{"id":69474,"date":"2020-07-30T15:37:24","date_gmt":"2020-07-30T18:37:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/?post_type=ajde_events&#038;p=69474"},"modified":"2020-09-04T11:53:19","modified_gmt":"2020-09-04T14:53:19","slug":"26a-semana-de-tecnologia-metroferroviaria-da-aeamesp","status":"publish","type":"ajde_events","link":"https:\/\/www.institutodeengenharia.org.br\/site\/events\/26a-semana-de-tecnologia-metroferroviaria-da-aeamesp\/","title":{"rendered":"26\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria da AEAMESP"},"content":{"rendered":"<p><b><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">26\u00b0 Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria promove debates sobre o papel da comunica\u00e7\u00e3o no transporte p\u00fablico, planejamento urbano e perspectivas para o crescimento do setor metroferrovi\u00e1rio <\/span><\/b><\/p>\n<p><i><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">IV Semin\u00e1rio Infraestrutura de Transporte Ferrovi\u00e1rio, realizado pela FIESP em parceria com a AEAMESP, foi um dos grandes destaques do dia 03 de setembro<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">A sess\u00e3o \u201cOs desafios p\u00f3s-pandemia \u2013 Como a comunica\u00e7\u00e3o pode ajudar\u201d abriu o terceiro dia da 26\u00b0 Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria, evento online promovido pela Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4 (AEAMESP). Realizado pela Associa\u00e7\u00e3o Internacional do Transporte P\u00fablico (UITP), o painel esteve sob coordena\u00e7\u00e3o da Gerente da UITP Latin Am\u00e9rica, Eleonora Pazos, que iniciou sua fala apresentando alguns estudos que a entidade realizou nos \u00faltimos meses para entender o contexto atual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">O mais recente deles buscou levantar os padr\u00f5es de mobilidade no mundo p\u00f3s-Covid, em tr\u00eas grandes blocos: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Global:<\/b> crescimento da demanda de passageiros; desigualdade socioecon\u00f4mico; com\u00e9rcio eletr\u00f4nico; e transforma\u00e7\u00e3o da topologia das cidades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Comportamental:<\/b> trabalhos remotos ou mais flex\u00edveis; consci\u00eancia de biosseguran\u00e7a em viagens; estilo de vida de mobilidade mais saud\u00e1vel; e frequ\u00eancia e <i>retiming<\/i> de padr\u00f5es de viagens. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Tecnologia\/mercado:<\/b> digitaliza\u00e7\u00e3o de ofertas; aceita\u00e7\u00e3o de novas formas de mobilidade como parte do sistema; consolida\u00e7\u00e3o de players de mobilidade privada; e sistemas de transporte inteligente. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u201cOutro estudo realizado pela UITP, em maio, identificou que, especialmente na Europa, as pessoas querem usar o transporte p\u00fablico por acreditarem que ele possa melhorar a sa\u00fade da cidade e at\u00e9 mesmo ajudar a combater futuras pandemias\u201d, disse Eleonora. Essa tend\u00eancia est\u00e1 alinhada com o movimento \u201cBack to better mobility\u201d, que a associa\u00e7\u00e3o desenvolveu para refor\u00e7ar a mensagem de que o transporte p\u00fablico, como espinha dorsal da mobilidade urbana, \u00e9 fundamental para a constru\u00e7\u00e3o de\u00a0cidades resilientes, para\u00a0combater as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, prevenindo a &#8220;recupera\u00e7\u00e3o&#8221; da polui\u00e7\u00e3o do ar, para incentivar estilos de vida saud\u00e1veis e impulsionar as economias locais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o feita por Eleonora, foi a vez da Coordenadora do Programa Melhores Pr\u00e1ticas de Comunica\u00e7\u00e3o da UITP Latin America, Valeska Peres Pinto, trazer um panorama sobre os desafios futuros do setor metroferrovi\u00e1rio. Segundo ela, o cen\u00e1rio p\u00f3s-pandemia ser\u00e1 marcado por alguns fatores como desemprego, retomada lenta de atividades e redu\u00e7\u00e3o de viagens, bem como uma maior ades\u00e3o ao trabalho remoto, telemedicina, ensino a dist\u00e2ncia, e-commerce e delivery. