{"id":14627,"date":"2008-05-19T21:48:21","date_gmt":"2008-05-19T21:48:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14627"},"modified":"2008-05-19T16:26:43","modified_gmt":"2008-05-19T16:26:43","slug":"franca-e-a-favorita-para-ser-nova-parceira-nuclear-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2008\/05\/19\/franca-e-a-favorita-para-ser-nova-parceira-nuclear-do-brasil\/","title":{"rendered":"Fran\u00e7a \u00e9 a favorita para ser nova parceira nuclear do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O fim do acordo de coopera\u00e7\u00e3o com a Alemanha ap\u00f3s a conclus\u00e3o da usina Angra 3 torna a Fran\u00e7a como candidata mais forte para futuras parcerias com o Brasil em tecnologia nuclear. Com 80% da matriz energ\u00e9tica baseada em t\u00e9rmicas nucleares, o pa\u00eds j\u00e1 mant\u00e9m rela\u00e7\u00f5es indiretas com o governo brasileiro na constru\u00e7\u00e3o da terceira usina nuclear de Angra, prevista para ser conclu\u00edda em 2012. <\/p>\n<p>Com sede na Alemanha, a Areva, empresa que comprou a KWU, tem contrato com a Eletronuclear, \u00e9 de origem francesa. Em fevereiro, na Guiana, os dois governos assinaram protocolo de inten\u00e7\u00f5es que tamb\u00e9m incluem equipamentos e avi\u00f5es para a \u00e1rea de Defesa. E no Itamaraty, o Planalto j\u00e1 tem agendado 22 de dezembro um encontro de Lula e Sarkozy em Bras\u00edlia. <\/p>\n<p>Segundo o diretor de comunica\u00e7\u00e3o e ex-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia Nuclear (Aben), \u00c9dson Kuramoto, um novo acordo com a Alemanha p\u00f3s Angra 3 deve mudar o foco para outras formas de energia &#8211; por lei, est\u00e1 proibida a constru\u00e7\u00e3o de novas usinas nucleares em territ\u00f3rio alem\u00e3o. A Fran\u00e7a, por outro lado, est\u00e1 construindo mais uma usina nuclear no pa\u00eds e vem exportando, pela Areva, m\u00e1quinas e equipamentos para reatores na China e Finl\u00e2ndia. Com poucos recursos naturais, o pa\u00eds europeu paga um pre\u00e7o alto na produ\u00e7\u00e3o de energia. &#8220;A Fran\u00e7a gasta quase 23 vezes mais que o Brasil para enriquecer a mesma quantidade de ur\u00e2nio. Ela utiliza o outro processo, chamado de ultracentrifuga\u00e7\u00e3o&#8221;, diz. <\/p>\n<p>Hoje, o Brasil enriquece todo o seu ur\u00e2nio fora do Pa\u00eds. O min\u00e9rio \u00e9 retirado em territ\u00f3rio brasileiro, gaseificado no Canad\u00e1, enriquecido na Holanda e reconvertido no Pa\u00eds, para a produ\u00e7\u00e3o das pastilhas de elemento combust\u00edvel que alimentam as usinas de Angra 1 e 2. A expectativa dos especialistas \u00e9 de que o Brasil atinja a auto-sufici\u00eancia em 2013, aproveitando o potencial de sua reserva de ur\u00e2nio, sexta maior do mundo. Segundo a estatal Ind\u00fastrias Nucleares do Brasil (INB), as reservas conhecidas de ur\u00e2nio no Pa\u00eds chegam a 309 mil toneladas. As reservas mundiais de ur\u00e2nio somam cerca de 3,3 milh\u00f5es de toneladas, com 28,5% deles na Austr\u00e1lia, principal explorador. <\/p>\n<p><strong>Potencial inexplorado<\/strong> <br \/>\nEm estudo pelo Minist\u00e9rio das Minas Energias, a quebra do monop\u00f3lio estatal na explora\u00e7\u00e3o de ur\u00e2nio pode elevar o Brasil da sexta para a segunda posi\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses com maiores reservas naturais do min\u00e9rio. Segundo Kuramoto, apenas 30% do territ\u00f3rio nacional foi explorado &#8211; a estimativa da INB \u00e9 de que o Pa\u00eds possua mais de 800 mil toneladas de ur\u00e2nio. O ministro de Minas e Energia, Edison Lob\u00e3o, afirmou que a abertura do mercado de explora\u00e7\u00e3o \u00e0 iniciativa privada est\u00e1 na pauta do governo, apesar da proposta ter sido rejeitada na semana passada pela Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a (CCJ) da C\u00e2mara dos Deputados. <\/p>\n<p>&#8220;Como caminhamos para aumentar a participa\u00e7\u00e3o da energia nuclear [no sistema de produ\u00e7\u00e3o de energia], temos que agilizar o processo de ur\u00e2nio&#8221;, disse Lob\u00e3o. Com 6,7% das reservas mundiais, o Brasil deixou de prospectar ur\u00e2nio h\u00e1 muitos anos, segundo Kuramoto. &#8220;Devido \u00e0 demanda de outros setores o Pa\u00eds hoje n\u00e3o tem recursos suficientes para os estudos&#8221;. Para ele, a parceria com empresas privadas do ramo de minera\u00e7\u00e3o, em especial a Vale, \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. <\/p>\n<p>&#8220;Com freq\u00fc\u00eancia, o ur\u00e2nio \u00e9 encontrado na explora\u00e7\u00e3o de outros min\u00e9rios. O monop\u00f3lio do governo, por\u00e9m, cria barreiras \u00e0s empresas privadas&#8221;, afirma Kuramoto. Impedidas de explorar as \u00e1reas que possuem ur\u00e2nio, as mineradoras deixam de retirar outras mat\u00e9rias-primas. Uma das alternativas \u00e9 o fim do monop\u00f3lio estatal de explora\u00e7\u00e3o sem acabar com a exclusividade de uso do ur\u00e2nio. &#8220;A Vale, por exemplo, pode retirar os min\u00e9rios que lhe interessam e repassar o ur\u00e2nio resultante para a INB&#8221;, diz Kuramoto. O pre\u00e7o do min\u00e9rio vem subindo nos \u00faltimos quatro anos, atraindo o interesse privado. Um dos motivos, segundo o especialista da Aben, \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da quantidade de ur\u00e2nio proveniente de ogivas nucleares. <br \/>\nGerenciamento pac\u00edfico <\/p>\n<p>O enriquecimento de ur\u00e2nio para testes com bombas nucleares \u00e9 assunto delicado na rela\u00e7\u00e3o entre pa\u00edses. Com a proximidade da auto-sufici\u00eancia nesta tecnologia, o Brasil n\u00e3o enfrenta restri\u00e7\u00f5es gra\u00e7as \u00e0s pol\u00edticas de transpar\u00eancia internacional no gerenciamento do min\u00e9rio. Signat\u00e1rio e cumpridor de diversos acordos de n\u00e3o-prolifera\u00e7\u00e3o de armas nucleares. Na parada programada para reabastecimento da usina Angra 2, que come\u00e7a amanh\u00e3, inspetores internacionais estar\u00e3o presentes, como parte da pol\u00edtica de transpar\u00eancia. <\/p>\n<p><b>Autor: DCI &#8211; Bruno Deiro<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fim do acordo de coopera\u00e7\u00e3o com a Alemanha ap\u00f3s a conclus\u00e3o da usina Angra 3 torna a Fran\u00e7a como candidata mais forte para futuras parcerias com o Brasil em tecnologia nuclear. 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