{"id":15459,"date":"2008-11-26T22:02:39","date_gmt":"2008-11-26T22:02:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15459"},"modified":"2008-11-27T18:02:30","modified_gmt":"2008-11-27T18:02:30","slug":"gas-natural-veicular-completa-17-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/11\/26\/gas-natural-veicular-completa-17-anos\/","title":{"rendered":"G\u00e1s natural veicular completa 17 anos"},"content":{"rendered":"<p>No \u00faltimo dia 8, o segmento de G\u00e1s Natural Veicular (GNV) deu um passo para sua maioridade, quando completou 17 anos de exist\u00eancia no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>Uma hist\u00f3ria que caminhou paralelamente aos avan\u00e7os e retrocessos naturais da conjuntura e do setor de energia. No acerto do compasso, considerando-se o objetivo do governo de aumentar a participa\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural na matriz energ\u00e9tica nacional, saindo do patamar de 9,3%, em 2007, para 16% em 2014, e o volume do recurso a ser produzido no futuro em fun\u00e7\u00e3o das recentes descobertas do pr\u00e9-sal, o Pa\u00eds pode se tornar exportador de G\u00e1s Natural Liq\u00fcefeito (GNL), atendido o mercado interno.&nbsp;<\/p>\n<p>Ao longo do tempo foram superadas algumas etapas importantes para alcan\u00e7ar o patamar atual de reorganiza\u00e7\u00e3o do setor: a fase em que se discutiam os contratos de fornecimento de g\u00e1s natural entre a Petrobras e as concession\u00e1rias de g\u00e1s, tomando como base que estes contratos j\u00e1 est\u00e3o assinados e o aprimoramento da sistem\u00e1tica de abastecimento com a utiliza\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural para o sistema de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica do pa\u00eds de forma competente pelos agentes envolvidos.&nbsp;<\/p>\n<p>O aumento da produ\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural nacional apresenta um crescimento de 18,38% quando se compara \u00e0 m\u00e9dia de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria dos nove primeiros meses de 2008 com a de 2007. A realidade do GNL se incorpora de forma definitiva como um produto para consumo nas t\u00e9rmicas movidas a g\u00e1s natural, reduzindo poss\u00edveis riscos de suprimento para o setor de gera\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, com o breve in\u00edcio de opera\u00e7\u00e3o dos terminais de regaseifica\u00e7\u00e3o no Cear\u00e1 e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;Os cen\u00e1rios apontam maior maturidade ainda com a exist\u00eancia do plano de conting\u00eancia por parte do governo e da Petrobras para situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e pontuais, nas quais as melhores pr\u00e1ticas log\u00edsticas de suprimento j\u00e1 est\u00e3o sendo aplicadas, visando minimizar poss\u00edveis problemas para o mercado consumidor.&nbsp;<\/p>\n<p>Bem-aventurado \u00e9 o pa\u00eds que pode dispor de uma ampla e variada matriz energ\u00e9tica, como o g\u00e1s natural, o \u00e1lcool e o biodiesel. Diz o ditado popular que n\u00e3o devemos colocar todos os ovos em uma mesma cesta, pois em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia e de sazonalidades podemos ter mais dificuldade nos per\u00edodos cr\u00edticos que podem ocorrer, desde problemas clim\u00e1ticos, acidentes inesperados e mesmo condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas adversas.&nbsp;<\/p>\n<p>O GNV tem uma participa\u00e7\u00e3o de 11,22% na Matriz Energ\u00e9tica do G\u00e1s Natural no Brasil. Temos hoje a terceira maior frota mundial movida a GNV, com 1.572.648 ve\u00edculos. Temos 6% de toda a frota nacional de 25,3 milh\u00f5es, movida a g\u00e1s. J\u00e1 dispomos de g\u00e1s natural em 263 cidades no pa\u00eds e 1.604 postos de abastecimento oferecem este produto aos consumidores.&nbsp;<\/p>\n<p>Para algumas concession\u00e1rias de g\u00e1s natural, a venda do GNV representa 45 a 47% do volume comercializado, viabilizando atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de gasodutos para atingir estes postos de combust\u00edveis a possibilidade de atendimento de outros mercados como o residencial e o comercial em fun\u00e7\u00e3o da viabilidade econ\u00f4mica pelo volume comercializado nos postos.&nbsp;<\/p>\n<p>A economia para o consumidor com o uso do GNV \u00e9 muito grande. N\u00e3o se pode apenas comparar o pre\u00e7o do combust\u00edvel nas bombas sem levar em conta o rendimento para cada produto. Com 1 m3 de g\u00e1s se roda em m\u00e9dia 13 km , com 1 litro de gasolina se roda em m\u00e9dia 10 km e com 1 litro de \u00e1lcool se roda em m\u00e9dia 7 km. Dependendo da regi\u00e3o do pa\u00eds esta economia pode ser de 39 a 53% a favor do GNV.&nbsp;<\/p>\n<p>Neste momento em que se discute o marco regulat\u00f3rio na \u00e1rea de energia, se debate ainda como obter recursos financeiros necess\u00e1rios para o desenvolvimento da explora\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e transporte futuro do g\u00e1s natural nos campos de pr\u00e9-sal, n\u00e3o podemos nos esquecer que sem a exist\u00eancia de um mercado consumidor forte e diversificado n\u00e3o tem sentido para o Pa\u00eds realizar este elevado investimento. Este mercado n\u00e3o \u00e9 desenvolvido da noite para o dia, pois a infra-estrutura na \u00e1rea da distribui\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deve ser realizada para permitir a comercializa\u00e7\u00e3o destes fant\u00e1sticos volumes.&nbsp;<\/p>\n<p>Para podermos comercializar 134 milh\u00f5es de m3\/dia em 2012 (sem considerarmos os novos volumes do pr\u00e9-sal), temos que sair do patamar dos atuais 51 milh\u00f5es de m3\/dia. Para isto precisamos passar pelos 60, 70, 80, 90, 100, 110,120 e 130 milh\u00f5es de m3\/dia. Isto se constr\u00f3i dia-a-dia com credibilidade e passo a passo. O GNV \u00e9 parte importante deste processo. <\/p>\n<p><b>Autor: Jornal do Commercio<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u00faltimo dia 8, o segmento de G\u00e1s Natural Veicular (GNV) deu um passo para sua maioridade, quando completou 17 anos de exist\u00eancia no Brasil.&nbsp; Uma hist\u00f3ria que caminhou paralelamente aos avan\u00e7os e retrocessos naturais da conjuntura e do setor de energia. 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