{"id":153215,"date":"2026-04-09T17:00:26","date_gmt":"2026-04-09T20:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=153215"},"modified":"2026-04-09T17:08:10","modified_gmt":"2026-04-09T20:08:10","slug":"brasil-2026-reflexoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2026\/04\/09\/brasil-2026-reflexoes\/","title":{"rendered":"BRASIL 2026 &#8211; Reflex\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Eng. Alfredo Mario Savelli (*)<\/em><\/p>\n<p><em>Os pa\u00edses emergentes cresceram 4,2% em 2025, enquanto o Brasil 2,3%, com previs\u00e3o de 1,8% para 2026. No per\u00edodo 1950\/80 crescemos em m\u00e9dia 7,1% aa e na presid\u00eancia Juscelino Kubitscheck, periodo1955\/60, em m\u00e9dia de 8,1% aa (IBGE).<\/em><br \/>\n<em>O Brasil, a partir da estabiliza\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria com o Plano Real em 1994, vivenciou: oito anos de social-democracia, quatorze anos de populismo, tr\u00eas anos de liberalismo, tr\u00eas anos sob o dom\u00ednio da pandemia e o retorno para mais tr\u00eas anos de populismo. Portanto, muito populismo e pouca racionalidade.<\/em><\/p>\n<p><em>A condi\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento democr\u00e1tico \u00e9 a altern\u00e2ncia de poder, seja liberal, conservador ou socialista, com rejei\u00e7\u00e3o ao autoritarismo e a oclocracia.<\/em><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o &#8211;<\/strong> O Brasil com 8,5 milh\u00f5es de km2 demonstra ampla biodiversidade: a Amazonia, a Caatinga, a Mata Atl\u00e2ntica, o Cerrado, o Pantanal e o Pampa. Destaque para a Amazonia, a maior floresta tropical, 400 milh\u00f5es de hectares a ser adequadamente estudada, beneficiada, preservada de queimadas, da extra\u00e7\u00e3o clandestina de madeira, do garimpo irregular, da biopirataria.<\/p>\n<p>O clima tropical no norte e temperado no sul do Pa\u00eds, livre de tormentas, mas com o risco de colapso, caso os biomas percam a capacidade na recupera\u00e7\u00e3o de impactos ambientais, devido ao aquecimento global pela emiss\u00e3o de gases de efeito estufa, no limite de 1,5\u00b0C at\u00e9 2040 (IPCC).<\/p>\n<p>O Brasil oferece ampla riqueza mineral e vegetal, extenso litoral, autossufici\u00eancia em \u00e1gua, alimentos, petr\u00f3leo, terras raras, energia limpa: h\u00eddrica, solar, e\u00f3lica, nuclear, biomassa.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de 213 milh\u00f5es de habitantes com identidade multirracial, descende de europeus, africanos, asi\u00e1ticos, \u00e1rabes e povos origin\u00e1rios. Hoje, s\u00e3o 147 milh\u00f5es com idade entre 15 e 64 anos, sendo 103 milh\u00f5es ocupados em trabalho, 68 milh\u00f5es contribuintes da seguridade social (IBGE). O baixo crescimento da produtividade no Brasil s\u00f3 possibilitar\u00e1 a redu\u00e7\u00e3o de jornada de trabalho em determinadas atividades, pela livre negocia\u00e7\u00e3o entre trabalhadores e empresas.<\/p>\n<p>O Pa\u00eds oferece modelar sistema banc\u00e1rio digital, energia el\u00e9trica universalizada, intensidade na intercomunica\u00e7\u00e3o pela m\u00eddia, imprensa, telefonia, r\u00e1dio, televis\u00e3o, redes sociais. Mas, apresenta atualmente vulnerabilidade na infraestrutura digital, com os dados de bancos e de servi\u00e7os p\u00fablicos hospedados em data centers dos EUA, dependendo de softwares e licen\u00e7as estrangeiras.<\/p>\n<p><strong>O Estado &#8211;<\/strong> Na democracia do Brasil os cidad\u00e3os elegem seus representantes por vota\u00e7\u00e3o direta, mas tamb\u00e9m disp\u00f5e de instrumentos pol\u00edticos de iniciativa popular, plebiscito e referendo.