{"id":15180,"date":"2008-08-14T21:58:01","date_gmt":"2008-08-14T21:58:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15180"},"modified":"2008-08-14T18:41:26","modified_gmt":"2008-08-14T18:41:26","slug":"congestionamento-zero-como-isso-e-possivel-ja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/08\/14\/congestionamento-zero-como-isso-e-possivel-ja\/","title":{"rendered":"Congestionamento Zero &#8211; Como isso \u00e9 poss\u00edvel, j\u00e1!"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cCongestionamento Zero n\u00e3o pode aguardar obras\u201d<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\nO congestionamento precisa ser encarado com os mesmos instrumentos que outros problemas econ\u00f4micos de escassez ou desequil\u00edbrio entre demanda e oferta. Ocorre como conseq\u00fc\u00eancia de mais pessoas tentarem se deslocar no mesmo espa\u00e7o ao mesmo tempo do que \u00e9 poss\u00edvel. Mesmo sem entrar no m\u00e9rito da validade pol\u00edtica e social dos enormes investimentos necess\u00e1rios a prover todo o espa\u00e7o necess\u00e1rio a resolver o problema pelo lado da oferta, \u00e9 f\u00e1cil reconhecer que as solu\u00e7\u00f5es desse tipo levam tempo, consomem enormes quantidades de recursos e, quando prontas, aliviam apenas por algum tempo, pois voltam a incentivar novos aumentos de demanda e mudan\u00e7as de trajeto que passam a novamente congestionar. De qualquer forma, tamb\u00e9m precisamos mudar os h\u00e1bitos das pessoas quanto a seus hor\u00e1rios, destinos ou modo de transporte para utilizarem um meio que demanda menos espa\u00e7o que um carro. Para isso precisaremos incentiv\u00e1-las a mudar valores, atitudes e &#8211; finalmente &#8211; comportamentos.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Deixando que o mercado determine o pre\u00e7o<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Por que n\u00e3o deixarmos que a din\u00e2mica de mercado estabele\u00e7a o valor do espa\u00e7o que falta? A responsabilidade p\u00fablica ficar\u00e1 focada em dimensionar a capacidade do sistema vi\u00e1rio existente para que n\u00e3o haja congestionamento. Com isso, determinar\u00e1 o n\u00famero m\u00e1ximo de permiss\u00f5es a serem oferecidas e que precisar\u00e3o ser compradas pelos motoristas que queiram dirigir nessas horas e locais cr\u00edticos. Um sistema semelhante a uma bolsa estabelecer\u00e1 o valor das permiss\u00f5es, que passar\u00e1 a ser \u201cjusto\u201d, pois ser\u00e1 mais caro ou barato em fun\u00e7\u00e3o do potencial de congestionamento e, mais importante, resultar\u00e1 em congestionamento Zero obtido por esse pre\u00e7o. Um dos mais fortes argumentos contr\u00e1rios ao ped\u00e1gio urbano \u00e9 a convic\u00e7\u00e3o, nascida de experi\u00eancias passadas, de que representar\u00e1 um pagamento a mais sem alcan\u00e7ar a almejada fluidez, um imposto a mais para nada. Importante tamb\u00e9m salientar que n\u00e3o se trata de um sistema elitista em que a maioria fica de fora para que uma minoria privilegiada possa transitar em paz. \u00c9 amplamente reconhecido que n\u00e3o mais de 20 a 30% de redu\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito na hora pico seria suficiente para eliminar os congestionamentos atuais.\u00a0<\/p>\n<p>O princ\u00edpio \u00e9 conhecido: n\u00e3o se vendem mais ingressos do que cabem no local e o pre\u00e7o aumenta at\u00e9 n\u00e3o haver mais filas, mas, a maioria consegue entrar.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos Mobilidade \u2013 um novo conceito<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Por outro lado, na parte mais inovadora desta minha proposta, passa-se a reconhecer que, na competi\u00e7\u00e3o por espa\u00e7o em que vivemos na cidade, devemos premiar os que consomem menos por escolher os meios de transporte mais auto-sustent\u00e1veis, que s\u00e3o os transportes coletivos. Proponho ent\u00e3o que os gastos feitos nas viagens por transporte publico sejam contabilizados e convertidos em pontos acompanhados em contas pessoais, semelhantes \u00e0s milhagens das companhias a\u00e9reas.