{"id":15493,"date":"2008-12-15T22:03:15","date_gmt":"2008-12-15T22:03:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15493"},"modified":"2008-12-15T11:55:51","modified_gmt":"2008-12-15T11:55:51","slug":"discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/","title":{"rendered":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco &#8211; Eminente Engenheiro do Ano 2008"},"content":{"rendered":"<p>Embora eu haja exercido atividades profissionais variadas durante 52 anos, tendo sido agraciado com homenagens de diversas naturezas, esta pode ser considerada como singular. Afinal, o que significa ser Engenheiro do Ano? Qual a contribui\u00e7\u00e3o especial que fiz \u00e0 engenharia? <br \/>\nUm dos ilustres membros da comiss\u00e3o que me escolheu para essa homenagem disse: \u201cO Instituto avalia aqui o conjunto da obra\u201d&nbsp;<\/p>\n<p>Mas quando come\u00e7ou a obra? Logo recordei que, como orador da turma de 1956 da Escola de Engenharia Mackenzie, assumi, com meus colegas, alguns compromissos solenes. Dentre eles, o de seguir ensinamentos como os de S. Tom\u00e1s de Aquino ao dizer \u201co homem \u00e9 por natureza destinado \u00e0 felicidade geral, obtida por meio da paz e da prosperidade\u201d. A li\u00e7\u00e3o de Anhaia Mello, um engenheiro e homem p\u00fablico destacado entre n\u00f3s, foi a de que \u201c\u00e9 mister dar prioridade aos conhecimentos do homem, \u00e0 psicologia humana, a uma base \u00e9tica firme, declarada, consentida. Assim, a ci\u00eancia servir\u00e1 ao Homem; de outra forma, ele, o Homem, ser\u00e1 escravo e vitima dela\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a carreira come\u00e7ou antes de se iniciar: com os ensinamentos colhidos no seio da fam\u00edlia; na fase de ouro da forma\u00e7\u00e3o escolar na inf\u00e2ncia e na juventude, base para o futuro; no conv\u00edvio com os colegas e professores universit\u00e1rios; no cont\u00ednuo aprendizado que a vida proporciona \u00e0queles que reconhecem o valor de seus companheiros de trabalho; nas li\u00e7\u00f5es que se colhem junto aos filhos e netos, interpretes da transforma\u00e7\u00e3o da sociedade.&nbsp;<\/p>\n<p>Descubro ent\u00e3o que sou um dos lembrados dentre os engenheiros dos \u00faltimos 77 anos&#8230; Isso vale uma comemora\u00e7\u00e3o!&nbsp;<\/p>\n<p>Nasci numa fam\u00edlia de engenheiros certamente ilustres; fiz parte de uma irmandade de professores universit\u00e1rios. Conheci companheiros not\u00e1veis de profiss\u00e3o de meu pai e de meus tios; convivi com professores de qualidade \u00edmpar, como com estudantes dedicados, n\u00e3o s\u00f3 nas escolas a que servi, mas em tantas outras com que interagi; colaborei na cria\u00e7\u00e3o de todas as unidades do Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia, em companhia de mestres inesquec\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n<p>Dirigi empresas e \u00f3rg\u00e3os do governo, onde contei sempre com a solidariedade e a vontade de realizar de todos os companheiros. Tive chefes e orientadores do mais elevado n\u00edvel. <br \/>\nAssim posso, de repente, refletir: \u201cn\u00e3o foi t\u00e3o dif\u00edcil construir o conjunto da obra\u201d.&nbsp;<\/p>\n<p>Mas quero aqui destacar alguns pontos altos da carreira de muitos de n\u00f3s. No desempenho de fun\u00e7\u00f5es p\u00fablicas temos a oportunidade de conhecer de perto o sofrimento alheio e at\u00e9 a mis\u00e9ria de muitos, num pa\u00eds como o nosso. Acompanhei no Interior do Estado o drama de muitas fam\u00edlias que ficam apartadas do progresso e at\u00e9 das condi\u00e7\u00f5es dignas de sobreviv\u00eancia porque a sua comunica\u00e7\u00e3o depende de estradas de terra, normalmente intransit\u00e1veis. Recordo a inaugura\u00e7\u00e3o de uma vicinal em Gabriel Monteiro, quando pediu a