{"id":15712,"date":"2009-04-07T22:06:57","date_gmt":"2009-04-07T22:06:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15712"},"modified":"2009-04-08T10:18:55","modified_gmt":"2009-04-08T10:18:55","slug":"geologo-alerta-arquitetos-para-os-riscos-geologicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/04\/07\/geologo-alerta-arquitetos-para-os-riscos-geologicos\/","title":{"rendered":"Ge\u00f3logo alerta arquitetos para os riscos geol\u00f3gicos"},"content":{"rendered":"<p><em>Projetos arquitet\u00f4nicos devem respeitar caracter\u00edsticas naturais dos terrenos e procurar equil\u00edbrio entre &#8220;ousadia&#8221; e seguran\u00e7a&nbsp;<\/p>\n<p><\/em>O ge\u00f3logo \u00c1lvaro Rodrigues dos Santos acredita que os arquitetos podem contribuir para reduzir acidentes geol\u00f3gicos. Ele defende um envolvimento maior do projetista na an\u00e1lise das consequ\u00eancias de se explorar limites arquitet\u00f4nicos sem considerar, a longo prazo, fatores urban\u00edsticos e de implanta\u00e7\u00e3o na seguran\u00e7a do projeto. As caracter\u00edsticas naturais dos terrenos, segundo o especialista, estariam sendo &#8220;desrespeitadas&#8221;. Veja artigo na \u00edntegra divulgado nesta semana:&nbsp;<\/p>\n<p>Em tempos em que se prega a conveni\u00eancia e a import\u00e2ncia de nossa Arquitetura adotar os preceitos da sustentabilidade, vale considerar alguns aspectos essenciais dessa qualifica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 para que algum desavisado n\u00e3o imagine t\u00ea-la adotado apenas por abolir cortinas, recomendar a instala\u00e7\u00e3o de aquecedores solares e exigir madeira certificada em seus projetos.&nbsp;<\/p>\n<p>Graves e onerosos problemas de ordem geol\u00f3gico-geot\u00e9cnica, como processos de eros\u00e3o\/assoreamento\/enchentes, acidentes associados a rupturas de taludes, recalques ou abatimentos de terrenos, produ\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de \u00e1reas de risco, comprometimentos de infra-estrutura instalada, etc., incluindo n\u00e3o raras vezes perda de vidas humanas, t\u00eam tido sua origem em evidentes desencontros entre as concep\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas de projetos e as caracter\u00edsticas naturais dos terrenos onde s\u00e3o implantados.&nbsp;<\/p>\n<p>Especialmente no que se refere a projetos habitacionais (individuais e coletivos) e empresariais, uma s\u00e9rie de fatores t\u00eam levado a Arquitetura a trabalhar com o conceito de projetos-padr\u00e3o, ou projetos-tipo.&nbsp;<\/p>\n<p>A pasteuriza\u00e7\u00e3o criativa condicionada pela constru\u00e7\u00e3o industrializada, a busca cega do m\u00e1ximo rendimento espacial, a conveni\u00eancia financeira em prescindir de profissionais mais qualificados, o progressivo desuso da ousadia e da criatividade, t\u00eam-se constitu\u00eddo em alguns desses fatores.&nbsp;<\/p>\n<p>O fato \u00e9 que os conceitos orientadores de como v\u00e3o se dar as rela\u00e7\u00f5es de um determinado empreendimento com o meio natural com o qual interfere s\u00e3o definidos primeira e originalmente nas concep\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas que lhe s\u00e3o propostas. \u00c9 essa concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica, determinante da disposi\u00e7\u00e3o espacial e do ajuste do empreendimento ao terreno e suas caracter\u00edsticas fisiogr\u00e1ficas, que tamb\u00e9m influenciar\u00e1, por decorr\u00eancia conceitual, a escolha dos procedimentos construtivos e as futuras regras de opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o; todos esses, elementos essenciais nas inter-rela\u00e7\u00f5es com o meio natural.