\u00a0<\/p>\n<p>Esses pontos podem ser mais tarde trocados por pr\u00eamios, viagens ou dinheiro, utilizando como fonte de recursos o saldo acumulado dos pagamentos feitos pelos autom\u00f3veis comprando permiss\u00f5es para circularem nas \u00e1reas restritas. <\/p>\n<p><strong>No fim, todos ganham \u2013 os cr\u00e9ditos carbono<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Como o funcionamento dos dois m\u00f3dulos acima, o que cobra pelo espa\u00e7o maior dos carros e recompensa o usu\u00e1rio do transporte publico, resultar\u00e1 em menor emiss\u00e3o de carbono, quer seja pela fluidez do tr\u00e2nsito, quer seja pelo n\u00famero menor de ve\u00edculos e menor consumo de combust\u00edvel, a prefeitura, gerenciadora do sistema, far\u00e1 jus aos recursos levantados no mercado de cr\u00e9dito carbono para refor\u00e7ar seu or\u00e7amento.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>O sistema nacional de identifica\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos, utilizando os chamados chips, que est\u00e1 previsto para se iniciar pela cidade de S\u00e3o Paulo, facilitar\u00e1 enormemente o funcionamento de um sistema como esse, mas mesmo sem ele outras solu\u00e7\u00f5es de controle autom\u00e1tico j\u00e1 operam h\u00e1 bastante tempo em outras cidades mundiais.\u00a0<\/p>\n<p>O lado humano atrav\u00e9s do qual os motoristas consultam cota\u00e7\u00f5es das permiss\u00f5es, pagam, gerenciam suas permiss\u00f5es e as transferem aos ve\u00edculos que utilizar\u00e3o dever\u00e1 ser apoiado em programas residentes em celulares para facilidade e universalidade, o que n\u00e3o impede a exist\u00eancia paralela de outras formas telef\u00f4nicas, internet ou outras.\u00a0<\/p>\n<p>Da mesma forma, a parte de Cr\u00e9ditos Mobilidade dos passageiros de transporte p\u00fablico tamb\u00e9m ser\u00e1 administrada principalmente pelos telefones celulares para que suas recompensas sejam \u00e1geis e sua fiscaliza\u00e7\u00e3o transparente.\u00a0<\/p>\n<p><strong>De que ent\u00e3o estamos falando?<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Creio que as mais importantes caracter\u00edsticas da solu\u00e7\u00e3o proposta s\u00e3o: <\/p>\n<p>\u2022 Solu\u00e7\u00e3o imediata e completa, e n\u00e3o al\u00edvio, para os congestionamentos por simplesmente controlar a demanda pela emiss\u00e3o de permiss\u00f5es, o que costumamos chamar de \u201clugar marcado\u201d. <br \/>\n\u2022 Em vez de proibi\u00e7\u00f5es ao uso do carro, passa a existir um pre\u00e7o, estabelecido pelo valor do mercado, para os hor\u00e1rios e locais cr\u00edticos. <br \/>\n\u2022 Incentivo direto e imediato ao uso do transporte p\u00fablico, utilizando os valores arrecadados dos motoristas. <br \/>\n\u2022 Maior fluidez tanto para o transporte p\u00fablico que utiliza as ruas quanto para os motoristas de autom\u00f3veis. <br \/>\n\u2022 Aceit\u00e1vel pela opini\u00e3o p\u00fablica, pois reconhece tanto o direito a dirigir, a um pre\u00e7o justo, quanto \u00e0 necess\u00e1ria compensa\u00e7\u00e3o aos que utilizam menos recursos p\u00fablicos e naturais, para que possam ter transporte p\u00fablico melhor e mais barato. <\/p>\n<p><b>Autor: Claudio de Senna Frederico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cCongestionamento Zero n\u00e3o pode aguardar obras\u201d\u00a0 O congestionamento precisa ser encarado com os mesmos instrumentos que outros problemas econ\u00f4micos de escassez ou desequil\u00edbrio entre demanda e oferta. 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