{"id":14926,"date":"2008-06-11T21:53:34","date_gmt":"2008-06-11T21:53:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14926"},"modified":"2008-06-11T15:48:04","modified_gmt":"2008-06-11T15:48:04","slug":"petrobras-participa-de-estudo-de-viabilidade-para-desenvolver-rochas-betuminosas-nos-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/06\/11\/petrobras-participa-de-estudo-de-viabilidade-para-desenvolver-rochas-betuminosas-nos-eua\/","title":{"rendered":"Petrobras participa de estudo de viabilidade para desenvolver rochas betuminosas nos EUA"},"content":{"rendered":"<p>A Petrobras anunciou no dia 9 de junho (segunda-feira), a assinatura de um contrato com a Oil Shale Exploration Company (Osec) e com a empresa japonesa de investimentos e trading Mitsui &#038; Co. Ltd. (Mitsui), com o objetivo de realizar estudos conjuntos de viabilidade para o desenvolvimento de rochas betuminosas geradoras de \u00f3leo, no estado de Utah, nos Estados Unidos.\u00a0<\/p>\n<p>A Petrobras realizar\u00e1 um estudo de viabilidade t\u00e9cnica, econ\u00f4mica e ambiental testando o processo Petrosix\u00ae, tecnologia patenteada pela Companhia para extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de rochas betuminosas, em terras pertencentes a ou arrendadas pela OSEC em Utah. A Mitsui, por sua vez, fornecer\u00e1 servi\u00e7os de consultoria para o gerenciamento e realiza\u00e7\u00e3o do projeto. Segundo o contrato, com base no resultado do estudo de viabilidade, a Petrobras e a Mitsui ter\u00e3o o direito de adquirir uma participa\u00e7\u00e3o de 10% a 20% cada no projeto da OSEC.\u00a0<\/p>\n<p>O projeto da OSEC, no estado de Utah, engloba o arrendamento de uma propriedade onde h\u00e1 a incid\u00eancia de rochas betuminosas pertencente ao &#8220;Bureau of Land Management&#8221; (BLM ou Departamento de Gerenciamento de Terras). Nessa regi\u00e3o, ser\u00e3o realizados a pesquisa, o desenvolvimento e a demonstra\u00e7\u00e3o dessas rochas.\u00a0<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m far\u00e1 parte dos estudos uma \u00e1rea rec\u00e9m-adquirida pela OSEC de mais de 22 mil acres de propriedade particular de xisto na Bacia do Rio Green, em Utah. Entre terras arrendadas e pr\u00f3prias, a OSEC tem direitos sobre mais de 30 mil acres de propriedade de rochas betuminosas, tendo uma base de recursos j\u00e1 descobertos na faixa de 3 bilh\u00f5es de barris, segundo estimativas da Norwest Corporation.\u00a0<\/p>\n<p>A larga experi\u00eancia da Petrobras na produ\u00e7\u00e3o de rochas betuminosas, e da Mitsui com recursos naturais e commodities, al\u00e9m do desenvolvimento de rochas betuminosas pela OSEC em Utah desde 2005, t\u00eam grande potencial para demonstrar e desenvolver o maior recurso ainda n\u00e3o explorado de energia nos EUA. Esse pa\u00eds cont\u00e9m reservas suficientes para suprir a demanda atual de energia do pa\u00eds pelos pr\u00f3ximos 100 anos.\u00a0<\/p>\n<p>A avan\u00e7ada tecnologia de extra\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de rochas betuminosas, conhecida como Petrosix\u00ae, foi desenvolvida pela Petrobras e j\u00e1 acumula mais de 30 anos de opera\u00e7\u00e3o comercial de sucesso na Unidade da Petrobras em S\u00e3o Mateus do Sul, Paran\u00e1. Al\u00e9m de n\u00e3o gerar res\u00edduos, a unidade de produ\u00e7\u00e3o da Petrobras segue normas rigorosas de prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Risco no pr\u00e9-sal tende a zero <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO risco de explora\u00e7\u00e3o da camada pr\u00e9-sal para as outras empresas de petr\u00f3leo \u00e9 praticamente zero, disse o presidente da Petrobras, Jos\u00e9 S\u00e9rgio Gabrielli, em Nova York.\u00a0<\/p>\n<p>E, por isso, o governo deveria ter uma parcela maior no controle da riqueza potencial.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 um problema ideol\u00f3gico, (trata-se de) quem toma o risco e de quem vai ser recompensado&#8221;, afirmou.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;A situa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 que grande parte do globo tem PSA (Acordo de Compartilhamento de Produ\u00e7\u00e3o), apenas poucos pa\u00edses t\u00eam concess\u00e3o, e o Brasil \u00e9 o \u00fanico entre os 15 maiores que tem tipos t\u00e3o livres de contratos orientados para investimentos.\u00a0<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m tem coisas como o Brasil tem, nem mesmo os Estados Unidos&#8221;, disse em entrevista ap\u00f3s palestra organizada pela C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Brasil-EUA. <\/p>\n<p>Gabrielli pontuou que h\u00e1 perspectiva muito grande para riqueza no futuro.