{"id":115340,"date":"2023-12-19T17:14:40","date_gmt":"2023-12-19T20:14:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?p=115340"},"modified":"2023-12-19T17:18:21","modified_gmt":"2023-12-19T20:18:21","slug":"inteligencia-artificial-na-educacao-reimaginando-a-aprendizagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/12\/19\/inteligencia-artificial-na-educacao-reimaginando-a-aprendizagem\/","title":{"rendered":"Por George Paulus Dias \u2013 Intelig\u00eancia artificial na educa\u00e7\u00e3o: reimaginando a aprendizagem"},"content":{"rendered":"<p>A ascens\u00e3o dos chatbots de intelig\u00eancia artificial como o ChatGPT tem gerado grandes expectativas sobre seu potencial para apoiar e aprimorar processos de ensino-aprendizagem. Entretanto, seu uso disseminado entre estudantes para realizar atividades acad\u00eamicas tamb\u00e9m tem levantado preocupa\u00e7\u00f5es sobre poss\u00edveis impactos negativos e desafios para educadores. De fato, pesquisas recentes indicam altas taxas de utiliza\u00e7\u00e3o entre estudantes. Em uma amostra, cerca de 60% dos alunos relataram usar ferramentas como o ChatGPT em seus trabalhos e 91% j\u00e1 haviam experimentado pelo menos uma vez<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Ap\u00f3s os primeiros casos de uso para &#8220;colar&#8221; virem \u00e0 tona, muitos estudantes se sentiram tentados a recorrer ao chatbot para agilizar e facilitar a realiza\u00e7\u00e3o de tarefas acad\u00eamicas<strong>(1)<\/strong>. Essa situa\u00e7\u00e3o tem levado professores e gestores educacionais a se questionarem sobre como garantir a integridade do aprendizado e evitar o uso inadequado da IA pelos alunos. Algumas das principais perguntas que t\u00eam surgido s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Os estudantes realmente est\u00e3o aprendendo?<\/li>\n<li>Como saber se o trabalho entregue \u00e9 de autoria do aluno?<\/li>\n<li>Existe como detectar textos gerados por IA?<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>O uso disseminado de chatbots entre estudantes<\/strong>: Os chatbots de IA como o ChatGPT t\u00eam se popularizado rapidamente entre os estudantes por sua capacidade de gerar textos coerentes, responder perguntas e fornecer explica\u00e7\u00f5es sobre diversos temas. Essa facilidade de obter respostas prontas e solu\u00e7\u00f5es bem redigidas tem levado muitos alunos a recorrerem \u00e0 ferramenta para agilizar a realiza\u00e7\u00e3o de trabalhos e tarefas acad\u00eamicas. Um estudo nos Estados Unidos constatou que textos gerados pelo ChatGPT para alunos do primeiro ano da faculdade receberam majoritariamente notas A e B quando avaliados por professores universit\u00e1rios<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Ou seja, o n\u00edvel de qualidade do conte\u00fado produzido j\u00e1 se aproxima ao de um estudante m\u00e9dio em alguns casos. Por isso, a tenta\u00e7\u00e3o do uso inadequado tem sido grande entre os estudantes. De fato, ao entrevistar alunos do ensino m\u00e9dio e superior, a maioria relatou usar ou j\u00e1 ter usado o ChatGPT para trapacear de alguma forma, seja colando respostas de exerc\u00edcios, gerando ideias e textos ou at\u00e9 reescrevendo trabalhos prontos para evitar detec\u00e7\u00e3o<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Embora muitos reconhe\u00e7am que se trata de uma forma de fraude acad\u00eamica, a facilidade de acesso e os benef\u00edcios percebidos em termos de ganho de tempo e qualidade do resultado t\u00eam falado mais alto. No entanto, permitir o uso irrestrito de chatbots no meio educacional tamb\u00e9m tem riscos significativos. Al\u00e9m da quest\u00e3o \u00e9tica relacionada ao pl\u00e1gio, existe a preocupa\u00e7\u00e3o de que o aprendizado efetivo dos alunos possa ser comprometido.<\/p>\n<p><strong>Como o chatbot muda o aprendizado?