{"id":15334,"date":"2008-10-03T22:00:37","date_gmt":"2008-10-03T22:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15334"},"modified":"2008-10-06T11:56:49","modified_gmt":"2008-10-06T11:56:49","slug":"infraestrutura-em-xeque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/10\/03\/infraestrutura-em-xeque\/","title":{"rendered":"Infra-estrutura em xeque"},"content":{"rendered":"<p><em>*Engenheiro Ma\u00e7ahico Tisaka \u00e9 consultor, ex-presidente do Instituto de Engenharia, \u00e1rbitro da C\u00e2mara de Media\u00e7\u00e3o e Arbitragem do Instituto de Enegenharia e membro titular da C\u00e2mara Especializada de Engenharia Civil do Crea-SP <br \/>\n<\/em><br \/>\nPara engenheiro, achatamento de at\u00e9 40% no or\u00e7amento de obras p\u00fablicas de infra-estrutura inviabiliza sobreviv\u00eancia de boas empresas no mercado <\/p>\n<p>Aconstru\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e industrial privada, que passa por um extraordin\u00e1rio boom de crescimento em fun\u00e7\u00e3o da entrada de maci\u00e7os investimentos estrangeiros, pode chegar a um impasse por falta de infra-estrutura, principalmente na \u00e1rea de log\u00edstica dos transportes, portos e energia. <\/p>\n<p>Por mais que o Governo Federal afirme o contr\u00e1rio, a infra-estrutura de obras no Pa\u00eds est\u00e1 \u00e0 beira de um colapso. Estradas malconservadas sacrificam a log\u00edstica dos transportes, dificultando o escoamento da produ\u00e7\u00e3o; a estrutura de saneamento b\u00e1sico apresenta-se muito aqu\u00e9m das necessidades e do crescimento do Pa\u00eds, afetando a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o; os principais portos est\u00e3o totalmente congestionados e sem condi\u00e7\u00f5es de dar vaz\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es, prejudicando o com\u00e9rcio exterior; as habita\u00e7\u00f5es populares s\u00e3o ainda insuficientes, de baixa qualidade e de pouca durabilidade. <\/p>\n<p>Existem muitas raz\u00f5es de ordens t\u00e9cnica, pol\u00edtica e financeira que precisam ser urgentemente resolvidas, al\u00e9m do descumprimento dos princ\u00edpios basilares da \u00e9tica, da moral e da justi\u00e7a, os quais tendem a dificultar um avan\u00e7o maior na retomada do desenvolvimento e, em particular, na implementa\u00e7\u00e3o r\u00e1pida da recupera\u00e7\u00e3o da infra-estrutura nacional. <\/p>\n<p>O TCU considera que mais de 75% das obras p\u00fablicas federais est\u00e3o irregulares. Entre todas as quest\u00f5es que possam ser levantadas, a principal causa dessas eventuais irregularidades, sem d\u00favida, \u00e9 o aviltamento dos pre\u00e7os das constru\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, motivadas por v\u00e1rios fatores: <br \/>\n>> Omiss\u00e3o deliberada de alguns custos sociais determinados pela legisla\u00e7\u00e3o. <br \/>\n>> Omiss\u00e3o de custos indiretos de infra-estrutura necess\u00e1rios para a execu\u00e7\u00e3o de obra. <br \/>\n>> Determina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da taxa do BDI incompat\u00edvel com a realidade das empresas. <br \/>\n>> Omiss\u00e3o de impostos obrigat\u00f3rios pela legisla\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. <br \/>\n>> Omiss\u00e3o de pagamento de despesas financeiras de capital de giro. <br \/>\n>> Or\u00e7amentos malfeitos ou manipulados sem a identifica\u00e7\u00e3o de seus respons\u00e1veis. <br \/>\n>> Projetos b\u00e1sicos deficientes e mal-especificados sem a identifica\u00e7\u00e3o de seus autores. <br \/>\n>> Decis\u00e3o obrigat\u00f3ria do vencedor apenas pelo menor pre\u00e7o. <br \/>\n>> Engessamento das decis\u00f5es dos agentes p\u00fablicos imposta pela legisla\u00e7\u00e3o. <br \/>\n>> Interpreta\u00e7\u00f5es equivocadas das leis pelos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e \u00f3rg\u00e3os de controle. <\/p>\n<p>Vejamos, a seguir, alguns casos mais gritantes: <br \/>\n<strong>1) Omiss\u00e3o dos Encargos Complementares<\/strong> &#8211; Sobre qualquer gasto feito em fun\u00e7\u00e3o da m\u00e3o-de-obra de produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das tradicionais Leis Sociais, incide os Encargos Complementares, que s\u00e3o o Vale