{"id":15244,"date":"2008-09-08T21:59:06","date_gmt":"2008-09-08T21:59:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15244"},"modified":"2008-09-09T12:40:48","modified_gmt":"2008-09-09T12:40:48","slug":"atlantico-sul-muda-a-vida-de-pernambuco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/09\/08\/atlantico-sul-muda-a-vida-de-pernambuco\/","title":{"rendered":"Atl\u00e2ntico Sul muda a vida de Pernambuco"},"content":{"rendered":"<p>O que era virtual j\u00e1 \u00e9 vis\u00edvel aos olhos. O Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul (EAS), o maior do hemisf\u00e9rio Sul e o segundo maior do mundo, n\u00e3o foi, como muitos acreditavam, apenas mais uma das promessas de investimentos que deixaram muita gente a ver navios nesse pa\u00eds.\u00a0<\/p>\n<p>Num terreno de 162 hectares, ele cresce na Ilha de Tatuoca, dentro do Complexo Industrial e Portu\u00e1rio de Suape, em Pernambuco. J\u00e1 emprega 1.400 pessoas, cerca de 200 novas a cada m\u00eas e, at\u00e9 o final de 2010, ter\u00e1 cinco mil funcion\u00e1rios. A instala\u00e7\u00e3o do Atl\u00e2ntico Sul, ao custo de R$ 1,4 bilh\u00e3o concretiza-se no rastro da decis\u00e3o do presidente Lula de retomar a ind\u00fastria naval brasileira quando, ap\u00f3s assumir seu primeiro mandato, cancelou a compra das plataformas P-51 e P-52 que a Petrobras faria a estaleiros estrangeiros baseada no crit\u00e9rio de menor custo.\u00a0<\/p>\n<p>Da decis\u00e3o presidencial de reerguer um setor nacional que j\u00e1 foi o segundo maior do mundo, h\u00e1 duas d\u00e9cadas, surgiu o Programa de Expans\u00e3o e Moderniza\u00e7\u00e3o da Frota da Transpetro (Promef) encomendando \u00e0 industria naval brasileira 26 navios para a Transpetro, subsidi\u00e1ria de transportes da Petrobras, embalando um pacote de US$ 2,5 bilh\u00f5es. A primeira grande encomenda depois de 18 anos, levou empresas a formar cons\u00f3rcios para construir navios no Brasil como fez a Camargo Corr\u00eaa, a Queiroz Galv\u00e3o e a JPMR, fundadoras do Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul. Em junho, a parceira tecnol\u00f3gica desde o in\u00edcio do projeto, a sul- coreana Samsung Heavy Industries (SHI), adquiriu 10% de participa\u00e7\u00e3o no empreendimento, abrindo o cen\u00e1rio mundial com a perspectiva de, em cinco anos, produzir 20 navios por ano no EAS.\u00a0<\/p>\n<p>Na \u00faltima sexta-feira, ap\u00f3s dar inicio oficial ao corte do a\u00e7o para o primeiro dos dez petroleiros que ser\u00e3o constru\u00eddos pelo Estaleiro Atl\u00e2ntico Sul dentro do Promef, diante de mais de mil novos metal\u00fargicos que deixaram o corte da cana ou a pesca e foram treinados para construir navios, o presidente Lula comemorou a aposta e a sua sorte.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Pensem num cabra feliz. Olhem para c\u00e1: sou eu&#8221;. A satisfa\u00e7\u00e3o conta com recursos do Fundo de Marinha Mercante e do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) que, somados \u00e0 certeza de mercado interno, impulsionaram os empres\u00e1rios brasileiros a embarcar no Promef. A Petrobras arcou com US$ 100 milh\u00f5es sobre o que pagaria por uma \u00fanica plataforma comprada fora do pa\u00eds. O presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirma que encomendar os navios no Brasil custou 1% a mais do que seria em estaleiros estrangeiros.