{"id":15597,"date":"2009-02-09T22:05:01","date_gmt":"2009-02-09T22:05:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15597"},"modified":"2009-02-09T17:43:42","modified_gmt":"2009-02-09T17:43:42","slug":"a-nova-energia-nuclear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/02\/09\/a-nova-energia-nuclear\/","title":{"rendered":"A nova energia nuclear"},"content":{"rendered":"<p>O futuro da energia nuclear j\u00e1 est\u00e1 a caminho. O desenvolvimento de reatores avan\u00e7ados e da fus\u00e3o nuclear promete elevar a gera\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica a um novo patamar tecnol\u00f3gico. Iniciativas internacionais buscam pavimentar essa estrada e contam com a participa\u00e7\u00e3o brasileira. Al\u00e9m de integrar estes projetos, o pa\u00eds tamb\u00e9m aposta na pesquisa nacional para ingressar na nova era tecnol\u00f3gica nuclear. <\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o dos reatores de fiss\u00e3o nuclear dar\u00e1 um novo salto com o desenvolvimento da chamada gera\u00e7\u00e3o IV. Os conceitos destes reatores prometem aumentar a seguran\u00e7a; a efici\u00eancia na opera\u00e7\u00e3o das usinas, atrav\u00e9s de uma maior automa\u00e7\u00e3o dos sistemas; a redu\u00e7\u00e3o de custos, especialmente os de capital; al\u00e9m de produzir menos rejeitos, o que se daria pelo uso de combust\u00edveis mais eficientes, de longa queima. Isso permitiria reduzir o n\u00famero de paradas para troca de combust\u00edveis, que hoje acontecem a cada 12 ou 14 meses. Menos paradas se traduzem em custo menor, aumentando assim a rentabilidade da gera\u00e7\u00e3o nuclear. <\/p>\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 que os reatores avan\u00e7ados sejam modulares, o que diminuiria o tempo de constru\u00e7\u00e3o dos atuais cinco a seis anos para, no m\u00e1ximo, tr\u00eas anos. Essa mudan\u00e7a ainda ajudar\u00e1 a diminuir os custos, pois esta \u00e9 a fase que exige gastos maiores de capital. O retorno do empreendimento, por sua vez, acontecer\u00e1 de forma mais r\u00e1pida. A seguran\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 aprimorada de forma a evitar que o pior acidente poss\u00edvel em uma usina nuclear, o derretimento do n\u00facleo, aconte\u00e7a. Medidas de projeto, como o uso de sistemas passivos, s\u00e3o tomadas para garantir o resfriamento do n\u00facleo mesmo em caso de falhas na opera\u00e7\u00e3o da usina. <\/p>\n<p>Antes dos reatores de gera\u00e7\u00e3o IV, estar\u00e3o dispon\u00edveis os chamados reatores de gera\u00e7\u00e3o III+, que cont\u00eam aperfei\u00e7oamentos em rela\u00e7\u00e3o aos modelos em uso hoje e avan\u00e7am nas quest\u00f5es de seguran\u00e7a, economicidade e efici\u00eancia. Exemplos s\u00e3o o AP1000, da Westinghouse; o EPR (Reator Pressurizado Europeu), da Areva; e o Iris (Reator Internacional Inovador e Seguro), que conta com a participa\u00e7\u00e3o do Brasil como observador. O Iris foi desenvolvido a partir da otimiza\u00e7\u00e3o da tecnologia das usinas de \u00e1gua pressurizada (PWR), como Angra 1 e 2. A iniciativa envolve 18 institui\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios pa\u00edses. O cronograma prev\u00ea a entrada em opera\u00e7\u00e3o do primeiro reator em 2015. <\/p>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m participa como observador de duas outras iniciativas internacionais que pesquisam reatores avan\u00e7ados. A primeira \u00e9 o F\u00f3rum Internacional Gera\u00e7\u00e3o IV (GIF, em ingl\u00eas), que re\u00fane doze pa\u00edses e trabalha atualmente em seis tecnologias, com o objetivo de torn\u00e1-las dispon\u00edveis no mercado a partir de 2030. Outra iniciativa \u00e9 o Projeto Internacional de Reatores e Ciclos do Combust\u00edvel Nucleares Inovadores (Inpro), coordenado pela Ag\u00eancia Internacional de Energia At\u00f4mica (AIEA), que ap\u00f3ia o desenvolvimento de novas tecnologias de reatores e serve como f\u00f3rum de discuss\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Papel importante na expans\u00e3o nuclear<\/strong> <\/p>\n<p>Para o presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Odair Dias Gon\u00e7alves, os reatores avan\u00e7ados ter\u00e3o importante papel na expans\u00e3o do uso da energia nuclear nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. As raz\u00f5es incluem o crescimento da demanda energ\u00e9tica mundial, a falta de fontes confi\u00e1veis para suprir energia de base e os esfor\u00e7os para reduzir o aquecimento global. \u201cLogo ap\u00f3s a entrada no mercado dos reatores da gera\u00e7\u00e3o III+, as empresas come\u00e7ar\u00e3o a considerar os modelos de gera\u00e7\u00e3o IV para impulsionar a expans\u00e3o da energia nuclear no mundo, em particular, o reator de alta temperatura, que permite a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio\u201d, analisa. <\/p>\n<p>Gon\u00e7alves afirma que o Brasil deve seguir o mesmo caminho. O pa\u00eds hoje planeja concluir Angra 3 e construir de quatro a oito usinas at\u00e9 2030, de acordo com o Plano Nacional de Energia (PNE 2030). A partir dessa d\u00e9cada, os reatores avan\u00e7ados j\u00e1 devem estar dispon\u00edveis e podem vir a ser utilizados em solo nacional. <\/p>\n<p>O tema tamb\u00e9m movimenta as universidades e institutos de pesquisa. O Instituto Alberto Luiz Coimbra de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) coordena projeto para a cria\u00e7\u00e3o de um instituto dedicado ao desenvolvimento de tecnologias de reatores avan\u00e7ados, que teria sede em suas instala\u00e7\u00f5es. A proposta foi inscrita em edital do Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia e Tecnologia (MCT) para criar institutos nacionais de C&amp;T em diversas \u00e1reas que recebeu 261 projetos para an\u00e1lise. Desse total, cerca de 50 institutos devem sair do papel. O resultado sai em novembro. <\/p>\n<p>De acordo com o vice-diretor da Coppe, Aquilino Senra Martinez, caso se concretize, o instituto \u2013 que se chamaria Instituto Nacional de Reatores Avan\u00e7ados e Inovadores \u2013 ser\u00e1 uma iniciativa integradora para o setor nuclear, pois envolve pesquisadores de Norte a Sul do pa\u00eds. \u201cEst\u00e3o envolvidos 45 pesquisadores principais de nove institui\u00e7\u00f5es de todo o Brasil, al\u00e9m de grupos de pesquisa coordenados por eles. No total, s\u00e3o cerca de 150 pessoas\u201d, informa. <\/p>\n<p>Al\u00e9m de pesquisar tecnologias inovadoras de reatores nucleares, a iniciativa tamb\u00e9m \u00e9 importante para a forma\u00e7\u00e3o de pessoal no setor nuclear, que carece de renova\u00e7\u00e3o. Ela garante que o conhecimento seja repassado \u00e0s pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. \u201cOs grupos envolvidos nessas pesquisas s\u00e3o compostos por pesquisadores seniores e por alunos de mestrado e doutorado, o que \u00e9 importante para que a experi\u00eancia e o conhecimento acumulados ao longo de mais de tr\u00eas d\u00e9cadas sejam repassados para os mais jovens\u201d, complementa Senra. <\/p>\n<p>Paralelamente \u00e0s iniciativas envolvendo reatores avan\u00e7ados, o pa\u00eds conta com projetos que buscam tecnologias pr\u00f3prias de reatores. Um exemplo \u00e9 a Marinha, que desenvolve, juntamente com o Instituto de Pesquisas Energ\u00e9ticas e Nucleares (Ipen), um prot\u00f3tipo em terra do reator de propuls\u00e3o do submarino nuclear. Esse projeto j\u00e1 incorpora novas tecnologias, como controle digital do reator, componentes avan\u00e7ados e o uso de um combust\u00edvel de longa queima, do qual se extrai mais energia utilizando a mesma quantidade de ur\u00e2nio que um combust\u00edvel tradicional. <\/p>\n<p>Na \u00e1rea de reatores de pesquisa, a Comiss\u00e3o Nacional de Energia Nuclear (Cnen) pretende construir um reator multiprop\u00f3sito de 50 megawatts (MW), que servir\u00e1 para produzir radiof\u00e1rmacos e testar materiais, como combust\u00edvel nuclear. O reator deve ficar pronto em tr\u00eas ou quatro anos.