{"id":14886,"date":"2008-06-03T21:52:52","date_gmt":"2008-06-03T21:52:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14886"},"modified":"2008-06-03T16:15:57","modified_gmt":"2008-06-03T16:15:57","slug":"estudo-mostra-que-energia-no-brasil-e-vulneravel-a-aquecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/06\/03\/estudo-mostra-que-energia-no-brasil-e-vulneravel-a-aquecimento\/","title":{"rendered":"Estudo mostra que energia no Brasil \u00e9 vulner\u00e1vel a aquecimento"},"content":{"rendered":"<p>Patinho feio dos leil\u00f5es de energia at\u00e9 agora, o baga\u00e7o de cana poder\u00e1 ganhar status de estrela na gera\u00e7\u00e3o de energia no final deste s\u00e9culo, j\u00e1 que a cana-de-a\u00e7\u00facar ser\u00e1 a \u00fanica fonte energ\u00e9tica no Brasil que n\u00e3o sofrer\u00e1 impactos com o aquecimento global. <\/p>\n<p>Por outro lado, a energia e\u00f3lica deve ficar restrita ao litoral e as hidrel\u00e9tricas v\u00e3o produzir menos do que hoje por redu\u00e7\u00e3o das chuvas, assim como a soja dever\u00e1 migrar para o Sul em busca de clima mais favor\u00e1vel. <\/p>\n<p>Estas e outras conclus\u00f5es est\u00e3o no estudo encomendado pelo Reino Unido atrav\u00e9s do Global Opportunity Fund a professores e pesquisadores da Coppe, instituto de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, liderados por Roberto Schaeffer e Alexandre Salem Szklo, para avaliar o impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no sistema energ\u00e9tico brasileiro no per\u00edodo 2071 a 2100. <\/p>\n<p>&#8220;Trata-se basicamente de entender como o sistema energ\u00e9tico brasileiro planejado para 2030 reagiria \u00e0s novas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas projetadas para o per\u00edodo que vai de 2071 a 2100&#8221;, explica em sua introdu\u00e7\u00e3o o trabalho que levou oito meses para ficar pronto. <\/p>\n<p>A vulnerabilidade encontrada, segundo Roberto Schaeffer, acende uma luz amarela em alguns programas do governo e investimentos privados, que deveriam ser repensados. <\/p>\n<p>&#8220;O que o estudo chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 de que n\u00e3o adianta pensar mais em desenvolvimento do Brasil ou apostar fundo em certas regi\u00f5es se voc\u00ea n\u00e3o come\u00e7ar a olhar a vulnerabilidade delas \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pode ser maior ou menor, mas provavelmente o futuro ser\u00e1 pior do que hoje&#8221;, explicou Roberto Schaeffer \u00e0 Reuters. <\/p>\n<p>Ele citou projetos hidrel\u00e9tricos na Amaz\u00f4nia, que est\u00e3o sendo apontados como a solu\u00e7\u00e3o para o pa\u00eds &#8211; rio Madeira, Belo Monte &#8211; como exemplo de uma poss\u00edvel frustra\u00e7\u00e3o futura diante das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. <\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 tend\u00eancia da Amaz\u00f4nia savanizar, ou seja, ficar mais seca, e o Nordeste que j\u00e1 \u00e9 semi-\u00e1rido vai ficar mais \u00e1rido&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>Nem os ventos escapam das mudan\u00e7as no clima, segundo o estudo, apontando para uma tend\u00eancia de migra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e\u00f3lica do interior para o litoral, limitando o crescimento dessa ind\u00fastria. <\/p>\n<p>&#8220;O Brasil tem potencial e\u00f3lico muito grande, mas muito disperso. A gente mostra (no estudo) que esse potencial grande acaba e fica muito concentrado na costa, vamos ter ventos 30 a 60 por cento menores do que temos hoje&#8221;, informou. <\/p>\n<p>Outro problema ser\u00e1 enfrentado pelas culturas de soja e outras oleaginosas usadas para a produ\u00e7\u00e3o de biodiesel, que ter\u00e3o que buscar o Sul do