palavra um velho sacerdote holand\u00eas, de nome Thiago, e disse: \u201cvivo aqui h\u00e1 vinte anos e sou testemunha de quantas pessoas morreram por n\u00e3o ter acesso aos centros de sa\u00fade; de tantas crian\u00e7as que n\u00e3o tem como ir \u00e0s escolas; de quantos produtos perec\u00edveis se perdem no tempo das chuvas. Com a inaugura\u00e7\u00e3o desta estrada lhes digo que, agora, posso morrer em paz\u201d. E morreu tr\u00eas meses depois&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p>A resposta do Governo do Estado acudindo a essa car\u00eancia dos munic\u00edpios e ao desamparo das pessoas, foi o lan\u00e7amento, em dois anos e meio, de aproximadamente 420 estradas pavimentadas: 6.000 km de pavimenta\u00e7\u00e3o, dos quais 3.600 km entregamos prontos. Eu diria at\u00e9 do recorde de realiza\u00e7\u00e3o de 420 licita\u00e7\u00f5es em t\u00e3o curto espa\u00e7o de tempo, sem nenhuma censura do Tribunal de Contas, salvo uma por haver comprado seis sandu\u00edches em uma noite de ser\u00e3o&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p>Recordo haver conhecido, de fato, a pobreza, quando ocupei a Secretaria da Habita\u00e7\u00e3o: pessoas morando em corti\u00e7os, favelas, nas vias p\u00fablicas e at\u00e9 nos cemit\u00e9rios. O que esperar de um pa\u00eds que condena ao desemprego, \u00e0 desnutri\u00e7\u00e3o, \u00e0 deseduca\u00e7\u00e3o, \u00e0 mis\u00e9ria, \u00e0 indig\u00eancia, \u00e0 pratica de atos anti-sociais boa parte de seus cidad\u00e3os? Mais uma vez, a resposta do Estado se fez pronta: com um hist\u00f3rico de constru\u00e7\u00e3o de apenas 40.000 casas populares atrav\u00e9s de d\u00e9cadas, pudemos, em contrapartida, lan\u00e7ar um programa de 120.000 habita\u00e7\u00f5es, em 360 munic\u00edpios, e criar fontes de recursos que permitiram at\u00e9 agora erigir mais de 400.000 unidades, al\u00e9m de amplos programas de requalifica\u00e7\u00e3o habitacional.&nbsp;<\/p>\n<p>Sempre ouvi dizer que o funcion\u00e1rio p\u00fablico \u00e9 indolente, trabalha pouco. N\u00e3o foi o que constatei nas tr\u00eas vezes em que lidei com eles. O que lhes falta \u00e9 estimulo, \u00e9 lideran\u00e7a, \u00e9 acreditar que as obras em que se empenham ter\u00e3o continuidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Dirigi um conjunto de 50.000 funcion\u00e1rios, quando Secret\u00e1rio dos Transportes. Em todos os setores da Secretaria se desenvolveu um grande esfor\u00e7o, coroado de \u00eaxito. Houve exce\u00e7\u00f5es, \u00e9 claro, mas sem maior preju\u00edzo. Era um quadro inchado, por conta da burocracia que acompanha os atos do Governo. Em raz\u00e3o da dificuldade crescente de administrar a coisa p\u00fablica, ampliam-se hoje as concess\u00f5es \u00e0 iniciativa privada. Mas quem a prepara para os novos misteres \u00e9 a velha guarda do funcionalismo p\u00fablico.&nbsp;<\/p>\n<p>Sempre ouvi dizer que n\u00e3o h\u00e1 recursos para a solu\u00e7\u00e3o da maior parte dos problemas p\u00fablicos. N\u00e3o \u00e9 o que vi. Claro, o dinheiro n\u00e3o est\u00e1 nas \u00e1rvores, mas na improdutividade nacional. Se os recursos materiais e humanos forem aplicados sem desperd\u00edcios e com est\u00edmulo \u00e0 produtividade, se os trabalhadores forem motivados, as coisas mudam. O que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel \u00e9 aceitar que a Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo suporte, todos os anos, preju\u00edzos s\u00f3cio-ambientais, derivados do transporte e do tr\u00e2nsito, da ordem de 30 a 40 bilh\u00f5es de reais! E, o que \u00e9 pior: h\u00e1 50 anos esses preju\u00edzos equivalem a um or\u00e7amento municipal por ano. Ou seja, perdemos nesse per\u00edodo algo como um trilh\u00e3o de d\u00f3lares!