{"id":15027,"date":"2008-07-07T21:55:23","date_gmt":"2008-07-07T21:55:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15027"},"modified":"2008-07-07T16:11:39","modified_gmt":"2008-07-07T16:11:39","slug":"ferrovia-nortesul-abre-nova-fronteira-agricola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/07\/07\/ferrovia-nortesul-abre-nova-fronteira-agricola\/","title":{"rendered":"Ferrovia Norte-Sul abre nova fronteira agr\u00edcola"},"content":{"rendered":"<p><em>Vinte e um anos depois de iniciado o projeto, ferrovia chega ao centro do Tocantins, onde, de fato, pode fazer a diferen\u00e7aEstrada de ferro ser\u00e1 tamb\u00e9m nova sa\u00edda para exporta\u00e7\u00f5es do Centro-Oeste <br \/>\n<\/em><\/p>\n<p>Voz baixa, jeit\u00e3o acanhado, Alex dos Santos, 22, nascido no Tocantins, narra sua rotina di\u00e1ria na frente de constru\u00e7\u00e3o de uma estrada de ferro. Sobre um vag\u00e3o-plataforma repleto de dormentes, ele aguarda os ajustes finais numa geringon\u00e7a barulhenta que espalha, ao ritmo de 1,2 quil\u00f4metro por dia, os dormentes que sustentar\u00e3o as composi\u00e7\u00f5es de mais de 200 vag\u00f5es que rasgar\u00e3o o sert\u00e3o j\u00e1 na pr\u00f3xima safra agr\u00edcola. A frente com 25 homens bem ensaiados marcha como locomotiva, transformando dormentes de concreto e trilhos chineses na Ferrovia Norte-Sul. <\/p>\n<p>Com R$ 1,4 bilh\u00e3o, dinheiro bancado pela Vale, maior mineradora de ferro do mundo e vencedora do leil\u00e3o de subconcess\u00e3o que lhe dar\u00e1 o direito de operar a ferrovia, a Norte-Sul deve ganhar em dezembro deste ano porte para mudar a economia do Tocantins e alterar de vez a movimenta\u00e7\u00e3o de carga de parte do Centro-Oeste. <\/p>\n<p>H\u00e1 quem afirme na regi\u00e3o que a Norte-Sul vai recolonizar esses rinc\u00f5es do cerrado. E, ao contr\u00e1rio do que se pensa, a regi\u00e3o n\u00e3o v\u00ea a hora dessa nova \u201ccoloniza\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cA Norte-Sul n\u00e3o ser\u00e1 apenas uma ferrovia. A estrada de ferro vai mudar o mapa agr\u00edcola do pa\u00eds. \u00c9 um novo movimento de coloniza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o\u201d, avalia Marcello Spinelli, diretor da \u00e1rea de comercializa\u00e7\u00e3o de log\u00edstica da Vale. <\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 exagero. Com mais de 500 quil\u00f4metros de extens\u00e3o previstos para dezembro, trecho que ligar\u00e1 o munic\u00edpio de Guara\u00ed, na regi\u00e3o do m\u00e9dio Tocantins, at\u00e9 A\u00e7ail\u00e2ndia (MA), onde a ferrovia encontra a Estrada de Ferro Caraj\u00e1s, o corredor ferrovi\u00e1rio tamb\u00e9m batizado de corredor Centro-Norte deflagrou negocia\u00e7\u00f5es que irrigar\u00e3o como jamais visto a economia do Tocantins e viabilizar\u00e1 a mais nova fronteira agr\u00edcola do pa\u00eds. Novos acordos j\u00e1 elevaram a \u00e1rea plantada em 22% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada, e o pre\u00e7o das terras duplicou em um ano, atingindo mais de R$ 8.000 por hectare. <\/p>\n<p>Hoje, 1,7 milh\u00e3o de toneladas de gr\u00e3os j\u00e1 passam pelos 200 quil\u00f4metros de ferrovia em condi\u00e7\u00f5es de opera\u00e7\u00e3o, entre Porto Franco e A\u00e7ail\u00e2ndia, ponto de conex\u00e3o na Ferrovia de Caraj\u00e1s onde as composi\u00e7\u00f5es de carga geral chegam ao Porto de Itaqui (MA). <\/p>\n<p><strong>De mil a milh\u00f5es<\/strong> <br \/>\nBasta olhar o mapa mundial para compreender o significado do corredor Centro-Norte, elevado agora \u00e0 escala de milh\u00f5es de toneladas. De l\u00e1, partem os grandes navios graneleiros para a Europa, os Estados Unidos ou para o canal do Panam\u00e1 (acesso mais curto para o oceano Pac\u00edfico rumo \u00e0 \u00c1sia). <\/p>\n<p>Pois \u00e9 essa conta que come\u00e7a a ser feita por produtores do Tocantins, onde