{"id":14642,"date":"2008-04-14T21:48:37","date_gmt":"2008-04-14T21:48:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14642"},"modified":"2008-04-14T17:02:45","modified_gmt":"2008-04-14T17:02:45","slug":"industria-inova-para-depender-menos-da-nafta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/04\/14\/industria-inova-para-depender-menos-da-nafta\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria inova para depender menos da nafta"},"content":{"rendered":"<p>A Braskem vai inaugurar na pr\u00f3xima semana (dia 25) a Petroqu\u00edmica de Paul\u00ednia (SP), novo complexo industrial da companhia, constru\u00eddo em parceria com a Petroquisa (bra\u00e7o petroqu\u00edmico da Petrobras). <br \/>\nCom a nova unidade, sonhada h\u00e1 anos pela Braskem, a companhia segue uma tend\u00eancia marcante no setor: a diversifica\u00e7\u00e3o da matriz de mat\u00e9ria-prima.\u00a0<\/p>\n<p>A Petroqu\u00edmica de Paul\u00ednia, que ampliar\u00e1 em 350 mil toneladas a capacidade produtiva de polipropileno (PP) da Braskem, utilizar\u00e1 o g\u00e1s propeno de refinaria para fabrica\u00e7\u00e3o de resinas, diminuindo o craqueamento de nafta. As opera\u00e7\u00f5es come\u00e7aram no dia 28 de mar\u00e7o, mas a inaugura\u00e7\u00e3o oficial ser\u00e1 no pr\u00f3ximo dia 25, com a presen\u00e7a do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva.\u00a0<\/p>\n<p>O Comperj, maior projeto petroqu\u00edmico do Pa\u00eds que come\u00e7a a ser constru\u00eddo no Rio de Janeiro e com in\u00edcio de produ\u00e7\u00e3o previsto para 2012, segue a mesma linha de diminuir a depend\u00eancia da nafta.\u00a0<\/p>\n<p>O\u00a0complexo do Rio de Janeiro ir\u00e1 utilizar uma tecnologia inovadora desenvolvida no Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes), pela qual processar\u00e1 petr\u00f3leo pesado (abundante no Brasil), para obten\u00e7\u00e3o de eteno e propeno &#8211; atualmente, as centrais utilizam a nafta para produ\u00e7\u00e3o de eteno. A nafta \u00e9 encontrada em melhor qualidade e quantidade no petr\u00f3leo leve, produzido principalmente no Oriente M\u00e9dio.\u00a0<\/p>\n<p>O Comperj ir\u00e1 aumentar em mais de 35% a produ\u00e7\u00e3o nacional de eteno, principal mat\u00e9ria-prima do setor petroqu\u00edmico. O complexo ter\u00e1 uma capacidade instalada de 1,3 milh\u00e3o de toneladas de eteno por ano. Hoje, as tr\u00eas centrais petroqu\u00edmicas do Pa\u00eds, localizadas nos p\u00f3los de Triunfo (RS), Capuava (SP) e Cama\u00e7ari (BA), possuem, juntas, uma capacidade produtiva anual de, aproximadamente, 3,3 milh\u00f5es de toneladas do insumo. <\/p>\n<p><strong>Escassez de nafta <br \/>\n<\/strong>Solange Stumpf, diretora da Maxiquim (consultoria especializada do setor petroqu\u00edmico), afirmou que o Comperj atender\u00e1 um crescimento do mercado petroqu\u00edmico da Am\u00e9rica do Sul.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo Solange, os p\u00f3los petroqu\u00edmicos do Pa\u00eds j\u00e1 utilizaram suas potencialidades de expans\u00e3o. &#8220;O mercado petroqu\u00edmico precisa de um projeto deste porte [Comperj] para atender seu desenvolvimento. As expans\u00f5es das centrais j\u00e1 foram feitas, chegou o momento de ser ter um novo p\u00f3lo no Pa\u00eds&#8221;, destacou Solange. <br \/>\nPara Solange, a utiliza\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo pesado no Comperj segue uma tend\u00eancia mundial que visa diversificar o uso de mat\u00e9rias-primas diante da escassez de nafta. As centrais consomem cerca de 10 milh\u00f5es de toneladas de nafta por ano. Deste total, 3,5 milh\u00f5es de toneladas j\u00e1 s\u00e3o importadas atualmente.