&nbsp;Ou seja, ser\u00e1 a concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica de partida que determinar\u00e1 o \u00eaxito ou o fracasso do empreendimento naquilo que se refere \u00e0s suas rela\u00e7\u00f5es com o ambiente geol\u00f3gico-geot\u00e9cnico, ou de uma forma mais ampla, naquilo que se refere \u00e0 sua sustentabilidade ambiental. Do que pode se concluir que ser\u00e1 essa concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica que, na maioria dos casos, definir\u00e1 o \u00eaxito ou o fracasso financeiro e funcional do empreendimento. <br \/>\n\u2018 <br \/>\nAlguns exemplos pr\u00e1ticos s\u00e3o esclarecedores. Ao insistentemente exigir a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1reas planas atrav\u00e9s de procedimentos generalizados de terraplenagem, os projetos arquitet\u00f4nicos associados \u00e0 expans\u00e3o urbana, seja habitacional, seja empresarial, instalados em \u00e1reas de relevo mais acentuado exp\u00f5em \u00e0 a\u00e7\u00e3o de processos erosivos, em cortes, aterros e bota-foras, solos profundos extremamente suscept\u00edveis \u00e1 eros\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Como grav\u00edssimas conseq\u00fc\u00eancias, destrui\u00e7\u00e3o da infraestrutura instalada, assoreamento de drenagens, enchentes, ruptura de taludes, produ\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de risco&#8230; Uma concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica orientada a relevos mais acentuados evitaria, de in\u00edcio, todos esses problemas.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao pretender ocupar faixas litor\u00e2neas sazonalmente (no \u00e2mbito do tempo geol\u00f3gico) sujeitas ao alcance do mar, projetos arquitet\u00f4nicos associados a empreendimentos tur\u00edsticos individuais ou empresariais t\u00eam via de regra redundado em clamorosos fracassos, com destrui\u00e7\u00e3o e comprometimento estrutural das instala\u00e7\u00f5es implantadas. Os expedientes de prote\u00e7\u00e3o das instala\u00e7\u00f5es que nesses casos normalmente s\u00e3o adotados primam pelo mesmo desconhecimento da din\u00e2mica dos processos geol\u00f3gico-marinhos naturais e acabam por mais comprometer ainda os empreendimentos e at\u00e9 regi\u00f5es pr\u00f3ximas.&nbsp;<\/p>\n<p>Empreendimentos vi\u00e1rios ou similares implantados em regi\u00f5es serranas tropicais, com suas conhecidas encostas geologicamente inst\u00e1veis, a partir de uma concep\u00e7\u00e3o de &#8220;encaixe da obra no terreno&#8221;, ou seja, privilegiando cortes e aterros, por certo v\u00e3o pagar alt\u00edssimo pre\u00e7o, como tamb\u00e9m seus futuros usu\u00e1rios, aos constantes escorregamentos induzidos pela interven\u00e7\u00e3o humana. Uma vez conhecidas e tidas em conta as condi\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas naturais, os cortes e aterros seriam, por concep\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica, substitu\u00eddos por obras de arte e t\u00faneis, expediente que deixaria intactas as singulares e sens\u00edveis encostas.&nbsp;<\/p>\n<p>V\u00e1rios outros exemplos poderiam ser relatados, todos testemunhando a extrema necessidade da arquitetura brasileira incorporar em sua pr\u00e1tica os cuidados com as caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas dos terrenos afetados. Essa nova cultura automaticamente levaria a uma mais estreita colabora\u00e7\u00e3o entre Arquitetura e Geologia, no caso, a Geologia de Engenharia, especialidade profissional que tem como responsabilidade maior o dom\u00ednio tecnol\u00f3gico da interface Homem\/Natureza.&nbsp;<\/p>\n<p>Como concisa diretriz, podemos entender que est\u00e1 colocado o seguinte desafio \u00e0 arquitetura brasileira: usar a ousadia e a criatividade para adequar seus projetos \u00e0 Natureza, ao inv\u00e9s de, burocraticamente, pretender adequar a Natureza a seus projetos.&nbsp;<\/p>\n<p><em>Ge\u00f3logo \u00c1lvaro Rodrigues dos Santos \u00e9 consultor em Geologia de Engenharia, Geotecnia e Meio Ambiente e criador da t\u00e9cnica Cal-Jet de prote\u00e7\u00e3o de solos contra a eros\u00e3o. Autor dos livros &#8220;Geologia de Engenharia: Conceitos, M\u00e9todo e Pr\u00e1tica&#8221;, &#8220;A Grande Barreira da Serra do Mar&#8221;, &#8220;Cubat\u00e3o&#8221; e &#8220;Di\u00e1logos Geol\u00f3gicos &#8220;. \u00c9 ex-diretor de Planejamento e Gest\u00e3o do IPT e ex-diretor da Divis\u00e3o de Geologia. <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: PINIWeb<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos arquitet\u00f4nicos devem respeitar caracter\u00edsticas naturais dos terrenos e procurar equil\u00edbrio entre &#8220;ousadia&#8221; e seguran\u00e7a&nbsp; O ge\u00f3logo \u00c1lvaro Rodrigues dos Santos acredita que os arquitetos podem contribuir para reduzir acidentes geol\u00f3gicos. 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