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Mesmo com essas vari\u00e1veis, Valeska defende que o \u201cos trens e carros do metr\u00f4 n\u00e3o sair\u00e3o dos trilhos\u201d. Mas, para isso, \u00e9 preciso valorizar os atributos deste modo de transporte. \u201cO metr\u00f4, justamente por ser est\u00e1tico e de grande concentra\u00e7\u00e3o, logo voltar\u00e1 a ser aquilo que ele tem potencial para ser: uma minicidade, ou seja, a \u00e1rea da mobilidade que tem a maior capacidade de explorar o que chamados de neg\u00f3cios associados, visando a gera\u00e7\u00e3o de receitas extra tarif\u00e1rias\u201d, concluiu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Para finalizar a rodada, o Especialista em Marketing e Comunica\u00e7\u00e3o Social, Rodrigo Magalh\u00e3es, trouxe a vis\u00e3o de como a sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o poder\u00e1 contribuir com o processo de retomada. \u201cH\u00e1 algumas m\u00e1ximas da comunica\u00e7\u00e3o que n\u00e3o podem ser esquecidas, como, por exemplo, a que diz que o que n\u00e3o \u00e9 visto, n\u00e3o \u00e9 desejado. Por ser, em grande parte, subterr\u00e2neo, muitas vezes o transporte sobre trilhos acaba se tornando um servi\u00e7o invis\u00edvel. \u00c9 preciso que as operadoras criem uma comunica\u00e7\u00e3o regular, que evidencie os benef\u00edcios deste meio, e passem a entender a comunica\u00e7\u00e3o como parte da estrutura de neg\u00f3cios\u201d, defendeu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Magalh\u00e3es tamb\u00e9m lembrou que as esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4 s\u00e3o frequentemente procuradas por outras marcas para a\u00e7\u00f5es promocionais. \u201cPrecisamos come\u00e7ar a tirar proveito desse potencial e n\u00e3o apenas ceder espa\u00e7o para grandes marcas ganharem dinheiro\u201d, disse o especialista, refor\u00e7ando que h\u00e1 muito o que aprender com a iniciativa privada. \u201cEstamos vivendo um momento em que o setor de transporte p\u00fablico est\u00e1 sofrendo muito. Nessa equa\u00e7\u00e3o, a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ficar para depois\u201d, finalizou. <\/span><\/p>\n<p><b><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Representantes do Metr\u00f4-SP, da CPTM e do BNDES discutem a rela\u00e7\u00e3o entre planejamento urbano e mobilidade<\/span><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">A constru\u00e7\u00e3o de cidades mais \u00e1geis e sustent\u00e1veis foi um dos focos centrais da sess\u00e3o \u201cPlanejamento Urbano e Mobilidade: andando juntos\u201d. O primeiro convidado pela AEAMESP para discorrer sobre o assunto foi o Gerente de Planejamento e Meio Ambiente do Metr\u00f4-SP, Luiz Ant\u00f4nio Cortez Ferreira. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Durante sua apresenta\u00e7\u00e3o, ele listou as principais consequ\u00eancias do transporte individual para a qualidade de vida das cidades (polui\u00e7\u00e3o, alto consumo de energia, demanda por espa\u00e7o, acidentes de tr\u00e2nsito e congestionamentos) e buscou ressaltar a import\u00e2ncia do transporte coletivo para saneamento destes problemas. Outro ponto abordado pelo Arquiteto e Urbanista foi o padr\u00e3o de expans\u00e3o da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo (RMSP), somada \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de empregos nas \u00e1reas centrais. \u201cEsses dois fatores refletem em uma satura\u00e7\u00e3o dos sistemas de transportes existentes, bem como o crescimento das externalidades negativas j\u00e1 listadas\u201d, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Ferreira lembrou, ainda, que a expans\u00e3o urbana \u00e9 uma verdadeira bomba rel\u00f3gio do ponto de vista da mobilidade. Isso, porque, j\u00e1 se observa h\u00e1 algum tempo a satura\u00e7\u00e3o dos eixos rodovi\u00e1rios que chegam \u00e0 RMSP. Segundo ele, uma hora ou outra, o colapso destes eixos