{"id":14765,"date":"2008-05-14T21:50:44","date_gmt":"2008-05-14T21:50:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14765"},"modified":"2008-05-14T17:25:33","modified_gmt":"2008-05-14T17:25:33","slug":"japao-tenta-avendera-tecnologia-de-trembala-para-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/05\/14\/japao-tenta-avendera-tecnologia-de-trembala-para-o-brasil\/","title":{"rendered":"Jap\u00e3o tenta \u2018vender\u2019 tecnologia de trem-bala para o Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Empres\u00e1rios e integrantes do governo japon\u00eas apresentaram uma proposta preliminar de implanta\u00e7\u00e3o do trem de alta velocidade, o trem-bala, nesta ter\u00e7a-feira (13) para um p\u00fablico de cerca de 50 pessoas, entre eles, integrantes do governo. A proposta ainda n\u00e3o tem custo definido, segundo os empres\u00e1rios, porque os estudos de viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica que est\u00e3o sendo realizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) ainda n\u00e3o foram apresentados. O estudo deve ficar pronto em outubro. O custo esperado pelo governo, no entanto, \u00e9 entre US$ 9 e US$ 11 bilh\u00f5es. Outras tecnologias estudadas pelo governo s\u00e3o a coreana e a francesa. <\/p>\n<p>O trem de alta velocidade brasileiro, de acordo com a proposta, teria velocidade de 320 km\/h e oito carros por trem, atendendo a cerca de 17 milh\u00f5es de passageiros por ano, cerca de 3 mil por hora. Por hora, cinco trens sairiam da esta\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro para S\u00e3o Paulo. No caso do transporte a\u00e9reo, saem quatro v\u00f4os por hora. O percurso inicial do trem-bala brasileiro ligaria os aeroportos do Gale\u00e3o (Rio de Janeiro), Guarulhos (S\u00e3o Paulo) e Viracopos (Campinas). Um dos objetivos da obra seria aliviar o tr\u00e2nsito ao redor dos aeroportos. Segundo a proposta, a viagem entre Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo levaria 80 minutos. <\/p>\n<p>O vice-presidente da Mitsui brasileira, Masuo Suzuki, ressaltou que explora\u00e7\u00e3o comercial do espa\u00e7o ao redor das esta\u00e7\u00f5es (com hot\u00e9is, lojas, publicidade) \u00e9 essencial para melhorar a rentabilidade do projeto e garantir a sustenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica at\u00e9 a receita do empreendimento superar as despesas. \u201cNo caso do trem japon\u00eas, o governo cedeu os direitos de explora\u00e7\u00e3o comercial da \u00e1rea perif\u00e9rica por 50 anos. Seria dif\u00edcil garantir a rentabilidade somente com a explora\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es de transporte\u201d, disse.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Importa\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Representantes de tr\u00eas fabricantes japonesas &#8211; Kawasaki, Toshiba e Mitsubishi \u2013 explicaram como a tecnologia japonesa de constru\u00e7\u00e3o de trens de alta velocidade \u2013 Shinkansen &#8211; foi utilizada na constru\u00e7\u00e3o do trem-bala de Taiwan. O governo local estabeleceu imite m\u00e1ximo para a tarifa cobrada, que chega a custar US$ 50 no trecho mais longo, de cerca de 300 quil\u00f4metros. Segundo o representante da Kawasaki, Masashi Ishizuka, o trem-bala japon\u00eas \u00e9 o \u201cmais ambientalmente correto do mundo\u201d. <\/p>\n<p>No caso de Taiwan, o trem e as pe\u00e7as foram importadas do Jap\u00e3o, j\u00e1 que o pa\u00eds n\u00e3o se interessou em ser alvo da transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica, segundo Suzukii. \u201cTaiwan n\u00e3o possui ind\u00fastria ferrovi\u00e1ria desenvolvida. O Jap\u00e3o procurou o que seria vantajoso nacionalizar. Essa nacionaliza\u00e7\u00e3o depende da demanda e tem que ser estudada caso a caso. Nos Estados Unidos, por exemplo, constru\u00edmos uma f\u00e1brica de montagem de trem\u201d, explicou.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Financiamento<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Para Suzuki, o mais importante \u00e9 garantir apoio do governo para viabilizar o projeto, \u201cque ultrapassar\u00e1 os U$S 10 bilh\u00f5es facilmente\u201d. No caso do trem de Taiwan, que custou US$ 15 bilh\u00f5es, US$ 3,5 bilh\u00f5es foram obtidos com investidores, e os outros US$ 11,5 bilh\u00f5es foram de financiamentos com institui\u00e7\u00f5es financeiras do pa\u00eds. O governo de Taiwan, nesse caso, aceitou a condi\u00e7\u00e3o de assumir o financiamento caso as empresas investidoras falissem. <\/p>\n<p>Outra medida necess\u00e1ria, na opini\u00e3o de Suzuki, seria a cria\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edcia espec\u00edfica para os trens de alta velocidade. \u201cUm dos fatores que garantiram o sucesso do trem de alta velocidade foi a garantia de seguran\u00e7a que os usu\u00e1rios t\u00eam\u201d, afirmou. <\/p>\n<p>A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, os empres\u00e1rios mostraram que uma das linhas de opera\u00e7\u00e3o do trem-bala, com cerca de 500 quil\u00f4metros de comprimento (dist\u00e2ncia semelhante entre Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo) gerou uma receita de US$ 10 bilh\u00f5es em 2006 e atingiu quantidade de usu\u00e1rios cinco vezes maior em pouco mais de quarenta anos. O pa\u00eds conta com cerca 2176 quil\u00f4metros de linha para trem-bala, maior extens\u00e3o em um \u00fanico pa\u00eds. <\/p>\n<p>Deputados integrantes da frente parlamentar ferrovi\u00e1ria, que viajaram com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff para o Jap\u00e3o h\u00e1 poucos dias, participaram do semin\u00e1rio. \u201cEstamos acompanhando de perto tudo o que tem sido feito nesse sentido\u201d, garantiu o presidente da frente parlamentar, deputado Jaime Martins (PR-MG). <\/p>\n<p>Dilma Rousseff j\u00e1 anunciou que pretende lan\u00e7ar o edital de licita\u00e7\u00e3o em fevereiro de 2009. <\/p>\n<p><b>Autor: G1 &#8211; Mariana Alejarra<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empres\u00e1rios e integrantes do governo japon\u00eas apresentaram uma proposta preliminar de implanta\u00e7\u00e3o do trem de alta velocidade, o trem-bala, nesta ter\u00e7a-feira (13) para um p\u00fablico de cerca de 50 pessoas, entre eles, integrantes do governo. 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