pa\u00eds se quiserem continuar existindo. <\/p>\n<p>&#8220;Um programa de biodiesel, por exemplo, que era pensado em quest\u00f5es familiares, pequenas propriedades, \u00e9 uma quest\u00e3o que n\u00e3o d\u00e1 para assinar em baixo ainda, mas a vulnerabilidade \u00e9 muito grande e os estudos est\u00e3o apontando que dend\u00ea, soja, mamona etc n\u00e3o v\u00e3o nascer no Nordeste&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p>J\u00e1 a cana ganharia mais \u00e1reas para ser plantada, por gostar de calor, e o baga\u00e7o, hoje praticamente desprezado para gerar energia, poderia compensar as perdas hidrel\u00e9tricas. <\/p>\n<p>&#8220;O baga\u00e7o pode assumir um papel importante que ele n\u00e3o tem hoje&#8221;, afirmou. <\/p>\n<p><strong>Velho Chico<\/strong>\u00a0<br \/>\nCom menos chuvas devido ao aquecimento do planeta, a transposi\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco tamb\u00e9m pode ser considerado um projeto arriscado pela tend\u00eancia de queda hidrol\u00f3gica. <\/p>\n<p>&#8220;Em todas as bacias hidroel\u00e9tricas brasileiras sempre a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade vai ficar pior e com o passar do tempo n\u00e3o vai melhorar&#8221;, disse Schaeffer. <\/p>\n<p>&#8220;O Nordeste que hoje j\u00e1 \u00e9 pobre em chuva vai ficar mais pobre, e a Amaz\u00f4nia que hoje \u00e9 rica em chuva vai ficar mais seca, o que vai ser favor\u00e1vel para algumas culturas de um lado, mas vai reduzir a produ\u00e7\u00e3o das hidrel\u00e9tricas&#8221;, complementou. <\/p>\n<p>Em c\u00e1lculos conservadores, que ser\u00e3o revistos ao longo dos pr\u00f3ximos 12 meses em uma vers\u00e3o mais sofisticada do estudo pelo pr\u00f3prio grupo, a bacia do S\u00e3o Francisco \u00e9 a que apresenta maior queda de vaz\u00e3o m\u00e9dia anual, ou seja, a que ter\u00e1 menos \u00e1gua para mandar para suas usinas. <\/p>\n<p>A vaz\u00e3o da bacia do S\u00e3o Francisco registraria queda de 23,4 por cento no cen\u00e1rio mais otimista e de 26,4 por cento no mais pessimista, enquanto na bacia do rio Paran\u00e1 as previs\u00f5es de queda ficam em 2,4 e 8,2 por cento, respectivamente. <\/p>\n<p>Se confirmadas as quedas, o total da energia m\u00e9dia gerada pelas hidrel\u00e9tricas brasileiras cairia 1 por cento no cen\u00e1rio otimista e 2,2 por cento no mais pessimista. <\/p>\n<p>&#8220;A gente sabe que o n\u00famero \u00e9 muito conservador&#8230;mas o modelo trabalha com m\u00e9dias, e por isso \u00e9 melhor n\u00e3o se fixar em n\u00famero, mas a tend\u00eancia \u00e9 de que vai piorar, o que faz com que estudos mais sofisticados sejam feitos para saber o quanto vai piorar&#8221;, disse o acad\u00eamico. <\/p>\n<p>Ele explicou que na pr\u00f3xima fase do estudo j\u00e1 dever\u00e1 contar com uma avalia\u00e7\u00e3o de quanto custa para tentar minimizar o impacto clim\u00e1tico na economia e quanto custa n\u00e3o fazer nada. <\/p>\n<p>&#8220;Esse estudo mostra que nada \u00e9 um assunto fechado, que tudo tem que ser melhor estudado, e como o Brasil depende muito de fontes renov\u00e1veis de energia a vulnerabilidade \u00e9 maior e por isso mais uma raz\u00e3o para o Brasil come\u00e7ar a se precocupar com isso&#8221;, finalizou. <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b>Autor: Estad\u00e3o Online<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patinho feio dos leil\u00f5es de energia at\u00e9 agora, o baga\u00e7o de cana poder\u00e1 ganhar status de estrela na gera\u00e7\u00e3o de energia no final deste s\u00e9culo, j\u00e1 que a cana-de-a\u00e7\u00facar ser\u00e1 a \u00fanica fonte energ\u00e9tica no Brasil que n\u00e3o sofrer\u00e1 impactos com o aquecimento global. 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