a produ\u00e7\u00e3o atual n\u00e3o supera 800 mil toneladas por ano. As grandes tradings em opera\u00e7\u00e3o no Brasil, entre as quais Bunge, Cargill, Multigrain e Caramuru, negociam a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o local ou estudam entrar na regi\u00e3o. \u00c9 a situa\u00e7\u00e3o da Caramuru. <\/p>\n<p>\u201cO Tocantins \u00e9 um Estado novo, com produ\u00e7\u00e3o inferior a 1 milh\u00e3o de toneladas por ano, mas surge agora como op\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios\u201d, afirma C\u00e9sar Borges de Sousa, vice-presidente da Caramuru. <\/p>\n<p>Eduardo Calleia Junger, gerente da Norte-Sul, diz que a perspectiva \u00e9 ter em cinco anos cerca de 8,8 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os descendo at\u00e9 o porto de Itaqui. S\u00f3 gr\u00e3os, sem contar os volumes que poder\u00e3o ser gerados pelo transporte de combust\u00edvel (derivados de petr\u00f3leo, \u00e1lcool e biodiesel) ou outros tipos de agroind\u00fastria, como a da carne bovina. Charbi Mackhoul Harddy, ex-militar e integrante do Projeto Calha Norte, \u00e9 hoje produtor no Tocantins. \u00c9 dele tamb\u00e9m um plano da Unialimentos, fus\u00e3o dos grupos Margen e Quatro Irm\u00e3os, para exporta\u00e7\u00e3o de carne bovina. <\/p>\n<p>O grupo abate atualmente no Tocantins 1.800 reses, uma parte da produ\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. O problema est\u00e1 na log\u00edstica de exporta\u00e7\u00e3o, de impressionante inefici\u00eancia. <\/p>\n<p>Sem volume, os cont\u00eaineres despachados do Tocantins para a Europa s\u00e3o carregados sobre caminh\u00f5es por 2.800 quil\u00f4metros at\u00e9 alcan\u00e7arem o apinhado porto de Santos (SP). <\/p>\n<p>Embarcada num navio, a carne do Tocantins viaja de volta ao topo do Brasil, agora por via mar\u00edtima. S\u00e3o 1.600 milhas n\u00e1uticas, cerca de 2.900 quil\u00f4metros, totalizando 5.700 quil\u00f4metros. \u201cA Norte-Sul vai reduzir a um quinto essa dist\u00e2ncia e abrir um novo mercado para a ind\u00fastria de frigor\u00edficos da regi\u00e3o\u201d, acredita Harddy. <\/p>\n<p><strong>\u201cMesopot\u00e2mia brasileira\u201d<\/strong> <br \/>\nQuando alcan\u00e7ar Palmas, capital do Tocantins, a Norte-Sul ter\u00e1 719 quil\u00f4metros de extens\u00e3o at\u00e9 A\u00e7ail\u00e2ndia. A previs\u00e3o da Valec, estatal federal encarregada da constru\u00e7\u00e3o, \u00e9 que isso ocorra em setembro de 2009, tr\u00eas meses antes do prazo inicial acordado com a subconcession\u00e1ria Vale. <\/p>\n<p>Nascida em 1987, em meio a den\u00fancias de fraude na licita\u00e7\u00e3o, a Ferrovia Norte-Sul vai cortar uma regi\u00e3o que pode ser batizada de a \u201cMesopot\u00e2mia brasileira\u201d, denomina\u00e7\u00e3o de origem grega cujo significado \u00e9 \u201cterra entre rios\u201d. <\/p>\n<p>Regi\u00e3o de grandes extens\u00f5es de cerrado, entrecortada por pastagens degradadas, a Norte-Sul corta o Estado entre as margens direita do rio Araguaia e esquerda do rio Tocantins, at\u00e9 cruz\u00e1-lo para ganhar ch\u00e3o maranhense. Regi\u00e3o de chuvas regulares, com m\u00e9dias superiores a 2.000 mil\u00edmetros por ano, e clima definido, o ambiente \u00e9 prop\u00edcio para consider\u00e1-la uma nova fronteira agr\u00edcola. <\/p>\n<p>O pr\u00f3prio governo federal conserva grandes expectativas. Francisco Olavo, pesquisador da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e coordenador do \u00fanico estudo oficial no Brasil sobre o potencial agr\u00edcola da regi\u00e3o de influ\u00eancia da Norte-Sul (Tocantins, Maranh\u00e3o e regi\u00f5es do Piau\u00ed, Par\u00e1 e Mato Grosso), o chamado corredor Centro-Norte, prev\u00ea produ\u00e7\u00e3o de 11,4 milh\u00f5es de toneladas de gr\u00e3os (arroz, algod\u00e3o, soja e milho) a partir de 2010. <\/p>\n<p>Alex dos Santos, o acabrunhado construtor