<\/p>\n<p>Os Poderes da Rep\u00fablica: Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio s\u00e3o independentes, mas poderiam ser mais harm\u00f4nicos. O Poder Judici\u00e1rio, quando acionado, exerce a fun\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3o de Estado a servi\u00e7o dos cidad\u00e3os.<br \/>\nQuanto aos instrumentos do Poder Executivo na gest\u00e3o das finan\u00e7as da Uni\u00e3o temos: o Plano Plurianual que estabelece diretrizes, objetivos e metas da administra\u00e7\u00e3o para despesas de capital e programas de dura\u00e7\u00e3o continuada; a Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual que detalha a previs\u00e3o de receitas e a fixa\u00e7\u00e3o de despesas, incluindo os or\u00e7amentos fiscal, de investimento e da seguridade social, orientada pela Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias que define metas e prioridades, estabelece diretrizes de pol\u00edtica fiscal e metas de d\u00edvida p\u00fablica. (Art. 165, Constitui\u00e7\u00e3o Federal).<\/p>\n<p>O Presidente sancionou a Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual para o exerc\u00edcio de 2026 com previs\u00e3o de R$ 6,54 trilh\u00f5es nas despesas, sendo R$ 1,8 trilh\u00e3o para o refinanciamento de d\u00edvida p\u00fablica (Agencia Senado, Br).<br \/>\nO Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025 foi de R$ 12,7 trilh\u00f5es, com 16,8% do PIB em investimentos contra 42% na China e 33% na \u00cdndia. Os pagamentos do or\u00e7amento federal totalizaram R$ 5,05 trilh\u00f5es, sendo 42% em juros e amortiza\u00e7\u00e3o de d\u00edvida, 20% em Previd\u00eancia Social, 11% em transfer\u00eancias para os 27 estados e 5.570 munic\u00edpios. As arrecada\u00e7\u00f5es federal, estaduais e municipais totalizaram R$ 3,98 trilh\u00f5es (ACSP).<\/p>\n<p>O arcabou\u00e7o fiscal hoje substitui o teto de gastos no controle da d\u00edvida p\u00fablica, excluindo as despesas avaliadas como fortuitas. As contas de 2025 do governo central alcan\u00e7am d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 61,8 bilh\u00f5es, sem contar os R$ 44,5 bilh\u00f5es de despesas em precat\u00f3rios judiciais, projetos de defesa, adiantamentos em educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, ressarcimento de v\u00edtimas de fraudes do INSS (Tesouro).<\/p>\n<p>A D\u00edvida P\u00fablica que compreende o governo federal, os estaduais, os municipais e o INSS em 2025 atingiram R$ 10,99 trilh\u00f5es (Banco Central). O custo financeiro da d\u00edvida supera a capacidade de amortiza\u00e7\u00e3o gerada pela economia. O governo emite nova d\u00edvida para pagar os juros da d\u00edvida antiga, ciclo que dificulta a estabiliza\u00e7\u00e3o das contas. Quando a d\u00edvida sobe sem uma \u00e2ncora clara, o mercado exige juros maiores, retroalimentando o sistema.<\/p>\n<p><strong>A ordem social &#8211;<\/strong> A renda nacional per capita de USD 11.350, enfraquecida pela baixa capacidade institucional, corresponde \u00e0 metade da renda per capita da Gr\u00e9cia e a um quarto da do estado do Mississipi (Banco Mundial).<br \/>\nA desorganiza\u00e7\u00e3o social resulta em \u00eaxodo de pessoas das \u00e1reas rurais miser\u00e1veis para as favelas urbanas, que sofrem com o crime organizado e a viol\u00eancia devastadora. A popula\u00e7\u00e3o em favelas cresceu de 11,4 milh\u00f5es (6,0% da popula\u00e7\u00e3o) em 2010 para 16,4 milh\u00f5es (8,1% da popula\u00e7\u00e3o) em 2022. As favelas no per\u00edodo dobraram: 6.329 em 323 munic\u00edpios para 12.348 em 656 munic\u00edpios (IBGE).