{"id":15017,"date":"2008-07-02T21:55:11","date_gmt":"2008-07-02T21:55:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15017"},"modified":"2008-07-02T17:00:20","modified_gmt":"2008-07-02T17:00:20","slug":"dez-anos-depois-telefone-perde-limites-geograficos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/07\/02\/dez-anos-depois-telefone-perde-limites-geograficos\/","title":{"rendered":"Dez anos depois, telefone perde limites geogr\u00e1ficos"},"content":{"rendered":"<p>A distin\u00e7\u00e3o entre telefone fixo e m\u00f3vel ser\u00e1 cada vez mais t\u00eanue. Conte\u00fados como not\u00edcias, emails e v\u00eddeos poder\u00e3o chegar na m\u00e3o do cliente atrav\u00e9s de qualquer aparelho, sem restri\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, sem limita\u00e7\u00e3o de cabos e a um pre\u00e7o cada vez menor, de acordo com o volume de servi\u00e7os contratado. <\/p>\n<p>O panorama descrito \u00e9 o que se pode esperar dos pr\u00f3ximos 10 anos da telefonia no Brasil, segundo executivos e especialistas ouvidos pela Reuters. Dez anos ap\u00f3s a privatiza\u00e7\u00e3o das telecomunica\u00e7\u00f5es no pa\u00eds, a converg\u00eancia de plataformas e a consolida\u00e7\u00e3o das empresas cria expectativa de que um n\u00famero crescente de servi\u00e7os chegar\u00e1 ao consumidor por pre\u00e7os cada vez mais baixos e atrav\u00e9s do aparelho que ele quiser, onde estiver. <\/p>\n<p>As concession\u00e1rias que assumiram as tr\u00eas grandes regi\u00f5es em que o Brasil foi dividido por ocasi\u00e3o da privatiza\u00e7\u00e3o da telefonia fixa em 1998 &#8211;Telef\u00f4nica, Oi e Brasil Telecom &#8212; dominam ainda mais de 95 por cento do mercado em suas respectivas regi\u00f5es, como mostram pesquisas, diferente da expectativa da privatiza\u00e7\u00e3o sobre cria\u00e7\u00e3o de competi\u00e7\u00e3o no setor. <\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do primeiro presidente da Ag\u00eancia Nacional de Telecomunica\u00e7\u00f5es (Anatel), Renato Guerreiro, entretanto, &#8220;a converg\u00eancia das plataformas far\u00e1 com que o tempo equacione essa quest\u00e3o&#8221;, j\u00e1 que ele acredita que telefonia n\u00e3o ter\u00e1 mais a distin\u00e7\u00e3o entre fixa e m\u00f3vel no futuro. <\/p>\n<p>A integra\u00e7\u00e3o de tecnologias tamb\u00e9m \u00e9 citada pelo presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco. &#8220;O futuro, que j\u00e1 come\u00e7ou, \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os em uma s\u00f3 plataforma&#8221;, disse em entrevista \u00e0 Reuters. <\/p>\n<p>Falco lembra que hoje muitas pessoas j\u00e1 disp\u00f5em de telefone e email no mesmo dispositivo. A distribui\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os e conte\u00fados atrav\u00e9s de qualquer tipo de aparelho, em qualquer lugar, &#8220;vai mudar os h\u00e1bitos das pessoas e at\u00e9 melhorar o tr\u00e2nsito&#8221;, afirmou o executivo referindo-se \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de necessidades de deslocamentos gerada pela transfer\u00eancia de dados. <\/p>\n<p>Na Oi, por exemplo, hoje algo como 20 por cento da base de clientes utiliza mais de um servi\u00e7o. A oferta compartilhada come\u00e7ou h\u00e1 dois anos. Falco arrisca dizer que em 10 anos, &#8220;provavelmente 70 por cento da base j\u00e1 utilize&#8221; os servi\u00e7os de forma integrada. <\/p>\n<p><strong>Portabilidade e concorr\u00eancia <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO recurso da portabilidade num\u00e9rica, que permite a um assinante mudar de operadora (celular ou fixa) sem alterar seu n\u00famero antigo de telefone, pode ajudar a estimular a competi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O calend\u00e1rio previsto pela Anatel prev\u00ea que os primeiros testes com a portabilidade comecem a ser feitos em agosto deste ano. A implanta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 gradual e atingir\u00e1 todo o Brasil a partir de mar\u00e7o de 2009. <\/p>\n<p>O fato do Brasil ter hoje um n\u00famero de celulares tr\u00eas vezes maior que o de linhas fixas \u00e9 um efeito da competi\u00e7\u00e3o, que na fixa inexiste, segundo afirma o presidente da Claro, Jo\u00e3o Cox. <\/p>\n<p>Por\u00e9m, cr\u00edticas n\u00e3o falta \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o de longo do prazo da ind\u00fastria no pa\u00eds. Guerreiro, afirma que &#8220;o setor est\u00e1 \u00e0 deriva, ningu\u00e9m sabe para onde vai daqui a 10 anos&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>Ele lembra que as regras estabelecidas em 1998 previam uma reavalia\u00e7\u00e3o do modelo cinco anos depois, ou em 2003, o que n\u00e3o aconteceu. &#8220;Quais s\u00e3o as pol\u00edticas p\u00fablicas que o governo quer para o pa\u00eds?&#8221;, questiona. A situa\u00e7\u00e3o, na avalia\u00e7\u00e3o dele, &#8220;gera certa inseguran\u00e7a para os investidores&#8221; e cria um cen\u00e1rio &#8220;absolutamente duvidoso&#8221;. <\/p>\n<p>O ex-ministro interino das Comunica\u00e7\u00f5es e s\u00f3cio da Orion Consultores Associados, Juarez Quadros, afirma que o pa\u00eds tem de avan\u00e7ar na atualiza\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria. &#8220;O ambiente regulat\u00f3rio est\u00e1 sempre a reboque do ambiente tecnol\u00f3gico. A Anatel precisa se antecipar \u00e0s demandas tecnol\u00f3gicas&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>O atropelo das regras pela tecnologia gera situa\u00e7\u00f5es como a tentativa de compra da Brasil Telecom pela Oi, que n\u00e3o pode ser concretizada sem altera\u00e7\u00f5es de normas criadas 10 anos atr\u00e1s. O neg\u00f3cio pode chegar a at\u00e9 12,3 bilh\u00f5es de reais e entre as justificativas est\u00e3o converg\u00eancia de tecnologias e ganhos de escala. A Anatel est\u00e1 avaliando as mudan\u00e7as e pode atualizar o quadro regulat\u00f3rio ainda este ano. <\/p>\n<p><b>Autor: Reuters<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A distin\u00e7\u00e3o entre telefone fixo e m\u00f3vel ser\u00e1 cada vez mais t\u00eanue. Conte\u00fados como not\u00edcias, emails e v\u00eddeos poder\u00e3o chegar na m\u00e3o do cliente atrav\u00e9s de qualquer aparelho, sem restri\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, sem limita\u00e7\u00e3o de cabos e a um pre\u00e7o cada vez menor, de acordo com o volume de servi\u00e7os contratado. 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