{"id":15464,"date":"2008-11-28T22:02:46","date_gmt":"2008-11-28T22:02:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15464"},"modified":"2008-11-28T16:24:23","modified_gmt":"2008-11-28T16:24:23","slug":"brasileiros-vao-a-india-para-capacitar-maodeobra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/11\/28\/brasileiros-vao-a-india-para-capacitar-maodeobra\/","title":{"rendered":"Brasileiros v\u00e3o \u00e0 \u00cdndia para capacitar m\u00e3o-de-obra"},"content":{"rendered":"<p>Para manter o padr\u00e3o de qualidade na fabrica\u00e7\u00e3o de equipamentos, a Alstom, empresa francesa que produz componentes para os setores de energia e transporte, promove interc\u00e2mbio de tecnologia e de m\u00e3o-de-obra de seus mais antigos funcion\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Aqui na \u00cdndia, por exemplo, n\u00f3s trouxemos cinco brasileiros especializados em soldagem para capacitar a m\u00e3o-de-obra local&#8221;, conta Luiz Hercus, brasileiro que dirige a unidade fabril da francesa Alstom na \u00cdndia h\u00e1 quatro anos e meio. Dos cinco funcion\u00e1rios brasileiros, tr\u00eas trabalham na Alstom h\u00e1 cerca de 40 anos.&nbsp;<\/p>\n<p>A \u00cdndia, segundo pa\u00eds mais populoso do mundo, com 1,1 bilh\u00e3o de habitantes e que abriga a maior comunidade hindu do planeta (mais de 80% do total de indianos), tem mantido taxas de crescimento econ\u00f4mico entre 7% e 8% nos \u00faltimos anos e, segundo empreendedores e analistas ocidentais, a ascens\u00e3o da economia ser\u00e1 ainda maior nos pr\u00f3ximos anos.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m da boa localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica (est\u00e1 a 4 mil quil\u00f4metros da gigante China), terreno e m\u00e3o-de-obra t\u00eam custos muito baixos se comparados ao Ocidente. Por\u00e9m, para se instalar no pa\u00eds, \u00e9 preciso compreender os costumes hindu\u00edstas, que muitas vezes podem ser vistos como prejudiciais \u00e0 produtividade.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Aqui eles precisam rezar de tr\u00eas em tr\u00eas horas. N\u00e3o importa o que estejam fazendo naquele momento, eles se dirigem a um dos pequenos templos e rezam&#8221;, conta Hercus. Ao circular pela f\u00e1brica da empresa s\u00e3o vistos in\u00fameros templos constru\u00eddos pelos indianos conforme manda os seus costumes. O templo \u00e9 uma esp\u00e9cie de santu\u00e1rio feito \u00e0 m\u00e3o, coberto com muito brilho e cores fortes, e que abriga as imagens dos dois principais deuses louvados pelos hindus: Ganesh e Shiva.&nbsp;<\/p>\n<p>Cada detalhe destas imagens tem um significado para os indianos. &#8220;Para eles rezarem, h\u00e1 todo um ritual. Por exemplo, eles n\u00e3o podem ficar de sapatos&#8221;, diz Bernadino Chmurzenski, rec\u00e9m-chegado ao pa\u00eds e que afirma ainda estar em adapta\u00e7\u00e3o. Luiz Silva, outro funcion\u00e1rio da companhia, trabalha na Alstom h\u00e1 mais de quatro d\u00e9cadas, j\u00e1 morou em diversos pa\u00edses nos quais a empresa mant\u00e9m opera\u00e7\u00e3o e est\u00e1 h\u00e1 mais de quatro anos com os indianos.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;J\u00e1 passei por muitos lugares, mas nunca tinha visto coisas t\u00e3o curiosas e diferentes como aqui&#8221;, conta. Silva j\u00e1 capacitou 600 indianos para serem soldadores &#8211; hoje, cerca de 150 trabalham na f\u00e1brica da Alstom em Vadodara, na \u00cdndia. Outra dificuldade relatada pelos brasileiros \u00e9 o idioma. &#8220;Oficialmente eles t\u00eam 17 dialetos&#8221;, diz Hercus, o diretor da f\u00e1brica.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea imagina a dificuldade que tivemos e temos para ensinar as coisas a eles?&#8221;, indaga. &#8220;\u00c9 preciso ser bom de m\u00edmica&#8221;, brinca. Os hindus consideram as vacas animais sagrados e, portanto, n\u00e3o comem sua carne. Carneiro, frango, peixe e camar\u00e3o (sempre preparados da mesma maneira), acompanhados de arroz, lentilha e p\u00e3o, s\u00e3o os pratos di\u00e1rios dos indianos.&nbsp;<\/p>\n<p>Garfo e faca s\u00e3o proibidos, o talher deles \u00e9 o p\u00e3o. Al\u00e9m disso, a m\u00e3o esquerda \u00e9 considerada impura, por isso comem com a m\u00e3o direita sem aux\u00edlio nenhum do outro bra\u00e7o. Os funcion\u00e1rios da Alstom contam que, h\u00e1 cinco anos, quando a f\u00e1brica de turbinas de hidrel\u00e9tricas come\u00e7ou a funcionar, n\u00e3o haviam mesas na unidade. Segundo os brasileiros, os indianos trabalhavam agachados no ch\u00e3o. Preocupada com a postura dos funcion\u00e1rios locais, a Alstom comprou mesas e cadeiras.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Quando as mesas chegaram, entramos na f\u00e1brica e os indianos estavam agachados em cima da mesa trabalhando&#8221;, conta Silva. Os hindu\u00edstas acreditam na reencarna\u00e7\u00e3o e, somente considerando este ponto, \u00e9 que um ocidental consegue entender o t\u00e3o falado sistema de castas.&nbsp;<\/p>\n<p>Esta hierarquia tamb\u00e9m est\u00e1 intimamente ligada \u00e0 possibilidade de conseguir m\u00e3o-de-obra dispon\u00edvel e com inten\u00e7\u00e3o de ser capacitada. Por exemplo, um dos mec\u00e2nicos indianos que trabalha na f\u00e1brica da Alstom comenta que seu filho j\u00e1 sabe bastante sobre mec\u00e2nica. Em seguida, ele \u00e9 questionado sobre se seu filho poderia ser m\u00e9dico caso tivesse essa vontade.&nbsp;<\/p>\n<p>O indiano \u00e9 enf\u00e1tico: &#8220;Se ele devesse ser m\u00e9dico, teria nascido em uma fam\u00edlia de m\u00e9dicos&#8221;. Na filosofia indiana a vida \u00e9 um eterno retorno e os percal\u00e7os do caminho n\u00e3o s\u00e3o motivo de raiva. A sociedade \u00e9 dividida em quatro castas: Br\u00e2mane, a mais alta e composta por intelectuais, fil\u00f3sofos e educadores; seguida da Kshatriya, administradores e soldados; Vaishya, comerciantes e pastores; e Sudras, artes\u00e3os e trabalhadores bra\u00e7ais. <\/p>\n<p><b>Autor: Gazeta Mercantil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para manter o padr\u00e3o de qualidade na fabrica\u00e7\u00e3o de equipamentos, a Alstom, empresa francesa que produz componentes para os setores de energia e transporte, promove interc\u00e2mbio de tecnologia e de m\u00e3o-de-obra de seus mais antigos funcion\u00e1rios.&nbsp; &#8220;Aqui na \u00cdndia, por exemplo, n\u00f3s trouxemos cinco brasileiros especializados em soldagem para capacitar a m\u00e3o-de-obra local&#8221;, conta Luiz [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,42],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15464","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-urbanismo"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - 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