&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 triste observar que na maior parte das vezes enfrentamos problemas p\u00fablicos conhecidos h\u00e1 dezenas de anos. Da minha pr\u00f3pria experi\u00eancia colho exemplos: em 1961 eu escrevera artigos sugerindo modelos novos de equacionamento do tr\u00e2nsito; em 1967 escrevi artigos em muitos \u00f3rg\u00e3o da imprensa advertindo que a solu\u00e7\u00e3o dos problemas do tr\u00e2nsito estava no transporte p\u00fablico; no fim da d\u00e9cada de 1970, fui o respons\u00e1vel, como diretor da CMTC, pela moderniza\u00e7\u00e3o dos tr\u00f3leibus e inicio da implanta\u00e7\u00e3o de ampla rede de corredores eletrificados.&nbsp;<\/p>\n<p>O que aconteceu com tudo isso? Pouco se fez e a cidade se tornou invi\u00e1vel. A polui\u00e7\u00e3o e os acidentes tomaram conta da vida urbana.&nbsp;<\/p>\n<p>O caso dos tr\u00f3leibus \u00e9 paradigm\u00e1tico. J\u00e1 na d\u00e9cada de 1930 renomados engenheiros publicaram estudos relativos \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de linhas de \u00f4nibus el\u00e9tricos em S\u00e3o Paulo. Tempos depois, a Comiss\u00e3o de Estudos de Transportes Coletivos, da Prefeitura Municipal, publicou minucioso relat\u00f3rio sobre os transportes na Capital, em que inclu\u00eda o projeto de opera\u00e7\u00e3o com tr\u00f3leibus (1943). Em 1949 inaugurou-se a primeira linha.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1975 foi elaborado pelo Governo do Estado, em parceria com a Municipalidade, o Plano Sistran, que previu ampla rede de corredores de transporte por tr\u00f3leibus, iniciada a partir de 1977. Apesar disso, os tr\u00f3leibus da Cidade v\u00eam sendo removidos nos \u00faltimos anos, exatamente na \u00e9poca em que mundialmente se reconhece a necessidade de reduzir o consumo de combust\u00edveis que contaminam a atmosfera, refor\u00e7ando o transporte p\u00fablico eletrificado.&nbsp;<\/p>\n<p>Incluo nesse coment\u00e1rio o grande esfor\u00e7o que o poder p\u00fablico fez desde 1940 para, no \u00e2mbito de um conceito de uso m\u00faltiplo das \u00e1guas, desenvolver o transporte hidrovi\u00e1rio, que ainda hoje \u00e9 incipiente no Estado, ao mesmo tempo em que cresce a participa\u00e7\u00e3o do transporte rodovi\u00e1rio. <\/p>\n<p>Mas o nosso compromisso de formatura apoiou-se tamb\u00e9m em ensinamentos do Padre Louis Lebret quando disse: \u201cno mundo moderno, a solidariedade deve ser tal que n\u00e3o se pode mais pensar em termos de cidade, regi\u00e3o ou pa\u00eds; os problemas s\u00f3 podem e s\u00f3 devem ser considerados em termos de humanidade\u201d. Esse dever de solidariedade me levou a Mo\u00e7ambique, para uma colabora\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria nas \u00e1reas de transporte e habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;Na \u00c1frica, entendi a revolta contra o colonialismo, que sugou os recursos naturais das na\u00e7\u00f5es pobres e as abandonou na mis\u00e9ria. Mais ainda, estimulou guerras e guerrilhas que, em Mo\u00e7ambique, mutilaram milhares e milhares de cidad\u00e3os. Por isso n\u00e3o estranhei a proposta de um ilustre economista norte americano, anos atr\u00e1s, de que o lixo do mundo desenvolvido fosse enviado \u00e0 \u00c1frica, mediante algum tipo de pagamento. Um ato de grande boa vontade, de profunda benemer\u00eancia&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p>Mas a solidariedade universal n\u00e3o \u00e9 apenas uma manifesta\u00e7\u00e3o de boa vontade: \u00e9 tamb\u00e9m de sobreviv\u00eancia do Planeta. A constata\u00e7\u00e3o de que a demanda de recursos naturais no globo terrestre j\u00e1 supera em 30% a sua capacidade de reposi\u00e7\u00e3o, contrastando ainda com a exist\u00eancia de 1,4 bilh\u00f5es de seres humanos vivendo abaixo do n\u00edvel de pobreza, mostra inequivocamente que o modo de vida dos pa\u00edses ricos inviabilizou o Planeta.