<\/strong><\/p>\n<p>Uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es de educadores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s ferramentas de IA como o ChatGPT \u00e9 que seu uso disseminado possa substituir o verdadeiro aprendizado por parte dos alunos. Ao gerar respostas prontas para perguntas e fornecer solu\u00e7\u00f5es bem redigidas para trabalhos, os chatbots acabam privando os estudantes da oportunidade de construir efetivamente o seu conhecimento. De fato, o processo de aprender requer engajamento, esfor\u00e7o e supera\u00e7\u00e3o de dificuldades por parte do aluno. Como coloca um professor, \u201cvoc\u00ea n\u00e3o se torna um melhor escritor apenas editando o trabalho dos outros. Isso ocorre por meio da luta\u201d<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Ou seja, \u00e9 o caminho percorrido pelo estudante que de fato possibilita o aprendizado, n\u00e3o o produto final gerado pela IA.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ao depender excessivamente do chatbot, os alunos podem ter a capacidade de racioc\u00ednio, an\u00e1lise cr\u00edtica e criatividade comprometidas. Isso porque a ferramenta fornece solu\u00e7\u00f5es prontas, ao inv\u00e9s de estimular os estudantes a desenvolverem o pensamento aut\u00f4nomo para lidar com problemas complexos. Portanto, \u00e9 essencial que o uso de chatbots como o ChatGPT seja orientado e regulado para garantir que ele aconte\u00e7a de forma respons\u00e1vel, como um apoio ao aprendizado, e n\u00e3o como um substituto. Caso contr\u00e1rio, corre-se o risco da forma\u00e7\u00e3o de profissionais com lacunas de conhecimentos e habilidades essenciais.<\/p>\n<p><strong>Como saber se houve aprendizado?<\/strong><\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o (que continua) fundamental \u00e9: como educadores podem ter certeza de que verdadeiramente houve aprendizagem por parte dos alunos se ferramentas de IA est\u00e3o sendo amplamente utilizadas nos trabalhos acad\u00eamicos? Uma possibilidade, que muitos t\u00eam buscado, \u00e9 o uso de softwares de detec\u00e7\u00e3o de textos gerados por IA. Entretanto, embora esses detectores estejam avan\u00e7ando, eles ainda apresentam limita\u00e7\u00f5es importantes. Por exemplo, n\u00e3o s\u00e3o capazes de identificar trabalhos que tenham passado por m\u00faltiplas edi\u00e7\u00f5es e reescritas<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Al\u00e9m disso, podem apresentar falsos positivos. O caminho mais recomendado \u00e9 adaptar os m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o para dar mais \u00eanfase \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de conhecimentos. Isso significa privilegiar atividades realizadas em sala de aula, provas discursivas, apresenta\u00e7\u00f5es orais, projetos pr\u00e1ticos, entre outras estrat\u00e9gias que permitam ao professor verificar se de fato houve internaliza\u00e7\u00e3o de conceitos e o desenvolvimento de habilidades por parte dos alunos<strong>(2)<\/strong>. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 essencial investir na promo\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico, na reflex\u00e3o e no debate em sala de aula, estimulando os estudantes a apresentarem seus pr\u00f3prios pontos de vista e aplicarem ideias de forma criativa em diferentes contextos<strong>(2)<\/strong>.\u00a0Dessa forma, fica mais evidente se houve uma aprendizagem significativa ou se os alunos est\u00e3o apenas reproduzindo respostas decoradas.<\/p>\n<p><strong>Como evitar o uso inadequado da IA?<\/strong><\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o importante \u00e9: como evitar que os estudantes fa\u00e7am uso inadequado de chatbots de IA como o ChatGPT para trapacear em trabalhos e provas? Uma possibilidade seria o bloqueio completo do acesso a essas ferramentas nas redes das institui\u00e7\u00f5es de ensino. Por\u00e9m, considerando que os alunos podem acessar os chatbots por meio de seus telefones, tal medida se mostra de dif\u00edcil aplica\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica<strong>(1)<\/strong>. Portanto, a abordagem mais recomendada \u00e9 estabelecer pol\u00edticas claras sobre o uso respons\u00e1vel de tecnologias de IA desde o in\u00edcio, juntamente com diretrizes \u00e9ticas r\u00edgidas contra o pl\u00e1gio<strong>(2)<\/strong>. Tamb\u00e9m \u00e9 importante conscientizar os estudantes sobre os riscos do uso inadequado, tanto em termos de puni\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas como de preju\u00edzos para a pr\u00f3pria aprendizagem deles.