{"id":15525,"date":"2009-01-08T22:03:48","date_gmt":"2009-01-08T22:03:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15525"},"modified":"2009-01-12T14:15:46","modified_gmt":"2009-01-12T14:15:46","slug":"a-passo-lento-sobe-demanda-por-energia-solar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2009\/01\/08\/a-passo-lento-sobe-demanda-por-energia-solar\/","title":{"rendered":"A passo lento, sobe demanda por energia solar"},"content":{"rendered":"<p>Em entrevista \u00e0 Gazeta Mercantil, Paulo Rog\u00e9rio Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini, afirma que o futuro do mercado de energia solar no Brasil \u00e9 promissor. De acordo com o executivo, a partir do momento em que a energia el\u00e9trica fotovoltaica for experimentada e os benef\u00edcios, mensurados, o crescimento se dar\u00e1 na mesma ordem, j\u00e1 que o potencial \u00e9 enorme. <\/p>\n<p>O futuro do mercado de energia solar no Brasil \u00e9 promissor. De acordo com o diretor executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rog\u00e9rio Fernandez, o Brasil tem um potencial enorme e &#8220;s\u00f3 depende de um in\u00edcio&#8221;. A companhia em 25 de setembro do ano passado a Energia Z, que comercializa solu\u00e7\u00f5es em gera\u00e7\u00e3o de energia solar. A nova empresa investiu inicialmente R$ 1 milh\u00e3o em pesquisa e teve o apoio da <br \/>\nUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em coopera\u00e7\u00e3o com a \u00e1rea de engenharia do Grupo Zeppini.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A partir do momento em que a energia el\u00e9trica fotovoltaica for experimentada e os benef\u00edcios mensurados, o crescimento se dar\u00e1 na mesma ordem, j\u00e1 que o potencial \u00e9 enorme&#8221;, diz o executivo.&nbsp;<\/p>\n<p>De olho nesse mercado, a Energia Z lan\u00e7ou novas propostas nesse segmento, como a Motor Z e o Eletroposto. A Motor Z fabrica scooters movidas a eletricidade. A outra realiza a carga de abastecimento das baterias das scooters. &#8220;Pela evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica apresentada, o ve\u00edculo el\u00e9trico estar\u00e1 no cen\u00e1rio urbano mesclado com outras solu\u00e7\u00f5es&#8221;, avalia Fernandez.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Qual a proposta da nova empresa?&nbsp;<\/p>\n<p>A Energia Z foi estabelecida para trazer uma op\u00e7\u00e3o de energia solar ao mercado brasileiro. Muitos conhecem essa op\u00e7\u00e3o, sabem que existe, mas n\u00e3o sabem exatamente como chegar at\u00e9 ela. A Energia Z tem a proposta de dar acesso a essa alternativa.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Qual o potencial da energia solar no Brasil?&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda \u00e9 dif\u00edcil de ser dimensionado. Se tomarmos por base pa\u00edses em que essa tecnologia est\u00e1 sedimentada, como a Alemanha, por exemplo, que desde 2000 trabalha com planos de incentivos espec\u00edficos para que essa matriz seja desenvolvida, a gera\u00e7\u00e3o equivale a uma Angra 2 por ano. O Brasil tem um potencial enorme, que depende de um in\u00edcio. Essa \u00e9 a proposta da Energia Z: oferecer e <br \/>\nintegrar solu\u00e7\u00f5es at\u00e9 que o mercado lide com isso de uma forma mais usual.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil &#8211; Ent\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 vi\u00e1vel por v\u00e1rios aspectos. Nesse primeiro momento, buscamos formas para as pessoas considerarem esse tipo de fonte energ\u00e9tica. Existe um movimento de sustentabilidade, que \u00e9 muito importante. A categoria energia \u00e9 a que d\u00e1 o maior n\u00famero de cr\u00e9ditos para edif\u00edcios que desejam obter uma certifica\u00e7\u00e3o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design, que certifica edif\u00edcios verdes). <br \/>\nNesse caso, a gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica por pain\u00e9is fotovoltaicos atende essa necessidade. Em alguns casos, empresas e institui\u00e7\u00f5es precisam dar essa resposta para o seu consumidor. Outras entendem que \u00e9 uma forma de agregar valor nas atividades. Em outros casos, regi\u00f5es isoladas dependem absolutamente dessa solu\u00e7\u00e3o para obter energia el\u00e9trica.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Quanto a empresa investiu para entrar nesse mercado?