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Acredito que o governo brasileiro deveria ter o direito da decis\u00e3o sobre o que fazer, mantendo as condi\u00e7\u00f5es atuais. <br \/>\nAs companhias que a\u00ed j\u00e1 est\u00e3o tomaram o risco quando tiveram de tomar&#8221;, argumentou.\u00a0<\/p>\n<p>Para ele, a quest\u00e3o n\u00e3o se trata particularmente de investidores estrangeiros.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;O problema \u00e9 quem vai tomar o risco explorat\u00f3rio&#8221;, reiterou. De acordo com Gabrielli, a participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de petr\u00f3leo no PIB brasileiro tem aumentado significativamente.\u00a0&#8220;Acredito que hoje devemos ter sa\u00eddo de algo em torno de 6% para uma contribui\u00e7\u00e3o em torno de 10%&#8221;, completou.\u00a0<\/p>\n<p>As estimativas oficiais, citou ele, apontam a participa\u00e7\u00e3o em torno de 2% a 4%, ao ressalvar que s\u00e3o baseadas em n\u00fameros antigos e ha ind\u00edcios de que a participa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito maior do que os \u00edndices est\u00e3o captando. <\/p>\n<p>O executivo observou que a alta do petr\u00f3leo no mercado internacional n\u00e3o \u00e9 passada diretamente ao mercado brasileiro h\u00e1 cinco anos.\u00a0&#8220;Mantemos as varia\u00e7\u00f5es dos pre\u00e7os dos derivados no Brasil com uma rela\u00e7\u00e3o de longo prazo, n\u00e3o aumentamos no curto prazo&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo ele, isto n\u00e3o prejudica a Petrobras, &#8220;n\u00e3o s\u00f3 porque aumentamos a efici\u00eancia da produtividade, mas tamb\u00e9m porque a taxa de c\u00e2mbio tem sido favor\u00e1vel e minimizado o impacto para o consumidor final&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>Assim, acrescenta, o efeito \u00e9 mais de longo prazo e o impacto demora para chegar ao mercado brasileiro.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Dessa maneira, n\u00e3o acredito que a varia\u00e7\u00e3o trimestral do pre\u00e7o do petr\u00f3leo vai impactar a varia\u00e7\u00e3o trimestral do PIB. <br \/>\nSe tiver impacto, vai ser de longo prazo&#8221;, acredita. <\/p>\n<p>Gabrielli disse tamb\u00e9m que as duas refinarias premium da companhia est\u00e3o em &#8220;fase final de estudos&#8221;, uma com produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria estimada em 600 mil barris e outra com 300 mil barris.\u00a0&#8220;V\u00e3o ser constru\u00eddas em fases \u00e9 a \u00fanica coisa que posso confirmar.\u00a0<\/p>\n<p>As outras coisas (seguem) processo de decis\u00e3o interno&#8221;, informou em entrevista ap\u00f3s palestra organizada pela C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Brasil-EUA. Para financiar os projetos, a empresa vai olhar para os mercados de capitais, disse Gabrielli ao argumentar que &#8220;a abordagem ser\u00e1 a mesma&#8221; do passado.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;Temos perspectiva s\u00f3lida, podemos gerar recursos o bastante para pagar a d\u00edvida de juros fixos que pudermos ter&#8221;. Ele acrescentou que por ser grau de investimento a empresa pode ter acesso a diferentes investidores. <br \/>\nAs fontes para os financiamentos devem ser t\u00edtulos, caixa e d\u00edvida bancaria, ponderou. <\/p>\n<p><strong>&#8220;doen\u00e7a holandesa&#8221;.<\/strong><br \/>\nA Petrobras quer que os navios que ainda precisa contratar sejam constru\u00eddos no Brasil. &#8220;Queremos minimizar os efeitos da doen\u00e7a holandesa&#8221;, disse Gabrielli em evento em Nova York.\u00a0<\/p>\n<p>A doen\u00e7a holandesa \u00e9 um conceito econ\u00f4mico que tenta explicar a aparente rela\u00e7\u00e3o entre a explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais e o decl\u00ednio do setor manufatureiro. <br \/>\nAl\u00e9m dos 59 navios em leasing atualmente, o executivo afirmou que a empresa precisa de mais 175 embarca\u00e7\u00f5es. Assim como os navios, a companhia quer que as sondas de perfura\u00e7\u00e3o sejam constru\u00eddas no Pa\u00eds. <br \/>\nA empresa planeja ter 72 sondas de perfura\u00e7\u00e3o at\u00e9 2017 e vai anunciar processo de licita\u00e7\u00e3o para 28 novas sondas. <\/p>\n<p>&#8220;Somos auto-suficientes em produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, precisamos importar \u00f3leo leve.\u00a0Vamos aumentar nossa capacidade de refino&#8221;, completou. <\/p>\n<p><b>Autor: Ag\u00eancia Estado<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Petrobras anunciou no dia 9 de junho (segunda-feira), a assinatura de um contrato com a Oil Shale Exploration Company (Osec) e com a empresa japonesa de investimentos e trading Mitsui &#038; Co. Ltd. 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