\u00a0Al\u00e9m disso, <strong><span style=\"color: #ff0000;\">os educadores precisam se adaptar a essa nova realidade, investindo em inova\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas como a gamifica\u00e7\u00e3o, aprendizagem baseada em projetos e outras estrat\u00e9gias ativas que estimulem o engajamento dos alunos e tornem o processo de aprender mais interessante do que simplesmente buscar respostas prontas na internet<\/span>(3)<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Como os chatbots j\u00e1 podem apoiar a educa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>Diante dos impasses com as abordagens punitivas, um n\u00famero crescente de defensores argumenta que a sa\u00edda pode estar justamente em explorar maneiras produtivas de incorporar o ChatGPT aos processos de aprendizagem <strong>(4)<\/strong>. Por exemplo, a ferramenta poderia enriquecer discuss\u00f5es em sala, inspirando perguntas antes inimagin\u00e1veis pelos alunos. Tamb\u00e9m auxiliaria como uma esp\u00e9cie de \u201cmonitor\u201d digital, respondendo d\u00favidas frequentemente para liberar o professor a t\u00f3picos e alunos mais demandantes. eles podem atuar como assistentes virtuais personalizados, fornecendo explica\u00e7\u00f5es adaptadas ao n\u00edvel de entendimento de cada estudante, esclarecendo suas d\u00favidas com paci\u00eancia e usando exemplos relacionados aos seus interesses<strong>(2)<\/strong>. Al\u00e9m disso, os chatbots podem ser utilizados pelos professores para enriquecer seus materiais did\u00e1ticos, gerando perguntas, estudos de caso ou exerc\u00edcios complementares sobre os temas ministrados em sala de aula<strong>(2)<\/strong>.\u00a0Tamb\u00e9m podem apoiar na prepara\u00e7\u00e3o de aulas mais din\u00e2micas e interativas. Outra possibilidade valiosa \u00e9 utilizar os modelos de IA para fornecer feedback personalizado sobre trabalhos e projetos dos alunos, apontando problemas l\u00f3gicos ou conceituais, dando sugest\u00f5es de aprimoramento, entre outros<strong>(1)<\/strong>.\u00a0Assim, os chatbots assumem o trabalho mais mec\u00e2nico de revis\u00e3o, liberando o professor para tarefas mais nobres como orienta\u00e7\u00e3o dos estudantes.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o significa, por\u00e9m, delegar irrestritamente toda aprendizagem \u00e0 IA. Pesquisas em cogni\u00e7\u00e3o reiteram a import\u00e2ncia do que alguns autores chamam \u201cdificuldades desej\u00e1veis\u201d [4] &#8211; aquelas atividades que, apesar de \u00e1rduas e frustrantes, efetivamente estimulam uma assimila\u00e7\u00e3o profunda e duradoura de conceitos. Nesse sentido, o ChatGPT pode acelerar parte do trabalho dos aprendizes, mas n\u00e3o os dispensa de esfor\u00e7os genuinamente intelectuais como leituras complexas, reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre problemas ou reda\u00e7\u00e3o original de textos.<\/p>\n<p>O dilema, portanto, reside em balancear inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica com preserva\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias educacionais engajadoras e adequadamente \u201cdif\u00edceis\u201d do ponto de vista cognitivo. Restringir por completo o ChatGPT seria desperdi\u00e7ar chances de aproveitar parte de seu potencial ben\u00e9fico. Por\u00e9m liber\u00e1-lo irrestritamente pode levar a uma \u201cpregui\u00e7a intelectual\u201d, onde alunos delegam ao chatbot inclusive tarefas essenciais para seu desenvolvimento anal\u00edtico e criativo. Para que os benef\u00edcios dos chatbots de IA possam ser plenamente aproveitados na pr\u00e1tica educacional, \u00e9 fundamental que sua utiliza\u00e7\u00e3o seja orientada por princ\u00edpios \u00e9ticos e focada no desenvolvimento integral dos estudantes, n\u00e3o apenas no desempenho<strong>(3)<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Implica\u00e7\u00f5es para pol\u00edticas