{"id":15394,"date":"2008-10-28T22:01:34","date_gmt":"2008-10-28T22:01:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15394"},"modified":"2008-10-28T16:07:33","modified_gmt":"2008-10-28T16:07:33","slug":"a-energia-das-aguas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/10\/28\/a-energia-das-aguas\/","title":{"rendered":"A energia das \u00e1guas"},"content":{"rendered":"<p><em>O potencial hidr\u00e1ulico ainda inexplorado dos rios brasileiros foi recentemente estimado em at\u00e9 170 mil megawatts (MW) de capacidade de gera\u00e7\u00e3o, segundo uma consultoria especializada em assuntos energ\u00e9ticos. Atualmente, as usinas hidrel\u00e9tricas respondem por 76,1% do parque nacional de energia, cuja oferta \u00e9 de 100 mil MW de um insumo renov\u00e1vel e de baixo custo. <br \/>\n<\/em><br \/>\nO potencial hidr\u00e1ulico ainda inexplorado dos rios brasileiros foi recentemente estimado em at\u00e9 170 mil megawatts (MW) de capacidade de gera\u00e7\u00e3o, segundo uma consultoria especializada em assuntos energ\u00e9ticos. Atualmente, as usinas hidrel\u00e9tricas respondem por 76,1% do parque nacional de energia, cuja oferta \u00e9 de 100 mil MW de um insumo renov\u00e1vel e de baixo custo.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m das vantagens derivadas da gera\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica de eletricidade, aspecto no qual o Brasil se destaca em rela\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses desenvolvidos tendo em vista a enorme capilaridade de seus rios, esse tipo de energia \u00e9 o mais apropriado para o contexto de combate ao aquecimento global, sobretudo pela capacidade de atendimento das metas previstas no Protocolo de Kyoto, para reduzir a emiss\u00e3o de poluentes causadores do efeito estufa.&nbsp;<\/p>\n<p>Entretanto, a explora\u00e7\u00e3o adequada do potencial hidr\u00e1ulico brasileiro marcha com lament\u00e1vel lentid\u00e3o por causa de uma s\u00e9rie de problemas jur\u00eddicos, geogr\u00e1ficos e ambientais. A comprova\u00e7\u00e3o est\u00e1 na presen\u00e7a de usinas hidrel\u00e9tricas nos \u00faltimos leil\u00f5es de energia nova, considerada t\u00edmida pelos especialistas da \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com estudos publicados pelo jornal Valor Econ\u00f4mico no meio da semana, nos dois \u00faltimos leil\u00f5es denominados A-5 realizados no ano passado e no m\u00eas de setembro, com o prazo de cinco anos para a entrega da energia gerada, do total de 5,4 mil MW m\u00e9dios negociados, apenas 850 MW m\u00e9dios eram provenientes da gera\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica.&nbsp;<\/p>\n<p>O restante foi preenchido por projetos de usinas termel\u00e9tricas movidas a g\u00e1s natural liquefeito (GNL), \u00f3leo combust\u00edvel ou carv\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>A maior parte dos aproveitamentos hidr\u00e1ulicos das regi\u00f5es sudeste, sul e nordeste est\u00e1 praticamente viabilizada, com exce\u00e7\u00e3o de empreendimentos de m\u00e9dio e pequeno portes, embora o setor de engenharia e constru\u00e7\u00e3o veja como um aut\u00eantico concurso lot\u00e9rico os processos de licenciamento ambiental sustados por a\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio P\u00fablico ou institui\u00e7\u00f5es ambientalistas.&nbsp;<\/p>\n<p>A tramita\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es judiciais, que na maioria das vezes se arrastam por longos anos, dificulta a previs\u00e3o do enceramento do cronograma das obras f\u00edsicas, al\u00e9m de tornar imprevis\u00edveis os custos exatos de cada empreendimento.&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, h\u00e1 um obst\u00e1culo a menos nos planos de expans\u00e3o da oferta de energia el\u00e9trica, nos pr\u00f3ximos anos, evidenciado pelo fato natural de que os novos potenciais hidr\u00e1ulicos est\u00e3o localizados na transi\u00e7\u00e3o dos rios Tocantins, Xingu e Tapaj\u00f3s, conforme declara\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Muniz Lopes, presidente da Eletrobr\u00e1s: &#8220;A viabiliza\u00e7\u00e3o desses empreendimentos n\u00e3o implica a necessidade de se construir reservat\u00f3rios&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>Ele acrescentou ainda que essas usinas trar\u00e3o benef\u00edcios para o sistema interligado, porquanto possuem um pico de cheia diferenciado em dois meses em compara\u00e7\u00e3o com a regi\u00e3o sudeste. Segundo Lopes, o volume de energia ser\u00e1 tr\u00eas vezes superior ao armazenado no reservat\u00f3rio de Sobradinho, o maior do Rio S\u00e3o Francisco, ampliando a seguran\u00e7a do sistema nas \u00e9pocas de estiagem prolongada.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente da Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), Maur\u00edcio Tolmasquim, chama a aten\u00e7\u00e3o para a escassez de invent\u00e1rios de aproveitamentos hidr\u00e1ulicos decorrente do desmonte da estrutura de planejamento energ\u00e9tico do governo nos anos 90s, resultando no corte abrupto da elabora\u00e7\u00e3o dos invent\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>Tolmasquim afian\u00e7ou que o trabalho foi reiniciado, mesmo diante da necessidade de contornar muitas dificuldades operacionais: &#8220;Grande parte dos novos aproveitamentos se encontram na regi\u00e3o norte, muitos deles em \u00e1reas ind\u00edgenas.&nbsp;<\/p>\n<p>Para entrarmos nas reservas a fim de realizar os estudos, \u00e9 necess\u00e1ria a autoriza\u00e7\u00e3o dos \u00edndios, o que \u00e0s vezes se revela uma dificuldade&#8221;.&nbsp;<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia dada pelo presidente da EPE, institui\u00e7\u00e3o vinculada ao Minist\u00e9rio de Minas e Energia, \u00e9 que em tr\u00eas anos estar\u00e1 viabilizado um pacote de projetos de usinas hidrel\u00e9tricas com o total de 27 mil MW. <\/p>\n<p><b>Autor: G\u00e1s Brasil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O potencial hidr\u00e1ulico ainda inexplorado dos rios brasileiros foi recentemente estimado em at\u00e9 170 mil megawatts (MW) de capacidade de gera\u00e7\u00e3o, segundo uma consultoria especializada em assuntos energ\u00e9ticos. 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