{"id":14409,"date":"2007-06-17T21:45:05","date_gmt":"2007-06-17T21:45:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/?p=14409"},"modified":"2007-08-31T16:15:53","modified_gmt":"2007-08-31T16:15:53","slug":"a-metropole-e-seus-espacos-subterraneos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2007\/06\/17\/a-metropole-e-seus-espacos-subterraneos\/","title":{"rendered":"A metr\u00f3pole e seus espa\u00e7os subterr\u00e2neos"},"content":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo tem hoje cerca de 5 vezes menos extens\u00e3o de linhas de Metr\u00f4 (59,5 Km, para 16 milh\u00f5es de habitantes na sua regi\u00e3o metropolitana \u2013 www.urbanrail.net) do que cidades de igual import\u00e2ncia, como Londres (414 km de linhas, 8,3 milh\u00f5es de habitantes), e Paris (212.5 km, 9 milh\u00f5es de habitantes na regi\u00e3o metropolitana). Se compararmos a densidade de linhas de metro com a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o metropolitana, S\u00e3o Paulo tem 3,72 Km por milh\u00e3o de habitantes, enquanto Londres tem 49,88 km por milh\u00e3o de habitantes (13,4 vezes mais que S\u00e3o Paulo!), e Paris tem 23,61 Km por milh\u00e3o de habitantes (6,35 vezes mais que S\u00e3o Paulo). <\/p>\n<p>A Metr\u00f3pole de S\u00e3o Paulo precisa utilizar mais o seu espa\u00e7o subterr\u00e2neo, e a Engenharia Brasileira ter\u00e1 de adequar e aprimorar a tecnologia necess\u00e1ria para realizar este objetivo. O meio urbano congestionado das metr\u00f3poles atuais representa um desafio significativo para ampliar a utiliza\u00e7\u00e3o deste espa\u00e7o subterr\u00e2neo, pelo efeito dos impactos potenciais na cidade, pelas restri\u00e7\u00f5es impostas por redes e utilidades enterradas (energia, \u00e1gua, esgotos, telefonia, fibra \u00f3tica, g\u00e1s, etc.), al\u00e9m dos riscos de danos \u00e0s edifica\u00e7\u00f5es pr\u00f3ximas, que tem de ser minimizados. <\/p>\n<p>A cidade de S\u00e3o Paulo tomou consci\u00eancia da exist\u00eancia e da complexidade da engenharia de espa\u00e7os subterr\u00e2neos ap\u00f3s o acidente ocorrido recentemente, que evidenciou a constru\u00e7\u00e3o de mais uma linha de Metr\u00f4 na cidade, totalmente em escava\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea, que at\u00e9 ent\u00e3o era realizada sem que a popula\u00e7\u00e3o dela tivesse conhecimento (pela aus\u00eancia de transtornos na superf\u00edcie, como desvios de tr\u00e1fego, tapumes, etc.). O hist\u00f3rico e a compet\u00eancia da engenharia brasileira no projeto e constru\u00e7\u00e3o de t\u00faneis e obras subterr\u00e2neas, para metr\u00f4s e outras obras de infra \u2013 estrutura, est\u00e1 amplamente documentado no livro \u201cT\u00faneis do Brasil\u201d, publicado em 2006 pelo Comit\u00ea Brasileiro de T\u00faneis (www.tuneis.com.br). <\/p>\n<p>Atualmente, a necessidade das metr\u00f3poles para encontrar solu\u00e7\u00f5es para o transporte urbano de grande capacidade exige, cada vez mais, obras de grande porte para atender e dar conforto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Em meios urbanos densamente ocupados, estas solu\u00e7\u00f5es muitas vezes s\u00f3 se viabilizam se forem subterr\u00e2neas, para evitar interfer\u00eancias e traumas na superf\u00edcie, que podem deixar cicatrizes na vida cotidiana e no tecido urbano das cidades, como no caso dos elevados constru\u00eddos em administra\u00e7\u00f5es passadas. Diversos projetos de revitaliza\u00e7\u00e3o de centros urbanos, no mundo todo, optam por vias subterr\u00e2neas como forma de revitalizar o centro hist\u00f3rico da cidade. \u00c9 o caso da Art\u00e9ria Central de Boston, onde vias expressas elevadas foram demolidas e substitu\u00eddas por vias subterr\u00e2neas. H\u00e1 projetos similares aos de Boston em pa\u00edses como a Alemanha, Noruega e Jap\u00e3o, em que o espa\u00e7o superficial liberado por vias subterr\u00e2neas \u00e9 empregado para fins nobres e lazer, como parques, em regi\u00f5es centrais