&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, esse mesmo modo de vida, que tem produzido guerras de conquista em alguns pa\u00edses, gera res\u00edduos capazes de alterar o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico em escala global, mais uma vez inviabilizando a vida terrestre. Assim fica evidente a necessidade da presen\u00e7a do estado ou at\u00e9 de sua interven\u00e7\u00e3o nos neg\u00f3cios privados, quando se trata de evitar o mal maior. A interven\u00e7\u00e3o do Estado na economia n\u00e3o \u00e9 uma quebra dos princ\u00edpios democr\u00e1ticos, como disse Friedman, mas uma imposi\u00e7\u00e3o da equidade social, da pr\u00f3pria defesa dos direitos democr\u00e1ticos. A crise mundial est\u00e1 mostrando isso.&nbsp;<\/p>\n<p>Tais observa\u00e7\u00f5es nos levam a algumas reflex\u00f5es no campo da engenharia. A engenharia da antiguidade produziu constru\u00e7\u00f5es monumentais, como pir\u00e2mides, aquedutos, catedrais, baseadas num importante conhecimento da geometria e uma enorme sensibilidade no campo da estabilidade das constru\u00e7\u00f5es. N\u00e3o havia grande preocupa\u00e7\u00e3o com o equil\u00edbrio econ\u00f4mico, pois o trabalho era escravo e o objetivo, no mais das vezes, era satisfazer a vaidade dos governantes autorit\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>Com o passar do tempo, veio o sentimento da \u201cviabilidade econ\u00f4mica\u201d que, at\u00e9 pouco tempo, foi o condutor maior das obras de engenharia. Lembro-me, entretanto, da preocupa\u00e7\u00e3o do eng\u00ba Pl\u00ednio de Queiroz, na d\u00e9cada de 1970, com \u201co alcance econ\u00f4mico e social da obra\u201d, que ele caracterizava como uma \u201cengenharia global\u201d. Essa considera\u00e7\u00e3o faz distinguir os grandes monumentos do fascismo italiano e espanhol, da nossa catedral de Bras\u00edlia, int\u00e9rprete das s\u00faplicas do povo, dirigidas aos C\u00e9us, e da gratid\u00e3o pelas b\u00ean\u00e7\u00e3os alcan\u00e7adas.&nbsp;<\/p>\n<p>No caminho da Hist\u00f3ria, algumas d\u00e9cadas atr\u00e1s adveio a preocupa\u00e7\u00e3o com a an\u00e1lise ambiental e a sustentabilidade dos projetos, inicialmente em \u00e2mbito regional e nacional, mas agora dentro de uma vis\u00e3o global. O chamado \u201cretorno social\u201d \u00e9 hoje a grande preocupa\u00e7\u00e3o na an\u00e1lise dos projetos, tendente a influir na desigualdade social, cada vez mais em termos universais.&nbsp;<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o conceito da Nova Engenharia, que se associa aos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos como nos campos da otimiza\u00e7\u00e3o da energia, da gen\u00e9tica, etc.&nbsp;<\/p>\n<p>A crise econ\u00f4mica de nossos dias enseja reflex\u00f5es muito importantes e a\u00e7\u00f5es novas no caminho da solidariedade e da sustentabilidade universais. Particularmente em nosso Pa\u00eds, onde a produtividade equivale a 27% daquela dos Estados Unidos, todas as aten\u00e7\u00f5es devem ser dadas a esse fator do desenvolvimento.&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel aceitar que 93% das cargas transportadas no Estado de S\u00e3o Paulo estejam confiadas a caminh\u00f5es que, para se tornarem competitivos, circulam com idade m\u00e9dia de 20 anos, sem inspe\u00e7\u00e3o veicular, por motoristas submetidos a regime de trabalho de 20 a 30 horas sem descanso; n\u00e3o \u00e9 mais admiss\u00edvel que toda a popula\u00e7\u00e3o que se desloca por autom\u00f3veis e \u00f4nibus suporte uma perda de efici\u00eancia no trabalho da ordem de 20% e que 14 milh\u00f5es de deslocamentos, por dia, se d\u00eaem a p\u00e9; n\u00e3o \u00e9 mais aceit\u00e1vel que a maior parte dos transportes motorizados se realize atrav\u00e9s de ve\u00edculos cujo rendimento energ\u00e9tico m\u00e1ximo n\u00e3o ultrapasse a casa dos 30%, o restante da energia transformado em calor; n\u00e3o \u00e9 mais suport\u00e1vel que o deslocamento de uma pessoa em S\u00e3o Paulo consuma 26 vezes mais energia do que pelo metr\u00f4.