{"id":15002,"date":"2008-06-27T21:54:55","date_gmt":"2008-06-27T21:54:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=15002"},"modified":"2008-06-27T16:04:16","modified_gmt":"2008-06-27T16:04:16","slug":"a-universidade-que-queremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/06\/27\/a-universidade-que-queremos\/","title":{"rendered":"A universidade que queremos?"},"content":{"rendered":"<p>Entre 26 e 30 de outubro, a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) realizaria seu congresso, no qual representantes do corpo discente, docente e funcion\u00e1rios n\u00e3o-docentes discutiriam o modelo de universidade desejada, inclusive pensando novo estatuto. O evento foi abortado por alguns grupos que exigiram a dispensa dos cerca de 15 mil funcion\u00e1rios para participarem das reuni\u00f5es, com o que a Reitoria n\u00e3o concordou. Na pr\u00e1tica, a Reitoria n\u00e3o impediu a participa\u00e7\u00e3o de ningu\u00e9m e deu todo o apoio ao evento: transporte, alojamento, alimenta\u00e7\u00e3o, infra-estrutura para videoconfer\u00eancia e para IPTV, locais (anfiteatro e salas), servi\u00e7os de impress\u00e3o. A iniciativa de realizar o evento s\u00f3 pode ser elogiada, pois as universidades s\u00e3o corpos vivos que devem ser aprimorados continuamente para que possam atender aos anseios da sociedade.<\/p>\n<p>Inicialmente estava entusiasmado pelo envolvimento do corpo discente, pois \u00e9 o maior patrim\u00f4nio das universidades e a mola propulsora para sua evolu\u00e7\u00e3o. No entanto, por v\u00e1rios motivos as entidades estudantis acabaram sendo contaminadas pelas associa\u00e7\u00f5es docentes e de funcion\u00e1rios n\u00e3o-docentes, que t\u00eam um passado glorioso, mas h\u00e1 pelo menos duas d\u00e9cadas est\u00e3o nas m\u00e3os dos mesmos grupos, sofrendo pelo longo continu\u00edsmo e falta de renova\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Assim, uma iniciativa louv\u00e1vel estava sendo conduzida de maneira min\u00fascula, intramuros e com forte abordagem corporativa, e acabou sendo interrompida. Uma atitude perversa para o desenvolvimento da institui\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Os seis temas do congresso cobrem um amplo espectro, incluindo um &#8220;plano de luta&#8221; para a instala\u00e7\u00e3o de estatuinte democr\u00e1tica e soberana. Imaginam-se mudan\u00e7as profundas, sendo discutidas de forma parit\u00e1ria por representantes de alunos, docentes e funcion\u00e1rios n\u00e3o-docentes. Esses delegados representam um universo de cerca de 100 mil pessoas que se autonomeiam entendidas no tema. Curiosamente, os usu\u00e1rios das atividades de cultura e extens\u00e3o da universidade foram exclu\u00eddos. E os demais 99,75% da popula\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, que mant\u00e9m a USP, devem se contentar com a condi\u00e7\u00e3o de espectadores passivos. As torres de marfim duramente criticadas no come\u00e7o do s\u00e9culo 20 e que conduziram aos modelos modernos de universidades, inclusive adotados pelas pioneiras do Pa\u00eds, como a pr\u00f3pria USP, est\u00e3o sendo reedificadas, agora de uma forma mais conservadora, ousaria dizer pr\u00e9-humboldtiana, distorcendo a fun\u00e7\u00e3o da universidade na atualidade.\u00a0<\/p>\n<p>Outro aspecto preocupante, tema principal das discuss\u00f5es preparat\u00f3rias, \u00e9 sobre a governan\u00e7a da universidade, principalmente a forma de elei\u00e7\u00e3o do(a) reitor(a), e que as decis\u00f5es devem ser tomadas por comiss\u00f5es parit\u00e1rias.\u00a0<\/p>\n<p>Como se o exerc\u00edcio do poder fosse o grande problema da USP. Hoje a tarefa da Reitoria \u00e9 conseguir conduzir a universidade com parcos recursos. Quem n\u00e3o est\u00e1 familiarizado com a USP precisa saber que cerca de 85% do or\u00e7amento \u00e9 para a folha de pessoal (ativo e aposentado) e o restante para as atividades de custeio. Os recursos extra-or\u00e7ament\u00e1rios v\u00eam para atividades espec\u00edficas, sem passar pela inger\u00eancia da Reitoria.