ir\u00e1 chegar, o que apenas refor\u00e7a a necessidade de haver uma rede de trens intercidades que promova o deslocamento adequado. \u201c\u00c9 preciso implantar uma rede de trens que nos permita ordenar a ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio regional e interiorizar o desenvolvimento, a fim de conter o espraiamento ca\u00f3tico e dist\u00f3pico\u201d, acrescentou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">O Gerente de Planejamento e Meio Ambiente do Metr\u00f4-SP tamb\u00e9m refor\u00e7ou que os problemas de mobilidade urbana n\u00e3o podem ser resolvidos apenas como dinheiro, mas tamb\u00e9m com novas maneiras de pensar e construir a cidade. Entre as solu\u00e7\u00f5es para lidar com isso, ele destacou o desenvolvimento orientado pelo transporte, que prev\u00ea esta\u00e7\u00f5es de alta capacidade como centros de qualidade de vida urbana. \u201cA vis\u00e3o do Metr\u00f4-SP \u00e9 a de promover uma cidade para as pessoas, atuando no desenvolvimento imobili\u00e1rio e na oferta de servi\u00e7os, com\u00e9rcio e conveni\u00eancias em suas instala\u00e7\u00f5es\u201d, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">O Presidente da CPTM, Pedro Tegon Moro, deu continuidade \u00e0 reflex\u00e3o apresentando uma das iniciativas que poder\u00e1 ajudar a solucionar os pontos levantados por Ferreira: o Trem Intercidades, que ligar\u00e1 as cidades de S\u00e3o Paulo, Campinas e Americana. Entre os benef\u00edcios do projeto, que ser\u00e1 viabilizado em uma Parceria P\u00fablico-Privada (PPP), destacam-se o aumento da acessibilidade entre metr\u00f3poles e cidades p\u00f3lo; expans\u00e3o da infraestrutura de transporte para passageiros e cargas, aliviando rodovias e vias urbanas; gera\u00e7\u00e3o de oportunidades de neg\u00f3cios e de empregos no segmento ferrovi\u00e1rio; e atendimento de metas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases do efeito estufa. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Na sequ\u00eancia, o Diretor da WRI Ross Center, S\u00e9rgio Henrique Avelleda, explicou que as megacidades possuem tr\u00eas caracter\u00edsticas principais em comum: grandes popula\u00e7\u00f5es, multifuncionalidades e diferentes rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. \u201cCada cidade t\u00eam gerido o seu sistema de transporte de maneira individual, o que gera um problema sist\u00eamico na mobilidade. N\u00e3o podemos mais acreditar que os problemas estruturais das grandes metr\u00f3poles sejam resolvidos sem a\u00e7\u00f5es integradas\u201d, disse. A solu\u00e7\u00e3o, segundo o especialista, passa pela cria\u00e7\u00e3o de autoridades de mobilidade metropolitanas. \u201cTalvez, diante da crise de sustentabilidade do transporte coletivo que estamos vivendo, os prefeitos resistentes \u00e0s pol\u00edticas de cria\u00e7\u00e3o de uma autoridade metropolitana comecem a abrir suas mentes para esta mudan\u00e7a necess\u00e1ria\u201d, concluiu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Por \u00faltimo, a Gerente de Mobilidade Urbana do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), Anie Amicci, refor\u00e7ou a import\u00e2ncia de uma vis\u00e3o sist\u00eamica do transporte e do planejamento integrado, para que seja poss\u00edvel reduzir as inefici\u00eancias deste sistema, bem como suas externalidades negativas. \u201cQuanto mais azeitado o sistema de transporte estiver, permitindo que projetos de qualidade existam, mais investidores privados ser\u00e3o atra\u00eddos\u201d, pontuou. Para concluir, ela destacou alguns dos ganhos que o planejamento integrado poderia trazer, como: evitar a competi\u00e7\u00e3o entre os modos; desestimular o uso do transporte individual motorizado; melhorar a infraestrutura para pedestres e bicicletas; aumentar as receitas via demanda; reduzir custos e riscos associados; e diminuir a depend\u00eancia do or\u00e7amento p\u00fablico. