{"id":14443,"date":"2007-07-28T21:45:35","date_gmt":"2007-07-28T21:45:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14443"},"modified":"2007-08-31T12:02:41","modified_gmt":"2007-08-31T12:02:41","slug":"brasil-umas-das-maiores-reservas-de-aluminio-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2007\/07\/28\/brasil-umas-das-maiores-reservas-de-aluminio-do-mundo\/","title":{"rendered":"Brasil: umas das maiores reservas de alum\u00ednio do Mundo"},"content":{"rendered":"<p>A Engenharia do Brasil n\u00e3o \u00e9 apenas a constru\u00e7\u00e3o de belos edif\u00edcios, belas pontes e viadutos ou at\u00e9 mesmo uma linda estrada, como podem pensar alguns leigos. \u00c9 muito mais do que isto. Existem centenas de grandes empreendimentos, com um enorme volume de obras, cujo principal objetivo \u00e9 desenvolver condi\u00e7\u00f5es para a transforma\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria prima em produtos que possam ser utilizados no dia-a-dia.\u00a0<\/p>\n<p>Exemplo s\u00e3o as empresas produtoras de alum\u00ednio. Este metal, terceiro mais abundante na Terra, est\u00e1 presente na bauxita. Apesar de ser comercializado h\u00e1 cerca de 150 anos, j\u00e1 existe em oito macros regi\u00f5es, sendo uma delas a Am\u00e9rica Latina. Segundo dados da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Alum\u00ednio (Abal) o Brasil, al\u00e9m de terceira maior jazida de bauxita do planeta, \u00e9 o segundo maior produtor de bauxita, quarto maior produtor de alumina e o sexto em alum\u00ednio prim\u00e1rio.\u00a0<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o passa pelas seguintes etapas: extra\u00e7\u00e3o da bauxita, transforma\u00e7\u00e3o em alumina e posteriormente em alum\u00ednio prim\u00e1rio. Este processo utiliza grandes quantidades de energia el\u00e9trica, o que obriga a constru\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de usinas preferencialmente hidrel\u00e9tricas. O alum\u00ednio prim\u00e1rio \u00e9 processado e armazenado em lingotes ou tarugos. Da\u00ed \u00e9 transformado em produtos manufaturados.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com a Abal, a ind\u00fastria brasileira do alum\u00ednio consumiu 23.973,8 GWh de energia el\u00e9trica, em 2006, para produzir 1,604 milh\u00e3o toneladas de alum\u00ednio prim\u00e1rio, o que contabiliza um consumo m\u00e9dio espec\u00edfico de 14,9 MWh por tonelada produzida. No mesmo per\u00edodo, para a fabrica\u00e7\u00e3o de 6,720 milh\u00f5es toneladas de alumina foram consumidos 2.010 GWh de energia el\u00e9trica. A soma do consumo das duas etapas iniciais da produ\u00e7\u00e3o do alum\u00ednio corresponde a 6% de toda energia el\u00e9trica gerada no pa\u00eds, no ano passado.\u00a0<\/p>\n<p>As grandes empresas produtoras de alum\u00ednio prim\u00e1rio est\u00e3o localizadas nas regi\u00f5es norte e sudeste Albras (Barcarena \u2013 PA), Alcoa (Po\u00e7os de Caldas \u2013 MG e S\u00e3o Luis \u2013 MA), BHP Billiton (S\u00e3o Luis \u2013 MA), Novelis (Ouro Preto \u2013 MG e Aratu BA), ValeSul (Santa Cruz \u2013 RJ) e Companhia Brasileira de Alum\u00ednio \u2013 CBA (Alum\u00ednio \u2013 SP).\u00a0<\/p>\n<p>No ano de 2006, a capacidade de refino de alumina no setor aumentou 29% em compara\u00e7\u00e3o a 2005, conseq\u00fc\u00eancia das recentes expans\u00f5es nas plantas da CBA (Companhia Brasileira de Alum\u00ednio), em Alum\u00ednio e da Alunorte (Alumina do Norte do Brasil AS), em Barcarena \u2013 Par\u00e1. <br \/>\nAlunorte \u2013 A empresa emprega cerca de 2,5 mil pessoas, integrando a cadeia produtiva de alum\u00ednio no Par\u00e1. Foi criada em 1978, mas suas opera\u00e7\u00f5es come\u00e7aram apenas em 1995. Com a expans\u00e3o, terminada em 2006, tornou-se uma das maiores do planeta. As linhas de produ\u00e7\u00e3o da Alunorte, s\u00e3o abastecidas pelas matrizes minerais nobres, estimadas em 600 milh\u00f5es de toneladas.