{"id":15598,"date":"2009-02-10T22:05:02","date_gmt":"2009-02-10T22:05:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15598"},"modified":"2009-02-10T14:45:33","modified_gmt":"2009-02-10T14:45:33","slug":"marco-regulatorio-para-energia-eolica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/02\/10\/marco-regulatorio-para-energia-eolica\/","title":{"rendered":"Marco regulat\u00f3rio para energia e\u00f3lica"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil pode tornar-se um ator importante do mercado mundial de produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica, mas, para isso, \u00e9 preciso que o Congresso Nacional defina um marco regulat\u00f3rio legal capaz de atrair investimentos privados para o setor. <\/p>\n<p>Foi o que afirmou na ter\u00e7a-feira o secret\u00e1rio-geral do Conselho Global de Energia E\u00f3lica, Steve Sawyer, em audi\u00eancia p\u00fablica promovida pela comiss\u00e3o especial da C\u00e2mara que estuda uma nova legisla\u00e7\u00e3o para as fontes renov\u00e1veis de energia. <\/p>\n<p>O Conselho Global de Energia E\u00f3lica \u00e9 uma entidade internacional integrada pelas empresas que desenvolvem a energia e\u00f3lica nas v\u00e1rias regi\u00f5es do planeta. <\/p>\n<p>O presidente da comiss\u00e3o, deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), indagou o secret\u00e1rio sobre o que se pode esperar do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em mat\u00e9ria de apoio \u00e0 energia alternativa. <\/p>\n<p>Ap\u00f3s brincar que, se soubesse, arranjaria um emprego melhor, Sawyer respondeu que, pela qualidade das pessoas que est\u00e3o indo trabalhar no governo, ou mesmo fazer lobby em Washington, \u00e9 prov\u00e1vel que mudan\u00e7as significativas ocorram. <\/p>\n<p>\u201cPela primeira vez na vida, eu acho que sim, n\u00f3s podemos\u201d, parodiou Sawyer. <\/p>\n<p>Perdendo o bonde &#8211; O diretor-executivo da Greenpeace no Brasil, Marcelo Furtado, lamentou que, dez anos atr\u00e1s, o Brasil tenha deixado de fazer a op\u00e7\u00e3o que deveria ter feito pela energia alternativa, em especial pela energia e\u00f3lica. <\/p>\n<p>\u201cO resultado \u00e9 que estamos perdendo o bonde da hist\u00f3ria\u201d, advertiu. Segundo Furtado, enquanto outros grandes pa\u00edses emergentes, como a China e a \u00cdndia, avan\u00e7aram bastante e hoje t\u00eam grandes empresas nesse setor, o Brasil permanece patinando. <\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica no Brasil come\u00e7ou a crescer nos \u00faltimos anos, a partir das contrata\u00e7\u00f5es realizadas no \u00e2mbito do Programa de Investimentos em Infraestrutura de Fontes Alternativas de Energia (Proinfa). Mas ainda est\u00e1 num n\u00edvel incipiente. <\/p>\n<p>A capacidade instalada atingiu 340 megawatts (MW) em 2008 e, nos pr\u00f3ximos anos, deve chegar a 1,4 mil MW (cerca de 1,5% da matriz energ\u00e9trica nacional, que est\u00e1 em 103 mil MW), quando se concretizarem todas as contrata\u00e7\u00f5es j\u00e1 feitas dentro do Proinfa. <\/p>\n<p>\u201cO Nordeste brasileiro pode transformar-se uma grande Itaipu de ventos\u201d, previu Marcelo Furtado, destacando as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis da regi\u00e3o. Ele criticou duramente o projeto do governo de investir R$ 8 bilh\u00f5es em energia nuclear. <\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um investimento burro, porque trata-se de tipo ultrapassado de energia\u201d, sentenciou. <\/p>\n<p>Governo dar\u00e1 continuidade a programa para fontes alternativas, diz secret\u00e1rio <\/p>\n<p>Durante a audi\u00eancia p\u00fablica, o secret\u00e1rio-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica (Abee\u00f3lica), Pedro Perreli, informou ter recebido uma boa not\u00edcia de autoridades do governo federal: o Programa de Investimentos em Infraestrutura de Fontes Alternativas de Energia (Proinfa) vai ter continuidade &#8211; n\u00e3o ser\u00e1 desativado como temiam muitos ambientalistas. <\/p>\n<p>O representante da Abee\u00f3lica insistiu na necessidade do Congresso votar, ainda em 2009, uma nova legisla\u00e7\u00e3o que permita a expans\u00e3o da energia e\u00f3lica na matriz energ\u00e9tica brasileira. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-geral do Conselho Global de Energia E\u00f3lica, Steve Sawyer, observou que a demanda energ\u00e9tica do Brasil est\u00e1 crescendo cerca de 5 mil MW\/ano e, assim, n\u00e3o poder\u00e1 ser satisfeita apenas pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica. <\/p>\n<p>Dentre as fontes que disputam esse espa\u00e7o de expans\u00e3o, previu Sawyer, as principais s\u00e3o a f\u00f3ssil e e\u00f3lica. <\/p>\n<p>Ele aconselhou o Brasil a optar pela e\u00f3lica, para aproveitar as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis e ganhar em qualidade ambiental, no crescimento econ\u00f4mico, na gera\u00e7\u00e3o de emprego e inclusive na exporta\u00e7\u00e3o de tecnologia. <\/p>\n<p>Segundo Sawyer, o marco regulat\u00f3rio \u00e9 uma quest\u00e3o em aberto, pois varia de pa\u00eds para pa\u00eds. Mas um ponto, diz ele, \u00e9 essencial: as empresas precisam ter uma garantia de longo prazo &#8211; pelo menos 20 anos &#8211; de mercado efetivo para suas vendas de energia. <\/p>\n<p>Ou, como disse Marcelo Furtado, do Greenpeace, de \u201cacesso priorit\u00e1rio \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia\u201d. <\/p>\n<p>R\u00e1pida expans\u00e3o &#8211; Sawyer apresentou estat\u00edsticas que mostram que a produ\u00e7\u00e3o mundial de energia e\u00f3lica triplicou entre 2003 e 2008 &#8211; a capacidade instalada subiu de 40 mil para 120 mil MW. Mas esse crescimento expressivo foi todo concentrado na Europa, Am\u00e9rica do Norte e \u00c1sia, deixando de fora a Am\u00e9rica Latina e a \u00c1frica. <\/p>\n<p>O Brasil ocupa uma posi\u00e7\u00e3o discreta &#8211; o 24\u00b0 lugar &#8211; no ranking mundial dos produtores de energia e\u00f3lica. O primeiro lugar \u00e9 dos Estados Unidos, com 25 mil MW, seguido por Alemanha, China, Espanha e \u00cdndia. <\/p>\n<p>Com apenas 340 MW, o Brasil fica muito atr\u00e1s, por exemplo, de Portugal, que, embora muito menor e com muito menos vento, produz 2,8 mil MW. <\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, por\u00e9m, o Brasil \u00e9 l\u00edder, com mais da metade de toda a produ\u00e7\u00e3o continental. O M\u00e9xico, segundo colocado, produz s\u00f3 85 MW. Al\u00e9m disso, o Brasil foi o \u00fanico pa\u00eds latino-americano que, em 2008, expandiu sua produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><b>Autor: Ipesi<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil pode tornar-se um ator importante do mercado mundial de produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica, mas, para isso, \u00e9 preciso que o Congresso Nacional defina um marco regulat\u00f3rio legal capaz de atrair investimentos privados para o setor. 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