{"id":14484,"date":"2006-03-15T21:46:08","date_gmt":"2006-03-15T21:46:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14484"},"modified":"2007-09-21T16:05:25","modified_gmt":"2007-09-21T16:05:25","slug":"manutencao-da-infraestrutura-viaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2006\/03\/15\/manutencao-da-infraestrutura-viaria\/","title":{"rendered":"Manuten\u00e7\u00e3o da infra-estrutura vi\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p>Muito se tem falado sobre as defici\u00eancias da manuten\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico.\u00a0<\/p>\n<p>Poder\u00edamos analisar a situa\u00e7\u00e3o de uma forma generalizada: as escolas, hospitais, pra\u00e7as p\u00fablicas, a sinaliza\u00e7\u00e3o urbana, edif\u00edcios p\u00fablicos, e uma infinidade de investimentos deteriorando-se de uma forma absurda. Por\u00e9m o nosso foco hoje, s\u00e3o as rodovias.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2005 ocorreu um acidente muito grave. Ser\u00e1 que foi mesmo acidente? De acordo com o Dicion\u00e1rio Houaiss acidente \u00e9 \u201cum fato imprevis\u00edvel\u201d. E o que ocorreu era perfeitamente previs\u00edvel, pois os engenheiros, motoristas, policiais rodovi\u00e1rios e todo o tipo de usu\u00e1rios da Rodovia R\u00e9gis Bittencourt, alardearam suficientemente a eminente queda de uma ponte em uma das pistas no trecho paranaense.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com a imprensa na ocasi\u00e3o, existia um degrau de quase 20 cent\u00edmetros na cabeceira da ponte, v\u00e1rios dias antes do \u201cacidente\u201d, que lamentavelmente provocou v\u00edtimas. <br \/>\nPara agravar ainda mais a situa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 se passaram mais de 6 meses do \u201cacidente\u201d e a reconstru\u00e7\u00e3o da ponte ainda n\u00e3o foi conclu\u00edda, e o tr\u00e1fego continua sendo desviado para a outra pista.\u00a0<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que n\u00e3o temos tecnologia suficiente para reconstruir em 6 meses, apenas 100 metros de ponte em pista simples?\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que o problema n\u00e3o \u00e9 de tecnologia, e sim de gest\u00e3o, de \u201cm\u00e1 gest\u00e3o\u201d ou ainda de \u201cn\u00e3o gest\u00e3o\u201d da coisa p\u00fablica.\u00a0<\/p>\n<p>Viajar nas rodovias federais do Brasil tornou-se um gesto arriscado, de insanidade, quase mesmo uma tentativa de suic\u00eddio, tal o estado de abandono em que se encontram.\u00a0<\/p>\n<p>O governo vem anunciando \u201cobras emergenciais\u201d de \u201ctapa buracos\u201d, como se os buracos houvessem surgido de repente, nos \u00faltimos dias. S\u00f3 assim se justificariam tais obras, sem licita\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Nosso problema com manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 cultural, \u00e9 educacional.\u00a0<\/p>\n<p>Nunca se faz manuten\u00e7\u00e3o preventiva, apenas a corretiva e jamais a preditiva. N\u00e3o \u00e9 de nossa cultura trocar qualquer pe\u00e7a antes da sua quebra, nem mesmo quando apresenta desgastes vis\u00edveis. Espera-se at\u00e9 quebrar. A ind\u00fastria automotiva que se instalou no Brasil em 1956 tem lutado para mudar essa cultura, introduzindo o manual de manuten\u00e7\u00e3o preventiva; mas a quase totalidade dos usu\u00e1rios julga desnecess\u00e1rio seu uso.\u00a0<\/p>\n<p>Como os governos s\u00e3o formados por representantes do povo, pode-se entender claramente por que os governantes se comportam da mesma maneira. Quando quebrar, consertaremos ou reformaremos, fazendo as altera\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 urgente a necessidade de mudarmos a \u201ccultura da n\u00e3o manuten\u00e7\u00e3o\u201d, apenas para economizar um pouco agora e em futuro pr\u00f3ximo, depois dos \u201cacidentes\u201d acontecerem, gastarmos muito mais.\u00a0<\/p>\n<p>O jornal O Estado de S. Paulo publicou em 6 de fevereiro de 2006, na p\u00e1gina A10 uma extensa reportagem sobre o estado das rodovias na Venezuela. Incluiu declara\u00e7\u00f5es do presidente da Sociedade Civil de Engenheiros da Venezuela, informando que mais de 70 obras-de-arte est\u00e3o com problemas graves, sendo que a interdi\u00e7\u00e3o do viaduto 1 da Rodovia Caracas-La Guaira \u00e9 a ponta de um iceberg, pois das 70 obras com problemas, 30 j\u00e1 foram interditadas e outras 20 tamb\u00e9m poder\u00e3o ser interditadas a qualquer momento.