{"id":15496,"date":"2008-12-11T22:03:18","date_gmt":"2008-12-11T22:03:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15496"},"modified":"2008-12-15T15:58:29","modified_gmt":"2008-12-15T15:58:29","slug":"biodiesel-feito-de-algas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/11\/biodiesel-feito-de-algas\/","title":{"rendered":"Biodiesel feito de algas"},"content":{"rendered":"<p>Embora, entre as matrizes vegetais, a soja seja a principal base do biodiesel do Brasil, sua escala de produtividade \u00e9 baixa \u2013 de 400 a 600 quilos de \u00f3leo por hectare \u2013 e tem apenas um ciclo anual. O girassol pode produzir um pouco mais, de 630 a 900 quilos. No entanto, pesquisa realizada no Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) indica que microalgas encontradas no litoral brasileiro t\u00eam potencial energ\u00e9tico para produzir 90 mil quilos de \u00f3leo por hectare.&nbsp;<\/p>\n<p>E, segundo o estudo, elas t\u00eam diversas outras vantagens. Do ponto de vista ambiental, o biodiesel de microalgas libera menos g\u00e1s carb\u00f4nico na atmosfera do que os combust\u00edveis f\u00f3sseis, al\u00e9m de combater o efeito estufa e o superaquecimento.&nbsp;<\/p>\n<p>A alternativa tamb\u00e9m n\u00e3o entra em conflito com a agricultura, pode ser cultivada no solo pobre e com a \u00e1gua salobra do semi-\u00e1rido brasileiro \u2013 para onde a \u00e1gua do mar tamb\u00e9m pode ser canalizada \u2013 e abre possibilidades para que pa\u00edses tropicais (como a Polin\u00e9sia e na\u00e7\u00f5es africanas) possam come\u00e7ar a produzir matriz energ\u00e9tica. Al\u00e9m disso, as algas crescem mais r\u00e1pido do que qualquer outra planta.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO biodiesel de microalgas ainda n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel, mas em cinco anos haver\u00e1 empresas produzindo em larga escala\u201d, estima o bi\u00f3logo Sergio Louren\u00e7o, do Departamento de Biologia Marinha da UFF, respons\u00e1vel pelo estudo.&nbsp;<\/p>\n<p>Louren\u00e7o identificou dezenas de esp\u00e9cies com potencial para produzir o biodiesel em larga escala. O problema \u00e9 que a porcentagem de lip\u00eddios de cada alga n\u00e3o \u00e9 alta \u2013 poucas esp\u00e9cies chegam a 20% de concentra\u00e7\u00e3o. Mas a soja (18%) e o dend\u00ea (22%) tamb\u00e9m concentram baixas quantidades de lip\u00eddios. O amendoim concentra 40%.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSe a matriz tem baixa concentra\u00e7\u00e3o de lip\u00eddios, temos que acumular muito mais massa\u201d, explica o bi\u00f3logo. Por isso, ele e sua equipe trabalham em m\u00e9todos para estimular a concentra\u00e7\u00e3o de lip\u00eddios.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPor meio de t\u00e9cnicas de manipula\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de cultivo, conseguimos alterar a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica nos meios de cultura, aumentando assim a concentra\u00e7\u00e3o de lip\u00eddios. Em dez dias a biomassa est\u00e1 apta a ser colhida.\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco mais de um ano, o projeto vem sendo articulado com o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia e Tecnologia, o Minist\u00e9rio da Agricultura, a Secretaria Especial de \u00c1gua e Pesca e a Casa Civil, que conduz o Programa Nacional de Biodiesel.&nbsp;<\/p>\n<p>Conversas t\u00eam sido feitas com a Petrobras para apoiar o projeto. O financiamento permitiria o cultivo em grande densidade, em tanques de 20 mil litros, primeiramente em uma unidade da UFF, antes de ser levada ao semi-\u00e1rido. H\u00e1 tamb\u00e9m, segundo Louren\u00e7o, outra vantagem ecol\u00f3gica nesse cultivo: para faz\u00ea-las crescer, \u00e9 necess\u00e1rio tirar carbono da atmosfera.&nbsp;<\/p>\n<p>As microalgas s\u00e3o usadas h\u00e1 d\u00e9cadas na produ\u00e7\u00e3o de encapsulantes e na aquacultura, para alimentar peixes e outros animais. Segundo o pesquisador, desde a d\u00e9cada de 1970, depois da primeira grande crise do petr\u00f3leo de 1973, j\u00e1 se pensava na aplica\u00e7\u00e3o desses organismos marinhos para a produ\u00e7\u00e3o de energia a partir da biomassa.