{"id":15594,"date":"2009-02-05T22:04:57","date_gmt":"2009-02-05T22:04:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15594"},"modified":"2009-02-09T13:29:12","modified_gmt":"2009-02-09T13:29:12","slug":"biocombustivel-solido-e-alternativa-para-o-ferrogusa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/02\/05\/biocombustivel-solido-e-alternativa-para-o-ferrogusa\/","title":{"rendered":"Biocombust\u00edvel s\u00f3lido \u00e9 alternativa para o ferro-gusa"},"content":{"rendered":"<p>O governo mineiro est\u00e1 empenhado em patrocinar um novo lobby verde que pode ajudar a ind\u00fastria sider\u00fargica a encontrar uma sa\u00edda para o impacto da crise internacional. Trata-se de promover o que est\u00e1 sendo chamado de &#8220;biocombust\u00edvel s\u00f3lido&#8221; ou &#8220;carv\u00e3o vegetal renov\u00e1vel&#8221; e que vem a ser o plantio florestas de eucalipto para produzir ferro-gusa sem pressionar as matas nativas. <\/p>\n<p>Por tr\u00e1s da iniciativa est\u00e1 a tentativa de conseguir o primeiro MDL program\u00e1tico do Pa\u00eds. MDL \u00e9 a sigla para Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, prevista no Protocolo de Kyoto, e que se traduz num instrumento em que os pa\u00edses ricos que t\u00eam que reduzir suas emiss\u00f5es de gases-estufa investem em projetos de tecnologia limpa nas na\u00e7\u00f5es mais pobres ou em desenvolvimento. Os primeiros recebem direitos de emitir, e os outros, cr\u00e9ditos de carbono.&nbsp;<\/p>\n<p>A iniciativa da siderurgia mineira \u00e9 similar a de um MDL setorial. Na vers\u00e3o &#8220;program\u00e1tica&#8221; submete-se o conjunto de projetos ao comit\u00ea da ONU que analisa as propostas de MDL. A estrat\u00e9gia reduziria os custos de projeto e de consultoria, al\u00e9m de dar mais visibilidade ao setor. Os pesos-pesados do a\u00e7o e ferro est\u00e3o juntos neste processo: a ArcelorMittal, V&amp;M Tubes e Plantar.&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro passo \u00e9 mudar a imagem negativa do setor, constru\u00edda por d\u00e9cadas de desmatamento de florestas naturais. &#8220;Como a tradi\u00e7\u00e3o brasileira sempre foi de consumir carv\u00e3o vegetal de nativa, a imagem \u00e9 muito negativa&#8221;, reconhece Jos\u00e9 Carlos Carvalho, secret\u00e1rio estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel e que est\u00e1 pilotando o esfor\u00e7o . &#8220;O Brasil tem potencial para produzir carv\u00e3o vegetal de forma sustent\u00e1vel e com um balan\u00e7o de emiss\u00f5es muito positivo ao planeta.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 70 sider\u00fargicas a carv\u00e3o em Minas. Os dados oficiais estimam que 50% do carv\u00e3o vegetal produzido no Estado v\u00eam de florestas plantadas &#8211; mas suspeita-se que o volume de carv\u00e3o proveniente de matas nativas esteja subestimado nesta estat\u00edstica. &#8220;Dos 50% de carv\u00e3o vegetal que v\u00eam de mata nativa, o produzido em Minas corresponde a uns 15%&#8221;, estima Carvalho, que participa da delega\u00e7\u00e3o brasileira nas confer\u00eancias clim\u00e1ticas internacionais. &#8220;O resto vem, na forma de carv\u00e3o, do oeste da Bahia, de Goi\u00e1s, de Tocantins, do sul do Maranh\u00e3o.&#8221; Ele adianta que h\u00e1 articula\u00e7\u00f5es com o Ibama e outros Estados para criar uma pol\u00edtica comum que iniba a queima de florestas nativas.&nbsp;<\/p>\n<p>O lobby verde da siderurgia mineira ganhou pontos na semana passada quando 15 cientistas do IPCC, o Painel Intergovernamental de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas na sigla em portugu\u00eas, estiveram ali conhecendo o viveiro e o processo de carboniza\u00e7\u00e3o da Plantar S.A, a primeira sider\u00fargica do Pa\u00eds a se tornar autossustent\u00e1vel. Os cientistas do IPCC, o bra\u00e7o cient\u00edfico das Na\u00e7\u00f5es Unidas, tinham vindo ao Brasil para o primeiro encontro de especialistas que produzir\u00e1 um relat\u00f3rio sobre energias renov\u00e1veis no mundo, a ser publicado em 2010. Sa\u00edram surpresos.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;O processo implementado pela Plantar parece um bom exemplo de como combust\u00edveis f\u00f3sseis podem ser substitu\u00eddos de uma maneira sustent\u00e1vel e que leva em considera\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 os impactos ambientais como tem efeitos sociais positivos&#8221;, diz o professor alem\u00e3o Manfred Fischedick, vice-presidente do Wuppertal Institut f\u00fcr Klima, Umwelt, Energie e coordenador do grupo de mitiga\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio de renov\u00e1veis do IPCC. &#8220;Replicar esta experi\u00eancia no Brasil e em outras partes do mundo parece ser muito recomend\u00e1vel.