{"id":14428,"date":"2007-07-23T21:45:22","date_gmt":"2007-07-23T21:45:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14428"},"modified":"2007-08-31T16:23:31","modified_gmt":"2007-08-31T16:23:31","slug":"o-renascimento-da-energia-nuclear","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2007\/07\/23\/o-renascimento-da-energia-nuclear\/","title":{"rendered":"O Renascimento da Energia Nuclear"},"content":{"rendered":"<p>Na mesma semana em que o Governo Federal anunciou a retomada das obras da Usina Nuclear Angra 3, o Instituto de Engenharia realizou um Simp\u00f3sio para discutir opini\u00f5es e atualizar informa\u00e7\u00f5es a respeito da amplia\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o da energia nuclear. As apresenta\u00e7\u00f5es feitas por v\u00e1rios especialistas possibilitaram um melhor conhecimento das quest\u00f5es relacionadas ao uso da energia nuclear no Brasil, incluindo uma vis\u00e3o absolutamente t\u00e9cnica de todo o ciclo de produ\u00e7\u00e3o do material radioativo a ser usado como combust\u00edvel. <\/p>\n<p>A Usina Angra 1 encontra-se em opera\u00e7\u00e3o desde 1983 e fornece ao sistema el\u00e9trico brasileiro uma pot\u00eancia de 657 MW. Angra 2, ap\u00f3s longos per\u00edodos de paralisa\u00e7\u00e3o nas obras, iniciou sua gera\u00e7\u00e3o em meados de 2000 e entrega ao sistema mais 1300 MW. A participa\u00e7\u00e3o da energia nuclear na matriz energ\u00e9tica brasileira n\u00e3o supera 1,3% do total da energia produzida. <\/p>\n<p>Mas, as coisas n\u00e3o correram muito bem para a ind\u00fastria nuclear nos \u00faltimos 28 anos. Primeiro, foi o acidente na usina de Three Mile Island, nos Estados Unidos, em 1979 e, depois, o desastre de Chernobyl, na Ucr\u00e2nia, em 1986. Durante esse per\u00edodo, os ambientalistas mais conservadores tiraram proveito dos acidentes e dos incidentes para reunir argumentos e criar todo tipo de dificuldade para a utiliza\u00e7\u00e3o da energia nuclear. <\/p>\n<p>Apesar de todas as rea\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias, na Fran\u00e7a, quase 80% da energia el\u00e9trica produzida prov\u00eam de usinas nucleares, na B\u00e9lgica e na Su\u00e9cia s\u00e3o mais de 50% e nos Estados Unidos s\u00e3o 20%. No mundo, existem mais de 440 usinas nucleares em opera\u00e7\u00e3o, mais de 30 plantas em fase de constru\u00e7\u00e3o e cerca de 200 usinas em processo de estudos ou projetos. <\/p>\n<p>No Brasil, por um longo tempo, acreditou-se que n\u00e3o valia a pena correr os riscos inerentes \u00e0 constru\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o de usinas nucleares e que a energia proveniente de usinas hidrel\u00e9tricas \u2013 existentes e futuras &#8211; seria suficiente para abastecer toda a demanda. Entretanto, a constru\u00e7\u00e3o de novas usinas entrou em ritmo lento e os projetos come\u00e7aram a sofrer solu\u00e7\u00e3o de continuidade, principalmente, pela falta de recursos financeiros e pelos impactos ambientais causados, seja durante a fase de constru\u00e7\u00e3o ou pela forma\u00e7\u00e3o dos lagos necess\u00e1rios \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. <\/p>\n<p>Hoje, mesmo para baixos n\u00edveis de crescimento da produ\u00e7\u00e3o nacional, j\u00e1 se fala em falta de energia para os anos vindouros e come\u00e7am a haver manifesta\u00e7\u00f5es de importantes setores da economia, no sentido de reduzir o ritmo do desenvolvimento ou mesmo redirecionar os investimentos para outros pa\u00edses. <\/p>\n<p>E, \u00e9 bom levar em conta que projetos de constru\u00e7\u00e3o de usinas para gera\u00e7\u00e3o de energia exigem longo prazo de matura\u00e7\u00e3o e demandam altos investimentos. Estudos realizados pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica \u2013 EPE, vinculada ao Minist\u00e9rio de Minas e Energia, demonstram, para os pr\u00f3ximos 25 anos, a necessidade de mais de R$ 600 bilh\u00f5es, s\u00f3 para atender \u00e0 demanda futura por energia el\u00e9trica. <\/p>\n<p>Assim, n\u00e3o se trata de substituir uma fonte de energia por outra ou mesmo investir em fontes energ\u00e9ticas que n\u00e3o sejam seguras e confi\u00e1veis. \u00c9 preciso aumentar o ritmo de constru\u00e7\u00e3o das novas usinas hidrel\u00e9tricas, desenvolver novas fontes baseadas na utiliza\u00e7\u00e3o da biomassa, incrementar o uso de energia proveniente de fontes e\u00f3licas e retomar o programa de constru\u00e7\u00e3o de usinas nucleares, agora com muito mais tecnologia e muito menos riscos para a sociedade. Tudo isso, ao mesmo tempo&#8230; <\/p>\n<p>Francisco Christovam: ex-presidente da CMTC\/SPTrans, atual Diretor de Rela\u00e7\u00f5es Externas do Instituto de Engenharia e da FChristovam Engenheiros Associados <\/p>\n<p><b>Autor: Francisco Christovam<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na mesma semana em que o Governo Federal anunciou a retomada das obras da Usina Nuclear Angra 3, o Instituto de Engenharia realizou um Simp\u00f3sio para discutir opini\u00f5es e atualizar informa\u00e7\u00f5es a respeito da amplia\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o da energia nuclear. 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