educacionais<\/strong>: Equacionar esse dilema exigir\u00e1 mudan\u00e7as de mentalidades e pol\u00edticas nos sistemas de ensino. Primeiro, \u00e9 vital superar a no\u00e7\u00e3o dos chatbots como inimigos e passar a conceb\u00ea-los como aliados com limita\u00e7\u00f5es. Depois, as institui\u00e7\u00f5es precisar\u00e3o estabelecer diretrizes realistas sobre usos aceit\u00e1veis e inaceit\u00e1veis de acordo com seus valores \u00e9ticos e pedag\u00f3gicos [5]. Al\u00e9m disso, s\u00e3o necess\u00e1rios maci\u00e7os investimentos tanto em capacita\u00e7\u00e3o docente quanto em pesquisas multidisciplinares. Estas servir\u00e3o de base para estrat\u00e9gias educacionais inovadoras, que alavanquem o melhor dos mundos humano e artificial em prol de aprendizagens significativas e inclusivas.<\/p>\n<p><strong>O futuro da IA na educa\u00e7\u00e3o<\/strong>: Conforme discutido, os chatbots de IA como o ChatGPT t\u00eam gerado enorme entusiasmo, mas tamb\u00e9m preocupa\u00e7\u00f5es sobre seus impactos na educa\u00e7\u00e3o. Embora seu potencial para melhorar processos de aprendizagem seja ineg\u00e1vel, os riscos associados ao uso irrestrito tamb\u00e9m precisam ser considerados. N\u00e3o existe uma resposta definitiva sobre qual deve ser o papel dessas tecnologias nos ambientes educacionais do futuro. Entretanto, uma coisa parece clara: ser\u00e1 necess\u00e1rio muito discernimento, reflex\u00e3o e esfor\u00e7o conjunto de professores, gestores, estudantes e pol\u00edticos para garantir que a IA se integre \u00e0 escola e \u00e0 universidade de forma \u00e9tica, respons\u00e1vel e verdadeiramente ben\u00e9fica para todos. Isso envolve estabelecer princ\u00edpios e salvaguardas; adaptar abordagens pedag\u00f3gicas para um contexto de abund\u00e2ncia de informa\u00e7\u00f5es; desenvolver o pensamento cr\u00edtico e a autonomia intelectual dos estudantes; e assegurar que as tecnologias emergentes reduzam, e n\u00e3o ampliem, as desigualdades educacionais.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3prios alunos t\u00eam um papel central nesse processo. Eles precisam refletir cuidadosamente sobre suas motiva\u00e7\u00f5es e as implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas de suas a\u00e7\u00f5es ao decidir quando e como utilizar ferramentas como o ChatGPT. A tecnologia por si s\u00f3 n\u00e3o determina seus efeitos; depende do uso que fazemos dela. Portanto, os estudantes precisam assumir sua parcela de responsabilidade e desenvolver sua capacidade de autorregula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Claro, isso n\u00e3o \u00e9 uma tarefa trivial para jovens ainda em forma\u00e7\u00e3o. Por isso, o apoio de professores e familiares \u00e9 fundamental para ajudar os alunos a navegar essa nova realidade e tomar decis\u00f5es informadas e conscientes. Ao final, o objetivo deve ser capacit\u00e1-los a prosperar em um mundo cada vez mais moldado pela IA, sem abrir m\u00e3o dos valores humanistas que s\u00e3o a base de uma sociedade justa e democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>N\u00e3o ser\u00e1 uma tarefa trivial. Por\u00e9m, se bem sucedida, essa integra\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel da IA tem o potencial de inaugurar uma nova era na educa\u00e7\u00e3o, mais personalizada, inclusiva e focada na prepara\u00e7\u00e3o dos jovens para prosperarem em uma sociedade cada vez mais mediada pela tecnologia.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>[1] G. P. Dias, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/04\/03\/o-impacto-da-calculadora-do-google-e-do-chatgpt-na-aprendizagem-conhecimentos-habilidades-e-atitudes-em-jogo\/\">O impacto da calculadora, do Google e do ChatGPT na aprendizagem: conhecimentos, habilidades e atitudes em jogo<\/a>&#8220;, Instituto de Engenharia, 03-Abr-2023. [Online]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/04\/03\/o-impacto-da-calculadora-do-google-e-do-chatgpt-na-aprendizagem-conhecimentos-habilidades-e-atitudes-em-jogo\/\">https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/04\/03\/o-impacto-da-calculadora-do-google-e-do-chatgpt-na-aprendizagem-conhecimentos-habilidades-e-atitudes-em-jogo\/<\/a>.