{"id":15502,"date":"2008-12-16T22:03:26","date_gmt":"2008-12-16T22:03:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15502"},"modified":"2008-12-17T11:05:13","modified_gmt":"2008-12-17T11:05:13","slug":"bagaco-de-cana-representa-4-da-matriz-energetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/16\/bagaco-de-cana-representa-4-da-matriz-energetica\/","title":{"rendered":"Baga\u00e7o de cana representa 4% da matriz energ\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<p><em>A energia gerada a partir do baga\u00e7o da cana entrou definitivamente na matriz energ\u00e9tica brasileira e a pot\u00eancia j\u00e1 vendida ao governo federal supera os 4 mil MW, representando 4% da capacidade instalada de gera\u00e7\u00e3o no pa\u00eds<\/em>. <\/p>\n<p>Desde o fim de 2007 at\u00e9 agora, projetos de outros 2,4 mil MW entraram em an\u00e1lise na Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel). E para colocar somente esses empreendimentos em p\u00e9 ser\u00e3o necess\u00e1rios investimentos da ordem de R$ 16 bilh\u00f5es, se levados em considera\u00e7\u00e3o que na m\u00e9dia s\u00e3o necess\u00e1rios R$ 2,5 mil para gerar 1kW de energia.&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00f3 no ano de 2008 entraram em opera\u00e7\u00e3o comercial usinas com capacidade instalada de cerca de 500 MW, que exigiram investimentos de R$ 1,25 bilh\u00e3o. Para o pr\u00f3ximo ano, j\u00e1 existe a previs\u00e3o de que outros 700 MW entrem em opera\u00e7\u00e3o. A crise financeira internacional deve afetar somente os projetos de usinas para a entrega em 2010.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Faltam 15 dias para o pr\u00f3ximo ano, e as usinas previstas para 2009 j\u00e1 est\u00e3o a esta altura com financiamentos contratados e energia vendida&#8221;, lembra o diretor de comercializa\u00e7\u00e3o do grupo AES no Brasil, Ricardo Cunha. Mas para 2010 alguns sinais mostram que a crise pode afetar a entrega de energia. Cunha diz que alguns clientes j\u00e1 sinalizaram que os projetos v\u00e3o sofrer atrasos pela falta de recursos no mercado financeiro.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2010, pelo menos tr\u00eas dos 41 novos projetos de usinas, que incluem co-gera\u00e7\u00e3o a partir da biomassa, poder\u00e3o ficar comprometidos, segundo Antonio de Padua Rodrigues, diretor-t\u00e9cnico da Uni\u00e3o da Ind\u00fastria da Cana-de-A\u00e7\u00facar (Unica). Isso significa que os grupos que negociaram energia nos leil\u00f5es do governo federal poder\u00e3o n\u00e3o cumprir seus contratos de entrega.&nbsp;<\/p>\n<p>Para o pr\u00f3ximo ano, embora o cen\u00e1rio esteja sombrio para o setor sucroalcooleiro, as perspectivas s\u00e3o de que 35 novas unidades em constru\u00e7\u00e3o entrem em opera\u00e7\u00e3o. Na Aneel n\u00e3o h\u00e1 ainda pedidos oficiais de prorroga\u00e7\u00e3o por falta de cr\u00e9dito, segundo o superintendente de concess\u00f5es e autoriza\u00e7\u00f5es de gera\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia, H\u00e9lvio Guerra. As usinas que venderam energia no leil\u00e3o de reserva realizado no meio do ano &#8211; com capacidade instalada de mais de 2,3 mil MW &#8211; n\u00e3o informaram qualquer altera\u00e7\u00e3o de cronograma.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas mesmo sem crise, os atrasos s\u00e3o comuns \u00e0 atividade de gera\u00e7\u00e3o de energia. Dos 57 empreendimentos em obras no pa\u00eds, que corresponde \u00e0 aproximadamente 1.840 MW, cerca de 35 est\u00e3o com os cronogramas atrasados, perfazendo um total de 773 MW, e todos eles com atrasos registrados antes do in\u00edcio da crise financeira. Al\u00e9m disso, as empresas que vem demonstrando interesse nesses investimentos podem parar momentaneamente seus projetos mas devem concretizar seus planos no longo prazo.&nbsp;<\/p>\n<p>Em novembro, nenhum pedido de outorga de usina termel\u00e9trica movida a biomassa chegou \u00e0 Aneel. Mas os dados dos tr\u00eas meses anteriores n\u00e3o indicam redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de pedidos. &#8220;Precisar\u00edamos de mais tempo para a elabora\u00e7\u00e3o de um estudo visando identificar se o per\u00edodo do ano tem influ\u00eancia sobre o n\u00famero de pedidos (sazonalidade)&#8221;, diz Guerra.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), Maur\u00edcio Tolmasquim, lembra que a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o crescimento da produ\u00e7\u00e3o de etanol no Brasil seja de 150% nos pr\u00f3ximos dez anos, saltando de 25 bilh\u00f5es de litros para 64 bilh\u00f5es. &#8220;A consequ\u00eancia desse crescimento \u00e9 o aumento da quantidade de baga\u00e7o e portanto da co-gera\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Tolmasquim.&nbsp;<\/p>\n<p>O grupo Cosan, um dos maiores grupos de a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool do Brasil, anunciou ontem que dever\u00e1 investir R$ 1,8 bilh\u00e3o at\u00e9 2012\/13 em projetos de co-gera\u00e7\u00e3o. Paulo Diniz, vice-presidente de finan\u00e7as e com rela\u00e7\u00f5es com o mercado, afirmou que a companhia deve oferecer a partir de 2012 cerca de 1,900 gigawatt\/hora de suas usinas com projetos de co-gera\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Neste momento, o grupo est\u00e1 realizando investimentos em tr\u00eas de suas 18 unidades produtoras. As usinas Gasa, Costa Pinto e Bonfim, todas instaladas em S\u00e3o Paulo, est\u00e3o com investimentos em curso. &#8220;A unidade Gasa deve entregar energia para a CPFL a partir de 2009&#8221;, afirmou.&nbsp;<\/p>\n<p>Outras quatro unidades produtoras da Cosan aguardam aprova\u00e7\u00e3o do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) para darem in\u00edcio aos projetos de expans\u00e3o da capacidade de co-gera\u00e7\u00e3o de energia. O grupo participou dos \u00faltimos leil\u00f5es de reserva do governo federal e tem dois contratos bilaterais, com os grupos Rede e CPFL. <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A energia gerada a partir do baga\u00e7o da cana entrou definitivamente na matriz energ\u00e9tica brasileira e a pot\u00eancia j\u00e1 vendida ao governo federal supera os 4 mil MW, representando 4% da capacidade instalada de gera\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. 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