\u00a0<\/p>\n<p>A Rodovia Caracas-La Guaira \u00e9 uma das principais da Venezuela, pois liga a capital \u00e0s principais portas de entrada e sa\u00edda do pa\u00eds \u2013 o porto de La Guaira e o Aeroporto Internacional Simon Bol\u00edvar.\u00a0<\/p>\n<p>Como analisamos, n\u00e3o \u00e9 um acidente, pois o viaduto, constru\u00eddo em 1954, apresentava problemas desde a d\u00e9cada de 1980 e n\u00e3o foram tomadas quaisquer provid\u00eancias.\u00a0<\/p>\n<p>Parodiando um an\u00fancio de TV de alguns anos atr\u00e1s que dizia \u201ceu sou voc\u00ea amanh\u00e3\u201d, o estado deplor\u00e1vel das rodovias venezuelanas, me faz pensar: \u201cser\u00e3o as rodovias federais brasileiras amanh\u00e3?\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>No Brasil estamos vivenciando uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o na manuten\u00e7\u00e3o das rodovias ap\u00f3s a contrata\u00e7\u00e3o das concession\u00e1rias: cerca de 10 000 quil\u00f4metros est\u00e3o sob concess\u00e3o. O gasto m\u00e9dio com investimentos, pelas concession\u00e1rias, foi nestes \u00faltimos 8 anos, muito superior a 100 000 reais por quil\u00f4metro por ano, chegando, em alguns casos a mais de 300 000. Em qualquer trecho destas rodovias observa-se sempre algum tipo de manuten\u00e7\u00e3o, como pavimenta\u00e7\u00e3o, pintura de sinaliza\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o do canteiro central e acostamentos, limpeza, ou at\u00e9 mesmo coleta de lixo, ao contr\u00e1rio das estradas federais que est\u00e3o abandonadas.\u00a0<\/p>\n<p>Caso o governo federal tivesse vontade pol\u00edtica e compet\u00eancia para realizar manuten\u00e7\u00e3o similar, deveria gastar algo em torno de 100 000 reais por quil\u00f4metro; e se considerarmos 50 000 quil\u00f4metros, daria uma verba de 5 bilh\u00f5es de reais por ano, valor muito inferior \u00e0 arrecada\u00e7\u00e3o anual da Cide.\u00a0<\/p>\n<p>Em certa ocasi\u00e3o ouvi de um \u201chermano\u201d latino-americano a express\u00e3o \u201cperro del hortelano\u201d, nome de uma pe\u00e7a de teatro escrita em 1610, e que \u00e9 popularmente utilizada para definir a atitude dos que n\u00e3o cumprem o dever e n\u00e3o permitem que outros o fa\u00e7am. Ou seja, o cachorro do chacareiro \u00e9 aquele indiv\u00edduo que n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o come como tamb\u00e9m n\u00e3o permite que os outros comam.\u00a0<\/p>\n<p>Assim \u00e9 o governo federal, n\u00e3o faz manuten\u00e7\u00e3o das estradas como tamb\u00e9m n\u00e3o permite que os estados e munic\u00edpios o fa\u00e7am. H\u00e1 poucos dias o governo do Estado do Rio de Janeiro foi impedido pela pol\u00edcia rodovi\u00e1ria federal de reparar buracos existentes na BR-101, pois esta estrada n\u00e3o est\u00e1 sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Tenho certeza de que as tr\u00eas piores estradas do Estado de S\u00e3o Paulo estariam t\u00e3o boas quanto \u00e0s demais caso o governo federal permitisse ou delegasse ao governo paulista a sua manuten\u00e7\u00e3o. S\u00e3o elas: a Fern\u00e3o Dias (BR-381), a R\u00e9gis Bittencourt (BR-116) e a BR-153 que liga Ourinhos a Icem.\u00a0<\/p>\n<p>Por que n\u00e3o delegar para a Ag\u00eancia Reguladora de Servi\u00e7os P\u00fablicos Delegados de Transporte do Estado de S\u00e3o Paulo, Artesp, a administra\u00e7\u00e3o das futuras concess\u00f5es das estradas federais em S\u00e3o Paulo?\u00a0<\/p>\n<p>Concluindo insisto, \u00e9 muito importante mudarmos a \u201ccultura da n\u00e3o manuten\u00e7\u00e3o\u201d, em especial da coisa p\u00fablica. Temos exemplos em toda ind\u00fastria privada onde a manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada uma preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio, do capital investido e da operacionalidade, e n\u00e3o uma despesa sup\u00e9rflua e adi\u00e1vel. <br \/>\nComo exemplo de manuten\u00e7\u00e3o da coisa p\u00fablica tem o Metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, que foi implantado junto com a \u201ccultura\u201d germ\u00e2nica de prioridade na manuten\u00e7\u00e3o, garantindo a operacionalidade e atendimento ao usu\u00e1rio. <\/p>\n<p><b>Autor: Edemar de Souza Amorim<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito se tem falado sobre as defici\u00eancias da manuten\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico.\u00a0 Poder\u00edamos analisar a situa\u00e7\u00e3o de uma forma generalizada: as escolas, hospitais, pra\u00e7as p\u00fablicas, a sinaliza\u00e7\u00e3o urbana, edif\u00edcios p\u00fablicos, e uma infinidade de investimentos deteriorando-se de uma forma absurda. 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