Transporte (lei 7418\/85), o Vale Refei\u00e7\u00e3o (Acordo Sindical), Equipamento de Prote\u00e7\u00e3o Individual (art. 166 da CLT e NR-6) etc., que s\u00e3o pagos pelo empregador e devem compor a forma\u00e7\u00e3o de todos os Custos Diretos unit\u00e1rios de uma obra, por\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o respeitados na maioria dos or\u00e7amentos dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos. <\/p>\n<p>O mais surpreendente \u00e9 que, embora esses encargos de m\u00e3o-de-obra sejam uma obriga\u00e7\u00e3o legal amplamente divulgada pelas institui\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas independentes, os principais \u00f3rg\u00e3os oficiais que publicam os custos das constru\u00e7\u00f5es &#8211; como o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e \u00cdndices da Constru\u00e7\u00e3o Civil), Siurb (Secretaria de Infra-estrutura Urbana e Obras da cidade de S\u00e3o Paulo) e outros \u00f3rg\u00e3os da administra\u00e7\u00e3o n\u00e3o levam em considera\u00e7\u00e3o esses gastos obrigat\u00f3rios pagos pelas empresas (ver quadros 1 e 2), o que representa uma omiss\u00e3o de cerca de 25% nos custos de m\u00e3o-de-obra e de cerca de 10% no pre\u00e7o final da obra. <\/p>\n<p><strong>2) Omiss\u00e3o nos Custos Indiretos<\/strong> &#8211; Os gastos com a implanta\u00e7\u00e3o do canteiro de obras e instala\u00e7\u00f5es, administra\u00e7\u00e3o local e mobiliza\u00e7\u00e3o e desmobiliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o custos e n\u00e3o despesas indiretas, n\u00e3o por op\u00e7\u00e3o, mas porque as leis assim os exigem, e devem ser lan\u00e7ados no Centro de Custo da obra na contabilidade da empresa (IN-003\/05), sob pena de pesadas multas pelo seu n\u00e3o-cumprimento. No entanto, na maioria dos casos essa exig\u00eancia legal n\u00e3o \u00e9 respeitada. (O quadro 3 mostra os percentuais m\u00e9dios dos custos de infra-estrutura normalmente gastos em obras de edifica\u00e7\u00f5es, em rela\u00e7\u00e3o ao custo total.) <\/p>\n<p>O pr\u00f3prio TCU (Tribunal de Contas da Uni\u00e3o) j\u00e1 reviu sua posi\u00e7\u00e3o em diversos pronunciamentos anteriores em Decis\u00e3o do TCU no 1332\/02 e agora, definitivamente, no Ac\u00f3rd\u00e3o no 325\/07, onde determina que esses gastos devem compor a Planilha de Custos (e n\u00e3o o BDI\/LDI) de qualquer or\u00e7amento de obras e servi\u00e7os no \u00e2mbito do Governo Federal.\u00a0<\/p>\n<p>Esses custos representam uma omiss\u00e3o em cerca de 10% ou mais dos Custos Diretos e do Valor de Venda. <\/p>\n<p><strong>3) BDI pol\u00edtico<\/strong> &#8211; O chamado &#8220;BDI pol\u00edtico&#8221;, como ficou conhecido, \u00e9 uma taxa arbitrada sem qualquer justificativa t\u00e9cnica que torna o or\u00e7amento estimativo um instrumento de conveni\u00eancia n\u00e3o transparente e pouco recomend\u00e1vel \u00e0 Administra\u00e7\u00e3o, quando ele deveria ser um par\u00e2metro importante para medir o grau de sustentabilidade nos pre\u00e7os entre os v\u00e1rios concorrentes. <\/p>\n<p>As despesas com alimenta\u00e7\u00e3o e transportes, eventualmente colocadas como parte da composi\u00e7\u00e3o do BDI, se forem conceituadas como despesas indiretas, devem estar inclu\u00eddas na taxa de Administra\u00e7\u00e3o Central e n\u00e3o devem ser destacadas separadamente por se tratarem de gastos com funcion\u00e1rios mensalistas da sede central e n\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Deixando de lado as omiss\u00f5es que podem estar ocorrendo em outras taxas que comp\u00f5em o BDI, fixemos apenas na an\u00e1lise das taxas de administra\u00e7\u00e3o central adotadas por v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os de governo e verificaremos que elas s\u00e3o insuficientes e inexeq\u00fc\u00edveis na pr\u00e1tica. <\/p>\n<p>Mesmo que se alegue que essas despesas possam ser rateadas por um n\u00famero maior de obras, as taxas atribu\u00eddas \u00e0 administra\u00e7\u00e3o central s\u00e3o todas insuficientes. As despesas da administra\u00e7\u00e3o central pesam, no m\u00ednimo, 8% dos Custos Diretos para as empresas de grande porte e at\u00e9 20% para as pequenas empresas bem administradas. <\/p>\n<p>Para comprovarmos essa omiss\u00e3o, vamos nos ater ao exemplo dado no quadro 4, considerando em 3% a taxa m\u00e9dia da administra\u00e7\u00e3o central. Imaginemos uma obra de R$ 1,4 milh\u00e3o com Custo Direto de R$ 1 milh\u00e3o a ser executado em dez meses.