<\/p>\n<p>O reitor da USP n\u00e3o tem resid\u00eancia funcional, n\u00e3o recebe cart\u00e3o corporativo, as di\u00e1rias de viagens permitem apenas uma conduta espartana e o adicional pecuni\u00e1rio \u00e9 uma pequena fra\u00e7\u00e3o do seu sal\u00e1rio, insuficiente para os gastos pessoais que tem pelo cargo ocupado. O que o reitor tem \u00e9 o prest\u00edgio pela institui\u00e7\u00e3o que representa e pelo cargo at\u00e9 hoje ocupado apenas por grandes lideran\u00e7as acad\u00eamicas. Al\u00e9m disso, o atual estatuto (1988) j\u00e1 dilui o poder em colegiados constitu\u00eddos predominantemente pelos docentes, restando pouco poder decis\u00f3rio aos dirigentes. Esse, a meu ver, \u00e9 o grande problema de gest\u00e3o da USP. Impede o dinamismo das atividades e prolonga discuss\u00f5es sem as concluir, como as propostas de novos cursos e disciplinas emperradas por anos nas diversas comiss\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Outro ponto muito aventado nas reuni\u00f5es preparat\u00f3rias foi o de tornar a USP n\u00e3o s\u00f3 independente do governo estadual, mas do pr\u00f3prio Estado. Pela Constitui\u00e7\u00e3o, a \u00fanica inger\u00eancia do governador na USP \u00e9 indicar o reitor de uma lista tr\u00edplice preparada pela pr\u00f3pria comunidade acad\u00eamica &#8211; n\u00e3o parit\u00e1ria, mas liderada pelos professores-titulares. Confunde-se a autonomia acad\u00eamica, essencial para uma universidade de pesquisa com grande compet\u00eancia como a USP, e a autonomia administrativa com a liberdade do docente e da universidade de fazerem o que bem entendem.\u00a0<\/p>\n<p>Todas as universidades p\u00fablicas de renome do exterior prestam contas das suas atividades \u00e0 sociedade. N\u00e3o me refiro apenas aos aspectos financeiros, nos quais a USP pode ser considerada exemplar, mas a uma presta\u00e7\u00e3o de contas qualitativa das atividades desenvolvidas, justificando-as para a comunidade. Neste ponto esbarro em outro dogma vigente, que \u00e9 a avers\u00e3o \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o continuada eficiente das atividades dos docentes. O concurso p\u00fablico n\u00e3o \u00e9 um salvo-conduto para o docente, mas uma oportunidade de demonstrar sua compet\u00eancia e garantir a manuten\u00e7\u00e3o de suas atividades. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 instrumento imprescind\u00edvel para o desenvolvimento da universidade, n\u00e3o para fins punitivos, mas como orienta\u00e7\u00e3o, v\u00e1lida para funcion\u00e1rios, alunos e docentes, e tamb\u00e9m para todos os \u00f3rg\u00e3os.\u00a0<\/p>\n<p>N\u00e3o tenho a arrog\u00e2ncia de apresentar um modelo de universidade, mas gostaria de debater minhas propostas com a sociedade, incluindo a comunidade universit\u00e1ria. Devemos inicialmente definir o que se espera da USP, para ent\u00e3o podermos discutir e propor a estrutura mais adequada para atingir esses objetivos e atender aos anseios da sociedade. Lamento, mas acho que estamos priorizando as formas e esquecendo o conte\u00fado das discuss\u00f5es e do nosso compromisso com a sociedade que nos mant\u00e9m.\u00a0<\/p>\n<p><em>*Vahan Agopyan, professor-titular da Escola Polit\u00e9cnica da USP, representa a universidade como presidente do Conselho Superior do IPEN\/Cnen-MCT e conselheiro da Fapesp. Desde fevereiro \u00e9 o coordenador de C,T&#038;I da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de S\u00e3o Paulo<\/em><\/p>\n<p><b>Autor: *Vahan Agopyan<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 26 e 30 de outubro, a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) realizaria seu congresso, no qual representantes do corpo discente, docente e funcion\u00e1rios n\u00e3o-docentes discutiriam o modelo de universidade desejada, inclusive pensando novo estatuto. 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