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><b>IV <\/b><b>Semin\u00e1rio de Infraestrutura de Transporte Ferrovi\u00e1rio discute o desenvolvimento do setor<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Um dos grandes destaques do dia 03 de setembro foi o IV Semin\u00e1rio de Infraestrutura de Transporte Ferrovi\u00e1rio, evento realizado pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (FIESP), em parceria com a AEAMESP. Neste ano, o encontro foi mediado pelo Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria (ABIFER), Vicente Abate, e buscou discutir as perspectivas e o potencial de crescimento do setor ferrovi\u00e1rio no pa\u00eds por meio de novos projetos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Durante a primeira apresenta\u00e7\u00e3o do SITF, a Gerente Jur\u00eddica da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Ferrovi\u00e1rios (ANTF), Camila Rodrigues, trouxe um panorama da evolu\u00e7\u00e3o do setor ferrovi\u00e1rio nos per\u00edodos pr\u00e9 e p\u00f3s-concess\u00f5es. \u201cAt\u00e9 1997, o transporte ferrovi\u00e1rio de carga era marcado pela baixa manuten\u00e7\u00e3o da malha, problemas operacionais, passivos trabalhistas ambientais e opera\u00e7\u00e3o deficit\u00e1ria e insustent\u00e1vel\u201d, disse. Para se ter uma ideia, somente entre 1994 a 1997, os preju\u00edzos acumuladores nesta \u00e1rea ultrapassaram o valor de R$ 2 bilh\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Com a transfer\u00eancia da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os para a iniciativa privada, notou-se uma evolu\u00e7\u00e3o significativa, como, por exemplo, o aumento de 130% na movimenta\u00e7\u00e3o de carga por ferrovias. \u201cAl\u00e9m disso, as concess\u00f5es tamb\u00e9m trouxeram benef\u00edcios referentes \u00e0 seguran\u00e7a, com a diminui\u00e7\u00e3o de acidentes, e ao meio ambiente, com a diminui\u00e7\u00e3o de desastres\u201d, complementou. Apesar dos grandes avan\u00e7os, Camila refor\u00e7ou que ainda h\u00e1 muito trabalho a ser feito, uma vez que a matriz do transporte de cargas do Brasil ainda \u00e9 focada, predominantemente, nas rodovias. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">A representante da ANTF lembrou, por\u00e9m, que o pa\u00eds tem atuado com uma agenda de investimentos de curto prazo, marcada pela prorroga\u00e7\u00e3o antecipada de quatro projetos principais, que podem ajudar a reverter este quadro. \u201cA carteira de investimentos \u00e9 robusta e vem sendo intensificada com a moderniza\u00e7\u00e3o dos contratos. O que se pretende \u00e9 que a participa\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria na matriz de transporte passe de 15% para 31%\u201d, concluiu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Em seguida, o Diretor do Departamento de Novas Outorgas e Pol\u00edticas Regulat\u00f3rias Portu\u00e1rias, F\u00e1bio Lavor Teixeira, destacou o trabalho que vem sendo realizado pelo Minist\u00e9rio da Infraestrutura. \u201cTemos atuado fortemente em prol da log\u00edstica do pa\u00eds. Entendemos que, ao fortalecermos o setor ferrovi\u00e1rio, na pr\u00e1tica estamos fortalecendo toda a log\u00edstica e a economia brasileira\u201d, disse. Essa preocupa\u00e7\u00e3o com a melhoria dos acessos ferrovi\u00e1rios foi evidenciada a partir da apresenta\u00e7\u00e3o de alguns Marcos, como o Leil\u00e3o FNS, a cria\u00e7\u00e3o do PPI (Lei n\u00b0 13.334\/16), o in\u00edcio dos estudos da FIOL e a assinatura da prorroga\u00e7\u00e3o da Malha Paulista. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Teixeira mostrou, ainda, o modelo vigente de Planejamento Portu\u00e1rio, que \u00e9 dividido em: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Plano Nacional de Log\u00edstica Portu\u00e1ria (PNLP):<\/b> planejamento setorial, feito a cada quatro anos, visando identificar as voca\u00e7\u00f5es dos 13 clusters portu\u00e1rios;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Plano Mestre (PM):<\/b> planejamento local, feito a cada quatro anos, visando direcionar a\u00e7\u00f5es, melhorias e investimentos nos complexos portu\u00e1rios e acessos;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ):<\/b> planejamento local, baseado no PM, que compatibiliza as pol\u00edcias municipais e estaduais de desenvolvimento urbano com a poligonal e o zoneamento das \u00e1reas do porto;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <b>Plano Geral de Outorgas (PGO): <\/b>planejamento setorial, realizado a cada quatro anos, visando arrendamentos, concess\u00f5es, autoriza\u00e7\u00f5es e delega\u00e7\u00e3o.