{"id":15004,"date":"2008-06-30T21:54:57","date_gmt":"2008-06-30T21:54:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15004"},"modified":"2008-06-30T17:38:42","modified_gmt":"2008-06-30T17:38:42","slug":"alcool-combustivel-avanca-no-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/06\/30\/alcool-combustivel-avanca-no-nordeste\/","title":{"rendered":"\u00c1lcool combust\u00edvel avan\u00e7a no Nordeste"},"content":{"rendered":"<p>O mercado de \u00e1lcool est\u00e1 aquecido no Nordeste. O consumo m\u00e9dio mensal do combust\u00edvel saltou de 130 milh\u00f5es de litros mensais, em 2007, para 180 milh\u00f5es de litros este ano na regi\u00e3o, segundo Renato Cunha, presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de A\u00e7\u00facar e \u00c1lcool de Pernambuco (Sinda\u00e7\u00facar\/PE). <\/p>\n<p>A maior demanda pelo \u00e1lcool na regi\u00e3o reflete os pre\u00e7os mais competitivos do combust\u00edvel comparados aos da gasolina. O Nordeste responde por cerca de 15% da produ\u00e7\u00e3o nacional de cana &#8211; os Estados de Alagoas e Pernambuco s\u00e3o, respectivamente, os maiores produtores nordestinos. <\/p>\n<p>&#8220;Verificamos um aumento significativo do consumo do combust\u00edvel por conta do aumento da frota de carros flexfuel&#8221;, disse Cunha. As vendas de carros flex representam cerca de 90% do total de ve\u00edculos vendidos no pa\u00eds, segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea). <\/p>\n<p>O incremento das vendas deste tipo de ve\u00edculo impulsionou o consumo do \u00e1lcool no mercado interno, sobretudo no centro-sul, onde j\u00e1 est\u00e1 em 1,8 bilh\u00e3o de litros por m\u00eas, em m\u00e9dia. S\u00e3o Paulo, maior p\u00f3lo sucroalcooleiro do mundo, \u00e9 o maior consumidor de \u00e1lcool hidratado do pa\u00eds e tamb\u00e9m concentra a maior frota de ve\u00edculos que rodam com \u00e1lcool ou gasolina. <\/p>\n<p>A op\u00e7\u00e3o do consumidor depende da rela\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os dos dois tipos de combust\u00edvel. Se os pre\u00e7os do litro do \u00e1lcool estiverem abaixo de 70% do litro da gasolina, a op\u00e7\u00e3o pelo hidratado \u00e9 a mais econ\u00f4mica, segundo a Uni\u00e3o da Ind\u00fastria da Cana-de-A\u00e7\u00facar (Unica). E seguindo este racioc\u00ednio, os consumidores nordestinos tamb\u00e9m est\u00e3o optando pelo \u00e1lcool. Na semana passada, a rela\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os entre os dois combust\u00edveis estava em torno de 60% em Alagoas e Pernambuco, segundo a ANP (Associa\u00e7\u00e3o Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis). <\/p>\n<p>Apesar de trabalharem com rentabilidade negativa nesta safra, as usinas nordestinas n\u00e3o dever\u00e3o carregar altos estoques para os pr\u00f3ximos meses. \u00c9 que o avan\u00e7o do consumo na regi\u00e3o dever\u00e1 enxugar o excedente de oferta do combust\u00edvel durante a safra 2008\/09 de cana no Nordeste, que come\u00e7a a partir de setembro. <\/p>\n<p>No ciclo 2007\/08, a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool ficou em 2 bilh\u00f5es de litros, dos quais 500 milh\u00f5es foram exportados. &#8220;Temos uma log\u00edstica privilegiada para exporta\u00e7\u00e3o, o que nos garante maior competitividade em rela\u00e7\u00e3o ao centro-sul&#8221;. <\/p>\n<p>O mesmo ocorre com o a\u00e7\u00facar. Das 4,6 milh\u00f5es de toneladas produzidas na safra 2007\/08, as usinas do Nordeste exportaram 2,9 milh\u00f5es, ou 63% do total. &#8220;Pernambuco \u00e9 o maior produtor de a\u00e7\u00facar refinado [com produ\u00e7\u00e3o de cerca de 480 mil toneladas]&#8221;, afirmou Cunha. <\/p>\n<p>Na safra 2007\/08, a colheita de cana atingiu 61 milh\u00f5es de toneladas, com um crescimento de 9% sobre o ciclo anterior. Para 2008\/09, Cunha n\u00e3o se arrisca a fazer previs\u00f5es. &#8220;Poder\u00edamos crescer muito mais, se os pre\u00e7os dos insumos n\u00e3o estivessem t\u00e3o altos e a rentabilidade do setor n\u00e3o estivesse t\u00e3o baixa&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o dever\u00e1 crescer 5%. &#8220;Temos investido no aumento da produtividade por hectare&#8221;, afirmou. No centro-sul, a produtividade m\u00e9dia \u00e9 de 85 a 100 toneladas por hectare. No Nordeste, oscila de de 57 a 67 toneladas por hectare. <\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 cinco anos, a m\u00e9dia girava em torno de 52 toneladas por hectare&#8221;. Os avan\u00e7os nesta \u00e1rea ocorrem por conta de pesquisas desenvolvidas por Ridesa (Rede Interuniversit\u00e1ria para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro), Cetene (Centro de Tecnologias Estrat\u00e9gicas do Nordeste) e do CTC (Centro de Tecnologia Canavieira), com sede em Piracicaba (SP). <\/p>\n<p><b>Autor: Valor Econ\u00f4mico<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado de \u00e1lcool est\u00e1 aquecido no Nordeste. O consumo m\u00e9dio mensal do combust\u00edvel saltou de 130 milh\u00f5es de litros mensais, em 2007, para 180 milh\u00f5es de litros este ano na regi\u00e3o, segundo Renato Cunha, presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de A\u00e7\u00facar e \u00c1lcool de Pernambuco (Sinda\u00e7\u00facar\/PE). 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