<\/p>\n<p>[2] G. P. Dias, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/06\/12\/por-george-paulus-dias-por-que-a-inteligencia-artificial-e-uma-boa-noticia-para-educacao-desafiando-os-pessimistas\/\">Por que a intelig\u00eancia artificial \u00e9 uma boa not\u00edcia para educa\u00e7\u00e3o: desafiando os pessimistas<\/a>&#8220;, Instituto de Engenharia, 12-Jun-2023. [Online]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/06\/12\/por-george-paulus-dias-por-que-a-inteligencia-artificial-e-uma-boa-noticia-para-educacao-desafiando-os-pessimistas\/.\">https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/06\/12\/por-george-paulus-dias-por-que-a-inteligencia-artificial-e-uma-boa-noticia-para-educacao-desafiando-os-pessimistas\/.<\/a><\/p>\n<p>[3] G. P. Dias, &#8220;<a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/09\/25\/por-george-paulus-dias-arranjos-de-inteligencias-artificial-e-humana-rumo-a-qualidade-e-equidade-na-educacao\/\">Arranjos de Intelig\u00eancias Artificial e Humana: Rumo \u00e0 Qualidade e Equidade na Educa\u00e7\u00e3o<\/a>&#8220;, Instituto de Engenharia, 25-Sep-2023. [Online]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/09\/25\/por-george-paulus-dias-arranjos-de-inteligencias-artificial-e-humana-rumo-a-qualidade-e-equidade-na-educacao\/\">https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/2023\/09\/25\/por-george-paulus-dias-arranjos-de-inteligencias-artificial-e-humana-rumo-a-qualidade-e-equidade-na-educacao\/<\/a>.<\/p>\n<p>[4] &#8220;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bEJ0_TVXh-I\">AI can do your homework. Now what<\/a>&#8220;, YouTube, [Online]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bEJ0_TVXh-I\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bEJ0_TVXh-I<\/a>.<\/p>\n<p>[5] OpenAI, &#8220;<a href=\"https:\/\/help.openai.com\/en\/articles\/8313351-how-can-educators-respond-to-students-presenting-ai-generated-content-as-their-own\">How can educators respond to students presenting AI-generated content as their own<\/a>&#8220;, OpenAI Help Center, [Online]. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/help.openai.com\/en\/articles\/8313351-how-can-educators-respond-to-students-presenting-ai-generated-content-as-their-own\">https:\/\/help.openai.com\/en\/articles\/8313351-how-can-educators-respond-to-students-presenting-ai-generated-content-as-their-own<\/a>.<\/p>\n<p>_______________________________________________________________________<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-103794 td-animation-stack-type0-2\" src=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 188px) 100vw, 188px\" srcset=\"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842.jpg 1284w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-300x245.jpg 300w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-1024x837.jpg 1024w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-768x627.jpg 768w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-696x569.jpg 696w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-1068x873.jpg 1068w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-514x420.jpg 514w, https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/IMG_4842-600x490.jpg 600w\" alt=\"\" width=\"188\" height=\"153\" \/><\/p>\n<p>(*) George Paulus Dias \u00e9 engenheiro de produ\u00e7\u00e3o pela Escola Polit\u00e9cnica da USP, mestre e doutor em Log\u00edstica e Educa\u00e7\u00e3o com Jogos. \u00c9 empreendedor na \u00e1rea de TI e educa\u00e7\u00e3o e acumula 20 anos de doc\u00eancia em institui\u00e7\u00f5es de ensino superior e treinamentos corporativos. \u00c9 conselheiro do Instituto de Engenharia onde tamb\u00e9m coordena o GT Amaz\u00f4nia e Bioeconomia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ascens\u00e3o dos chatbots de intelig\u00eancia artificial como o ChatGPT tem gerado grandes expectativas sobre seu potencial para apoiar e aprimorar processos de ensino-aprendizagem. 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