da ferrovia, tem esperan\u00e7as de que tanto trabalho gere um futuro mais pr\u00f3spero para sua gente. Quando assentar o \u00faltimo dos 3 milh\u00f5es de dormentes que sustentar\u00e3o a mais nova ferrovia do Brasil, talvez a esperan\u00e7a de Santos se concretize. <\/p>\n<p>Vantagem ser\u00e1 das tradings, diz produtor <\/p>\n<p>\nOs produtores da regi\u00e3o de Pedro Afonso, maior centro produtor de gr\u00e3os do Tocantins, est\u00e3o euf\u00f3ricos com a chegada da Norte-Sul, mas sabem que o benef\u00edcio do transporte em escala na nova infra-estrutura n\u00e3o ficar\u00e1 no bolso dos agricultores. <\/p>\n<p>C\u00e1lculos da Coapa (Cooperativa Agropecu\u00e1ria de Pedro Afonso) indicam a economia de R$ 20 por tonelada de soja transportada pela ferrovia. <\/p>\n<p>De Pedro Afonso ao munic\u00edpio de Porto Franco (MA) -ponto mais ao sul do trecho em opera\u00e7\u00e3o da Norte-Sul-, o custo da tonelada transportada por rodovia \u00e9 de R$ 45. Esse custo cair\u00e1 para R$ 25 pela ferrovia. <br \/>\n\u201cInfelizmente \u00e9 o comprador da soja que vai ficar mais competitivo. \u00c9 uma pena que todo o esfor\u00e7o feito pelo pa\u00eds para expandir a infra-estrutura n\u00e3o chegue aos agricultores\u201d, critica Ricardo Khouri, diretor da Coapa. A depend\u00eancia do cr\u00e9dito ofertado pelas m\u00faltis conduz o produtor a essa situa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A regi\u00e3o abriga o maior n\u00famero de produtores do Tocantins. S\u00e3o 170 mil hectares dedicados \u00e0 cultura de gr\u00e3os, 136 mil deles com soja. Em todo o Tocantins, a produ\u00e7\u00e3o de soja ocupa 250 mil hectares. J\u00e1 a cobertura de gr\u00e3os subiu para 450 mil hectares nesta safra, com crescimento de 22%, segundo levantamento do IBGE. <\/p>\n<p>Os produtores afirmam que o novo ciclo agr\u00edcola deflagrado pela chegada da ferrovia n\u00e3o resultar\u00e1 na destrui\u00e7\u00e3o do cerrado ainda preservado \u00e0s margens da Norte-Sul ou dos rios Araguaia e Tocantins. \u201cH\u00e1 pastagens degradadas suficientes. N\u00e3o precisamos destruir o cerrado\u201d, assegura Khouri. <\/p>\n<p><strong>Reportagem denunciou fraude em 87<\/strong> <\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da Norte-Sul come\u00e7ou obscura. H\u00e1 21 anos, a Folha denunciou esquema de fraude na concorr\u00eancia p\u00fablica coordenada pela Valec para a escolha do grupo de empresas que construiria a ferrovia. A revela\u00e7\u00e3o da fraude rendeu Pr\u00eamio Esso a J\u00e2nio de Freitas. <\/p>\n<p>Reportagem publicada no dia 13 de maio de 1987 mostrou que a escolha das empreiteiras para a constru\u00e7\u00e3o dos 18 lotes da ferrovia fora uma fraude. Dias antes, a Folha havia obtido o resultado da concorr\u00eancia. Para revelar o esquema, o jornal publicou na se\u00e7\u00e3o de classificados, cinco dias antes, um pequeno an\u00fancio com o t\u00edtulo \u201cLotes\u201d. No dia 12 de maio daquele ano, a Valec anunciou os vencedores, e, tal como previsto, o resultado era igual aos nomes e os lotes revelados pelo an\u00fancio publicado pela Folha. <\/p>\n<p><b>Autor: Folha de S Paulo<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vinte e um anos depois de iniciado o projeto, ferrovia chega ao centro do Tocantins, onde, de fato, pode fazer a diferen\u00e7aEstrada de ferro ser\u00e1 tamb\u00e9m nova sa\u00edda para exporta\u00e7\u00f5es do Centro-Oeste Voz baixa, jeit\u00e3o acanhado, Alex dos Santos, 22, nascido no Tocantins, narra sua rotina di\u00e1ria na frente de constru\u00e7\u00e3o de uma estrada de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,41],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15027","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-transportes"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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