{"id":14882,"date":"2008-06-02T21:52:48","date_gmt":"2008-06-02T21:52:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14882"},"modified":"2008-06-02T16:19:51","modified_gmt":"2008-06-02T16:19:51","slug":"faltara-peca-brasileira-para-navios-de-estatal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/06\/02\/faltara-peca-brasileira-para-navios-de-estatal\/","title":{"rendered":"Faltar\u00e1 pe\u00e7a brasileira para navios de estatal"},"content":{"rendered":"<p>Para atingir a meta de absorver at\u00e9 80% dos R$ 112 bilh\u00f5es em investimentos que a Petrobras anunciou para os pr\u00f3ximos cinco anos, o Brasil ter\u00e1 de desenvolver o setor de m\u00e1quinas e equipamentos da ind\u00fastria naval.\u00a0<\/p>\n<p>O vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de M\u00e1quinas e Equipamentos (Abimaq), Jos\u00e9 Velloso, afirma que, apesar dos avan\u00e7os no setor, hoje a ind\u00fastria naval brasileira s\u00f3 est\u00e1 preparada para a produ\u00e7\u00e3o dos cascos dos empreendimentos offshore anunciados pela Petrobras &#8211; que incluem 144 navios de grande porte, 146 barcos de apoio, 14 plataformas de produ\u00e7\u00e3o e outras 40 para explora\u00e7\u00e3o das camadas do pr\u00e9-sal.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo a Abimaq, existem hoje 400 empresas aptas para a produ\u00e7\u00e3o das chamadas navipe\u00e7as.\u00a0<\/p>\n<p>Com um n\u00edvel de utiliza\u00e7\u00e3o de 86% da capacidade instalada e crescimento de 30,3% nos quatro primeiros meses do ano, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2007, a ind\u00fastria nacional de m\u00e1quinas e equipamentos est\u00e1 aquecida. Segundo Velloso, no entanto, a produ\u00e7\u00e3o de navipe\u00e7as (como bombas, v\u00e1lvulas, compressores, tubos e guinchos) ainda tem uma participa\u00e7\u00e3o modesta no contexto econ\u00f4mico. &#8220;\u00c9 uma ind\u00fastria incipiente, n\u00e3o muito contemplada.&#8221;\u00a0<\/p>\n<p>Veloso v\u00ea nas encomendas da Petrobras uma chance de os fabricantes de navipe\u00e7as sa\u00edrem valorizados. Estas pe\u00e7as representam 30% nos custos de uma plataforma e de 35% a 40% nos navios de grande porte, de acordo com Veloso. &#8220;Mas o setor carece de desonera\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva e de redu\u00e7\u00e3o de juros para se desenvolver&#8221;, afirma.\u00a0<\/p>\n<p>Para o executivo, as novas condi\u00e7\u00f5es de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) s\u00e3o um passo importante neste processo. &#8220;A amplia\u00e7\u00e3o dos prazos de cinco para dez anos, proposta na Pol\u00edtica de Desenvolvimento Produtivo (PDP), foi um gol de placa. Espera-se uma avalanche de novos investimentos, mas que devem estar associados a um menor custo de produ\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Velloso.\u00a0<\/p>\n<p>O presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, acredita que a ind\u00fastria de m\u00e1quinas e equipamentos j\u00e1 tem capacidade instalada para atender \u00e0 demanda, mas espera por defini\u00e7\u00f5es concretas dos investimentos da Petrobr\u00e1s. &#8220;N\u00e3o podemos correr riscos. Em 2001, durante a crise do apag\u00e3o, por exemplo, o governo anunciou a constru\u00e7\u00e3o de 35 novas usinas t\u00e9rmicas, mas somente uma saiu do papel&#8221;, diz Neto.\u00a0<\/p>\n<p>Ele acredita em um crescimento forte na produ\u00e7\u00e3o interna, caso se cumpram os investimentos anunciados pela Petrobr\u00e1s. Segundo a Abimaq, hoje existem no Pa\u00eds 32 estaleiros e canteiros, respons\u00e1veis pela constru\u00e7\u00e3o de navios e plataformas petrol\u00edferas.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Estrutura pronta<\/strong> <br \/>\nPara a constru\u00e7\u00e3o das quatro refinarias anunciadas pela Petrobr\u00e1s, o vice-presidente da Abimaq afirma que a ind\u00fastria nacional j\u00e1 est\u00e1 estruturada. &#8220;Apesar de fazer quase 30 anos desde a constru\u00e7\u00e3o da \u00faltima, as reformas nas refinarias existentes mantiveram o setor em atividade&#8221;, diz o executivo.