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2000, teve in\u00edcio o primeiro projeto de expans\u00e3o da refinaria, elevando a capacidade de 1,6 para 2,5 milh\u00f5es de toneladas de alumina por ano, destinando cerca de 20% da produ\u00e7\u00e3o para o abastecimento da Valesul, no Rio de Janeiro, e da Albras, vizinha \u00e0 Alunorte em Barcarena. Al\u00e9m disto, 80% da produ\u00e7\u00e3o da empresa ser\u00e1 exportada para os mercados europeu, americano e asi\u00e1tico.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2005 foi aprovado um novo investimento de R$ 2,2 bilh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o da terceira expans\u00e3o, adicionando mais duas linhas de produ\u00e7\u00e3o \u00e0s cinco j\u00e1 existentes. Com esta nova fase, que j\u00e1 est\u00e1 em obras, a Alunorte contar\u00e1 com sete linhas de produ\u00e7\u00e3o e atingir\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de 6,26 milh\u00f5es de toneladas de alumina por ano, a partir de meados de 2008.\u00a0<\/p>\n<p>A bauxita, proveniente da Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte, em Porto Trombetas, munic\u00edpio de Oriximin\u00e1 (Par\u00e1) distante cerca de 880 quil\u00f4metros de Barcarena, desembarca em Vila do Conde em navios. Outra fonte de mat\u00e9ria-prima est\u00e1 nas reservas de bauxita da Vale, na regi\u00e3o de Paragominas, sudeste do Par\u00e1, a partir de onde o min\u00e9rio ser\u00e1 transportado via mineroduto, de 244 quil\u00f4metros de extens\u00e3o, at\u00e9 a planta industrial da refinaria. Ele faz parte da Expans\u00e3o 2 da Alunorte e inaugura uma nova tecnologia de transporte para a bauxita, in\u00e9dita em projetos industriais, desenvolvida com intensa participa\u00e7\u00e3o de profissionais da empresa.\u00a0<\/p>\n<p>Ap\u00f3s passar por todo o processo produtivo, o produto final \u00e9 transferido e embarcado aos clientes no porto de Vila do Conde, dentro de um padr\u00e3o de qualidade que \u00e9 refer\u00eancia mundial, ou segue em caminh\u00f5es para a Albras, f\u00e1brica de alum\u00ednio prim\u00e1rio, situada pr\u00f3xima \u00e0 refinaria.\u00a0<\/p>\n<p>Em 2006, a empresa bateu mais um recorde de produ\u00e7\u00e3o, chegando a 3,93 milh\u00f5es de toneladas de alumina, um crescimento de 52% em rela\u00e7\u00e3o a 2005 (2,57 milh\u00f5es de toneladas). <br \/>\nCBA \u2013 As grandes amplia\u00e7\u00f5es da CBA, nos \u00faltimos anos, foram em alum\u00ednio prim\u00e1rio, na f\u00e1brica. Ao longo dos mais de 50 anos de exist\u00eancia, o crescimento m\u00e9dio anual da companhia \u00e9 de 9,6%. A companhia produz 475 mil toneladas de alum\u00ednio prim\u00e1rio anualmente.\u00a0<\/p>\n<p>Posicionada entre as maiores do mundo em se setor, a f\u00e1brica da CBA \u00e9 a maior planta do mundo a operar de forma totalmente verticalizada, realizando num mesmo local desde o processamento da bauxita at\u00e9 a fabrica\u00e7\u00e3o de produtos fundidos e transformados (lingotes, tarugos, vergalh\u00f5es, placas, bobinas, chapas, folhas, perfis, telhas e cabos). Al\u00e9m de ter uma forte atua\u00e7\u00e3o no mercado interno nos segmentos de constru\u00e7\u00e3o civil, eletricidade, embalagens, bens de consumo e transportes, a CBA destina cerca de 40% de sua produ\u00e7\u00e3o para o mercado externo, principalmente Europa, Oriente M\u00e9dio e Estados Unidos.