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>A experi\u00eancia da Plantar \u00e9 emblem\u00e1tica no rumo do carv\u00e3o verde. A empresa tem uma \u00e1rea de 23 a 25 mil hectares de floresta plantada em Curvelo, a 180 km de Belo Horizonte. Ali, um viveiro produz 30 milh\u00f5es de mudas de eucalipto por ano utilizando nove clones mais produtivos. Parte da produ\u00e7\u00e3o do viveiro \u00e9 vendida e o restante utilizada na produ\u00e7\u00e3o de 240 mil toneladas\/ano de ferro-gusa. A produtividade do processo saltou de 15 m3 por hectare por ano para os 40 m3 por hectare atuais.&nbsp;<\/p>\n<p>O pulo do gato da empresa esteve em alinhar a cadeia produtiva em uma rota ambiental. Em 1988 a Plantar quase quebrou quando o governo retirou os incentivos para atividades de reflorestamento. Mas em 2000, com o Protocolo de Kyoto em vigor, vislumbrou uma oportunidade de sa\u00edda ao desenvolver um projeto de MDL.<\/p>\n<p>&nbsp;&#8220;Para produzir a mesma quantidade de carv\u00e3o vegetal, o setor deveria usar uma \u00e1rea dez vezes maior de floresta nativa comparada \u00e0 produtividade que consegue com clones&#8221;, estima Fabio Nogueira de Avelar Marques, gerente de projetos de carbono da Plantar. &#8220;Com os clones se consegue ter mais biomassa em menos hectares.&#8221;&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto de MDL da Plantar prev\u00ea que, em 28 anos, a empresa consiga um ganho de 12,8 milh\u00f5es de toneladas de CO2 Esta conta foi feita calculando o quanto a empresa deixa de emitir produzindo gusa a partir de carv\u00e3o vegetal renov\u00e1vel e n\u00e3o coque &#8211; s\u00e3o 2 toneladas de CO2 emitidas para cada tonelada de gusa produzida com coque.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Com o carv\u00e3o renov\u00e1vel a emiss\u00e3o ocorre na carboniza\u00e7\u00e3o, mas as florestas absorvem este CO2 e o balan\u00e7o \u00e9 positivo&#8221;, diz Marques. E, ainda, h\u00e1 o benef\u00edcio das florestas plantadas, no ciclo de sete anos do corte do eucalipto. Este estoque significa uma tonelada de CO2 por cada tonelada de ferro-gusa produzido. Ou seja, est\u00e3o nos plantios, que levam sete anos para crescer mas s\u00f3 um s\u00e9timo \u00e9 colhido a cada ano. O carbono est\u00e1 l\u00e1, na raiz, no tronco, na galhada das \u00e1rvores e no solo. &#8220;A emiss\u00e3o l\u00edquida do processo com carv\u00e3o vegetal \u00e9 zero.&nbsp;No caso do carv\u00e3o mineral, n\u00e3o, s\u00f3 existe a emiss\u00e3o&#8221;, diz Marques.&nbsp;<\/p>\n<p>Foi fazendo estes c\u00e1lculos que a Plantar conseguiu montar seu projeto de MDL, reerguer-se e se tornar um modelo setorial. N\u00e3o foi f\u00e1cil, porque a empresa precisava de recursos imediatos para algo que levaria sete anos para dar retorno. Montou uma opera\u00e7\u00e3o triangular. Negociou os cr\u00e9ditos com o Fundo Prot\u00f3tipo de Carbono do Banco Mundial e conseguiu US$ 5 milh\u00f5es com o holand\u00eas Rabobank.&nbsp;<\/p>\n<p>Um segundo projeto de MDL, h\u00e1 outra emiss\u00e3o de metano evitada. O metano, outro g\u00e1s de efeito-estufa que \u00e9 25 vezes mais nocivo ao aquecimento global que o CO2, tamb\u00e9m ocorre na carboniza\u00e7\u00e3o, mas em pequena quantidade. Controlando melhor a temperatura dos fornos, a Plantar conseguir\u00e1 evitar, em 28 anos, a emiss\u00e3o de 400 mil toneladas de CO2.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A crise internacional nos atingiu da mesma forma que a todo o setor&#8221;, reconhece Marques, lembrando que um dos dois alto-fornos est\u00e1 parado. &#8220;Mas o carbono pode ser um fator importante para ajudar o setor na crise&#8221;, continua. e novo lobby verde da ind\u00fastria sider\u00fargica, o chamado biocombust\u00edvel s\u00f3lido. &#8220;Todos falam no etanol, o biocombust\u00edvel l\u00edquido. Mas do carv\u00e3o vegetal sustent\u00e1vel e renov\u00e1vel n\u00e3o se fala&#8221;, reclama.&nbsp;<\/p>\n<p>O caminho da Plantar vem sendo seguido pelas outras grandes do setor. A ArcelorMittal Florestas tem 100 mil hectares de plantios florestais com eucaliptos, no sul da Bahia e em Minas, e tem um projeto de MDL nas \u00e1reas em que estimula plantios junto de produtores florestais. Os cientistas do IPCC, evidentemente, perguntaram se o eucalipto n\u00e3o exige \u00e1gua demais e seca o solo, e como evitam os males da monocultura. Marques mostrou a \u00e1rea de cerrado, que representa 20% da \u00e1rea total plantada da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;&#8220;Estamos fazendo isso h\u00e1 40 anos. Se o eucalipto secasse o solo, isto aqui seria um deserto&#8221;, rebateu Geraldo Alves de Moura, diretor da Plantar S.A, apontando para o eucaliptal. <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo mineiro est\u00e1 empenhado em patrocinar um novo lobby verde que pode ajudar a ind\u00fastria sider\u00fargica a encontrar uma sa\u00edda para o impacto da crise internacional. 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