&nbsp;<\/p>\n<p>No total, US$ 1 milh\u00e3o. O investimento foi para integrar duas esta\u00e7\u00f5es solares. Temos no edif\u00edcio da nossa metal\u00fargica, a Fundi\u00e7\u00e3o Estrela, e outra integrada na Motor Z, empresa de ve\u00edculos el\u00e9tricos, que s\u00e3o abastecidos com energia, que batizamos de Eletroposto. Tamb\u00e9m investimos em capacita\u00e7\u00e3o de pessoal, engenharia, representantes comerciais, p\u00f3s-venda, treinamento e instaladores.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Como \u00e9 a instala\u00e7\u00e3o dos produtos e servi\u00e7os?&nbsp;<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o de um sistema fotovoltaico passa por algumas fases. O interessado recebe um direcionamento. Depois disso, a Energia Z d\u00e1 suporte na parte de projeto e instala\u00e7\u00e3o. Por ser um mercado jovem, a Energia Z cobre todas as fases de integra\u00e7\u00e3o para ser tang\u00edvel para quem quer dispor dessa solu\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; \u00c9 poss\u00edvel mensurar a redu\u00e7\u00e3o de impactos no meio <br \/>\nambiente ao usar essa energia?&nbsp;<br \/>\nH\u00e1 &nbsp;possibilidade de avalia\u00e7\u00e3o em diversos sentidos. Se comparar uma matriz de carv\u00e3o com uma fotovoltaica, \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o. Uma matriz hidrel\u00e9trica para fotovoltaica \u00e9 outra bem diferente. Termel\u00e9trica, uma intermedi\u00e1ria. A energia el\u00e9trica fotovoltaica \u00e9 gerada no ponto onde \u00e9 consumida: no telhado de uma casa, na cobertura de um edif\u00edcio. N\u00e3o existem transmiss\u00e3o, nem imobiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas produtivas e nem alagamentos. A integra\u00e7\u00e3o de uma esta\u00e7\u00e3o solar, n\u00e3o \u00e9 precedida de um estudo s\u00f3cio-econ\u00f4mico-ambiental, justamente por n\u00e3o se envolver nessa quest\u00e3o. O impacto ambiental de uma esta\u00e7\u00e3o solar \u00e9 zero. E ainda tem a vantagem de a mensura\u00e7\u00e3o do pay back energ\u00e9tico ser f\u00e1cil. Significa calcular o quanto de energia el\u00e9trica se gasta para fazer um painel. Depois, por quanto tempo ele precisa produzir energia para pagar essa conta. Um painel fotovoltaico tem um pay back energ\u00e9tico da ordem de um ano e meio. Ou seja, em um ano e meio de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica paga, em energia, o que gastou para ser produzido. Como esses sistemas t\u00eam uma vida \u00fatil, sem manuten\u00e7\u00e3o, de no m\u00ednimo 20 anos, o retorno energ\u00e9tico \u00e9 muito significativo. \u00c9 uma solu\u00e7\u00e3o diferenciada.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; O que s\u00e3o os pain\u00e9is fotovoltaicos?&nbsp;<\/p>\n<p>De uma forma bem simples, s\u00e3o placas, normalmente de vidro, integradas por duas l\u00e2minas de sil\u00edcio muito finas. Quando a irradia\u00e7\u00e3o solar atinge essa l\u00e2mina, existe uma diferen\u00e7a de potencial, que gera energia el\u00e9trica e \u00e9 captada atrav\u00e9s da fia\u00e7\u00e3o. A energia \u00e9 captada com determinada propriedade, passa por um conjunto de pain\u00e9is de inversores, que fazem uma c\u00f3pia da rede interna.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Quais s\u00e3o as perspectivas do mercado de energia solar para <br \/>\n2009?&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o muito positivas. Apesar de o mercado praticamente n\u00e3o existir, nossa afirma\u00e7\u00e3o surge em decorr\u00eancia de outra avalia\u00e7\u00e3o. Em 2007, t\u00ednhamos no Brasil apenas uma solicita\u00e7\u00e3o de certifica\u00e7\u00e3o Leed. Era uma edifica\u00e7\u00e3o que tinha o interesse de mostrar atrav\u00e9s de um certificado seu grau de sustentabilidade. Em 2008, o n\u00famero passou de 60. O crescimento \u00e9 exponencial. A partir do momento em que a energia el\u00e9trica fotovoltaica for experimentada e os benef\u00edcios mensurados, o crescimento se dar\u00e1 na mesma ordem, j\u00e1 que o potencial \u00e9 enorme.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; O cen\u00e1rio econ\u00f4mico passa por um momento turbulento. A crise vai afetar ou j\u00e1 afetou esse mercado?&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 um momento de forte turbul\u00eancia e as turbul\u00eancias trazem incertezas. N\u00e3o podemos ignorar isso. Mas acreditamos na efici\u00eancia da solu\u00e7\u00e3o, por isso n\u00e3o modificamos nossa expectativa de crescimento tanto para energia el\u00e9trica quanto para nossos outros neg\u00f3cios.