\u00a0<\/p>\n<p>Ser\u00e3o constru\u00eddas novas refinarias no Rio de Janeiro, Cear\u00e1 e Maranh\u00e3o &#8211; a quarta unidade ainda n\u00e3o tem local definido pelo governo.\u00a0<\/p>\n<p>Voltada para produtos premium destinados \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, a refinaria do Maranh\u00e3o \u00e9 especialmente importante. Com capacidade de produ\u00e7\u00e3o prevista para 600 mil barris de petr\u00f3leo\/dia (contra 180 mil barris\/dia de refinarias convencionais), a unidade maranhense pode se tornar a maior do mundo no refino de petr\u00f3leo.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7o favor\u00e1vel\u00a0<br \/>\n<\/strong>Ontem, a Abimaq divulgou um balan\u00e7o positivo dos primeiros quatro meses do ano. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2017, o setor de bens de capital mec\u00e2nicos registrou um faturamento total de R$ 23,5 bilh\u00f5es. O consumo aparente (que calcula o faturamento, que adiciona as importa\u00e7\u00f5es e exclui o percentual exportado) subiu de R$ 20,3 bilh\u00f5es no primeiro quadrimestre de 2007 para R$ 28,3 bilh\u00f5es em 2008 &#8211; o aumento, de 39,4%, foi puxado por um total de R$ 10,8 bilh\u00f5es nas importa\u00e7\u00f5es, contra os R$ 6 bilh\u00f5es em m\u00e1quinas e equipamentos exportados.\u00a0<\/p>\n<p>Nos primeiros quatro meses de 2008, a balan\u00e7a comercial na venda de equipamentos e m\u00e1quinas apresentou um d\u00e9ficit total de US$ 2,7 bilh\u00f5es. A China, com R$ 630,2 milh\u00f5es, e a Fran\u00e7a, com R$ 276,6 milh\u00f5es, foram os pa\u00edses que tiveram maior crescimento no volume brasileiro de importa\u00e7\u00f5es, com 88%.\u00a0<\/p>\n<p>O presidente da Abimaq afirmou que os baixos custos de importa\u00e7\u00e3o da China n\u00e3o s\u00e3o favor\u00e1veis. &#8220;\u00c9 um tipo de importa\u00e7\u00e3o que, al\u00e9m de n\u00e3o gerar impostos e empregos, n\u00e3o traz competitividade \u00e0 ind\u00fastria nacional. A importa\u00e7\u00e3o boa \u00e9 aquela que traz inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, de qualidade&#8221;, disse Neto.\u00a0<\/p>\n<p>A soma das exporta\u00e7\u00f5es no quadrimestre foi de US$ 3,48 bilh\u00f5es, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 8,4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2007.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Boa vizinhan\u00e7a <br \/>\n<\/strong>Segundo Luiz Aubert Neto, quanto aos principais destinos das exporta\u00e7\u00f5es de m\u00e1quinas e equipamentos, tem havido uma mudan\u00e7a nos \u00faltimos anos . &#8220;Existe um foco maior sobre os pa\u00edses vizinhos. Na Venezuela, por exemplo, h\u00e1 US$ 2,5 bilh\u00f5es em negocia\u00e7\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de 60 f\u00e1bricas&#8221;, afirma Neto.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo dados da Abimaq, o principal destino de exporta\u00e7\u00e3o hoje ainda s\u00e3o os Estados Unidos, mas neste quadrimestre houve uma queda de 8,4% em rela\u00e7\u00e3o aos quatro primeiros meses de 2007, resultado da desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para atingir a meta de absorver at\u00e9 80% dos R$ 112 bilh\u00f5es em investimentos que a Petrobras anunciou para os pr\u00f3ximos cinco anos, o Brasil ter\u00e1 de desenvolver o setor de m\u00e1quinas e equipamentos da ind\u00fastria naval.\u00a0 O vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de M\u00e1quinas e Equipamentos (Abimaq), Jos\u00e9 Velloso, afirma que, apesar dos avan\u00e7os no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,41],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14882","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias","7":"category-transportes"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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