&nbsp;<\/p>\n<p>A engenharia tem tudo a ver com a solu\u00e7\u00e3o desses problemas. O ant\u00eddoto para a crise econ\u00f4mica, dizem os entendidos desde Keynes, est\u00e1 no investimento em atividades produtivas, particularmente nas infraestruturas, mas n\u00e3o naquelas que perderam o senso de produtividade. <br \/>\nInfraestrutura + Produtividade = Nova Engenharia&nbsp;<\/p>\n<p>A Nova Engenharia \u00e9 a Solu\u00e7\u00e3o da Crise <br \/>\nOxal\u00e1 possamos aproveitar as novas exig\u00eancias universais para reformar os rumos nacionais, internos e externos.&nbsp;<\/p>\n<p>A grande verdade \u00e9 que sabemos muito e praticamos pouco. Aprendemos tudo sobre a Terra com o cacique Seatle em 1854; prometemos respeit\u00e1-la na Carta da Terra, em 2001. Mas continuamos no caminho predat\u00f3rio da delapida\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio da Humanidade. <br \/>\nEntretanto, nossa conduta pode ser revertida. Como tem dito o novo presidente norte-americano:&nbsp;<\/p>\n<p>NADA \u00c9 IMPOSS\u00cdVEL <\/p>\n<p><b>Autor: Adriano Murgel Branco<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora eu haja exercido atividades profissionais variadas durante 52 anos, tendo sido agraciado com homenagens de diversas naturezas, esta pode ser considerada como singular. Afinal, o que significa ser Engenheiro do Ano? Qual a contribui\u00e7\u00e3o especial que fiz \u00e0 engenharia? Um dos ilustres membros da comiss\u00e3o que me escolheu para essa homenagem disse: \u201cO Instituto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[114,27],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15493","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-artigos","7":"category-instituto-de-engenharia"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Embora eu haja exercido atividades profissionais variadas durante 52 anos, tendo sido agraciado com homenagens de diversas naturezas, esta pode ser considerada como singular. Afinal, o que significa ser Engenheiro do Ano? Qual a contribui\u00e7\u00e3o especial que fiz \u00e0 engenharia? Um dos ilustres membros da comiss\u00e3o que me escolheu para essa homenagem disse: \u201cO Instituto [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Instituto de Engenharia\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2008-12-15T22:03:15+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@iengenharia\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"TMax Tecnologia\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"11 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\"},\"author\":{\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\"},\"headline\":\"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco &#8211; Eminente Engenheiro do Ano 2008\",\"datePublished\":\"2008-12-15T22:03:15+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\"},\"wordCount\":2309,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Artigos\",\"Instituto de Engenharia\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\",\"name\":\"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\"},\"datePublished\":\"2008-12-15T22:03:15+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco &#8211; Eminente Engenheiro do Ano 2008\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"description\":\"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization\",\"name\":\"Instituto de Engenharia\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg\",\"width\":1486,\"height\":1879,\"caption\":\"Instituto