{"id":15378,"date":"2008-10-22T22:01:19","date_gmt":"2008-10-22T22:01:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15378"},"modified":"2008-10-22T16:30:46","modified_gmt":"2008-10-22T16:30:46","slug":"embraer-estuda-volta-do-turboelice","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/10\/22\/embraer-estuda-volta-do-turboelice\/","title":{"rendered":"Embraer estuda volta do turbo\u00e9lice"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da Embraer, Frederico Curado, diz que a empresa estuda a volta da produ\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es turbo\u00e9lice, que deixaram de ser fabricados em 2000, com o lan\u00e7amento dos jatos. Em tempos de alto pre\u00e7o do petr\u00f3leo e preocupa\u00e7\u00e3o com o meio ambiente, o turbo\u00e9lice \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o mais econ\u00f4mica para rotas curtas. &#8220;Dependemos apenas do que os clientes v\u00e3o querer&#8221;, afirma.\u00a0<\/p>\n<p>A Embraer comemora hoje 40 anos do primeiro v\u00f4o do modelo Bandeirante, a aeronave que deu origem \u00e0 empresa. Na d\u00e9cada de 80, surgiu o Bras\u00edlia, seu segundo modelo turbo\u00e9lice. A fabrica\u00e7\u00e3o do Bras\u00edlia foi encerrada em 2000, mas a entrega da \u00faltima aeronave foi no ano passado, para o governo de Angola.\u00a0<\/p>\n<p>O Bras\u00edlia leva 30 passageiros. Fora do Brasil, empresas como a canadense Bombardier produzem aeronaves turbo\u00e9lice para 78 passageiros. Mas j\u00e1 se fala em modelos para at\u00e9 100 lugares.\u00a0<\/p>\n<p>O grande apelo para retomar a produ\u00e7\u00e3o de um avi\u00e3o que parecia fazer parte do passado \u00e9 que esse tipo de aeronave, na qual a h\u00e9lice fica exposta, consegue uma economia de at\u00e9 60% em rela\u00e7\u00e3o ao jato, segundo os pr\u00f3prios usu\u00e1rios. A diferen\u00e7a \u00e9 que esse ganho s\u00f3 vale para rotas curtas, de at\u00e9 500 quil\u00f4metros.\u00a0<\/p>\n<p>Um jato \u00e9 mais r\u00e1pido. Consegue percorrer, em m\u00e9dia, 800 a 900 quil\u00f4metros por hora, ante os 500 a 600 do turbo\u00e9lice. Por isso, para trajetos mais distantes, a possibilidade do jato voar mais vezes ao longo do mesmo dia acaba sendo mais vantajoso.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 preciso fazer a conta na ponta do l\u00e1pis, a partir do c\u00e1lculo de rotas. Mas se depender do apoio dos clientes, como espera Curado, a volta do turbo\u00e9lice ser\u00e1 bem-vinda por empresa regionais que exploram trajetos curtos.\u00a0<\/p>\n<p>A Passaredo, companhia a\u00e9rea sediada em Ribeir\u00e3o Preto (SP), tem seis avi\u00f5es Bras\u00edlia, que percorrem as m\u00e9dias de 400 a 500 quil\u00f4metros na maioria das rotas. &#8220;Se a id\u00e9ia \u00e9 otimizar a aeronave com v\u00e1rios v\u00f4os durante o mesmo dia, o jato \u00e9 interessante; caso contr\u00e1rio, o turbo\u00e9lice \u00e9 imbat\u00edvel&#8221;, afirma Jos\u00e9 Luiz Fel\u00edcio Filho, presidente da Passaredo.\u00a0<\/p>\n<p>Fel\u00edcio explica que na primeira hora de opera\u00e7\u00e3o um jato gasta muito combust\u00edvel. O rendimento ideal s\u00f3 consegue ser alcan\u00e7ado a partir da segunda hora de v\u00f4o. Por isso, afirma o executivo, os jatos s\u00e3o interessantes para dist\u00e2ncias acima de 800 quil\u00f4metros.\u00a0<\/p>\n<p>Fel\u00edcio aponta outras tr\u00eas vantagens. O turbo\u00e9lice ganha em versatilidade em aeroportos com menos infra-estrutura, se adapta bem \u00e0s restri\u00e7\u00f5es de velocidade em regi\u00f5es de tr\u00e1fego intenso e \u00e9 uma aeronave que ele considera mais f\u00e1cil no trabalho de embarque e desembarque.\u00a0<\/p>\n<p>Em longas dist\u00e2ncias, o passageiro certamente rejeitaria um avi\u00e3o com velocidade 50% inferior \u00e0 de um jato. Mas, segundo o presidente da Passaredo, em rotas curtas a diferen\u00e7a ao final da viagem n\u00e3o passa dois a tr\u00eas minutos porque \u00e9 preciso somar o tempo que o jato leva para levantar v\u00f4o.\u00a0<\/p>\n<p>Resta saber se a ind\u00fastria conseguir\u00e1 reduzir o n\u00edvel de ru\u00eddo, uma queixa constante de quem j\u00e1 voou num turbo\u00e9lice. A dire\u00e7\u00e3o da Embraer n\u00e3o informa, por enquanto, como seriam as caracter\u00edsticas do novo avi\u00e3o e nem o tipo de tecnologia a ser utilizada.\u00a0<\/p>\n<p>Como o aumento dos custos \u00e9 hoje a maior preocupa\u00e7\u00e3o de todo o setor aeron\u00e1utico, \u00e9 sempre bem-vinda qualquer iniciativa para conseguir economias em tempos em que tamb\u00e9m se defende a redu\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de emiss\u00f5es de poluentes.\u00a0<\/p>\n<p>A Embraer mant\u00e9m a meta de entregar este ano 195 a 200 jatos comerciais. Prestes a publicar o balan\u00e7o do terceiro trimestre, a empresa n\u00e3o revela detalhes da atual rentabilidade. Mas Curado afirma que a alta do d\u00f3lar ajudou a proteger a companhia. A Embraer tem mais de 95% da sua receita em d\u00f3lares.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;E a maior parte dos custos \u00e9 em reais&#8221;, lembra Curado. O executivo garante que a companhia utilizou instrumentos derivativos apenas com o prop\u00f3sito de prote\u00e7\u00e3o dos riscos de varia\u00e7\u00e3o cambial e flutua\u00e7\u00e3o nas taxas de juros, &#8220;sem qualquer car\u00e1ter especulativo&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>Em agosto de 1969, o ent\u00e3o presidente Arthur da Costa e Silva assinou o decreto que criou a Embraer, destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie do Bandeirante. No domingo a empresa fez festa para celebrar o primeiro v\u00f4o do Bandeirante, em 22 de outubro de 1968.\u00a0<\/p>\n<p>O convidado mais cumprimentado foi Ozires Silva, primeiro presidente da empresa. Aos 77 anos, Ozires circulou pela empresa e foi at\u00e9 o aeroporto de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, ao lado da Embraer, ver a final do campeonato de aerodesign, uma prova anual.\u00a0<\/p>\n<p>Este ano mais de 70 equipes de escolas de engenharia fizeram suas aeronaves pilotadas por controle remoto voar atendendo a r\u00edgidas normas fixadas pela organiza\u00e7\u00e3o, a SAE (Sociedade de Engenharia da Mobilidade). &#8220;E imaginar como tudo isso come\u00e7ou&#8221;, disse Ozires. <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Embraer, Frederico Curado, diz que a empresa estuda a volta da produ\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es turbo\u00e9lice, que deixaram de ser fabricados em 2000, com o lan\u00e7amento dos jatos. 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