Engenheiro idoso cria máquina capaz de “tirar” água do deserto

Imagem reproduzida de Razões para Acreditar

Infelizmente, não podemos negar a realidade. Hoje, o Brasil vive uma das piores crises hídricas dos últimos 91 anos. Ao mesmo tempo, muitas regiões do planeta já enfrentam a tempos essa mesma dificuldade. Em um futuro próximo, milhões e milhões de famílias terão sérias dificuldades de encontrar água potável. Esse desafio, da escassez de água, deve assombrar as próximas gerações. Mas algumas mentes brilhantes tentam evitar passar esse mal, como o engenheiro Enrique Veiga, de 82 anos. Conheça sua história no texto a seguir!

A invenção do idoso para produção de água

Enrique criou, nos anos 90, uma tecnologia espetacular. Trata-se de uma máquina capaz de produzir cerca de 5 mil litros de água potável. Sim, exatamente isto que você leu! Por isso, seu invento foi considerado uma alternativa de esperança para combater a seca que atingia, na época, uma extensa área do sul de seu país, Espanha.

A partir da invenção, o engenheiro fundou uma empresa que, ainda hoje, se dedica à criação de soluções para comunidades carentes, onde a água é sempre escassa. De acordo com ele, “(a ideia) não é apenas fazer um aparelho que seja eficaz, mas também útil para quem precisa caminhar quilômetros para buscar água ou cavar poços.”.

Funcionamento da máquina

A máquina criada por Enrique funciona do seguinte modo: ela coleta partículas de hidrogênio e oxigênio transportadas pelo ar e as converte em água perfeita para consumo. Em determinado momento, ela usa eletricidade para resfriar o ar e levar a água ao estado condensado. Mas o legal é que seu sistema pode ser adaptado a diferentes contextos climáticos e situações enfrentadas em locais extremos, com clima úmido ou seco, e muito frio ou quente – mesmo que seja um deserto.

Para se ter uma ideia da capacidade da criação de Enrique, a última versão da máquina catalisadora consegue produzir água suficiente para abastecer uma vila pequena diariamente. E a intenção do engenheiro é poder replicar a ideia mundo afora, alcançando áreas inóspitas ao redor do globo. E você, pensa que ele consegue? Escreva nos comentários!

Fonte: Engenharia 360