\u00a0<\/p>\n<p>Entre os diferenciais da CBA est\u00e1 a autogera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, um dos principais insumos empregados na fabrica\u00e7\u00e3o do alum\u00ednio. Enquanto ela produz no m\u00ednimo 60% da energia el\u00e9trica que consome, por meio de suas 18 usinas hidrel\u00e9tricas, a m\u00e9dia mundial do setor \u00e9 de 26%. Outro destaque \u00e9 a auto-sufici\u00eancia em bauxita, extra\u00edda das suas unidades de minera\u00e7\u00e3o em Itamarati de Minas, Mira\u00ed e Po\u00e7os de Caldas (Minas Gerais).\u00a0<\/p>\n<p>Com quase sete mil colaboradores, a CBA mant\u00e9m uma ampla rede de distribui\u00e7\u00e3o de seus produtos, que conta com 13 filiais espalhadas pelo Brasil e um terminal mar\u00edtimo no Porto de Santos.\u00a0<\/p>\n<p>A empresa realiza importantes investimentos para garantir sua autonomia. Demonstra\u00e7\u00e3o disso \u00e9 o valor de R$ 365 milh\u00f5es investidos na constru\u00e7\u00e3o da 1\u00aa fase da Unidade de Minera\u00e7\u00e3o de Mira\u00ed, em Minas Gerais, \u2013 que ser\u00e1 inaugurada em agosto de 2007 &#8211; e de Barro Alto, em Goi\u00e1s, que come\u00e7ar\u00e1 a operar em 2008. Esse investimento prev\u00ea ainda o in\u00edcio das pesquisas de reserva mineral em Paragominas, no Par\u00e1, regi\u00e3o norte do Pa\u00eds. Mira\u00ed tem uma capacidade de produ\u00e7\u00e3o de quatro milh\u00f5es de toneladas de bauxita por ano e Barro Alto, de 900 mil toneladas.\u00a0<\/p>\n<p>Para acompanhar o incremento da capacidade produtiva e manter sua estrat\u00e9gia de autogera\u00e7\u00e3o de energia em 60% &#8211; a m\u00e9dia mundial \u00e9 de 28% -, a CBA investiu R$ 1,2 bilh\u00e3o na implanta\u00e7\u00e3o das Usinas Hidrel\u00e9tricas de Piraju e Ourinhos, localizadas no rio Paranapanema, al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o nas Usinas Barra Grande e Campos Novos, instaladas no Estado de Santa Catarina, e a Usina de Machadinho, no rio Uruguai (SC\/RS).\u00a0<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m aplicou na moderniza\u00e7\u00e3o das Usinas Hidrel\u00e9tricas de Santa Helena e Votorantim, localizadas no rio Sorocaba. Foi criada uma nova subesta\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica pr\u00f3ximo \u00e0 F\u00e1brica da CBA. <br \/>\nCom rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua f\u00e1brica, a CBA investiu R$ 3,5 bilh\u00f5es nos \u00faltimos cinco anos. Com esse montante, a \u00e1rea da alumina, onde \u00e9 produzido o \u00f3xido de alum\u00ednio, foi expandida e tr\u00eas novas salas de redu\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio prim\u00e1rio foram constru\u00eddas.\u00a0<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de transforma\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica, um dos destaques foi a inaugura\u00e7\u00e3o de uma nova \u00e1rea de lamina\u00e7\u00e3o, que entrou em opera\u00e7\u00e3o em abril do ano passado, possibilitando a produ\u00e7\u00e3o de bobinas de alum\u00ednio com dois metros de largura e peso de at\u00e9 14 toneladas. Foram adquiridos tamb\u00e9m mais dois novos casters, que produzem chapas pelo processo de fundi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, para se somar aos dez j\u00e1 existentes e, al\u00e9m deles, a CBA investiu na compra de outros equipamentos, tais como: moinho barra\/bolas, virador de vag\u00f5es e nova subesta\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. <\/p>\n<p><b>Autor: Viviane Nunes<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Engenharia do Brasil n\u00e3o \u00e9 apenas a constru\u00e7\u00e3o de belos edif\u00edcios, belas pontes e viadutos ou at\u00e9 mesmo uma linda estrada, como podem pensar alguns leigos. \u00c9 muito mais do que isto. 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