e1rios\u201d, afirmou Pandolfelli. <\/p>\n<p>O professor da UFSCar foi coordenador de dois Projetos Tem\u00e1ticos da FAPESP na \u00e1rea de cer\u00e2micas refrat\u00e1rias, publicou mais de 400 trabalhos cient\u00edficos e j\u00e1 recebeu 53 premia\u00e7\u00f5es no Brasil, Jap\u00e3o, Alemanha e Estados Unidos. <\/p>\n<p>\u201cMuitos desses pr\u00eamios s\u00e3o resultados dos esfor\u00e7os empenhados nos dois Tem\u00e1ticos financiados pela FAPESP, que ainda v\u00eam dando e deram grande notoriedade internacional ao nosso grupo de pesquisa da UFSCar\u201d, destacou. <\/p>\n<p>Os pesquisadores trabalham nessa linha h\u00e1 nove anos com rela\u00e7\u00e3o direta com os Projetos Tem\u00e1ticos, uma vez que esses contribu\u00edram, segundo Pandolfelli, para \u201coferecer uma vis\u00e3o sist\u00eamica ao desenvolvimento de concretos refrat\u00e1rios avan\u00e7ados\u201d. <\/p>\n<p>\u201cSem o aporte financeiro da FAPESP n\u00e3o ter\u00edamos condi\u00e7\u00f5es de realizar as pesquisas no n\u00edvel exigido para obter esse reconhecimento global. Com o aux\u00edlio da Funda\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m conseguimos formar dezenas de pessoas que participaram desses dois Projetos Tem\u00e1ticos e que hoje est\u00e3o em empresas sendo nossos parceiros na continuidade dos estudos\u201d, destacou. <\/p>\n<p>O Pr\u00eamio Wakabayashi \u00e9 concedido desde 1983 com o intuito de promover e manter a alta qualidade nas publica\u00e7\u00f5es da \u00e1rea. Pandolfelli j\u00e1 havia recebido este pr\u00eamio em 2005, quando foi o primeiro pesquisador n\u00e3o japon\u00eas a obter a distin\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>\u201cO Jap\u00e3o det\u00e9m as tecnologias mais avan\u00e7adas em produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o e materiais refrat\u00e1rios. \u00c9 uma honra ser reconhecido por um pa\u00eds que domina essas duas \u00e1reas e, por isso, estabelece crit\u00e9rios bastante seletivos para suas premia\u00e7\u00f5es\u201d, disse Pandolfelli. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia FAPESP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pr\u00eamio Wakabayashi 2009, da Associa\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica de Refrat\u00e1rios do Jap\u00e3o, foi concedido a um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar) por conta de um estudo que deu origem a um novo concreto refrat\u00e1rio para revestimento de equipamentos da ind\u00fastria sider\u00fargica. 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