<\/p>\n<p>A desordem da vida familiar e as rela\u00e7\u00f5es toxicas propagam a imoralidade, o crime, exigindo da seguran\u00e7a p\u00fablica alto investimento em pessoal, intelig\u00eancia e equipamentos para opera\u00e7\u00f5es estaduais, com insuficiente apoio da Uni\u00e3o.<br \/>\nNo Brasil a pobreza tem sido contida pelo Programa Bolsa Fam\u00edlia, com transfer\u00eancia direta de renda para fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Atualmente, s\u00e3o 50 milh\u00f5es de pessoas atendidas por 20 milh\u00f5es de bolsas fam\u00edlia totalizando R$ 160 bilh\u00f5es por ano (MDS, Br). No Norte e Nordeste o n\u00famero de benefici\u00e1rios pelo Bolsa Fam\u00edlia supera o de empregos formais.<\/p>\n<p><strong>Os servi\u00e7os &#8211;<\/strong> As pol\u00edticas educacionais e de qualifica\u00e7\u00e3o profissional devem objetivar o desenvolvimento da capacidade evolutiva do cidad\u00e3o, com o aprendizado durante toda a vida. Os sistemas de ensino p\u00fablico e privado no Pa\u00eds apresentam dificuldades na forma\u00e7\u00e3o profissional, a incapacidade de educar os 7% de analfabetos funcionais e a contamina\u00e7\u00e3o por doutrina\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica.<\/p>\n<p>No Brasil a sa\u00fade \u00e9 um direito de todos e dever do Estado atrav\u00e9s do SUS, desde a gesta\u00e7\u00e3o e por toda a vida, compreendendo: a aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e hospitalar, os servi\u00e7os de urg\u00eancia e emerg\u00eancia, as a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os das vigil\u00e2ncias epidemiol\u00f3gicas, sanit\u00e1ria, ambiental e a assist\u00eancia farmac\u00eautica.<br \/>\nOs servi\u00e7os p\u00fablicos devem ser regulamentados, modernizados e controlados por Ag\u00eancias Reguladoras, a serem dirigidas por especialistas de alta compet\u00eancia.<\/p>\n<p>O abastecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel no Pa\u00eds atende 83% da popula\u00e7\u00e3o, a coleta de esgotos apenas 55% e o destino aos res\u00edduos urbanos ainda \u00e9 insatisfat\u00f3rio. A infraestrutura de log\u00edstica e transportes: ferrovi\u00e1rio, rodovi\u00e1rio e de navega\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 insuficiente, mas tem sido progressivamente atendida por concess\u00e3o p\u00fablica ao capital privado. Em 2025 o Brasil investiu em infraestrutura R$ 288 bilh\u00f5es, onde R$ 222 bilh\u00f5es foram pela iniciativa privada (Abdib).<\/p>\n<p><strong>A Economia &#8211;<\/strong> Na agricultura, a safra de 2025 totaliza 346 milh\u00f5es de toneladas em \u00e1rea de 81 milh\u00f5es de hectares (IBGE). A produ\u00e7\u00e3o de soja saltou de 4,4 milh\u00f5es de hectares cultivados em1985 para 40 milh\u00f5es de hectares; o agro das demais culturas corresponde a mais 41 milh\u00f5es de hectares, com depend\u00eancia de insumos como os fertilizantes importados. A pecu\u00e1ria ocupa 164 milh\u00f5es de hectares de pastagem, com 238 milh\u00f5es de bovinos. H\u00e1 300 milh\u00f5es de hectares de \u00e1reas degradadas, recuper\u00e1veis para a agricultura (SFA\/MAPA, Br). O Plano Safra 2025\/26 corresponde a R$ 405,9 bilh\u00f5es, sem incluir as C\u00e9dulas de Produto Rural que em 2024\/25 tiveram a libera\u00e7\u00e3o de R$ 316,5 bilh\u00f5es (Sicor\/ BCB). O Brasil, como macro pot\u00eancia do agroneg\u00f3cio, disp\u00f5e de especiais condi\u00e7\u00f5es para comercializar com China, \u00cdndia e Europa.