{"id":14429,"date":"2007-07-25T21:45:23","date_gmt":"2007-07-25T21:45:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14429"},"modified":"2007-08-31T16:32:38","modified_gmt":"2007-08-31T16:32:38","slug":"a-energia-nuclear-e-o-desenvolvimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2007\/07\/25\/a-energia-nuclear-e-o-desenvolvimento\/","title":{"rendered":"A energia nuclear e o desenvolvimento"},"content":{"rendered":"<p>Para um crescimento sustentado do PIB, \u00e9 indispens\u00e1vel que o suprimento energ\u00e9tico esteja garantido. Seguran\u00e7a energ\u00e9tica e pre\u00e7os razo\u00e1veis s\u00e3o premissas b\u00e1sicas das quais, nenhum pa\u00eds, em qualquer foro abre m\u00e3o e muito menos o Brasil poder\u00e1 faz\u00ea-lo, para poder superar os problemas que tolhem o seu desenvolvimento como a pobreza, o \u00eaxodo rural (em poucas d\u00e9cadas mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o ser\u00e1 urbana), a faveliza\u00e7\u00e3o das metr\u00f3poles, a falta de saneamento b\u00e1sico, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e o aumento da viol\u00eancia, que s\u00e3o amea\u00e7as crescentes a toldar o futuro da na\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A energia hidrel\u00e9trica \u00e9 a voca\u00e7\u00e3o natural do Brasil e se constitui na grande reserva de energia renov\u00e1vel e competitiva do pa\u00eds, mas s\u00f3 ser\u00e1 efetiva se as usinas puderem ser operadas com fatores normais de capacidade, utilizando seus reservat\u00f3rios de regula\u00e7\u00e3o que hoje est\u00e3o sendo esterilizados em usinas a fio d\u2019\u00e1gua. Baixos fatores de capacidade aliados a altos custos de mitiga\u00e7\u00e3o ambiental e de transporte de energia tornar\u00e3o as hidrel\u00e9tricas menos competitivas e mais carentes de complementa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, obrigando a que se busquem solu\u00e7\u00f5es n\u00e3o renov\u00e1veis como a nuclear, mais poluentes como o carv\u00e3o e o petr\u00f3leo, menos competitivas como a e\u00f3lica ou dependentes do exterior, como o g\u00e1s natural. <\/p>\n<p>A efici\u00eancia energ\u00e9tica \u00e9 vital, mas n\u00e3o pode substituir muita capacidade de gera\u00e7\u00e3o, e as proje\u00e7\u00f5es da EPE (Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica) j\u00e1 incorporam uma parcela desses ganhos, bem como o uso de outras fontes renov\u00e1veis embora os atuais programas de incentivos \u00e0 efici\u00eancia (Procel) e fontes alternativas \u2013 PCH, e\u00f3licas, biomassa &#8211; (Proinfa) tenham atingido apenas cerca de 25% das metas programadas por problemas ambientais e quest\u00f5es tarif\u00e1rias ou regulat\u00f3rias. No tocante \u00e0 racionaliza\u00e7\u00e3o do transporte de energia, as perdas maiores n\u00e3o se concentram na transmiss\u00e3o que \u00e9 moderna, mas na distribui\u00e7\u00e3o, em que algumas empresas ainda exibem elevados valores de desperd\u00edcio por problemas de falta de investimentos, defici\u00eancias nas medi\u00e7\u00f5es e liga\u00e7\u00f5es clandestinas, cuja elimina\u00e7\u00e3o, ainda em curso, pode agregar mais receitas que economias de energia nova. <\/p>\n<p>A queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis joga na atmosfera mundial, anualmente, 25 bilh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono (CO2), ou seja, aproximadamente 800 toneladas por segundo, e isto tem levado \u00e0 retomada da energia nuclear, a \u00fanica n\u00e3o renov\u00e1vel que n\u00e3o emite os gases do efeito estufa e \u00e9 hoje reconhecida como uma fonte limpa e segura de energia, com uma experi\u00eancia de mais de 12.000 anos\/reator durante as \u00faltimas 5 d\u00e9cadas em todo o mundo. O pre\u00e7o da eletricidade de origem nuclear \u00e9 considerado competitivo com outras fontes f\u00f3sseis, especialmente se forem computados os custos ambientais e, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s energias renov\u00e1veis, suas vantagens, al\u00e9m da log\u00edstica e custo favor\u00e1vel de abastecimento do pequeno volume de combust\u00edvel, decorrem do alto fator de capacidade (acima de 90%) com que s\u00e3o operadas as usinas nucleares. No Brasil, a experi\u00eancia satisfat\u00f3ria e sem acidentes, acumulada em mais de 20 anos de opera\u00e7\u00e3o dos reatores (em 2006 foi a segunda maior fonte se suprimento de eletricidade) e, tomando em considera\u00e7\u00e3o as reservas de ur\u00e2nio existentes, o dom\u00ednio do ciclo de produ\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel e o grande mercado externo que se abre para ele s\u00e3o fatores que apontam para a amplia\u00e7\u00e3o do uso da energia nuclear no pa\u00eds como complemento da energia hidr\u00e1ulica e como compensa\u00e7\u00e3o de sua sazonalidade. <\/p>\n<p>Miracyr Assis Marcato \u00e9 Diretor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Instituto de Engenharia e da empresa de consultoria em energia Energo Engenharia e Servi\u00e7os Ltda. <\/p>\n<p><b>Autor: Miracyr Assis Marcato<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para um crescimento sustentado do PIB, \u00e9 indispens\u00e1vel que o suprimento energ\u00e9tico esteja garantido. 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