{"id":15428,"date":"2008-11-12T22:02:08","date_gmt":"2008-11-12T22:02:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15428"},"modified":"2008-11-13T10:08:11","modified_gmt":"2008-11-13T10:08:11","slug":"construcao-reduz-o-ritmo-dos-lancamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/11\/12\/construcao-reduz-o-ritmo-dos-lancamentos\/","title":{"rendered":"Constru\u00e7\u00e3o reduz o ritmo dos lan\u00e7amentos"},"content":{"rendered":"<p>Depois da queda brusca da cota\u00e7\u00e3o das empresas de constru\u00e7\u00e3o na Bolsa, reflexo da crise financeira internacional, a preocupa\u00e7\u00e3o com os caixas das companhias tem provocado mudan\u00e7a na velocidade de seus lan\u00e7amentos, em alguns casos at\u00e9 a redu\u00e7\u00e3o pela metade, como a CR2 Empreendimentos Imobili\u00e1rios S.A., que reduziu a meta de lan\u00e7amentos de R$ 1,2 bilh\u00e3o para R$ 500 milh\u00f5es em 2008, projetando R$ 600 milh\u00f5es para o ano que vem. <\/p>\n<p>Apesar disso, ontem, v\u00e1rias companhias apresentaram resultados, e o lucro l\u00edquido de algumas manteve alta no \u00faltimo trimestre &#8211; per\u00edodo anterior ao impacto da crise. Mas os balan\u00e7os demonstraram que os rendimentos come\u00e7aram a crescer menos no \u00faltimo trimestre, ainda que com desempenho favor\u00e1vel \u00e0s empresas. A incorporadora Rodobens Neg\u00f3cios Imobili\u00e1rios S.A., por exemplo, disse que sentiu redu\u00e7\u00e3o nas vendas a partir do m\u00eas de agosto. Ainda assim, a empresa, focada em im\u00f3veis residenciais at\u00e9 R$ 150 mil (programa Terra Nova), obteve lucro l\u00edquido de R$ 32 milh\u00f5es no per\u00edodo, e R$ 74 milh\u00f5es nos \u00faltimos nove meses &#8211; crescimento de 341% em rela\u00e7\u00e3o a 2007. <\/p>\n<p>Apesar disso, por conta da desacelera\u00e7\u00e3o das vendas em agosto, a empresa viu que era hora de ter mais prud\u00eancia nos lan\u00e7amentos no terceiro trimestre, o que explica a contra\u00e7\u00e3o nas vendas em rela\u00e7\u00e3o aos trimestres anteriores. &#8220;Mesmo com os lan\u00e7amentos concentrados no final do per\u00edodo (53% na \u00faltima quinzena de setembro), mantivemos a nossa velocidade de vendas&#8221;, explicou a empresa, em comunicado. A receita l\u00edquida da Rodobens somou R$ 113 milh\u00f5es no terceiro trimestre &#8211; alta de 9% em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre de 2008. J\u00e1 a receita nos \u00faltimos nove meses foi R$ 283 milh\u00f5es &#8211; 280% a mais, na compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Ainda conforme o balan\u00e7o, a empresa tem R$ 131 milh\u00f5es dispon\u00edveis em caixa e R$ 144 milh\u00f5es em d\u00edvidas oriundas do Sistema Financeiro da Habita\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Em vendas contratadas, a companhia registrou R$ 103 milh\u00f5es, acumulando R$ 446 milh\u00f5es no ano, e lan\u00e7ou empreendimentos com valor geral de vendas (VGV) de R$ 149 milh\u00f5es, com p\u00fablico-alvo de pessoas com renda familiar de 5 a 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos. Em entrevista recente, o presidente da incorporadora, Eduardo Gorayeb, disse ter &#8220;as melhores condi\u00e7\u00f5es de financiamento do mercado, garantia de entrega dentro do prazo estabelecido, sem burocracia e comprova\u00e7\u00e3o de renda, o que favorece uma gama ainda maior da popula\u00e7\u00e3o&#8221;. <\/p>\n<p>Outra incorporadora, a CR2 obteve lucro l\u00edquido de R$ 35,5 milh\u00f5es nos primeiros nove meses de 2008, aumento de 223% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Por\u00e9m, no terceiro trimestre, a empresa obteve avan\u00e7o de 14%, chegando a R$ 7,2 milh\u00f5es. No trimestral, a CR2 apurou receita l\u00edquida de R$ 71 milh\u00f5es, expans\u00e3o de 640% na compara\u00e7\u00e3o com o terceiro trimestre de 2007. No acumulado do ano, a receita soma R$ 160 milh\u00f5es. &#8220;O forte crescimento da receita l\u00edquida \u00e9 resultado do aumento do volume de lan\u00e7amentos [feitos antes da crise ser deflagrada], e da evolu\u00e7\u00e3o das obras&#8221;, disse Rog\u00e9rio Furtado, diretor de Rela\u00e7\u00f5es com Investidores da CR2. <\/p>\n<p>Segundo o diretor, o lan\u00e7amento de projetos imobili\u00e1rios alcan\u00e7ou R$ 129 milh\u00f5es entre julho e setembro &#8211; 50% a mais que no mesmo per\u00edodo do ano passado. &#8220;A excelente velocidade de vendas confirma a vis\u00e3o de que o correto posicionamento no mercado deve atender ao crescente aumento do poder de compra das classes economicamente mais baixas, que n\u00e3o demonstra arrefecimento at\u00e9 o momento.