{"id":14419,"date":"2007-06-21T21:45:14","date_gmt":"2007-06-21T21:45:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14419"},"modified":"2007-08-31T16:17:08","modified_gmt":"2007-08-31T16:17:08","slug":"os-aproveitamentos-hidreletricos-do-rio-madeira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2007\/06\/21\/os-aproveitamentos-hidreletricos-do-rio-madeira\/","title":{"rendered":"Os aproveitamentos hidrel\u00e9tricos do Rio Madeira"},"content":{"rendered":"<p>Inicialmente \u00e9 preciso que se diga que as empresas Furnas e Odebrecht v\u00eam estudando os \u201cAproveitamentos Hidrel\u00e9tricos do Rio Madeira\u201d, a montante de Porto Velho, desde o ano 2002. <br \/>\nA primeira hip\u00f3tese de se construir uma \u00fanica barragem com aproximadamente 40 metros de altura, criando um reservat\u00f3rio de cerca 1.557 km\u00b2. Parece ser uma grande \u00e1rea, mas representa apenas 0,106% da \u00e1rea da bacia hidrogr\u00e1fica do Rio Madeira, que tem 1.470.000 km\u00b2.\u00a0<\/p>\n<p>Essa hip\u00f3tese, apesar de ser a mais econ\u00f4mica e conveniente para nosso pobre pa\u00eds, teve de ser logo descarta logo no in\u00edcio dos estudos, mediante fortes oposi\u00e7\u00f5es dos movimentos ambientalistas e de outros movimentos sociais. Essas organiza\u00e7\u00f5es ainda n\u00e3o compreenderam que quanto mais dificultam a constru\u00e7\u00e3o de \u201cAproveitamentos Hidrel\u00e9tricos\u201d racionais e econ\u00f4micos, mais os custos de energia crescer\u00e3o no nosso pa\u00eds. \u00c9 certo que poder\u00edamos ter na Amaz\u00f4nia os melhores e mais econ\u00f4micos aproveitamentos de energia limpa do mundo, proveniente de recursos naturais dispon\u00edveis somente no Brasil (\u00e1gua e grande \u00e1rea territorial).\u00a0<br \/>\nPosta esta situa\u00e7\u00e3o, sobreveio o projeto de parti\u00e7\u00e3o do grande aproveitamento em duas usinas de baixa queda e praticamente a fio de \u00e1gua, com as localiza\u00e7\u00f5es no Rio Madeira a montante da cidade de Porto Velho. <\/p>\n<p>Dois Aproveitamentos Hidrel\u00e9tricos: AHE Jirau com 15,2 metros de queda \u00fatil e AHE Santo Antonio com 13,9 metros de queda \u00fatil. Dessa maneira, os reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas ser\u00e3o praticamente inexistentes, levando os projetistas \u00e0 op\u00e7\u00e3o por turbinas do \u201cBulbo\u201d, pr\u00f3prias para usinas hidrel\u00e9tricas a fio de \u00e1gua. Na verdade, turbinas desenvolvidas inicialmente para uso em aproveitamento de altas mar\u00e9s na baia de Saint-Malo, Fran\u00e7a e, hoje, utilizadas em locais onde n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel a cria\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios, no caso, em canais de navega\u00e7\u00e3o de pa\u00edses europeus, com \u00e1reas das margens densamente ocupadas por edifica\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Desta forma, posto que depois de tantos anos de estudos, as not\u00edcias indicam que ainda existem d\u00favidas sobre a aprova\u00e7\u00e3o do \u201cEstudo de Impacto Ambiental \u2013 EIA\u201d, o que nos parece absurdo. Assim nem podemos imaginar, hoje, voltar a discutir a irracionalidade dos aproveitamentos de Jirau e Santo Antonio da forma que est\u00e3o postos. Temos que aceitar o mal menor, que seria: o in\u00edcio mais imediato das obras. Assim, pelo menos em m\u00e9dio prazo, ser\u00e1 poss\u00edvel o atendimento das necessidades de energia nas regi\u00f5es norte e centro-oeste, bem como a interliga\u00e7\u00e3o das novas usinas ao sistema integrado. <\/p>\n<p>Infelizmente, os \u00f3rg\u00e3os governamentais respons\u00e1veis pelo aproveitamento do potencial hidrel\u00e9trico da Bacia Amaz\u00f4nica t\u00eam se submetido \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ambiental brasileira, excessivamente r\u00edgida no que se refere ao aproveitamento dos recursos naturais brasileiros, legisla\u00e7\u00e3o esta que serve muito bem aos pa\u00edses j\u00e1 plenamente desenvolvidos, que j\u00e1 exauriram seus recursos, resolveram h\u00e1 s\u00e9culos os problemas dos povos ind\u00edgenas e ribeirinhos.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 lastim\u00e1vel que n\u00e3o haja esfor\u00e7os para mudan\u00e7a dessa situa\u00e7\u00e3o. Assim \u00e9 certo que tenhamos custos crescentes do kWh no Brasil para atender n\u00e3o s\u00f3 a uma popula\u00e7\u00e3o pobre, mas tamb\u00e9m as atividades industriais j\u00e1 pouco competitivas com outros pa\u00edses como a China, que est\u00e1 construindo 30.000 MW de pot\u00eancia instalada em usinas t\u00e9rmicas a carv\u00e3o. Mais poluidoras imposs\u00edveis. <\/p>\n<p>Eng\u00ba Walter Coronado Antunes, ex-secret\u00e1rio de Energia do Estado de S\u00e3o Paulo e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia. <\/p>\n<p><b>Autor: Eng\u00ba Walter Coronado Antunes<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inicialmente \u00e9 preciso que se diga que as empresas Furnas e Odebrecht v\u00eam estudando os \u201cAproveitamentos Hidrel\u00e9tricos do Rio Madeira\u201d, a montante de Porto Velho, desde o ano 2002. 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