<\/p>\n<p>A estabilidade dos neg\u00f3cios industriais e comerciais deve ser garantida por seguran\u00e7a jur\u00eddica. O parque industrial est\u00e1 em decl\u00ednio causado por elevados tributos, pouca inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, baixa produtividade e acirrada concorr\u00eancia internacional. A ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o que constitu\u00eda 36% do PIB em 1985, hoje est\u00e1 reduzida a 11% do PIB (MDIC, Br).<br \/>\nA balan\u00e7a comercial apresenta superavit de USD 68,3 bilh\u00f5es para 2025, sendo USD 280,4 bilh\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es e USD 348,7 bilh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es. Estas se constituem em 63% de produtos prim\u00e1rios contra 44% em 2000, pelo decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o industrial exportada. As transa\u00e7\u00f5es correntes com d\u00e9ficit de USD 68,8 bilh\u00f5es. Aporte de USD 77,6 bilh\u00f5es em investimentos estrangeiros (MDIC, Br).<\/p>\n<p>O Brasil tem USD 312 bilh\u00f5es de reservas internacionais, mas o Comit\u00e9 de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria do Banco Central (COPOM) manteve em 2025 a taxa do Sistema Especial de Liquida\u00e7\u00e3o e Cust\u00f3dia (SELIC) em 15% aa, para IPCA de 4,32% aa (IBGE). Situa\u00e7\u00e3o causadora de 29,6% das fam\u00edlias brasileiras terem d\u00edvidas vencidas e 5.680 empresas estarem em recupera\u00e7\u00e3o judicial (CNC).<\/p>\n<p><strong>O Futuro &#8211;<\/strong> O Brasil, pot\u00eancia agropecu\u00e1ria, mineral e energ\u00e9tica, tem que conquistar maior presen\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o industrial de alto valor agregado e sua administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica melhor atender aos princ\u00edpios garantidores de gest\u00e3o com efic\u00e1cia e transpar\u00eancia.<\/p>\n<p>O Futuro exige: melhores condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a p\u00fablica e governan\u00e7a; a urg\u00eancia na redu\u00e7\u00e3o das despesas p\u00fablicas com o expurgo nos custos de minist\u00e9rios, autarquias e estatais deficit\u00e1rias; a extin\u00e7\u00e3o dos inapropriados benef\u00edcios destinados a privilegiados servidores p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Os partidos pol\u00edticos devem ser program\u00e1ticos e autossuficientes, com a susta\u00e7\u00e3o do populismo inconsequente e a depura\u00e7\u00e3o das emendas parlamentares, constitu\u00eddas por R$ 48 bilh\u00f5es em 2025. A \u00e9tica, a responsabilidade e a cultura ocidental t\u00eam que estimular o liberalismo econ\u00f4mico no Brasil.<br \/>\nA Engenharia, vetor de tecnologia e efici\u00eancia, deve ser o instrumento central de soberania, seguran\u00e7a econ\u00f4mica e resili\u00eancia estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p><strong><em>(*) Ex-presidente do Instituto de Engenharia, Doutor em Arquitetura\/ Urbanismo UPMack, Mestre em Engenharia Civil Poli\/USP, engenheiro Civil e engenheiro Industrial UPMack, ex-secret\u00e1rio do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo.<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Eng. Alfredo Mario Savelli (*) Os pa\u00edses emergentes cresceram 4,2% em 2025, enquanto o Brasil 2,3%, com previs\u00e3o de 1,8% para 2026. No per\u00edodo 1950\/80 crescemos em m\u00e9dia 7,1% aa e na presid\u00eancia Juscelino Kubitscheck, periodo1955\/60, em m\u00e9dia de 8,1% aa (IBGE). 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