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Brasil negocia ingresso no Iter<\/strong> <\/p>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m avan\u00e7a em seus esfor\u00e7os de pesquisa com a fus\u00e3o nuclear. Apontada como uma fonte limpa de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, a fus\u00e3o j\u00e1 teve sua viabilidade demonstrada, mas ainda resta fazer v\u00e1rios aperfei\u00e7oamentos para que seja econ\u00f4mica para uso em escala comercial. <\/p>\n<p>A tecnologia utilizada \u00e9 diferente da fiss\u00e3o, empregada em reatores como os de Angra 1 e 2. O calor \u00e9 gerado n\u00e3o pela divis\u00e3o, mas pela fus\u00e3o de n\u00facleos at\u00f4micos, principalmente de deut\u00e9rio e tr\u00edtio. A intensidade de calor gerada \u00e9 t\u00e3o alta quanto na fiss\u00e3o, com a vantagem de n\u00e3o produzir rejeitos radioativos de longa vida. Al\u00e9m de gerar energia el\u00e9trica, os reatores de fus\u00e3o poder\u00e3o ser utilizados para a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio, que \u00e9 tido como o prov\u00e1vel substituto do petr\u00f3leo no setor de transporte. <\/p>\n<p>Com o apoio da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia (UE), o pa\u00eds negocia sua ades\u00e3o ao cons\u00f3rcio internacional que est\u00e1 desenvolvendo o primeiro reator de fus\u00e3o do mundo, o Reator Experimental Termonuclear Internacional (Iter, na sigla em ingl\u00eas). O objetivo do projeto \u00e9 construir um prot\u00f3tipo para se verificar a viabilidade da tecnologia em escala industrial e solucionar quest\u00f5es de engenharia e materiais. <\/p>\n<p>O Iter est\u00e1 sendo constru\u00eddo em Cadarache, no sul da Fran\u00e7a, e sua montagem dever\u00e1 ficar pronta em 2014, a um custo estimado de US$ 13 bilh\u00f5es. A opera\u00e7\u00e3o do reator de 500 MW est\u00e1 prevista para 2016. Participam do projeto Estados Unidos, R\u00fassia, Jap\u00e3o, China, \u00cdndia, Cor\u00e9ia do Sul e UE. <\/p>\n<p>O Brasil ingressaria no Iter atrav\u00e9s de um acordo de coopera\u00e7\u00e3o em fus\u00e3o nuclear com a Comunidade Europ\u00e9ia de Energia At\u00f4mica (Euratom) \u2013 que representa a UE no cons\u00f3rcio \u2013, o que significaria, na pr\u00e1tica, um apoio pol\u00edtico para o ingresso brasileiro no projeto. Pelo acordo, haveria um interc\u00e2mbio de pesquisadores europeus e brasileiros nos institutos de pesquisas de ambos os lados. O documento est\u00e1 sendo analisado pelo governo federal, e o pa\u00eds dar\u00e1 uma resposta aos europeus at\u00e9 o in\u00edcio de dezembro. A princ\u00edpio, o acordo estar\u00e1 pronto para ser assinado no primeiro trimestre de 2009. <\/p>\n<p>O ingresso brasileiro aconteceria pela rec\u00e9m-criada categoria de colaborador, mas existe a possibilidade de que o pa\u00eds se torne cotista do projeto, o que lhe permitiria receber royalties do Iter. Para isso, precisaria pagar uma cota de US$ 1 bilh\u00e3o. A forma de se fazer esse pagamento ainda est\u00e1 sendo negociada. Uma das possibilidades \u00e9 que ele seja feito com ni\u00f3bio, elemento usado no reator. O Brasil tem a maior reserva mundial do metal, o que despertou o interesse dos europeus.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tecnologia nacional<\/strong> <\/p>\n<p>V\u00e1rias universidades e institutos brasileiros tamb\u00e9m pesquisam o tema. Desde 2006, eles est\u00e3o reunidos na Rede Nacional de Fus\u00e3o, coordenada pela Cnen. A rede tem o intuito de coordenar e ampliar os esfor\u00e7os nacionais na \u00e1rea, al\u00e9m de estabelecer prioridades e gerenciar as colabora\u00e7\u00f5es internacionais. Com a rede, o pa\u00eds tamb\u00e9m busca desenvolver tecnologias pr\u00f3prias. No total, 16 institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e 80 cientistas integram a iniciativa. <\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Fus\u00e3o, institui\u00e7\u00e3o que reunir\u00e1 todos os pesquisadores, projetos e equipamentos relacionados ao tema e ser\u00e1 ligada \u00e0 Cnen. A constru\u00e7\u00e3o do instituto deve come\u00e7ar at\u00e9 2010. \u201cA cria\u00e7\u00e3o do instituto dar\u00e1 uma efici\u00eancia muito maior para as iniciativas na \u00e1rea de fus\u00e3o, pois ele coordenar\u00e1 todos os esfor\u00e7os realizados no Brasil\u201d, ressalta Odair Dias Gon\u00e7alves, da Cnen. <\/p>\n<p><b>Autor: Aben<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O futuro da energia nuclear j\u00e1 est\u00e1 a caminho. O desenvolvimento de reatores avan\u00e7ados e da fus\u00e3o nuclear promete elevar a gera\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica a um novo patamar tecnol\u00f3gico. Iniciativas internacionais buscam pavimentar essa estrada e contam com a participa\u00e7\u00e3o brasileira. 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