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; At\u00e9 porque se os investimentos em meio ambiente forem <br \/>\nreduzidos, os impactos no futuro ser\u00e3o bem maiores.&nbsp;<\/p>\n<p>Exatamente. Esses temas continuam sendo discutidos. A op\u00e7\u00e3o da energia el\u00e9trica fotovoltaica \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o significativa para a qualidade ambiental. Isso est\u00e1 relacionado ao padr\u00e3o de comportamento social. Hoje, se receb\u00eassemos a not\u00edcia: &#8220;O Brasil nunca mais ter\u00e1 problemas energ\u00e9ticos. Encontramos uma hiper mina de carv\u00e3o, vamos queimar tudo e gerar energia el\u00e9trica.&#8221; Provavelmente, a sociedade <br \/>\nn\u00e3o aceitaria, porque existe um processo de altera\u00e7\u00e3o do comportamento. A energia fotovoltaica vai ao encontro desse anseio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Anteriormente, voc\u00ea falou do Eletroposto. O que \u00e9 isso?&nbsp;<\/p>\n<p>Dentro do Grupo Zeppini h\u00e1 uma empresa chamada Motor Z, que fabrica motonetas e scooters movidas a propuls\u00e3o el\u00e9trica. Como parte do show room da Energia Z, constru\u00edmos na frente do edif\u00edcio uma cobertura de pain\u00e9is fotovoltaicos suficiente para abrigar tr\u00eas ve\u00edculos. Essa cobertura est\u00e1 integrada na rede da Motor Z, e d\u00e1 a primeira carga de bateria de todos os ve\u00edculos. \u00c9 efetivamente um eletroposto. Toda a energia gerada vai para o abastecimento de um ve\u00edculo. O que se gera de energia nessa pequena \u00e1rea quadrada \u00e9 equivale a 250 cargas mensais, a uma m\u00e9dia de 40 km\/h, adotando as perdas intr\u00ednsecas de um ve\u00edculo parado.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; E como as motos s\u00e3o abastecidas?&nbsp;<\/p>\n<p>O abastecimento de um ve\u00edculo el\u00e9trico se d\u00e1 pela liga\u00e7\u00e3o de uma tomada na rede, como um celular ou um lap top. Entretanto, existe uma fundamenta\u00e7\u00e3o no Grupo Zeppini, que esse pode ser um meio muito interessante de abastecimento do ve\u00edculo el\u00e9trico de uso p\u00fablico, e n\u00e3o privado, como \u00e9 o caso da nossa empresa. Temos visto diversas iniciativas como a Renault-Nissan, que assinou contratos com governos de Israel, Portugal e Espanha para prover o ve\u00edculo el\u00e9trico e desenvolver a estrutura de abastecimento desses ve\u00edculos. Se forem ve\u00edculos leves, como \u00e9 o caso da Motor Z, n\u00e3o \u00e9 preciso carregar o ve\u00edculo em uma tomada. Simplesmente, o pacote de bateria pode ser trocado. A pessoa chega a um ponto de abastecimento, tira a caixa de bateria, coloca uma nova, paga a tarifa e vai embora. O pack de baterias \u00e9 transit\u00f3rio e n\u00e3o do ve\u00edculo. \u00c9 como se trocasse um tanque sem gasolina por um tanque com <br \/>\ngasolina.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Qual a expectativa de ades\u00e3o desse tipo de ve\u00edculo?&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00f3s temos um p\u00fablico-alvo. Um ve\u00edculo leve, no caso uma scooter, movido a eletricidade \u00e9 muito mais um paradigma do que um produto, apesar de o crescimento da ades\u00e3o ser acelerado. E esse p\u00fablico tem usado esses ve\u00edculos para v\u00e1rias circunst\u00e2ncias: uma boa parte para lazer e outra para pequenos deslocamentos dentro do bairro. Mas asseguro que, pela evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica apresentada, o ve\u00edculo el\u00e9trico estar\u00e1 no cen\u00e1rio urbano mesclado com outras solu\u00e7\u00f5es. N\u00e3o digo que ele ser\u00e1 t\u00e3o onipotente e onipresente como o ve\u00edculo a combust\u00e3o, mas seguramente, vai compor o cen\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Gazeta Mercantil<\/strong> &#8211; Quais s\u00e3o os projetos da Energia Z para o futuro?&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m das atividades iniciais, que visam sedimentar o interesse para uma fra\u00e7\u00e3o da matriz energ\u00e9tica, temos acordos formalizados, que em tr\u00eas anos, que \u00e9 o tempo que imaginamos que vai levar um consumo interno m\u00ednimo, para implementar uma unidade de fabrica\u00e7\u00e3o de pain\u00e9is solares no Brasil. <\/p>\n<p><b>Autor: Gazeta Mercantil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista \u00e0 Gazeta Mercantil, Paulo Rog\u00e9rio Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini, afirma que o futuro do mercado de energia solar no Brasil \u00e9 promissor. 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