{"id":15666,"date":"2009-03-23T22:06:10","date_gmt":"2009-03-23T22:06:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15666"},"modified":"2009-03-23T16:25:13","modified_gmt":"2009-03-23T16:25:13","slug":"politica-do-pais-para-substituir-a-gasolina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/03\/23\/politica-do-pais-para-substituir-a-gasolina\/","title":{"rendered":"Pol\u00edtica do Pa\u00eds para substituir a gasolina"},"content":{"rendered":"<p>Com a volatilidade dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo, levando \u00e0 mudan\u00e7a do patamar de US$ 100 para em torno de US$ 40 a US$ 50, no in\u00edcio de 2009, renascem as antigas cr\u00edticas \u00e0s energias renov\u00e1veis e limpas. Para analistas menos comprometidos com a ind\u00fastria do energ\u00e9tico f\u00f3ssil, as modifica\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo poder\u00e3o ser circunstanciais no curto prazo. Contudo, \u00e0 medida que o petr\u00f3leo vai alcan\u00e7ando o pico de produ\u00e7\u00e3o, nas pr\u00f3ximas duas ou tr\u00eas d\u00e9cadas, a sua era de oferta abundante e barata vai se extinguindo.&nbsp;<\/p>\n<p>Para o professor Cerqueira Leite, da Unicamp, n\u00e3o \u00e9 o fim do petr\u00f3leo, mas o t\u00e9rmino do per\u00edodo do \u00f3leo vendido a valores baixos, com incertezas na garantia do suprimento regular, em decorr\u00eancia das graves diverg\u00eancias pol\u00edticas nas principais \u00e1reas de extra\u00e7\u00e3o. Ademais, \u00e9 cada vez maior a conscientiza\u00e7\u00e3o dos povos, no que concerne ao irrevers\u00edvel fen\u00f4meno do aquecimento global, decorrente da queima do combust\u00edvel f\u00f3ssil. Da\u00ed a obviedade do desenvolvimento das energias alternativas e sustent\u00e1veis dos combust\u00edveis f\u00f3sseis, notadamente na \u00e1rea dos transportes.&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse contexto, \u00e9 insofism\u00e1vel a potencialidade brasileira na oferta desses energ\u00e9ticos limpos e ecol\u00f3gicos. Gra\u00e7as ao excepcional desenvolvimento cientifico e tecnol\u00f3gico havido na agricultura e no processo industrial, nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, o custo da fabrica\u00e7\u00e3o do etanol (\u00e1lcool da cana) vem caindo, sucessivamente, nos diferentes anos-safra.&nbsp;<\/p>\n<p>Desde os prim\u00f3rdios do Pro\u00c1lcool, no final de 1975, houve uma redu\u00e7\u00e3o no custo da produ\u00e7\u00e3o em mais de 70% e a ind\u00fastria sucroalcooleira passou a ser altamente competitiva com a gasolina, desde que os pre\u00e7os do petr\u00f3leo cru sejam mantidos na faixa de US$ 30 por barril ou acima dela. Tamb\u00e9m \u00e9 larga a vantagem do etanol caboclo da cana, produzido no interior paulista, com o similar, obtido do milho americano, beterraba ou biodiesel. <\/p>\n<p>Outra excepcional condi\u00e7\u00e3o do nosso etanol \u00e9 que a cana-de-a\u00e7\u00facar, de onde \u00e9 retirado, n\u00e3o necessita de grande quantidade de produtos agroqu\u00edmicos ou irriga\u00e7\u00e3o, o que \u00e9 indispens\u00e1vel nas culturas alien\u00edgenas da soja ou milho. Quanto \u00e0 produtividade, da mesma forma estamos \u00e0 dianteira, pois a produtividade das nossas maiores ind\u00fastrias \u00e9 de mais de 6 mil litros por hectare, enquanto o etanol do milho alcan\u00e7a 3,5 mil litros por hectare (EUA) e o biodiesel da soja ou da mamona n\u00e3o supera 500 litros.&nbsp;<\/p>\n<p>Consoante os \u00f3rg\u00e3os planejadores, em 2025, o universo estar\u00e1 consumindo 1,7 trilh\u00e3o de litros de gasolina. Gra\u00e7as \u00e0 disponibilidade de terras agricult\u00e1veis, sem interferir na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e da pecu\u00e1ria, o Brasil \u00e9 o maior candidato ao suprimento dessa fant\u00e1stica demanda. Para tanto, ser\u00e3o necess\u00e1rios o adequado planejamento, pol\u00edticas governamentais, marcos regulat\u00f3rios, investimentos financeiros, armazenagem e alcoodutos para o escoamento, terminais mar\u00edtimos e recursos humanos.&nbsp;<\/p>\n<p>Nos dias atuais, a cana de a\u00e7\u00facar \u00e9 a planta compeon\u00edssima na convers\u00e3o fotossint\u00e9tica. A gram\u00ednea encontrou um habitat favor\u00e1vel nas terras paulistas, que respondem com 65% da produ\u00e7\u00e3o nacional. <br \/>\nDoravante, a expans\u00e3o da cana-de-a\u00e7\u00facar far-se-\u00e1 com a crescente mecaniza\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, implantando-se a colheita, com a elimina\u00e7\u00e3o das queimadas at\u00e9 a sua aboli\u00e7\u00e3o total. N\u00e3o haver\u00e1 inconveniente no campo social, com a poss\u00edvel demiss\u00e3o de trabalhadores rur\u00edcolas, eis que se tratam de empregos de qualifica\u00e7\u00e3o e sal\u00e1rios baixos.&nbsp;<\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo per\u00edodo de produ\u00e7\u00e3o (safra 2009\/2010), o Brasil consolidar\u00e1 a sua lideran\u00e7a mundial na produ\u00e7\u00e3o canavieira com o esmagamento de cerca de 600 milh\u00f5es de toneladas, o que representar\u00e1 mais de um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o do globo.&nbsp;<\/p>\n<p>Nos vindouros per\u00edodos, os produtores de equipamentos, como \u00e9 o caso da Dedini, e os \u00f3rg\u00e3os de pesquisa dever\u00e3o preocupar-se, mais ainda, com o aproveitamento dos res\u00edduos lignocelul\u00f3sicos da cana (baga\u00e7o e palha), que dever\u00e3o constituir a mat\u00e9ria prima de uma nova gera\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis renov\u00e1veis, consoante assevera o pesquisador R\u00e9gis Leal.&nbsp;<\/p>\n<p>A era do petr\u00f3leo barato est\u00e1 no fim e o Brasil se destaca em energia com evolu\u00e7\u00e3o no etanol. <\/p>\n<p><b>Autor: Luiz Gonzaga Bertelli<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a volatilidade dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo, levando \u00e0 mudan\u00e7a do patamar de US$ 100 para em torno de US$ 40 a US$ 50, no in\u00edcio de 2009, renascem as antigas cr\u00edticas \u00e0s energias renov\u00e1veis e limpas. 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