altamente valorizadas. <\/p>\n<p>Os desafios que a engenharia enfrenta ao interferir em grandes conglomerados urbanos s\u00e3o enormes e precisam ser bem compreendidos, pois: <\/p>\n<p>&#8211; A \u00e1rea de transporte \u00e9 a que mais demanda obras; <br \/>\n&#8211; O subsolo \u00e9 uma das melhores alternativas para deslocamento da popula\u00e7\u00e3o urbana, o que exige da engenharia brasileira e internacional o emprego de alta tecnologia; <br \/>\n&#8211; Metr\u00f3poles precisam do espa\u00e7o subterr\u00e2neo para diversos fins, especialmente sistemas de transporte de massa para deslocamentos da popula\u00e7\u00e3o (j\u00e1 que os sistemas vi\u00e1rios de superf\u00edcie est\u00e3o saturados, e geram, al\u00e9m de congestionamentos, polui\u00e7\u00e3o do ar, polui\u00e7\u00e3o sonora, degrada\u00e7\u00e3o das vias e dos im\u00f3veis), e o subsolo \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o, como tem sido comprovado em diversas cidades do mundo. <\/p>\n<p>Londres e Paris terminaram recentemente linhas de Metro totalmente subterr\u00e2neas. Nova Iorque est\u00e1 iniciando uma nova linha tamb\u00e9m dentro destes par\u00e2metros. Este cen\u00e1rio mostra porque a especialidade da engenharia que lida com t\u00faneis e obras subterr\u00e2neas torna \u2013 se cada vez mais importante no mundo atual. <\/p>\n<p>A cidade de S\u00e3o Paulo possui uma rede metrovi\u00e1ria modesta e insuficiente para suas necessidades; o que fica claro quando comparada a outros grandes centros urbanos no mundo. \u00c9 vital amplia \u2013 la, pois investimentos em sistemas vi\u00e1rios n\u00e3o solucionam o problema de transporte de massa na cidade, por serem de pequena capacidade, atendendo um numero relativamente pequeno de usu\u00e1rios, e ocupando espa\u00e7os significativos na superf\u00edcie. Atualmente existem centenas de cidades no mundo onde predominam sistemas de transporte de massa parcialmente em subterr\u00e2neo, ou predominantemente subterr\u00e2neos. Uma pequena lista destas cidades, incompleta, inclui Paris, Londres, Berlim, Seoul, T\u00f3quio, Buenos Aires, Cairo, Nova Delhi, Bangkok, e Cidade do M\u00e9xico. Em todas estas cidades, a rede metrovi\u00e1ria e de trens urbanos \u00e9 m\u00faltiplas vezes superior \u00e0 de S\u00e3o Paulo, e expans\u00f5es recentes s\u00e3o realizadas predominantemente em subterr\u00e2neo. <\/p>\n<p>Dentro deste contexto, a Engenharia de Espa\u00e7os Subterr\u00e2neos tem de avan\u00e7ar. \u00c9 fundamental investir em mais linhas de sistemas de transporte de massa, como Metro e Trens Urbanos. A grande maioria destes sistemas, em regi\u00f5es centrais da cidade, ter\u00e1 de ser constru\u00edda em subterr\u00e2neo, por falta de alternativas vi\u00e1veis. Obras em superf\u00edcie e elevado resultam em altos custos de desapropria\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, indeniza\u00e7\u00f5es ao comercio durante a constru\u00e7\u00e3o, e desvaloriza\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria no entorno destas obras, freq\u00fcentemente inviabilizando \u2013 as. Quanto maior o numero de linhas constru\u00eddas, maior a contribui\u00e7\u00e3o da Engenharia de Espa\u00e7os Subterr\u00e2neos para a melhoria da qualidade de vida, ordenando o crescimento da cidade de uma forma mais harm\u00f4nica, integrada, segura e econ\u00f4mica. <\/p>\n<p>O Eng. Roberto Kochen \u00e9 Diretor do Instituto de Engenharia, e Prof. Dr. da Escola Polit\u00e9cnica da USP. <\/p>\n<p><b>Autor: Eng. Roberto Kochen<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo tem hoje cerca de 5 vezes menos extens\u00e3o de linhas de Metr\u00f4 (59,5 Km, para 16 milh\u00f5es de habitantes na sua regi\u00e3o metropolitana \u2013 www.urbanrail.net) do que cidades de igual import\u00e2ncia, como Londres (414 km de linhas, 8,3 milh\u00f5es de habitantes), e Paris (212.5 km, 9 milh\u00f5es de habitantes na regi\u00e3o metropolitana). 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