&#8221; <\/p>\n<p><strong>Socorro<\/strong> <\/p>\n<p>A ajuda do governo federal, que tem anunciado verbas para o setor, recebeu elogios da CR2 e da MRV Engenharia e Participa\u00e7\u00f5es S.A., empresas de capital aberto. Elas adiantaram que devem procurar se enquadrar dentro do programa de capital de giro. &#8220;Quanto mais dinheiro, melhor. N\u00e3o tenho d\u00favida de que vamos analisar esse programa e procurar essas linhas (de cr\u00e9dito)&#8221;, disse Leonardo Corr\u00eaa, da MRV, que foca no segmento econ\u00f4mico. A MRV lan\u00e7ou R$ 507 milh\u00f5es no terceiro trimestre, incremento de 99% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano passado. <\/p>\n<p>Conforme Rog\u00e9rio Furtado, &#8220;a CR2 est\u00e1 sempre disposta a acessar mercados e a utilizar todos os instrumentos de capta\u00e7\u00e3o, por isso, vai pleitear parcelas [do programa]&#8221;. A CR2 reduziu a meta de lan\u00e7amentos de R$ 1,2 bilh\u00e3o para R$ 500 milh\u00f5es em 2008, e projeta R$ 600 milh\u00f5es ano que vem. <\/p>\n<p>Grupo de capital fechado, Ecoesfera Empreendimentos Sustent\u00e1veis S.A. n\u00e3o deve tentar abocanhar uma fatia dos recursos a serem disponibilizados pelo governo federal. O Bank of America, segundo maior banco dos Estados Unidos e que comprou o Merrill Lynch, tem participa\u00e7\u00e3o no grupo Ecoesfera &#8211; composto pela incorporadora Esfera, pela imobili\u00e1ria E-Home e pela construtora Ecohome. &#8220;N\u00e3o tem faltado dinheiro. O Bank of America tem demonstrado muito interesse. N\u00e3o tenho d\u00edvidas. Estamos bem. N\u00e3o misturamos os caixas, cada um tem seu pr\u00f3prio fluxo&#8221;, pontuou o presidente Luiz Fernando Lucho do Valle. <\/p>\n<p>&#8220;Creio que o governo \u00e9 formado por pessoas que devem ter informa\u00e7\u00f5es corretas sobre o tamanho do problema. Mas n\u00e3o adianta ter cr\u00e9dito parado nos bancos. Os estatais s\u00e3o muito burocr\u00e1ticos e essas medidas requerem agilidade. Outro detalhe \u00e9 que o maior volume do mercado imobili\u00e1rio est\u00e1 nas regi\u00f5es Sul e Sudeste. O problema \u00e9 que quem precisa mais (da ajuda do governo) corre o risco de ficar sem o dinheiro por conta de lobby junto ao Congresso Nacional. Se percebermos que o dinheiro for mais para o Norte e Nordeste, podemos concluir que prevaleceu o aspecto pol\u00edtico. Os pol\u00edticos de l\u00e1 s\u00e3o mais ativos. Muitos ex-governadores do Nordeste s\u00e3o donos de construtoras&#8221;, comentou. <\/p>\n<p>A Brascan Residential Properties S.A., listada na Bolsa de Valores de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o descarta a possibilidade de se beneficiar das medidas do governo. &#8220;A Brascan vai avaliar a possibilidade, considerando o prazo e custos adequados para a opera\u00e7\u00e3o de tomada de recursos. E \u00e9 interessante que, al\u00e9m da Caixa Econ\u00f4mica Federal, os bancos privados se interessem pela id\u00e9ia. O efeito principal da medida do governo \u00e9 o n\u00edvel de liquidez adequado&#8221;, disse Luiz Rogelio, diretor executivo de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais. Segundo ele, &#8220;a redu\u00e7\u00e3o da oferta [de im\u00f3veis] vem ocorrendo antes da retra\u00e7\u00e3o da demanda&#8221;. Em junho, a empresa tinha R$ 470 milh\u00f5es em caixa e deve terminar o ano com lan\u00e7amentos no valor de R$ 3 bilh\u00f5es. <\/p>\n<p>Lu\u00eds Largman, diretor de Rela\u00e7\u00f5es com Investidores da Cyrela Brazil Realty Empreendimentos e Participa\u00e7\u00f5es S.A., afirmou que a empresa aguarda detalhes para decidir se vai ou n\u00e3o tentar se enquadrar dentro do programa de capital de giro. Mas sinalizou que pode, sim, pedir o socorro. &#8220;O pacote est\u00e1 em gesta\u00e7\u00e3o. Mas tudo o que houver de capta\u00e7\u00e3o a longo prazo auxilia o setor, porque o financiamento para os clientes \u00e9 de longo prazo.&#8221; Mas tamb\u00e9m n\u00e3o descartou a ajuda federal. &#8220;Pode ser que vamos precisar.&#8221; <\/p>\n<p><b>Autor: DCI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois da queda brusca da cota\u00e7\u00e3o das empresas de constru\u00e7\u00e3o na Bolsa, reflexo da crise financeira internacional, a preocupa\u00e7\u00e3o com os caixas das companhias tem provocado mudan\u00e7a na velocidade de seus lan\u00e7amentos, em alguns casos at\u00e9 a redu\u00e7\u00e3o pela metade, como a CR2 Empreendimentos Imobili\u00e1rios S.A., que reduziu a meta de lan\u00e7amentos de R$ 1,2 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,42],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15428","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-urbanismo"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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