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPerdemos terreno por nunca ter investido o suficiente nessa frente. Hoje, o barril do petr\u00f3leo custa US$ 70 e j\u00e1 chegou a custar US$ 143 este ano, batendo um recorde hist\u00f3rico. O Brasil tem tudo para se tornar a pot\u00eancia energ\u00e9tica mundial. Nos encontramos na vanguarda dos biocombust\u00edveis: al\u00e9m de termos alcan\u00e7ado a auto-sufici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, temos o maior programa de \u00e1lcool do mundo\u201d, destacou.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com Louren\u00e7o, outra vantagem \u00e9 que, assim como a cana-de-a\u00e7\u00facar, mat\u00e9ria-prima do etanol, as microalgas demandam uma \u00e1rea pequena para seu cultivo e podem produzir uma quantidade de biocombust\u00edvel bem maior.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA cana-de-a\u00e7\u00facar ocupa 2% da \u00e1rea agr\u00edcola do Brasil, aproximadamente 45 milh\u00f5es de hectares. A Embrapa indica que o pa\u00eds tem ainda 100 milh\u00f5es de hectares que pode ocupar. O programa energ\u00e9tico prev\u00ea mais 2 milh\u00f5es de hectares, ainda assim uma fra\u00e7\u00e3o da \u00e1rea total dispon\u00edvel. Com o cultivo das microalgas ocupando apenas 1% da \u00e1rea que a soja utiliza hoje, pode-se produzir a mesma quantidade de biodiesel que ela produz ao ano\u201d, afirmou. <\/p>\n<p><strong>Algas para avia\u00e7\u00e3o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nPresidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Biologia Marinha e autor do livro Cultivo de Microalgas Marinhas: princ\u00edpio e aplica\u00e7\u00f5es (2006), Sergio Louren\u00e7o explica que n\u00e3o s\u00e3o todas as esp\u00e9cies de microalgas com potencial para biocombust\u00edvel, mas conta que aquelas que identificou tamb\u00e9m poderiam ser aplicadas para a produ\u00e7\u00e3o do bioquerosene, maior interesse do setor da avia\u00e7\u00e3o na atualidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Em fevereiro de 2008, um Boeing da companhia a\u00e9rea Virgin Atlantic fez um v\u00f4o entre Londres e Amsterd\u00e3 movido a bioquerosene \u00e0 base de \u00f3leo vegetal \u2013 uma mistura de baba\u00e7u e coco. As empresas a\u00e9reas gastam 85 bilh\u00f5es de gal\u00f5es de querosene tradicional por ano e s\u00e3o respons\u00e1veis por 3,5% das emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono no mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO setor tem que diminuir as emiss\u00f5es e pretende trabalhar com uma mistura de 20% de bioquerosene, hoje feita \u00e0 base de \u00f3leos vegetais, com o querosene tradicional, que custa o equivalente a 40% do pre\u00e7o de uma passagem a\u00e9rea\u201d, disse Louren\u00e7o. <br \/>\nSegundo ele, o processo de produ\u00e7\u00e3o do bioquerosene \u00e9 semelhante ao do biodiesel \u2013 ambas as mol\u00e9culas est\u00e3o presentes nas microalgas, com a diferen\u00e7a de que as do biodiesel s\u00e3o maiores.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cElas t\u00eam a mesma classe de mol\u00e9culas, mas com caracter\u00edsticas qu\u00edmicas diferentes; uma alga descartada para aplica\u00e7\u00e3o de biodiesel pode ser usada para bioquerosene\u201d, disse. <br \/>\nEm fevereiro de 2009, o setor aeron\u00e1utico estar\u00e1 reunido em Montreal, no Canad\u00e1, no Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Avia\u00e7\u00e3o (Iata) para discutir, entre outros assuntos, o uso das microalgas na produ\u00e7\u00e3o de bioquerosene. Esse foi tamb\u00e9m o destaque de um evento promovido pela Boeing em outubro passado.&nbsp;<\/p>\n<p>O projeto da UFF ser\u00e1 um dos destaques de um Congresso da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Biologia Marinha que ser\u00e1 realizado em abril de 2009, na cidade de B\u00fazios, no Rio de Janeiro. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia FAPESP<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora, entre as matrizes vegetais, a soja seja a principal base do biodiesel do Brasil, sua escala de produtividade \u00e9 baixa \u2013 de 400 a 600 quilos de \u00f3leo por hectare \u2013 e tem apenas um ciclo anual. O girassol pode produzir um pouco mais, de 630 a 900 quilos. 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