<b><\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u201cEstamos trabalhando na integra\u00e7\u00e3o dos planos e, em breve, o PNLP ser\u00e1 descontinuado e integrado ao Plano Nacional de Log\u00edstica (PNL)\u201d, contou. O PDZ, por sua vez, deve continuar como o principal instrumento de Planejamento da Autoridade Portu\u00e1ria. Com a revis\u00e3o da portaria SEP\/PR n\u00b0 3\/2014, que regulamenta o PDZ, espera-se obter uma melhor harmoniza\u00e7\u00e3o entre os dispositivos legais, a simplifica\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados dos Planos, a possibilidade de indica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas fora do porto para poss\u00edvel expans\u00e3o portu\u00e1ria e a submiss\u00e3o das propostas somente em meio digital.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Ao final de sua fala, Teixeira refor\u00e7ou que entre as medidas que j\u00e1 est\u00e3o previstas neste novo planejamento, destaca-se o Plano Mestre do Complexo Portu\u00e1rio de Santos. \u201cEntre 2012 e 2016, a participa\u00e7\u00e3o da demanda ferrovi\u00e1ria, quando comparada com o volume total movimentado pelo Complexo Portu\u00e1rio, variou entre 27,6% e 30%. Para 2060, a perspectiva \u00e9 que essa participa\u00e7\u00e3o alcance os 47%\u201d, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Quem tamb\u00e9m participou do IV SITF, trazendo a experi\u00eancia da Alemanha para o debate, foi o Diretor de Desenvolvimento de Neg\u00f3cios da Deutsche Bahn ECO Am\u00e9rica Latina, Gustavo Gardini. Na vis\u00e3o apresentada pelo executivo, o sucesso da log\u00edstica e da mobilidade de um pa\u00eds \u00e9 garantido pelo pleno compromisso do governo atrav\u00e9s de uma pol\u00edtica integrada de planejamento e investimentos, bem como por meio de um marco legal que estabele\u00e7a regras claras, objetivas e transparentes para o setor privado investir e operar. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u201cNa Alemanha, esta quest\u00e3o est\u00e1 bem estabelecida e, no Brasil, j\u00e1 podemos vislumbrar mudan\u00e7as neste sentido. O Ministro da Infraestrutura, Tarc\u00edsio Gomes de Freitas, est\u00e1 realizando uma transforma\u00e7\u00e3o que h\u00e1 anos n\u00e3o v\u00edamos no pa\u00eds\u201d, disse. Para exemplificar a experi\u00eancia alem\u00e3, o palestrante contou um pouco mais sobre o Plano Diretor de Infraestrutura de Transporte do pa\u00eds, constru\u00eddo com base em uma abordagem multimodal, eficiente e integrada. Segundo ele, o or\u00e7amento de investimentos tem os seguintes destaques: 1 mil projetos em um horizonte de 13 anos, um aporte na faixa de 270 bilh\u00f5es de euro, e um foco maior em otimizar a infraestrutura j\u00e1 existente, modernizando e melhorando rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos para se obter maior efici\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Al\u00e9m dos especialistas j\u00e1 citados, o IV Semin\u00e1rio de Infraestrutura de Transporte Ferrovi\u00e1rio tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a do Diretor da Divis\u00e3o de Log\u00edstica FIESP e do DEINFRA\/FIESP, Adalberto Febeliano, do Conselheiro da AEAMESP, Pedro Machado, e da Presidente da AEAMESP, Silvia Cristina Silva.<\/span><\/p>\n<p><b><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Painel do Simefre aborda a import\u00e2ncia da prioriza\u00e7\u00e3o do transporte ferrovi\u00e1rio de passageiros<\/span><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Na parte da tarde, o Sindicato Interestadual da Ind\u00fastria de Materiais e Equipamentos Ferrovi\u00e1rios e Rodovi\u00e1rios (Simefre) promoveu uma sess\u00e3o t\u00e9cnica para falar sobre a necessidade em se priorizar, cada vez mais, o transporte metroferrovi\u00e1rio. Quem conduziu a conversa foi o Presidente da CAF Brasil e membro da entidade, Renato Meirelles. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Uma das provoca\u00e7\u00f5es feitas pelo executivo foi a necessidade do setor \u201csair da caixa\u201d para trazer, novamente, o transporte de passageiros sobre trilhos para os holofotes. \u201cQuanto mais acesso a popula\u00e7\u00e3o tiver a um transporte p\u00fablico e ferrovi\u00e1rio de qualidade, em melhores condi\u00e7\u00f5es estaremos em diferentes aspectos\u201d, refor\u00e7ou. Uma das estrat\u00e9gias que v\u00eam sendo discutidas neste sentido \u00e9 o relan\u00e7amento do programa \u201cO Brasil Trem Jeito\u201d, a partir de quatro pilares fundamentais: estabelecimento de um plano nacional, levantamento dos organismos necess\u00e1rios para dar sustenta\u00e7\u00e3o ao plano, equacionamento econ\u00f4mico e programa industrial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Durante a sess\u00e3o do Simefre, Meirelles pontuou, ainda, que o est\u00edmulo ao uso do transporte p\u00fablico carece de um maior engajamento de todos, especialmente no contexto atual. \u201cAinda h\u00e1 um grande receio em voltar a usar o transporte p\u00fablico, em decorr\u00eancia da pandemia, mas noto que em outros pa\u00edses esse est\u00edmulo ao uso est\u00e1 muito mais intenso. Tivemos uma redu\u00e7\u00e3o de quase 80% da nossa demanda e raro s\u00e3o os operadores que chegaram na casa dos 50% da demanda original. Essa equa\u00e7\u00e3o n\u00e3o fecha\u201d, disse.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Rumo, Voestalpine e Siemens comandam programa\u00e7\u00e3o de workshops<\/span><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Em paralelo \u00e0s sess\u00f5es t\u00e9cnicas e pain\u00e9is, o terceiro dia da 26\u00b0 STMF tamb\u00e9m foi marcado por tr\u00eas workshops. O primeiro deles foi promovido pela RUMO, maior operadora de ferrovias do Brasil, e abordou as novas tecnologias aplicadas a projetos de infraestrutura ferrovi\u00e1ria. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">Na sequ\u00eancia, a Voestalpine, fornecedora mundial de arames s\u00f3lidos e tubulares para o setor automotivo, apresentou um workshop sobre \u201cM\u00e1quinas de Chave para Jacar\u00e9 de Ponta M\u00f3vel (JPM)\u201d. Para encerrar, a Siemens, pot\u00eancia global nos campos da ind\u00fastria, energia e solu\u00e7\u00f5es de infraestrutura, falou sobre Esta\u00e7\u00f5es Digitais, com foco nos desafios das opera\u00e7\u00f5es metroferrovi\u00e1rias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><b>Servi\u00e7os<\/b><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">26\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria<br \/>\nData: 01 a 04 de setembro de 2019<br \/>\nTransmiss\u00e3o: <a href=\"https:\/\/www.semanadetecnologia.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-auth=\"NotApplicable\">https:\/\/www.semanadetecnologia.com.br\/<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\"><b>Sobre a AEAMESP<br \/>\n<\/b>A Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4 (AEAMESP), fundada em 14 de setembro de 1990\u200f, \u00e9 uma entidade de fins n\u00e3o econ\u00f4micos que agrega engenheiros, arquitetos, ge\u00f3logos, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREAs) e nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo (CAUs), bem como outros profissionais de n\u00edvel superior. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial,sans-serif;\">A\u00a0AEAMESP\u00a0realiza anualmente, em S\u00e3o Paulo, a Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria, desenvolve a\u00e7\u00f5es de natureza t\u00e9cnica, tecnol\u00f3gica e com entes federativos no \u00e2mbito municipal, estadual e federal, visando o fortalecimento do setor e promove atividades esportivas, recreativas e 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