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;A nafta \u00e9 uma mat\u00e9ria-prima cada vez mais em falta no Brasil e no mundo. Diante disso, a Petrobras desenvolveu uma forma de diminuir esse peso da nafta e ao mesmo tempo valorizar sua produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo pesado&#8221;, completou a consultora.\u00a0<\/p>\n<p>O Comperj, que j\u00e1 tem como parceiros a Petrobras, o Grupo Ultra e o bra\u00e7o de participa\u00e7\u00f5es em empresas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDESPar), ter\u00e1 capacidade de processar 150 mil barris de petr\u00f3leo pesado.\u00a0<\/p>\n<p>Uma das d\u00favidas do projeto \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao modelo estrutural, que pode integrar ou n\u00e3o a primeira e segunda gera\u00e7\u00e3o petroqu\u00edmica em um mesmo m\u00f3dulo industrial.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Formato do Comperj <br \/>\n<\/strong>De acordo com o diretor de abastecimento e refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, a empresa tratar\u00e1 primeiro da cria\u00e7\u00e3o da Companhia Petroqu\u00edmica do Sudeste (CPS), em parceria com o Grupo Unipar, para depois analisar o formato e a conjuntura societ\u00e1ria do projeto.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;A defini\u00e7\u00e3o dos s\u00f3cios n\u00e3o est\u00e1 demorando. O que acontece \u00e9 que priorizamos, no ano passado, a reorganiza\u00e7\u00e3o do setor petroqu\u00edmico nacional. E esse procedimento \u00e9 extremamente complexo&#8221;, afirmou Costa. <br \/>\nRoberto Garcia, presidente da Unipar, uma das poss\u00edveis s\u00f3cias da estatal no Comperj, segue o discurso de Costa.\u00a0<\/p>\n<p>&#8220;N\u00f3s ainda n\u00e3o nos aprofundamos no assunto Comperj. Este projeto, no entanto, ser\u00e1 discutido com profundidade, j\u00e1 que se trata de uma oportunidade de crescimento na Regi\u00e3o Sudeste&#8221;, destacou Garcia. <br \/>\nParadas de manuten\u00e7\u00e3o\u00a0<\/p>\n<p>A Copesul, central petroqu\u00edmica da Braskem, do P\u00f3lo Petroqu\u00edmico de Triunfo (RS), est\u00e1 parada desde o dia 31 de mar\u00e7o para a manuten\u00e7\u00e3o da Planta 1.\u00a0<\/p>\n<p>A paralisa\u00e7\u00e3o acontece a cada seis anos e dura, em m\u00e9dia, 30 dias. A companhia possui duas plantas com capacidade total de 1,2 milh\u00e3o de toneladas de eteno por ano.\u00a0<\/p>\n<p>Em maio, outra central da Braskem, do Complexo Petroqu\u00edmico do Nordeste (Copene), localizado em Cama\u00e7ari (BA), parar\u00e1 pelos mesmos 30 dias.\u00a0<\/p>\n<p>A unidade tem capacidade anual de 1,28 milh\u00e3o de toneladas de eteno. Por fim, em agosto, a Petroqu\u00edmica Uni\u00e3o (PQU), central de mat\u00e9rias-primas do p\u00f3lo petroqu\u00edmico de Capuava (SP), controlada pela Unipar, ficar\u00e1 em manuten\u00e7\u00e3o por 45 dias, 15 dias a mais que a m\u00e9dia. Essa parada acontece em fun\u00e7\u00e3o dos ajustes para o start-up da expans\u00e3o da unidade em 250 mil toneladas de eteno, resultando em uma produ\u00e7\u00e3o total de 750 mil toneladas por ano no p\u00f3lo paulista.\u00a0<\/p>\n<p>Neste projeto de expans\u00e3o, a PQU produzir\u00e1 cerca de 120 mil toneladas de eteno a partir do g\u00e1s de refinaria da Refinaria de Capuava (Recap), tamb\u00e9m diminuindo assim seu processamento direto de nafta. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI &#8211; Guilherme Arruda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Braskem vai inaugurar na pr\u00f3xima semana (dia 25) a Petroqu\u00edmica de Paul\u00ednia (SP), novo complexo industrial da companhia, constru\u00eddo em parceria com a Petroquisa (bra\u00e7o petroqu\u00edmico da Petrobras). 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