de Engenharia\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia\",\"https:\/\/x.com\/iengenharia\",\"https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/\",\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f\",\"name\":\"TMax Tecnologia\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"TMax Tecnologia\"},\"url\":\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia","og_description":"Embora eu haja exercido atividades profissionais variadas durante 52 anos, tendo sido agraciado com homenagens de diversas naturezas, esta pode ser considerada como singular. Afinal, o que significa ser Engenheiro do Ano? Qual a contribui\u00e7\u00e3o especial que fiz \u00e0 engenharia? Um dos ilustres membros da comiss\u00e3o que me escolheu para essa homenagem disse: \u201cO Instituto [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/","og_site_name":"Instituto de Engenharia","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","article_published_time":"2008-12-15T22:03:15+00:00","author":"TMax Tecnologia","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@iengenharia","twitter_site":"@iengenharia","twitter_misc":{"Escrito por":"TMax Tecnologia","Est. tempo de leitura":"11 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/"},"author":{"name":"TMax Tecnologia","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f"},"headline":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco &#8211; Eminente Engenheiro do Ano 2008","datePublished":"2008-12-15T22:03:15+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/"},"wordCount":2309,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Artigos","Instituto de Engenharia"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/","name":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco - Eminente Engenheiro do Ano 2008 - Instituto de Engenharia","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2008-12-15T22:03:15+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/12\/15\/discurso-do-engenheiro-adriano-murgel-branco-eminente-engenheiro-do-ano-2008\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Discurso do engenheiro Adriano Murgel Branco &#8211; Eminente Engenheiro do Ano 2008"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","name":"Instituto de Engenharia","description":"O Instituto de Engenharia promove a Engenharia em benef\u00edcio do desenvolvimento e da qualidade de vida da sociedade.","publisher":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#organization","name":"Instituto de Engenharia","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/logo-novo-IE2018-1.jpg","width":1486,"height":1879,"caption":"Instituto de Engenharia"},"image":{"@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/institutodeengenharia","https:\/\/x.com\/iengenharia","https:\/\/www.instagram.com\/institutodeengenharia\/","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/instituto-de-engenharia\/","https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCXiCAlsSMe977vamW915HxA"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/#\/schema\/person\/3b1ff109facef084739fc2edcb9a127f","name":"TMax Tecnologia","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/f912434ef7f389c92cb311fcdae346af848465d638912574b3c669070f797701?s=96&d=mm&r=g","caption":"TMax Tecnologia"},"url":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/author\/tmax\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15493","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15493"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15493\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15493"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15493"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15493"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}