\u00a0<\/p>\n<p>Nesse caso, o Custo Direto mensal seria de R$ 100 mil e os 3% (m\u00e9dia dos exemplos), que representaria R$ 3 mil, n\u00e3o pagaria sequer um funcion\u00e1rio administrativo de escal\u00e3o mais baixo (S+encargos), quando sabemos que h\u00e1 dezenas de outros gastos imput\u00e1veis \u00e0 administra\u00e7\u00e3o central. <\/p>\n<p><strong>4) Reajustes<\/strong> &#8211; Outra raz\u00e3o do achatamento no pre\u00e7o das obras \u00e9 o n\u00e3o pagamento de reajustes devido \u00e0 infla\u00e7\u00e3o havida durante os 12 meses, al\u00e9m da n\u00e3o atualiza\u00e7\u00e3o do IO (data-base do or\u00e7amento) at\u00e9 o m\u00eas da assinatura do contrato. Alguns \u00f3rg\u00e3os obrigam, de forma ilegal, as contratadas a aceitarem na assinatura do contrato, or\u00e7amentos elaborados h\u00e1 muito tempo sem a devida atualiza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, fatores imprevis\u00edveis, como a alta exagerada de alguns insumos de larga utiliza\u00e7\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o civil est\u00e1 causando um desequil\u00edbrio econ\u00f4mico-financeiro aos contratos de m\u00e9dio e longo prazo, achatando ainda mais o seu valor de venda. <\/p>\n<p><strong>5) Quest\u00f5es de mercado<\/strong> &#8211; Os longos anos de falta de investimentos p\u00fablicos na infra-estrutura do Pa\u00eds t\u00eam provocado uma desleal e autof\u00e1gica concorr\u00eancia predat\u00f3ria entre os concorrentes, levando os mesmos a darem descontos absurdos e inexeq\u00fc\u00edveis nas suas propostas de pre\u00e7os, alijando as boas empresas do mercado e criando uma imagem distorcida de que os ganhos das empresas s\u00e3o muito grandes, quando na realidade \u00e9 o contr\u00e1rio. <\/p>\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Todas essas quest\u00f5es levantadas representam um achatamento de 20% a 40% no or\u00e7amento de origem das obras p\u00fablicas, o que torna insustent\u00e1vel a manuten\u00e7\u00e3o de boas empresas no mercado e continuidade de uma estrutura produtiva que propicie o desenvolvimento sustent\u00e1vel de toda a infra-estrutura do Pa\u00eds, imprescind\u00edvel para o seu t\u00e3o sonhado reerguimento econ\u00f4mico e social. <\/p>\n<p>A atual lei 8666\/93 apresenta graves defeitos que impossibilitam aos gestores p\u00fablicos escolher o melhor, considerando todos os fatores t\u00e9cnicos, administrativos, financeiros e garantia de qualidade e de prazos, pois s\u00e3o obrigados a decidir pelo menor pre\u00e7o (art. 45). A outra quest\u00e3o \u00e9 a faixa de percentuais excessivamente condescendentes para a desclassifica\u00e7\u00e3o de propostas inexeq\u00fc\u00edveis (art. 48), fato esse que contribui decisivamente para incentivar a concorr\u00eancia predat\u00f3ria e conseq\u00fcente aviltamento dos pre\u00e7os. <\/p>\n<p><u>Veja quadros com detalhes de encargos sociais, custo de infra-estrutura e composi\u00e7\u00e3o do BDI<\/u> <br \/>\n<a target=\"_blank\" href=\"http:\/\/www.piniweb.com\/datapini\/bancomaterias\/images\/87publicas1.jpg \">www.piniweb.com<br \/>\n<\/a><em><strong><br \/>\n<\/strong><\/em><\/p>\n<p><b>Autor: Ma\u00e7ahico Tisaka*<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Engenheiro Ma\u00e7ahico Tisaka \u00e9 consultor, ex-presidente do Instituto de Engenharia, \u00e1rbitro da C\u00e2mara de Media\u00e7\u00e3o e Arbitragem do Instituto de Enegenharia e membro titular da C\u00e2mara Especializada de Engenharia Civil do Crea-SP Para engenheiro, achatamento de at\u00e9 40% no or\u00e7amento de obras p\u00fablicas de infra-estrutura inviabiliza sobreviv\u00eancia de boas empresas no mercado Aconstru\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,42],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15334","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-urbanismo"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - 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