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Lula, valeu a pena pela gera\u00e7\u00e3o de empregos e de renda aqui e n\u00e3o em outros pa\u00edses, com o nosso dinheiro. A estimativa \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de pelo menos 40 mil novos empregos na primeira e na segunda fase do Promef que encomendar\u00e1 outros 23 navios a estaleiros nacionais at\u00e9 o come\u00e7o de 2009. &#8220;Temos que deixar disponibilidade para grandes oportunidades, mas vamos concorrer a todos os lotes&#8221;, diz o presidente do EAS, Paulo Haddad. Al\u00e9m dos dez navios Suezmax para a Transpetro, or\u00e7ados em US$ 1,2 bilh\u00e3o, o primeiro com entrega para abril de 2010, o Atl\u00e2ntico Sul come\u00e7a semana que vem a cortar a\u00e7o para a Plataforma P-55, da Petrobras, estimada em US$ 400 milh\u00f5es. Na carteira, ainda est\u00e3o dois navios Very Large Crude Carrier (VLCC), contratados pela brasileira Noroil Navega\u00e7\u00e3o, controlada pela norueguesa Pacpro Norge AS, companhia armadora e administradora de navios, e que v\u00e3o custar US$ 424 milh\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Cadeia extensiva<\/strong> <br \/>\nA gera\u00e7\u00e3o de empregos se amplia com a cadeia produtiva que se forma em torno do estaleiro, envolvendo os segmentos de navipe\u00e7as, m\u00f3veis e a ind\u00fastria metalmec\u00e2nica nacional, incentivados pela obrigatoriedade de nacionaliza\u00e7\u00e3o de pelo menos 65% dos itens de cada navio, no Promef I, e de 70% no Promef II e at\u00e9 75% para plataformas.\u00a0<\/p>\n<p>A assinatura de um protocolo entre o EAS e a Caixa Econ\u00f4mica Federal que prev\u00ea R$ 60 milh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o de 2000 casas destinadas aos metal\u00fargicos de Tatuoca, abriu espa\u00e7o para a normatiza\u00e7\u00e3o de moradias em gesso no Brasil a partir de um piloto com 200 casas.\u00a0<\/p>\n<p>O empreendimento no litoral poder\u00e1 estender seus benef\u00edcios ao p\u00f3lo gesseiro do sert\u00e3o de Pernambuco. &#8220;As casas ser\u00e3o de gesso do Araripe, a regi\u00e3o mais pobre do Estado. Nosso grande esfor\u00e7o \u00e9 colocar tamb\u00e9m empresas do nosso p\u00f3lo moveleiro entre as fornecedoras do Estaleiro&#8221;, afirmou o governador Eduardo Campos, ap\u00f3s assinar o contrato com a presidente da CEF, Maria Fernanda Coelho, na cerim\u00f4nia do corte de a\u00e7o.\u00a0<\/p>\n<p>Depois do acesso \u00e0 carteira assinada, os novos trabalhadores do EAS j\u00e1 sonham com a casa pr\u00f3pria e a educa\u00e7\u00e3o dos filhos. Representando seus colegas, a metal\u00fargica soldadora M\u00e9rcia Nascimento, de 27 anos, orgulhosa da profiss\u00e3o conquistada depois de enfrentar as longas filas de inscri\u00e7\u00e3o, comemorando cada etapa da sele\u00e7\u00e3o e do treinamento, diz que sua vida mudou.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;T\u00f4 me sentindo importante e realizada porque vou construir navios. Cada um vai ter um pedacinho de mim&#8221;, afirmou. Favorecidos pelas obras e a movimenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, os munic\u00edpios do Cabo de Santo Agostinho e de Ipojuca, que sediam o Complexo de Suape, j\u00e1 experimentam um expressivo aumento na arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e na atra\u00e7\u00e3o de outros empreendimentos que v\u00e3o de shopping center a hotel executivo <\/p>\n<p><b>Autor: Gazeta Mercantil<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que era virtual j\u00e1 \u00e9 vis\u00edvel aos olhos. 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